Bebeto, o nome que ecoa nos estádios, um verso escrito em chuteiras e gramados. A poesia do gol, a arte do drible, um bailarino em campo, um artista incrível. Nos pés, a bola obedecia ao seu comando, um pincel que pintava obras de arte no gramado. A velocidade, um poema em movimento, a precisão, um soneto, um encantamento.
No Flamengo, o rubro-negro em seu peito, um hino de paixão, um amor perfeito. No Vasco, a cruz de malta em seu escudo, um guerreiro do gol, um herói destemido. Na seleção, a camisa amarela e verde, um poema épico, uma história que se escreve. Na Copa de 94, o berço embalado, um gol que celebrava, um sonho realizado.
Bebeto, o poeta do gol, o artista do campo, um verso eterno, um legado que se estampa. Na memória do futebol, sua poesia reside, Um bailarino em campo, um nome que não se divide.