A cidade amanheceu com a mesma apatia de sempre. Os prédios cinzentos se erguiam como sentinelas de uma ordem silenciosa, onde a futilidade e a hipocrisia dançavam em um balé macabro. Nos cafés, rostos mascarados se escondiam atrás de xícaras de café, enquanto as conversas sussurradas ecoavam como ecos de um mundo perdido. A democracia, … Continue lendo MÁSCARAS E MIRAGENS
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