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RAIO-X PREOCUPANTE: CINCO GRANDES MUNICÍPIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DOIS MUNICÍPIOS DA COSTA VERDE APRESENTAM BAIXA QUALIDADE DE VIDA

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O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2025 trouxe um retrato duro e nada conveniente para o estado do Rio de Janeiro: cinco grandes municípios do estado estão entre as 10 piores em qualidade de vida no Brasil, a saber Duque de Caxias, Belford Roxo, São Gonçalo, Nova Iguaçu e Campos dos Goytacazes.

Esse resultado preocupa e acende um sinal vermelho sobre desigualdade territorial, eficácia da gestão pública e fragilidade das políticas sociais no estado. Revela, por exemplo, que a Baixada Fluminense e parte do Norte Fluminense acumulam déficits em saneamento e saúde, descompasso entre arrecadação e investimento social, insuficiente infraestrutura e insegurança pública.

O diagnóstico do IPS expõe também problemas na região da Costa Verde, onde dois municípios ocupam posições críticas no ranking estadual de qualidade de vida: Mangaratiba em 86º lugar e Paraty em 87º, últimos lugares em um estado que possui 92 municípios.

O caso de Mangaratiba é particularmente grave: além da baixa colocação na qualidade de vida, o município figura em último lugar no ranking de desempenho fiscal da região Sul Fluminense, segundo o IFGF (Índice Firjan de Gestão Fiscal). Ou seja, além da precariedade social, há sinais evidentes de desequilíbrio fiscal e deficiente capacidade de gestão — um alerta duplo para o futuro da cidade.

O IPS Brasil 2025 coloca o Estado do Rio de Janeiro diante de um dilema: ou continua permitindo que problemas estruturais se agravem em cidades estratégicas, ou inicia um ciclo de reformas urbanas, sociais e fiscais capaz de recuperar prosperidade e qualidade de vida.

Adicionalmente, o alerta é contundente: além de cinco grandes municípios do estado se posicionarem entre os dez piores do Brasil em qualidade de vida, a região da Costa Verde, com as avaliações de Mangaratiba e Paraty, amarga colocações quase finais no ranking estadual, sendo que Mangaratiba ainda carrega o estigma de pior gestão fiscal da região Sul Fluminense. O recado é claro: sem políticas regionais integradas e foco em eficiência fiscal e social, o estado do Rio de Janeiro seguirá produzindo estatísticas preocupantes no lugar de progresso.

 

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