ARTIGO
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O planeta Terra é um dos estágios da nossa trajetória evolutiva, destinado a nos preparar para, um dia, adentrarmos pela porta principal dos Céus.
Atualmente, habitamos um mundo classificado como de Provas e Expiações, enfrentando desafios e colhendo as consequências de nossas ações passadas. Contudo, estamos em plena fase de transição, rumo a um mundo de Regeneração, como prevê uma das doutrinas espiritualistas.
Muitos estudiosos espiritualistas — e até mesmo pessoas ligadas a outras tradições religiosas — concordam que fazer o bem ao próximo é uma das senhas essenciais para o nosso crescimento espiritual. Entretanto, o que testemunhamos hoje é uma verdadeira caça do homem ao homem. Presenciamos, com olhos próprios, a lenta e perigosa tentativa de destruição dos valores humanos; princípios morais e éticos herdados de gerações passadas.
Indivíduos em busca apenas de benefícios próprios e de uma minoria, ditam e criam regras na tentativa de conquistar um espaço limitado ao tempo — num tempo ainda mais limitado.
“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
Em artigo publicado na Revista Diária, sob o título “O Mundo Político Adoeceu”, disse: “Deste mundo, nada levaremos. Política, bens materiais, vaidades, corpo bonito, cargos, bundas e peitos empinados — nada disso nos acompanhará além-túmulo.”
Começou o jogo político.
As eleições de 2026 se aproximam, com nomes surgindo e/ou sendo inventados. Pessoas que tentam se viabilizar para conduzir nosso destino, em todas as cidades e municípios.
Jogadores começam a entrar em campo.
Ensaiam jogadas, atacam e se defendem mas esquecem o principal: Apresentar aos torcedores, futuros eleitores, suas verdadeiras aptidões éticas e espirituais, credenciando-os para essa modalidade.
Que possamos, com consciência plena e responsabilidade, eleger pessoas comprometidas com o bem-estar coletivo e amor ao próximo. Homens e mulheres de caráter, dispostos a ajudar quem realmente precisa.
Eleitos, que cumpram a regra que todo homem público deve seguir: transformar a vida dos que sofrem em dignidade e prosperidade.
Assim, proclamaremos que os eleitos não serão apenas espíritos habitando em corpo de carne e ossos, ainda em provas e expiações, mas espíritos regenerados, que usarão a política e o serviço público como instrumento do bem comum cumprindo sua parte na grande obra de regeneração da Terra.
Fazer o bem sem olhar a quem!
