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LULA MASSACRA TRUMP NA ONU

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 O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura da Assembleia Geral da ONU em 2025 não foi apenas uma fala protocolar. Foi um gesto de defesa do multilateralismo, de capacidade de combater a fome e de enfrentamento político que, com firmeza e habilidade, expôs contradições e abusos do governo norte-americano, em especial na condução de tarifas punitivas e sanções direcionadas a autoridades brasileiras.

Ao transformar a tribuna da ONU em palco de denúncia e de defesa da soberania nacional, Lula elevou o tom da diplomacia e obrigou o presidente Donald Trump a recuar.

Trump, acostumado a usar medidas econômicas como instrumentos de pressão e intimidação, denunciado anteriormente pelo Presidente Lula como atuação autocrática, viu-se desafiado não por palavras inflamadas, mas por um discurso estruturado, respaldado pela legitimidade de falar em nome de um país estratégico e de uma democracia relevante no Sul Global. Lula expôs a irracionalidade do chamado tarifaço, que prejudica não apenas a economia brasileira, mas também empresas e consumidores norte-americanos, e denunciou o caráter arbitrário das sanções impostas a autoridades do Brasil.

A repercussão internacional foi imediata: a imprensa global destacou a coragem do Brasil em marcar posição diante de um governo que usa a economia como arma política, enquanto líderes de outros países em desenvolvimento ecoaram as críticas de Lula. O isolamento retórico de Trump na ONU criou uma pressão que não poderia ser ignorada nem pelo Congresso americano nem pelos próprios setores empresariais dos EUA, interessados em manter relações comerciais estáveis com o Brasil.

O resultado foi um recuo visível: pela primeira vez desde a escalada das tensões, Trump aceitou se reunir diretamente com Lula para debater saídas negociadas para o tarifaço e as sanções. Esse gesto não pode ser visto como mera diplomacia de ocasião, mas como reconhecimento de que o Brasil, quando fala alto e com clareza, tem poder de influenciar a geopolítica e impor respeito até mesmo às potências mais resistentes. A reunião é consequência direta do posicionamento firme e da articulação gestada por Lula que, certamente, a utilizará para defender a economia e os valores do Brasil.

Lula recolocou o Brasil no centro do debate internacional, mostrou que a essencialidade da ONU se mantém como espaço de confronto de ideias e reafirmou que soberania não se negocia. Mais do que um discurso, foi um ato político que alterou a correlação de forças e repõe Lula como líder inconteste das Américas.

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