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A NOVA METODOLOGIA DE PESQUISAS COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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A forma de realizar pesquisas e enquetes sejam de mercado, eleitorais ou institucionais passa por uma revolução silenciosa e profunda. Os métodos tradicionais, desenvolvidos ao longo do século passado, tornaram-se insuficientes diante das possibilidades abertas pela Inteligência Artificial. Eram modelos simplificados, que exigiam pouca qualificação de quem aplicava e um conhecimento restrito de quem as contratava.

Com a IA, pesquisas deixam de ser documentos estáticos e ganham papel estratégico dentro das organizações. O alcance torna-se individualizado: é possível compreender públicos de maneira segmentada, precisa e contextualizada. Mais do que números, a IA revela motivações, padrões de comportamento, repertório cultural, além de antecipar tendências que antes dependiam de longos ciclos de análise.

Essa profundidade permite que empresas e instituições construam produtos, serviços e estratégias de comunicação com uma precisão antes inimaginável — e, sobretudo, com velocidade compatível com a dinâmica atual dos mercados e do ambiente político.

Entretanto, há uma premissa essencial: utilizar Inteligência Artificial de forma plena exige enxergá-la não como uma ferramenta, mas como uma verdadeira parceira estratégica. Isso implica elevar o nível de qualificação dos profissionais envolvidos  tanto de quem produz quanto de quem demanda as pesquisas. Sem esse preparo, corre-se o risco de aplicar tecnologia avançada com métodos ultrapassados, comprometendo a leitura e a tomada de decisão.

A nova era das pesquisas exige mais rigor, mais interpretação e mais visão estratégica. Organizações que compreenderem esse movimento terão vantagem competitiva; as que insistirem nos modelos antigos continuarão enxergando apenas fragmentos da realidade.

 

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A DESPROPORCIONALIDADE NA REPRESENTAÇÃO DOS ESTADOS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

A DESPROPORCIONALIDADE NA REPRESENTAÇÃO DOS ESTADOS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

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A democracia representativa se sustenta sobre um princípio elementar: a igualdade do voto. Em termos simples, cada cidadão deve ter o mesmo peso na formação da vontade política nacional. No entanto, esse fundamento é frontalmente relativizado no desenho institucional brasileiro, especialmente na composição da Câmara dos Deputados, onde a própria Constituição consagra, em cláusula pétrea, uma distorção estrutural ao estabelecer limites mínimos (oito) e máximos (setenta) de cadeiras por estado, independentemente do que recomenda a proporcionalidade de sua população.

É verdade que a intenção original dessa engenharia constitucional foi politicamente nobre: reduzir desigualdades regionais e assegurar voz às unidades federativas menos populosas. Contudo, passadas décadas, não há resultado concreto. A super-representação de determinadas regiões não produziu desenvolvimento sustentável, nem reduziu disparidades históricas. Ao contrário, o critério utilizado criou um desequilíbrio permanente no processo legislativo, que penaliza as regiões mais populosas e economicamente dinâmicas, desacelerando o crescimento regional, com impacto direto no desenvolvimento nacional.

Os números não mentem. Com 513 deputados federais para uma população de 203 milhões de habitantes, segundo o Censo de 2022, cada parlamentar deveria representar, em média, cerca de 395 mil brasileiros. Essa média, porém, é violentamente desfigurada pela regra constitucional. Por exemplo, cada deputado de Roraima, estado menos populoso, representa aproximadamente 79 mil habitantes, enquanto para os de São Paulo, estado de maior população, esse número salta para cerca de 634 mil habitantes, ambos os deputados tendo o mesmo peso em cada voto. Trata-se de uma diferença de peso eleitoral que ultrapassa qualquer parâmetro razoável de justiça democrática e compromete a legitimidade do sistema representativo.

A distorção não se limita à comparação entre estados isolados, mas se manifesta de forma ainda mais contundente na distribuição regional das cadeiras. As regiões Norte e Nordeste, juntas, concentram cerca de 38 deputados além do que teriam em um critério estritamente proporcional à população. Já o Sudeste, por sua vez, possui cerca de 33 deputados a menos, com destaque para o Estado de São Paulo, que acumula um déficit de aproximadamente 41 parlamentares. Esse descompasso altera o equilíbrio das decisões legislativas e influencia diretamente políticas públicas, alocação de recursos e prioridades nacionais.

Quando se acrescenta à análise o critério da produção de riqueza, a assimetria torna-se ainda mais grave. Considerando um PIB nacional em torno de R$ 11 trilhões, cada deputado federal representaria, em média, cerca de R$ 21 bilhões da produção econômica. Contudo, na prática, um deputado da região Norte ou Nordeste responde por algo próximo de R$ 10 bilhões, enquanto no Sudeste esse valor sobe para R$ 32 bilhões, no Centro-Oeste para R$ 27 bilhões e no Sul para R$ 24 bilhões. Ou seja, as regiões que mais produzem e sustentam a economia nacional têm sua representação política relativizada, enquanto regiões mais dependentes exercem influência legislativa desproporcional ao seu peso demográfico e econômico.

Esse arranjo cria um paradoxo difícil de justificar: os votos parlamentares que representam maior geração de riqueza e maior contingente populacional têm exatamente o mesmo peso decisório daqueles que representam parcelas significativamente menores da população e da economia. O resultado é um processo legislativo sujeito a distorções, com impactos diretos sobre o ambiente de negócios, a eficiência do gasto público e a capacidade de o país crescer de forma equilibrada e sustentável.

Promover a igualdade democrática na representação política brasileira é urgente necessidade a exigir vontade institucional, enfrentamento do tema sem tabus e correções constitucionais que aproximem o peso do voto parlamentar da realidade demográfica e da produção de riqueza do país, o que não significa, em hipótese alguma, abandonar a solidariedade federativa.

 

Luiz Bittencourt

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BRASIL CAMINHA PARA UM DIAGNÓSTICO AMEAÇADOR

CEIA DE NATAL: COMO MANTER O SABOR, A TRADIÇÃO E A SAÚDE DO CORAÇÃO

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Por: Eva Costa

A chegada do Natal desperta memórias afetivas, encontros especiais e, claro, uma mesa repleta de sabores irresistíveis. Porém, para quem convive com doenças cardiovasculares, as festas podem vir acompanhadas de dúvidas, receios e até alguma culpa. A boa notícia? Não é preciso renunciar ao prazer à mesa para manter o cuidado com a saúde. Com pequenas escolhas estratégicas, sua ceia pode ser saborosa, bonita e amiga do coração.

Com a chegada das festas de fim de ano, percebo uma preocupação recorrente entre meus pacientes. No cuidado, especialmente após procedimentos como cateterismo ou angioplastia, orientamos mudanças importantes no estilo de vida e é nesse momento que muitos me perguntam, quase em tom de angústia: “E no Natal, como vai ser? Vou ficar olhando enquanto os outros aproveitam?” Esse é um receio legítimo, e minha missão é mostrar que é totalmente possível celebrar sem renunciar à saúde.

A seguir, você encontra um guia prático e acolhedor para transformar seu Natal em um momento saudável para o corpo, a mente e o coração.

  1. Planejamento: o primeiro ingrediente do sucesso
    Antes de acender o forno, planejar é fundamental. Escolher ingredientes frescos, controlar porções e organizar um cardápio único para toda a família evita aquela sensação desagradável de que “o paciente tem que comer diferente”. Uma ceia saudável pode e deve ser apreciada por todos. O resultado? Harmonia à mesa e mais bem-estar.
  2. Entradas leves que encantam
    Começar de forma suave é sempre uma boa estratégia.
    Algumas sugestões:

• Saladas coloridas com frutas frescas
• Sopas de legumes com pouco sódio
• Preparações com peixes ricos em ômega‑3 (como salmão ou sardinha)

Essas opções ajudam a controlar a fome e já oferecem nutrientes valiosos para a saúde cardiovascular.

  1. Sódio sob controle: pequenos ajustes que fazem grande diferença
    Reduzir o sal é indispensável. Use ervas frescas, especiarias e temperos naturais para realçar o sabor dos pratos. Produtos industrializados e temperos prontos devem ficar fora da lista. Quanto mais fresco, melhor para o coração.
  2. Carnes magras para uma ceia equilibrada
    O tradicional peru segue sendo uma ótima escolha, assim como frango sem pele e cortes magros de carne. Já embutidos e carnes processadas, tão comuns nas festas, devem ser evitados devido ao alto teor de sódio e gorduras saturadas.
  3. Vegetais: as cores que fazem bem
    Inclua vegetais variados e vibrantes na sua ceia. Assados, grelhados ou salteados, eles oferecem fibras, vitaminas e antioxidantes fundamentais para quem cuida da saúde cardiovascular.
  4.  Atenção importante: Pacientes em uso de warfarina devem evitar vegetais de folhas verde-escuras ricos em vitamina K, como brócolis, espinafre, couve, agrião, repolho e mostarda.
  5. Atenção às quantidades
    Mesmo quando os alimentos são saudáveis, o exagero pode causar desconforto digestivo, aumento de pressão e alterações glicêmicas. “Alimente-se com atenção”, pausando entre as garfadas, é um cuidado simples com grande impacto.
  1. Sobremesas com doçura e consciência
    Você não precisa renunciar à sobremesa basta reinventá-la.
    Opções mais leves incluem:
    Frutas frescas
    • Sorvetes naturais de frutas
    • Sobremesas com iogurte grego

São alternativas deliciosas, refrescantes e com menos impacto no coração.

  1. Bebidas alcoólicas: Não é indicada, mas quando utilizada deve haver equilíbrio. O álcool se fizer parte da celebração, deve ser utilizado com moderação. O vinho tinto, por exemplo, possui antioxidantes benéficos desde que consumido com responsabilidade. Intercalar doses de álcool com água é uma ótima estratégia para manter a hidratação.

Considerações finais

Celebrar o Natal é celebrar a vida. Com escolhas inteligentes, sua ceia pode ser ao mesmo tempo festiva, saborosa e cuidadosa com o coração. Lembre-se: saúde não precisa ser sinônimo de restrição, mas sim de equilíbrio e consciência.

Que esta temporada traga alegria, afeto e um Natal tão bonito quanto saudável.
Feliz Natal! ?❤️

Educação em saúde é a chave do sucesso para manutenção da vida.

Cuidem-se e viva bem.

Eva Costa. Enfermeira Intervencionista I Intensivista I Transição do Cuidado I Mentora de Carreira e Cuidados | 

Instagram: @enfevacosta
LinkedIn: Eva Costa

SUGESTÃO DE LEITURA: ARRITMIA CARDÍACA | ABLAÇÃO  https://revistadiaria.com.br/saude/arritmia-cardiaca-ablacao/

É POSSÍVEL QUE O BARRENSE REFLITA

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Ao final de cada ano, é natural que o cidadão faça um balanço do caminho percorrido e projete expectativas de maior produtividade, eficiência e progresso para o período que se inicia. Trata-se, na realidade, de um automático exercício de esperança. Contudo, para o barrense, esse olhar retrospectivo tem sido, reiteradamente, fonte de angústia e preocupação. O cenário que se impõe é desagradável e revela um município que, ao longo do tempo, foi se acostumando a equívocos que o levaram a uma trajetória de decadência econômica, contínuo empobrecimento, perda do poder de compra e de relevância.

Os números escancaram essa realidade. Considerando apenas as duas últimas décadas, chega a causar perplexidade constatar que o PIB atual de Barra do Piraí corresponde ao PIB de Barra Mansa de 2008 e à metade do PIB de Volta Redonda de 2006. Mais ainda, a economia hoje produzida por Volta Redonda equivale à soma de sete municípios com o porte econômico de Barra do Piraí. Essa comparação não é mero exercício estatístico, mas um retrato fiel da distância que se abriu entre o município e seus vizinhos mais dinâmicos. O atraso da economia barrense é significativo e de complexa recuperação.

O crescimento vegetativo, desacompanhado de planejamento, investimento e modernização, terminou por estrangular a competitividade barrense. Não por acaso, nos mais recentes rankings de competitividade, Barra do Piraí figura invariavelmente entre as últimas colocações da região Sul Fluminense. A incapacidade de competir com municípios vizinhos tornou-se um traço estrutural, reflexo de escolhas equivocadas acumuladas ao longo de décadas. Esse mesmo padrão se repete em áreas essenciais como saúde e educação, onde os indicadores confirmam similar evolução.

Há, ainda, a estranha sensação de um invisível escudo pairando sobre o município, impedindo o entendimento de que a iniciativa privada é o principal motor do desenvolvimento econômico. Resistência que vinha imprimindo à gestão pública uma dinâmica anacrônica, incompatível com as exigências do século XXI para o crescimento sustentável.

Foi nesse contexto que Barra do Piraí estagnou e assistiu, passivamente, ao progresso de seus vizinhos.

Entretanto, o município dispõe hoje de diagnósticos e detalhadas informações sobre sua evolução, elaborados por diversas instituições confiáveis, o que, não resta dúvida, é uma extraordinária vantagem. O barrense, se quiser, pode ter acesso a informações atualizadas sobre o desempenho do município, mas, em contrapartida, não encontra projeto que defina claras perspectivas. Pode, como vimos, conhecer o passado, avaliar o presente, mas não consegue imaginar o futuro.

Por ser o único responsável pela excepcionalidade do quadro municipal, o barrense tem a alternativa de uma crítica reflexão. Suas escolhas ao longo do tempo, seja nas prioridades defendidas ou nas omissões toleradas, levaram Barra do Piraí a esse cenário e continuarão determinando os destinos do município.

 

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/sem-categoria/infectologista-explica-a-importancia-de-higienizar-a-garrafinha-dagua/

INFECTOLOGISTA EXPLICA A IMPORTÂNCIA DE HIGIENIZAR A GARRAFINHA D’ÁGUA

 

INFECTOLOGISTA EXPLICA A IMPORTÂNCIA DE HIGIENIZAR A GARRAFINHA D’ÁGUA

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A garrafinha d’água que acompanha o dia a dia – na academia, no escritório ou na escola  pode virar um foco de contaminação se não for higienizada todos os dias. Por ser um recipiente úmido e fechado, ela tem o ambiente ideal para a proliferação de microrganismos que chegam pela boca, pelas mãos ou pelo ambiente.

O infectologista Igor Thiago Queiroz, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), alerta: “Quando a gente usa a mesma garrafinha o dia inteiro, sem higienizar, permite a contaminação por agentes infecciosos, especialmente no local onde colocamos a boca.”

Com o uso contínuo, saliva, partículas de comida e sujeira trazida pelas mãos começam a se acumular no bico, na tampa e nas paredes internas da garrafa.

Essas condições permitem que bactérias como Staphylococcus, Streptococcus, Pseudomonas e Escherichia coli se instalem, além de fungos como Aspergillus, Penicillium, Cladosporium e leveduras como Candida.

Em pessoas saudáveis, eles podem causar desconfortos gastrointestinais. Em crianças, idosos e imunossuprimidos, os quadros podem durar mais tempo e evoluir com sinais de desidratação e queda de pressão

Recomendações práticas

– Lavar diariamente com detergente e escova, desmontando tampas e canudos para alcançar todas as partes.

– Usar água quente regularmente ou a lava-louças quando o material permitir. Em caso de sujeira visível, deixar de molho em água fervente ou água sanitária.

– Preferir vidro ou inox se a rotina dificultar a higienização adequada. Substituir peças danificadas ou com manchas persistentes.

SUGESTÃO DE LEITURAhttps://revistadiaria.com.br/saude/vegetais-que-ajudam-a-proteger-as-arterias/

 

Fonte de informação: https://www.instagram.com/p/DR4ZCYzDrXw/?igsh=eWFienB0ZzdqcW5n

BRASIL CAMINHA PARA UM DIAGNÓSTICO AMEAÇADOR

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A recente trajetória do Brasil impõe ao observador atento um persistente sentimento de apreensão, resultado do acúmulo de fragilidades que se estende por décadas e chega a 2025 com contornos ainda mais preocupantes. Não se trata de um revés pontual, mas de um processo histórico no qual decisões, omissões e incapacidades cobram do país um preço elevado.

Nos anos 1980, a indústria era um dos pilares da economia nacional, respondendo por quase metade do Produto Interno Bruto. Quatro décadas depois, sua participação encolheu para cerca de 12%, evidenciando uma desindustrialização precoce e mal administrada. A perda de densidade industrial comprometeu a geração de empregos qualificados, a inovação tecnológica e a competitividade internacional, criando um círculo vicioso de baixo crescimento e dependência de setores menos sofisticados.

Esse enfraquecimento estrutural se reflete diretamente na renda do cidadão. A renda per capita brasileira perdeu posições de forma expressiva no ranking internacional, caindo da 48ª colocação, em 1980, para a 87ª posição atualmente. O dado é eloquente: ao longo de quatro décadas, o país empobreceu vendo sua população perder poder aquisitivo e qualidade de vida em comparação ao resto do mundo.

No ensino, o quadro é igualmente desalentador. Desde a primeira edição do Programme for International Student Assessment – PISA, em 2000, o desempenho do estudante brasileiro permanece estacionado nas últimas posições do ranking internacional. O que está em jogo, fica evidente, não é acesso, mas qualidade, gestão e prioridades. Sem consistência no ensino, o país limita sua capacidade de formar cidadãos críticos, trabalhadores produtivos e lideranças capazes de conduzir um projeto nacional de desenvolvimento.

Paralelamente, políticas sociais concebidas com o mérito de combater a evasão escolar e a extrema pobreza foram sendo ampliadas e desvirtuadas ao longo do tempo. Programas originalmente transitórios se transformaram em permanentes estruturas de dependência, a ponto de hoje cerca de metade da população depender, direta ou indiretamente, de transferências do estado. O risco é claro: substituir a promoção da autonomia pela administração da pobreza.

A deterioração ambiental proporcionou terreno fértil para a proliferação da corrupção, regularmente impune, disseminada de forma sistêmica (mensalão, petrolão, INSS, para citar os visíveis), drenando recursos do contribuinte, corroendo a confiança nas instituições e confirmando a sensação de injustiça. A corrupção tornou-se não apenas um desvio moral, mas um relevante fator econômico, elevando custos, afastando investimentos e aprofundando desigualdades.

Como se não bastasse, a recente escalada tributária, com 30 aumentos de impostos nos últimos 36 meses, compromete a previsibilidade, inviabiliza planejamentos empresariais e mantém o Brasil entre os países com maior carga tributária do planeta, sem a contrapartida de serviços públicos eficientes. O resultado é um Estado cada vez mais caro, pouco eficaz e distante da realidade de quem produz.

É nesse contexto que o debate político se cristalizou na dicotomia entre direita e esquerda, enquanto o Brasil real se divide de forma concreta: de um lado, os que trabalham, produzem, consomem e sustentam o sistema; de outro, os que dependem permanentemente desse esforço. Essa clivagem não é ideológica, é fiscal, econômica e social, e começa a mostrar claros sintomas de exaustão.

O país, enfim, dá sinais de enorme dificuldade em fechar a conta.

Superar esse quadro exigirá mais do que retórica ou disputas políticas: demandará coragem para enfrentar privilégios, redefinir prioridades, recuperar a centralidade da educação e da produção e reconstruir um projeto de país que volte a premiar o trabalho, a eficiência e a responsabilidade.

 

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-recado-da-firjan-para-as-regioes-fluminenses/

O RECADO DA FIRJAN PARA AS REGIÕES FLUMINENSES

VEGETAIS QUE AJUDAM A PROTEGER AS ARTÉRIAS

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Imagem Design Equipe Rede Brasil News

Conheça os vegetais que ajudam a proteger as artérias, reduzir pressão arterial e prevenir aterosclerose

Por que as artérias precisam de atenção


As artérias transportam sangue rico em oxigênio e nutrientes para todas as células do corpo. No entanto, hábitos como sedentarismo, tabagismo, excesso de peso e alimentação inadequada podem levar à formação de placas de gordura, prejudicando o fluxo sanguíneo. Esse processo, chamado aterosclerose, aumenta o risco de infartos e derrames (fonte: Ministério da Saúde).

Vegetais que ajudam suas artérias

1. Folhas verdes escuras
  • Exemplos: espinafre, rúcula, repolho

  • Benefícios: ricas em fibras, antioxidantes, nitratos e potássio, auxiliam na dilatação das artérias e redução da pressão arterial.

2. Beterraba

  • Rica em nitratos naturais, ajuda a relaxar as paredes arteriais e melhorar o fluxo sanguíneo.

3. Cebola

  • Contém flavonoides que exercem efeito anti-inflamatório e protetor vascular, reduzindo o risco de lesões arteriais.

4. Alho

  • Fonte de compostos de enxofre, como a alicina, que atuam como antioxidantes e redutores de colesterol LDL.

Tabela resumida de vegetais e benefícios

VegetalComponente principalBenefício para artérias
EspinafreMagnésio, nitratoReduz pressão arterial, melhora fluxo sanguíneo
BeterrabaNitrato naturalRelaxa as artérias, combate inflamação
CebolaFlavonoidesAnti-inflamatório, protege paredes arteriais
AlhoAlicinaReduz colesterol ruim (LDL)
Repolho/RúculaFibras, antioxidantesProtege artérias, melhora circulação

Como os vegetais atuam na prevenção da aterosclerose
Além de controlar a pressão, alguns vegetais combatem a inflamação e protegem a parede interna das artérias contra danos de radicais livres. Segundo Oliveira, “esses alimentos inibem processos inflamatórios, diminuindo a formação de placas e prevenindo obstruções que podem levar a problemas cardíacos graves”.

O Que o Portal Original Não Diz

Especialistas indicam que a combinação de vegetais com atividade física regular e redução de açúcares refinados potencializa os efeitos protetores das artérias. Estudos recentes da Harvard Medical School mostram que uma dieta rica em vegetais diminui em até 30% o risco de doenças cardiovasculares a longo prazo (fonte: Harvard Health).

Conclusão

Incorporar vegetais específicos à dieta é uma forma comprovada de proteger as artérias, controlar a pressão arterial e reduzir o colesterol ruim. Pequenas mudanças diárias podem gerar benefícios duradouros para a saúde cardiovascular. Compartilhe este guia com amigos e familiares que querem cuidar do coração.

Conheça os vegetais que ajudam a proteger as artérias, reduzir pressão arterial e prevenir aterosclerose

Com informações: https://www.redebrasilnews.com.br/conheca-os-vegetais-que-ajudam/#google_vignette

PRÓ-JOVEM DIGITAL IMPULSIONA A INCLUSÃO TECNOLÓGICA NO DF E FORMA MAIS DE 600 JOVENS

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Credito: Lori Santiago @loriacriativa

O Distrito Federal segue avançando na promoção da inclusão digital e na geração de oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade. O secretário de Estado da Juventude, André Kubitschek, reforça o compromisso do governo com a transformação social e o fortalecimento da juventude do DF.

 

Nesta sexta-feira (7), André Kubitschek entregou certificados a novas turmas do Pró-Jovem Digital, programa que já mudou a trajetória de mais de 600 jovens em diversas regiões administrativas.

Durante a cerimônia, o secretário destacou o papel estratégico da iniciativa:

O Pró-Jovem Digital representa um passo decisivo para que nossos jovens assumam o protagonismo do próprio futuro. Não estamos oferecendo apenas um curso, mas um conjunto de ferramentas que transforma talento em oportunidade, conhecimento em renda e sonho em realização.”

Somente nas últimas turmas, 240 jovens concluíram a formação em eventos simultâneos realizados no Plano Piloto e em Sobradinho II. O programa se consolidou como uma das principais iniciativas de qualificação tecnológica do DF, oferecendo lanche, transporte, certificação e participação em sorteios de notebooks gamer como incentivo ao desempenho.

O Pró-Jovem Digital já passou por Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Águas Claras, Sobradinho II, Plano Piloto, Sol Nascente e Gama. As próximas etapas contemplarão Paranoá, Riacho Fundo II, Estrutural, Samambaia e também a modalidade online, ampliando ainda mais o acesso à formação tecnológica em todo o Distrito Federal.

Para André Kubitschek, a expansão do programa reforça o impacto social da iniciativa:

“O Pró-Jovem Digital é uma ponte entre o potencial da nossa juventude e as oportunidades que o futuro oferece. Quando capacitamos um jovem, transformamos não apenas sua vida, mas toda a realidade ao seu redor.”

 

Coordenado pela Secretaria de Estado da Juventude (Sejuv-DF), em parceria com a Secretaria da Família (Sefami-DF) e a ONG Líderes do Brasil, o projeto oferece 80 horas de formação gratuita em empreendedorismo digital, marketing, redes sociais, edição de vídeo e inteligência artificial, destinado a jovens de 15 a 29 anos.

A cada nova edição, o Pró-Jovem Digital reafirma seu propósito de transformar vidas por meio da tecnologia, impulsionando empregabilidade, empreendedorismo e autonomia financeira para a juventude do Distrito Federal.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/distrito-federal/juventude/estudantes-da-rede-publica-do-df-participam-de-sessao-especial-do-filme-five-nights-at-freddys-2/

ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA DO DF PARTICIPAM DE SESSÃO ESPECIAL DO FILME FIVE NIGHTS AT FREDDY’S 2

 

O RECADO DA FIRJAN PARA AS REGIÕES FLUMINENSES

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Ao divulgar o estudo Vocações e Potencialidades do Estado do Rio de Janeiro, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – FIRJAN brinda o estado com algo mais abrangente do que um diagnóstico técnico: oferece um raro sopro de racionalidade em ambiente frequentemente habitado por improvisações. A credibilidade da entidade, construída ao longo de décadas de representação e interlocução com o setor produtivo, confere ao levantamento um peso que transcende estatísticas. Ele sinaliza caminhos possíveis para que o Estado do Rio de Janeiro recupere o protagonismo industrial que perdeu, reduza as desigualdades e, sobretudo, ele disponibiliza informações para que regiões/municípios fluminenses encontrem rumos próprios de desenvolvimento.

Considerando que o desempenho do estado é o somatório dos desempenhos regionais/municipais, o estudo permite que, em vez de fórmulas genéricas, cada região passe a contar com informações objetivas sobre vantagens comparativas, viabilizando a construção de realistas estratégias de reindustrialização. Regiões com históricas dificuldades de autoavaliações econômicas passam a acessar um mapa claro de potencialidades (logística, segurança jurídica, qualidade da máquina pública, capacidade de investimento, entre outros), ferramenta essencial para orientar políticas públicas e qualificar o debate local.

Quando o estudo é combinado com alguns relevantes indicadores, como por exemplo o Ranking de Competitividade, o Índice de Progresso Social – IPS e o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – IFDM, forma-se um robusto combo capaz de embasar um sustentável ciclo de desenvolvimento. Nesse complexo cenário, resta ao poder público municipal a missão tão clara, quanto desafiadora: criar o ambiente favorável ao investimento. Portanto, o papel do poder público no desenvolvimento passa, obrigatoriamente, por uma gestão fiscal responsável, por um ensino público capaz de formar alunos qualificados e competitivos, por eficientes serviços de saúde e, sobretudo, por condições mínimas de segurança, condição sine qua non para qualquer expansão produtiva.

Em síntese, a FIRJAN entrega às regiões fluminenses uma bússola que, por si só, não garante o caminho, mas sinaliza a direção. O concreto desenvolvimento surgirá pela ação do mercado, desde que o município cumpra, com rigor e responsabilidade, a missão que lhe foi confiada.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/metodo-ousadia-e-cidadao-no-progresso-municipal/

MÉTODO, OUSADIA E CIDADÃO NO PROGRESSO MUNICIPAL

A POLÍTICA PRECISA DE MAIS CARLOS VIANA

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O senador mineiro Carlos Viana inscreve seu nome na história pela integridade rara, discernimento incomum, idealismo genuíno e, sobretudo, pela coragem demonstrada na presidência da CPI do INSS. É motivo de orgulho para Minas Gerais  e deveria causar constrangimento a muitos que ocupam cargos públicos no país.

O roubo dos aposentados talvez seja o capítulo mais vergonhoso da nossa história recente. Um crime moral que fere o Brasil no seu núcleo: arrancar o sustento de quem trabalhou por décadas, muitos sobrevivendo apenas com o mínimo necessário para comer e comprar remédios. Nada é mais desumano.

Antes da última eleição, quando disputou a prefeitura de Belo Horizonte, estive em seu gabinete a pedido do médico de Uberlândia, Dr. Francisco Humberto. Disse-lhe, com pesar, que ele não venceria. Ele sorriu e perguntou o motivo. Respondi: o senhor é sério, preparado, um estadista  e o Brasil de hoje raramente recompensa a seriedade.

A verdade incômoda é que elegemos deputados, senadores e governadores esperando que sejam como Carlos Viana, mas quase nenhum se aproxima disso. A minha geração falhou nas escolhas  e talvez também ao não ensinar nossos filhos a reconhecer quem realmente merece representá-los.

Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político, autor de Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Curso de Conselheiro pelo IBGC e ex-Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/distrito-federal/juventude/estudantes-da-rede-publica-do-df-participam-de-sessao-especial-do-filme-five-nights-at-freddys-2/

ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA DO DF PARTICIPAM DE SESSÃO ESPECIAL DO FILME FIVE NIGHTS AT FREDDY’S 2