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A NOVA FASE DE IBICUÍ

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A recente e desconfortável situação de Ibicuí ilustra, de forma muito clara, como a omissão e a ação do poder público produzem realidades completamente distintas para uma mesma comunidade. Não faz muito tempo, a praia de Ibicuí se encontrava praticamente abandonada pelo município de Mangaratiba. A ocupação irregular da faixa de areia e o loteamento de espaços que deveriam ser de uso comum, somados ao descontrolado ingresso de veículos, transformavam o cotidiano dos moradores em um cenário de superlotação, desconforto, desorganização, acúmulo de lixo e perda do direito básico à sua própria cidade. O maior penalizado era justamente o habitante de Ibicuí, aquele que sustenta a economia local e elege as autoridades responsáveis por zelar pelo interesse coletivo.

A mudança de postura do poder público, contudo, mostrou que a degradação não era inevitável. Uma vez alertada para a gravidade do problema, a administração municipal reagiu e adotou medidas concretas: passou a organizar o acesso de veículos, ordenou o uso do espaço público e liberou a faixa de areia, devolvendo-a ao lazer da população. O resultado foi imediato e perceptível. O ambiente melhorou consideravelmente, houve redução dos impactos ambientais decorrentes da ocupação irregular e, sobretudo, resgatou-se o respeito ao morador da localidade, que deixou de ser tratado como intruso em seu próprio território.

Esse processo demonstra que sensibilidade política e capacidade de gestão fazem diferença. Quando o poder público de Mangaratiba se mostra ativo, atento às demandas reais e disposto a enfrentar interesses estabelecidos, o benefício não é abstrato: ele aparece na qualidade de vida, na organização urbana e na preservação do patrimônio natural. Ibicuí torna-se, assim, um exemplo positivo de como a atuação responsável do município pode transformar problemas crônicos em soluções eficazes.

Mais do que um caso pontual, trata-se de um sinal de que a administração local compreendeu seu papel de guardiã do espaço público e dos direitos da coletividade. Mantendo-se e multiplicando-se essa postura, Mangaratiba tende a se consolidar como referência para outros municípios que aceitam passivamente o inaceitável: a privatização de áreas comuns e o descaso com seus moradores. A lição é simples, mas poderosa: quando o poder público reage, organiza e fiscaliza, quem ganha é o cidadão,e, consequentemente, a própria cidade.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/saude/anvisa-aprova-novo-medicamento-contra-o-alzheimer/

ANVISA APROVA NOVO MEDICAMENTO CONTRA O ALZHEIMER

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