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Não está dando para acompanhar a Inteligência Artificial (IA)
A velocidade do avanço da Inteligência Artificial tem surpreendido governos, organizações e especialistas da área. Pela primeira vez na história da administração, uma tecnologia cria simultaneamente um cenário tão promissor quanto assustador. É uma boa loucura, como costumo dizer — algo fora do comum.
O que recomendamos às Organizações
Nas consultorias que realizamos, temos recomendado um ponto de partida fundamental:
tenha clareza sobre qual é, de fato, o seu negócio — e pergunte à IA o que ela pode fazer por ele.
Se alguém da equipe não tiver dúvidas, algo está errado. A IA não é uma fotografia estática: ela vive em movimento, é uma camaleoa em constante mutação. O planejamento reverso, nesse contexto, tornou-se não apenas possível, mas necessário. As estratégias se comportam como bolhas de sabão: lindas, frágeis, e muitas vezes se desfazem assim que tocam o mercado.
Equipes: a alta performance à sinfonia improvisada
Hoje, não basta ter uma equipe de alto desempenho. A aposta é ter uma única equipe coesa, como uma orquestra sinfônica — mas que não segue uma partitura. A música surge e se transforma durante a execução. Isso exige algo que poucos estão discutindo: uma equipe apaixonada e que goste de estudar.
Gestão como esporte, não como rotina
Adaptar-se à IA é como escrever um livro cuja última página já nasce desatualizada. O novo cenário exige que gestão seja vista como esporte ou lazer, não como burocracia. O perfil ideal do novo colaborador é alguém que goste de aprender e de se relacionar com máquinas.
Esse movimento vai intensificar o sofrimento de quem trabalha apenas por salário ou ainda não descobriu o prazer de inovar, interagir e crescer ao lado da tecnologia.
Tempos novos, modelos novos
Estamos diante de tempos novos — e eles exigem modelos novos de gestão. Não é uma opção: é uma urgência.


SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/a-crescente-desaprovacao-do-governo-lula-iii/