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BRASÍLIA: A CAPITAL QUE O BRASIL AINDA NÃO CONHECE

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Durante o evento Plano de Voo 2026, promovido pela Amcham Brasil, uma afirmação feita pelo empresário Paulo Octávio chamou atenção e merece reflexão: mais de 90% dos brasileiros nunca visitaram Brasília.

O dado é surpreendente. E, ao mesmo tempo, revelador.

Brasília é o centro das decisões políticas nacionais, abriga as sedes dos Três Poderes e representa, institucionalmente, o coração do Estado brasileiro. Ainda assim, permanece distante da experiência concreta da imensa maioria da população. Para muitos, a capital federal segue sendo uma abstração; uma cidade que se conhece pelas manchetes, mas não pelas vivências.

Essa distância simbólica ajuda a explicar parte da incompreensão que ainda marca o debate público sobre o papel da capital no desenvolvimento do país.

Ao destacar os diferenciais competitivos de Brasília, Paulo Octávio apontou dois ativos estratégicos frequentemente negligenciados: segurança e qualidade de vida. Em um cenário urbano nacional marcado por desafios crescentes nas grandes metrópoles, a capital ainda oferece condições para que pessoas trabalhem, empreendam e circulem com relativa tranquilidade.

Como afirmou durante o encontro, “Brasília ainda é pouco conhecida pelos próprios brasileiros. Mais de 90% nunca visitaram a capital. Isso precisa mudar.”

E foi além ao defender o turismo como vetor estratégico de desenvolvimento econômico:

O turismo é fundamental para o crescimento da cidade e para mostrar o potencial que temos.”

Esse ambiente não é apenas um atributo social; é também um fator econômico.

Cidades com maior previsibilidade urbana e institucional tendem a atrair investimentos, estimular novos negócios e fomentar cadeias produtivas ligadas à inovação, aos serviços e à economia criativa. Brasília, nesse contexto, reúne características únicas: localização central, estabilidade institucional, infraestrutura consolidada e um dos maiores PIBs per capita do país.

Mas há um potencial ainda subexplorado: o turismo.

A ampliação de voos, especialmente conexões internacionais diretas – considerando que o Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek é hoje o terceiro maior do país em fluxo de passageiros – pode representar uma virada de chave para inserir o Distrito Federal em novas rotas globais de negócios e lazer”, afirma Paulo Octávio.

Turismo não é apenas hospitalidade; é desenvolvimento econômico, geração de emprego e circulação de renda.

Ao aproximar brasileiros e estrangeiros da capital, abre-se espaço para que Brasília seja vista não apenas como sede do poder, mas como cidade viva, inovadora e capaz de oferecer experiências culturais, arquitetônicas e ambientais singulares.

Se mais de 90% dos brasileiros ainda não conhecem Brasília, talvez o maior desafio não seja apenas trazer visitantes à cidade; mas permitir que o país, enfim, descubra sua própria capital.

Ao aproximar brasileiros e estrangeiros da capital, abre-se espaço para que Brasília seja vista não apenas como sede do poder, mas como cidade viva, inovadora e capaz de oferecer experiências culturais, arquitetônicas e ambientais singulares.

Pioneiro de Brasília, um dos maiores empresários e geradores de emprego do Distrito Federal, Paulo Octávio reforça que o momento exige ação coordenada para ampliar a presença da capital no mapa do turismo e dos negócios.

Brasília precisa ser conhecida pelos brasileiros e pelo mundo. Temos qualidade de vida, segurança e potencial econômico. Investir em conectividade aérea e no turismo é investir no futuro da cidade e na geração de oportunidades para a nossa população”, conclui Paulo Octávio.

 

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