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O RECADO DA FIRJAN PARA AS REGIÕES FLUMINENSES

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Ao divulgar o estudo Vocações e Potencialidades do Estado do Rio de Janeiro, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – FIRJAN brinda o estado com algo mais abrangente do que um diagnóstico técnico: oferece um raro sopro de racionalidade em ambiente frequentemente habitado por improvisações. A credibilidade da entidade, construída ao longo de décadas de representação e interlocução com o setor produtivo, confere ao levantamento um peso que transcende estatísticas. Ele sinaliza caminhos possíveis para que o Estado do Rio de Janeiro recupere o protagonismo industrial que perdeu, reduza as desigualdades e, sobretudo, ele disponibiliza informações para que regiões/municípios fluminenses encontrem rumos próprios de desenvolvimento.

Considerando que o desempenho do estado é o somatório dos desempenhos regionais/municipais, o estudo permite que, em vez de fórmulas genéricas, cada região passe a contar com informações objetivas sobre vantagens comparativas, viabilizando a construção de realistas estratégias de reindustrialização. Regiões com históricas dificuldades de autoavaliações econômicas passam a acessar um mapa claro de potencialidades (logística, segurança jurídica, qualidade da máquina pública, capacidade de investimento, entre outros), ferramenta essencial para orientar políticas públicas e qualificar o debate local.

Quando o estudo é combinado com alguns relevantes indicadores, como por exemplo o Ranking de Competitividade, o Índice de Progresso Social – IPS e o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – IFDM, forma-se um robusto combo capaz de embasar um sustentável ciclo de desenvolvimento. Nesse complexo cenário, resta ao poder público municipal a missão tão clara, quanto desafiadora: criar o ambiente favorável ao investimento. Portanto, o papel do poder público no desenvolvimento passa, obrigatoriamente, por uma gestão fiscal responsável, por um ensino público capaz de formar alunos qualificados e competitivos, por eficientes serviços de saúde e, sobretudo, por condições mínimas de segurança, condição sine qua non para qualquer expansão produtiva.

Em síntese, a FIRJAN entrega às regiões fluminenses uma bússola que, por si só, não garante o caminho, mas sinaliza a direção. O concreto desenvolvimento surgirá pela ação do mercado, desde que o município cumpra, com rigor e responsabilidade, a missão que lhe foi confiada.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/metodo-ousadia-e-cidadao-no-progresso-municipal/

MÉTODO, OUSADIA E CIDADÃO NO PROGRESSO MUNICIPAL

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