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ENTRE O JOIO E O TRIGO: A POLÍTICA DO PLANTIO E DA COLHEITA

Entre mentiras, fake news e promessas, o que realmente importa?

Por Aluízio Torrecillas

A batalha pelo voto acontece nas ruas e ganha força nas redes sociais. É fake pra cá, fake pra lá! Acusações, promessas e ataques se misturam numa disputa pelo poder, em que a verdade perde espaço para a conveniência política.

A guerra digital, iniciada por uma jovem contratada, rapidamente se voltou contra sua própria narrativa. Implodiu! Postagens antigas levantaram contradições sobre a narrativa apresentada, trazendo à tona a velha máxima: mentira tem pernas curtas.

De um lado, acusações de que conquistas serão destruídas. Do outro, promessas de preservar e ampliar o que já foi realizado. Nesse confronto, fica a dúvida: quem acusa está antecipando fatos ou apenas semeando medo e insegurança? E quem promete avanços terá condições de transformá-los em resultados concretos?

Enquanto isso, a política vira espetáculo. Até Satanás foi evocado em meio à disputa eleitoral, numa demonstração de como o debate público pode se afastar das questões que realmente interessam à população.

O problema é que, entre ataques, versões e promessas, assuntos essenciais acabam ficando em segundo plano. Saúde, educação, segurança, emprego e qualidade de vida exigem propostas consistentes, planejamento e responsabilidade.

Afinal, de que adiantam acusações, mentiras, fake news e promessas que não se transformam em resultados? A política não pode ser uma disputa de vaidades, mas um compromisso com a verdade e o bem-estar coletivo.

O eleitor precisa refletir: quem merece sua confiança. Quem verdadeiramente apresenta propostas concretas e capacidade de realizá-las?

Eleições passam, discursos se esquecem, mentiras são desmascaradas, mas as consequências do voto permanecem. Na democracia, o verdadeiro vencedor deve ser o povo.

Porque o poder passa, mas as consequências das escolhas ficam.