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ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA DO DF PARTICIPAM DE SESSÃO ESPECIAL DO FILME FIVE NIGHTS AT FREDDY’S 2

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Andre Kubitschek recepcionando os estudantes da escolas publicas do DF.

AÇÃO DA SECRETARIA DA JUVENTUDE LEVA MAIS DE 200 ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA AO CINEMA E MARCA O ENCERRAMENTO DO PROJETO FUTURO EM CONTA.

Mais de 200 estudantes da rede pública do Distrito Federal participaram, nesta terça-feira (10), de uma sessão especial do filme Five Nights at Freddy’s 2, exibido no Cinemark do Taguatinga Shopping. A ação foi promovida pela Secretaria da Juventude do Distrito Federal (SEJUVE-DF), comandada por André Kubitischek, e reforça o compromisso da gestão de ampliar o acesso à cultura e ao lazer para jovens de todas as regiões administrativas.

A iniciativa marcou o encerramento do Workshop de Educação Financeira – Futuro em Conta, edição 2025, que envolveu mais de 700 estudantes. O projeto, realizado em parceria com a Voga Investimentos, ofereceu oficinas, dinâmicas e atividades voltadas à educação financeira, empreendedorismo e desenvolvimento de competências socioemocionais.

Para muitos participantes, especialmente aqueles de áreas mais vulneráveis, a ida ao cinema foi inédita. Alguns estiveram em uma sala de cinema pela primeira vez, destacando o impacto social da ação.

Hoje foi um dia para se divertir ao lado da juventude estudantil, marcando o encerramento de mais um ano”, afirmou o secretário André Kubitschek, destacando a importância do lazer e da convivência para o desenvolvimento dos jovens.

Segundo a SEJUVE-DF, ações como essa fazem parte de uma agenda contínua de atividades culturais, esportivas e educativas, com foco na inclusão, no protagonismo juvenil e no desenvolvimento pessoal dos estudantes.

O encerramento do Workshop Futuro em Conta simboliza não apenas o fim de uma etapa, mas também a preparação para novos projetos ao longo de 2025“, conclui André Kubitschek.

A iniciativa no Taguatinga Shopping foi recebida com entusiasmo pelos jovens e reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Juventude, em garantir acesso à cultura, lazer e convivência, promovendo experiências que contribuem para o desenvolvimento integral da juventude.

 

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/futuro-em-conta-emociona-e-inspira-mais-de-500-jovens-do-df-a-sonhar-grande/

FUTURO EM CONTA EMOCIONA E INSPIRA MAIS DE 500 JOVENS DO DF A SONHAR GRANDE

PAULA FREITAS: DA TRANSFORMAÇÃO SOCIAL À MEDALHA MÉRITO BURITI

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“Paula Freitas: Da Transformação Social à Medalha Mérito Buriti – Uma Trajetória de Liderança no Distrito Federal”

Paula Freitas, recentemente agraciada com a Medalha Mérito Buriti, uma das mais relevantes honrarias concedidas pelo Governo do Distrito Federal, consolida sua posição como uma das lideranças mais atuantes na promoção do desenvolvimento humano, da inovação social e das políticas públicas voltadas à juventude. A condecoração reconhece não apenas sua atuação técnica e comunitária, mas também seu impacto transformador em iniciativas que fortalecem o protagonismo juvenil, ampliam oportunidades e geram mudanças sustentáveis no Distrito Federal.

CEO licenciada do Instituto Inner 360 – o maior Instituto de Neurolinguística da América Latina – Paula já formou mais de 100 mil agentes de mudança em Programação Neurolinguística, Neurociência e Inteligência Emocional. Engenheira, mentora e referência nacional em educação emocional, ela tem dedicado sua trajetória à disseminação de metodologias e tecnologias que potencializam pessoas, equipes e instituições.

Atualmente, Paula exerce o cargo de Chefe de Gabinete da Secretaria da Juventude do Distrito Federal, onde trabalha diretamente sob a liderança do secretário André Kubitschek, cuja gestão tem se destacado pela visão estratégica, pela modernização da política pública para jovens e pelo investimento em ações de impacto real nos territórios. Sob a condução de André Kubitschek, a Secretaria da Juventude vive um momento de reorganização institucional, expansão de programas e fortalecimento de parcerias intersetoriais, criando um ambiente propício para que iniciativas inovadoras floresçam.

Nesse cenário, Paula atua como articuladora central, contribuindo para a integração de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento integral da juventude, para a ampliação de oportunidades formativas, culturais e econômicas e para o fortalecimento da participação juvenil nas decisões que moldam o futuro do Distrito Federal. Sua atuação também tem sido fundamental na implementação de estratégias mais humanas, acolhedoras e inclusivas, especialmente voltadas para jovens que enfrentam situações de vulnerabilidade, reforçando uma agenda que prioriza cuidado, proteção, acolhimento, desenvolvimento e protagonismo.

Mineira, mulher preta, Paula recebeu, em outubro de 2024, uma Moção de Louvor da Câmara Legislativa do Distrito Federal, reconhecimento concedido a mulheres que inovam e transformam realidades. Formada em Engenharia Mecatrônica pela Universidade de Brasília e com especializações que vão da Engenharia de Produção à Neuropedagogia, construiu uma trajetória sólida, multidisciplinar e amplamente reconhecida. Durante sua formação, presidiu a Empresa Júnior de Engenharia Mecatrônica e atuou como Chairwoman do IEEE, acumulando 13 prêmios internacionais, entre eles o IEEE Larry K. Wilson Regional Student Activities Award e o IEEE Darrel Chong Student Activity Award (Gold e Platinum).

Para Paula, a Medalha Mérito Buriti representa não apenas uma conquista pessoal, mas o reconhecimento de um trabalho coletivo construído com dedicação e sensibilidade. Em suas palavras:

A homenagem não é apenas para mim, mas para todos os servidores da Secretaria da Juventude e para todos aqueles que acreditam que nossa gestão irá transformar e dar rumo à vida da juventude que precisa de mais carinho, proteção, atenção e acolhimento. Hoje, receber a Medalha Mérito Buriti é mais do que um reconhecimento. É a prova de que, quando a gente se coloca a serviço, a vida responde. E, se eu puder ser um farol na vida de alguém, já valeu cada passo dessa jornada.” (Paula Freitas)

AS EMPRESAS ESTAGNARAM

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As Empresas Estagnaram – A estratégia do oceano azul que pode tirá-las do lugar

Por Hélio Mendes

Em um cenário de mercados instáveis, transformação tecnológica acelerada e consumidores cada vez menos previsíveis, muitas empresas brasileiras encontram-se estagnadas. A lentidão na revisão de modelos de gestão e a permanência de estruturas do século passado revelam um desalinhamento profundo entre prática corporativa e realidade competitiva. Nesse contexto, ganha força a abordagem do Oceano Azul, criada por W. Chan Kim e Renée Mauborgne, professores do INSEAD e referências globais em estratégia.

A teoria, que propõe a criação de novos espaços de mercado onde a concorrência se torna irrelevante, ressurge com vigor na era da Inteligência Artificial. A nova dinâmica dos mercados exige correções contínuas na estrutura organizacional, decisões mais rápidas e a reconstrução do valor entregue ao cliente. Organizações presas à lógica tradicional dificilmente conseguirão acompanhar esse ritmo.

Nosso primeiro contato com os autores ocorreu em 2005, no lançamento do livro em São Paulo, durante seminário da HSM. Naquele momento, ambos já alertavam para a urgência de um novo pensamento estratégico, capaz de romper com padrões enrijecidos e preparar as corporações para ciclos de maior complexidade.

A partir desse encontro, passamos a aplicar a metodologia do Oceano Azul em diferentes setores — com destaque para a indústria do couro — alcançando resultados expressivos. Empresas que adotaram integralmente essa abordagem conseguiram reposicionar portfólios, atualizar propostas de valor e ampliar mercados em períodos de grande incerteza.

Com base nessa experiência, acadêmica e prática, desenvolvemos duas metodologias apresentadas no livro Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa, no qual a Matriz de Valor do Oceano Azul atua como eixo central. Trata-se de um instrumento crucial para orientar organizações que precisam romper a estagnação e construir caminhos competitivos sustentáveis.

Apesar de alguns setores parecerem paralisados, a verdade é que o mundo empresarial está avançando — e mais rápido do que antes. As metodologias que nortearam o século XX já não respondem aos desafios atuais. As maiores empresas do mundo mudaram, seus modelos de negócio evoluíram e o perfil de todos os setores está sendo redesenhado pela tecnologia, por novos hábitos de consumo e pela pressão global por eficiência.

Enquanto parte da sociedade permanece presa a narrativas políticas estéreis, as organizações que olham para a estratégia de forma contemporânea seguem expandindo fronteiras. A estagnação não é inevitável; falta apenas coragem para revisitar o modelo mental que orienta as decisões corporativas.

Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político, autor do livro Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Conselheiro com curso pelo IBGC e ex-Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

 

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MÉTODO, OUSADIA E CIDADÃO NO PROGRESSO MUNICIPAL

 

MÉTODO, OUSADIA E CIDADÃO NO PROGRESSO MUNICIPAL

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Por Luiz Bittencourt

A meta do progresso municipal, a qualidade de vida e o bem-estar do cidadão, exige mais do que boas intenções. Exige método, continuidade e coragem administrativa. No final das contas, o cidadão é o ponto de partida, o instrumento e o destino de toda política pública. É para ele que se trabalha e é nele que se mede o acerto ou o fracasso de uma gestão.

Por isso, a construção de um projeto consistente para o município não é mero exercício burocrático: é o alicerce que dá direção, disciplina e sentido às ações do governo local. O verdadeiro progresso é multifacetado. Ele envolve, de forma indissociável, crescimento econômico, avanço social e fortalecimento institucional. Separadamente, produzem resultados fragmentados; juntos, consolidam um ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável.

O passo inicial é rever a própria maneira de gerir. Profissionalizar processos, reavaliar métodos educacionais e investir pesado na qualificação das pessoas (não confundir formação profissional com irresponsável proliferação de diplomas), são pilares centrais. Uma cidade progride quando se torna capaz de transformar sua população em protagonista qualificada do seu futuro, o que exige políticas sérias de educação básica, técnica e continuada, e não atalhos que produzem certificados, mas não geram competências.

Ao mesmo tempo, a gestão fiscal requer rigor. Municípios quebrados encontram significativas dificuldades em planejar, reagir ou inovar. O equilíbrio das contas públicas não é um fim em si, mas a garantia de estabilidade e de responsabilidade na execução das políticas. Da mesma forma, pensar o futuro ao lado de lideranças qualificadas, empresariais, acadêmicas, amplia horizontes e previne decisões improvisadas, tão caras e tão comuns na política local.

Ao negligenciar essas etapas o preço é alto: perda de competitividade regional, estagnação econômica, esvaziamento das capacidades administrativas e até a comum e nefasta captura do Poder Executivo por interesses do Legislativo. Sem rumo, o município não governa: é governado. Sem estratégia, perde autonomia e, com ela, a possibilidade de definir seu próprio destino.

O grande inimigo, no entanto, são os atalhos, soluções rápidas que encantam no início e desencantam no final. Eles oferecem a sedução da urgência, mas negam a desejável possibilidade do longo prazo. Produzem aplausos imediatos, mas desmontam a trajetória rumo ao bem-estar do cidadão.

Progresso municipal não é mágica: é método. Não é ruptura improvisada: é construção permanente. E só será alcançado quando a administração pública assumir, com lucidez e firmeza, que o futuro do município começa na gestão qualificada, no planejamento sólido e no investimento em quem, afinal, é a razão de todo o processo: o cidadão.

 

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2026: O ANO EM QUE AS EMPRESAS SERÃO OBRIGADAS A CRESCER

 

O ESPAÇO SIDERAL TEM CHEIRO?

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O espaço tem cheiro? • Mikhail Nilov/Pexels

O espaço sideral tem cheiro? Qual? Saiba o que dizem astronautas

Sem saber de onde vem, astronautas relatam, na volta das caminhadas espaciais, a percepção de cheiro de nozes, solda e bife queimado.

O espaço sideral tem cheiro? Essa aparente impossibilidade técnica (pois o cosmos é um vácuo) foi abordada em uma entrevista recente da BBC, na qual três ex-astronautas esclareceram os perrengues dos colegas americanos Suni Williams e Butch Wilmore, retidos na Estação Espacial Internacional (ISS), após sua nave Boeing Starliner ser considerada insegura para um retorno tripulado à Terra.

A questão se referia especificamente à forma com a qual esses hóspedes inesperados, cuja missão passou de oito dias para oito meses, conseguiriam lidar com os desafios do dia a dia.

Este último tópico, normalmente pouco debatido, foi explicado por Helen Sharman, a primeira astronauta britânica, que passou oito dias na estação espacial soviética Mir em 1991.

Ela diz que “na Terra, temos muitos cheiros diferentes, como o de roupa da máquina de lavar ou ar fresco. Mas no espaço há apenas um cheiro, e nos acostumamos a ele rapidamente”.

Qualquer objeto que vai para o exterior, seja um traje ou um kit científico, é afetado pela forte radiação cósmica.

“A radiação forma radicais livres na superfície, e eles reagem com o oxigênio dentro da estação espacial, criando um cheiro metálico“, diz Sharman.

Como os astronautas conseguem perceber o cheiro do espaço?

Tecnicamente, o cheiro, também conhecido como odor, resulta da percepção sensorial de substâncias químicas voláteis (que evaporam facilmente à temperatura ambiente) pelo nosso sistema olfativo.

Dessa forma, a explicação do cheiro percebido pelos astronautas na ISS pode estar relacionada a uma reação química ocorrida durante a repressurização.

Conhecido como oxidação, esse processo é chamado de queima fria (cold burn) porque não há chama nem fumaça, mas apenas o cheiro característico de solda queimada.

No retorno à estação espacial, após uma atividade extraveicular (EVA), os astronautas trazem aderidos aos seus trajes átomos individuais de oxigênio.

Quando esse oxigênio atômico se combina com o oxigênio respirável (O2), formam o ozônio (O3), cujo cheiro é normalmente descrito como metálico ou o resultante de faíscas ou curto-circuitos.

Uma outra explicação para os odores espaciais são os chamados hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs).

Eles são encontrados no espaço, como resultado da energia liberada pela morte de estrelas, mas também estão presentes em nossas cozinhas, ao queimarmos torradas ou a carne do churrasco.

O cheiro das galáxias

Imagem colorida do Centro Galáctico e Sagitário B2 • ESO

O motivo pelo qual os complexos orgânicos HAPs acontecem tanto no espaço quanto em nosso dia a dia é porque eles se formam em ambientes de alta temperatura, que quebram e reorganizam moléculas orgânicas.

Na Terra, isso acontece durante processo de combustão incompleta de matéria orgânica. Isso pode estar relacionado à queima de madeira em queimadas, carvão, petróleo e alimentos.

No âmbito doméstico, esses anéis de carbono fundidos se formam todas as vezes que deixamos alimentos queimarem, como churrasco, torradas e comida carbonizada, além de aparecerem constantemente na fumaça de cigarros e poluição dos veículos.

Já a história do cheiro espacial começou com os primeiros passeios cósmicos. Durante os pousos lunares, os astronautas da Apollo frequentemente comentavam sobre um cheiro semelhante a pólvora quando voltavam à câmara de descompressão e retiravam seus capacetes.

As primeiras EVAs da ISS também foram marcadas por relatos de cheiro de pólvora, ozônio e bife queimado.

Continuando a jornada sensorial pelo Sistema Solar, encontraremos moléculas de amônia em Júpiter e Urano, que têm cheiro de urina e suor.

A coisa piora em Vênus, Marte e Urano, onde impera o sulfeto de hidrogênio, ou o gás de esgoto, com cheiro de ovos podres.

Nos cometas, foi detectado o delicioso (e mortal) cianeto de hidrogênio, um cheiro amargo de amêndoa, também encontrado na atmosfera de Júpiter — e em alguns romances de Agatha Christie.

Mas nem tudo fede no Universo.

Bem no centro da Via Láctea, a cerca de 26.000 anos-luz da Terra, fica a nuvem molecular gigante Sagitário B2, uma das maiores da nossa galáxia. Nesse berçário de estrelas, foi descoberto o formato de etila, um composto químico orgânico, cujo cheiro é geralmente associado ao rum e ao sabor das framboesas.

Junto com o conhecido espetáculo de brilhos e cores, o Universo também abriga uma química fascinante de moléculas ao longo de muitas eras, desde estrelas que estão nascendo até bilhões delas que já morreram.

Muitas dessas moléculas são inodoras, outras doces e uma grande quantidade nojentas. De qualquer forma, é um bouquet fascinante, mas altamente mortal para sommeliers humanos.

Com informações:  https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/o-espaco-sideral-tem-cheiro-qual-saiba-o-que-dizem-astronautas/

SENADO FEDERAL IMPEDIDO DE DENUNCIAR CRIMES DE RESPONSABILIDADE DE MINISTROS DO STF

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A decisão liminar do Ministro Gilmar Mendes, ao restringir ao Procurador-Geral da República – PGR a prerrogativa de denunciar ministros do Supremo Tribunal Federal – STF por crimes de responsabilidade, produziu um significativo abalo institucional. Não apenas por suspender dispositivo histórico da Lei nº 1.079/1950, que por sete décadas permitiu a qualquer cidadão apresentar denúncia, mas também porque o fez sem alterar a possibilidade de um cidadão denunciar presidente e ministros de Estado, criando uma inédita assimetria: justamente o Poder não eleito passa a ter proteção jurídica ampliada, superior à dos demais.

O Senado Federal reagiu imediatamente porque entendeu, com razão, que a decisão ultrapassa os limites da jurisdição constitucional e entra no campo da produção normativa, prerrogativa exclusiva do Legislativo. Quando um tribunal passa a “reescrever” leis sob argumento de conformação constitucional, sem controle colegiado, instala-se a percepção de intervenção indevida em atribuições alheias, rompendo o delicado equilíbrio entre independência e harmonia dos poderes.

É impossível ignorar o contexto político. Tudo indica que a decisão surgiu diante da real possibilidade de um Senado futuro mais conservador, mais plural, com maior cobrança de responsabilização institucional. O temor, portanto, não é exatamente do Senado, mas da sociedade, que irá escolher esse Senado. Em outras palavras, a decisão parece tentar blindar o Judiciário de pressões democráticas legítimas, provenientes do voto popular.

Isso traz à tona uma reflexão incômoda e inevitável:
Se seus membros não são eleitos e, ainda assim, passam a limitar mecanismos de controle previstos pelo próprio sistema democrático, continua o Judiciário sendo um Poder da República, ou converte-se em um ente acima da própria República?

A força de um poder republicano não vem da ausência de voto, mas da submissão às regras que garantem o controle democrático e a responsabilidade institucional. Quando esse poder passa a reinterpretar essas regras em causa própria, altera-se a natureza do pacto constitucional.

O Brasil precisa de um Judiciário forte, independente e respeitado. Mas nenhum poder, nenhum, pode ser colocado em condição de superioridade estrutural frente aos outros. O real perigo está na blindagem. E quando a blindagem é construída por decisão monocrática, em pleno ano pré-eleitoral, o sinal é claro: a crise não é entre Senado e STF, mas entre a lógica republicana e a expansão ilimitada de um poder não eleito.

Em última instância, permanece a pergunta que ecoa no debate público:
Se não deriva do voto e passa a se auto proteger de mecanismos de controle republicano, que tipo de poder o Judiciário pretende ser? 

ANDRÉ KUBITSCHEK RECEBE MEDALHA DO MÉRITO BURITI

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O Secretário da Juventude do DF, André Kubitschek, foi reconhecido pelo Governo do Distrito Federal com a mais alta honraria concedida a quem transforma a vida das pessoas por meio do serviço público.

A medalha, entregue pelo governador Ibaneis Rocha, destaca o trabalho dedicado e inovador de Kubitschek, na ampliação de oportunidades e no fortalecimento das políticas de juventude.

A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância da comenda, que homenageia profissionais e autoridades que fazem a diferença no DF.

Criada em 1970, a Medalha do Mérito Buriti celebra iniciativas que elevam a qualidade da gestão pública, otimizam recursos e promovem benefícios sociais expressivos.

André Kubitschek e a turma da juventude

2026: O ANO EM QUE AS EMPRESAS SERÃO OBRIGADAS A CRESCER

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Por Hélio Mendes

Em 2026, não haverá zona de conforto no mundo empresarial. As organizações serão empurradas para um ponto de inflexão inevitável: ou se reinventam de forma profunda, ou serão superadas por competidores que já nasceram preparados para o novo ciclo econômico e tecnológico. Renovar-se deixou de ser um exercício de estética corporativa  tornou-se um ato de sobrevivência.

A reinvenção que o país precisa não passa por slogans, mas por alinhar pessoas ao propósito real da organização, olhar além das fronteiras tradicionais do setor e abandonar a crença ingênua de que estabilidade ainda existe. Os modelos de gestão, antes vistos como permanentes, agora têm prazo de validade. Estruturas precisarão ser mais flexíveis, culturas mais ágeis e clientes não poderão mais ser tratados como devotos fiéis de uma única marca. A Inteligência Artificial, antes ferramenta, tornou-se uma parceira incansável  trabalha sem parar, enquanto muitas empresas ainda discutem se deveriam adotá-la.

Grande parte das organizações brasileiras, no entanto, ainda opera com lógica de repartição pública: processos engessados em nome de certificações, hierarquias rígidas, centralização excessiva e uma burocracia que sufoca o ritmo e destrói a inovação. Sobreviveram até aqui porque competiam entre iguais. Mas esse mundo acabou. A transformação do varejo, acelerada pela presença de gigantes globais como a Amazon, foi apenas o primeiro sinal de um choque muito maior.

O ano de 2025 trouxe aprendizados contundentes. A geopolítica global mudou o jogo: grandes nações romperam regras consideradas inabaláveis, e cadeias produtivas de todos os setores foram impactadas. Nesse ambiente instável, copiar concorrentes não apenas é insuficiente  é uma receita certa para desaparecer. As empresas precisarão antecipar o próprio futuro, agir com autonomia estratégica e compreender uma lição essencial das multinacionais que dominam mercados: elas não esperam o ambiente se ajustar. Elas moldam esse ambiente.

Se 2025 foi o ano do alerta, 2026 será o ano da ação. Somente organizações capazes de repensar suas estruturas, acelerar decisões e operar com visão estratégica global terão espaço no novo ciclo de competitividade.

Palestrante, consultor empresarial e político. Autor dos livros Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Conselheiro certificado pelo IBGC e ex-Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

A HISTÓRIA DO INSTITUTO LATINO – Uma Trajetória de Visão e Reinvenção

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A história do Instituto Latino, sediado em Uberlândia, acompanha de perto a trajetória de seu fundador, Hélio Mendes, e reflete quase quatro décadas de atuação dedicada à estratégia, à pesquisa e ao desenvolvimento organizacional. A semente do Instituto foi plantada em 1987, quando Mendes deixou a multinacional Souza Cruz (hoje ABAT) e, após atuar como assessor político na Executiva Nacional do PDS  a convite do então deputado federal Homero Santos, decidiu criar uma instituição voltada à consultoria e ao aprimoramento da gestão brasileira.

Naquela época, o ambiente corporativo nacional era marcado por uma atuação limitada às fronteiras de cada setor. Essa realidade impulsionou o Instituto Latino a buscar referências internacionais e a dialogar com as principais escolas de pensamento em estratégia e administração. Seguiram-se participações em seminários com dois ícones mundiais: Michael Porter, de Harvard, e Peter Drucker, em eventos promovidos pela HSM, em São Paulo. Esse movimento ampliou a visão de futuro da organização e abriu portas para projetos em grandes empresas, além de experiências em feiras e missões empresariais em quatro continentes. Desde então, o Instituto se consolidou pelo rigor técnico na condução de planejamentos estratégicos, pelo alinhamento de estruturas organizacionais e pela formação de equipes preparadas para lidar com cenários cada vez mais complexos e imprevisíveis.

Durante a pandemia de COVID-19, o Instituto Latino atravessou um período sabático estratégico. Foram realizadas formações complementares em universidades internacionais e, desse processo, emergiu uma compreensão clara: o mundo havia mudado estruturalmente. Três fenômenos se tornaram decisivos para uma reinvenção profunda  o surgimento do ChatGPT e da inteligência artificial generativa, o avanço das organizações exponenciais e a consolidação de uma nova geopolítica global. Parte das metodologias que sustentaram décadas de bons resultados se mostrou superada. Era hora de inovar novamente.

Dessa releitura nasceu o novo formato do Instituto Latino, registrado no livro Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa, hoje disponível na Amazon. A obra sintetiza o método criado por Mendes e apresenta uma abordagem de estratégia alinhada às exigências da era exponencial.

Atualmente, o Instituto publica dois artigos semanais e um vídeo todos os sábados, além de desenvolver séries temáticas. A primeira, “Política no Brasil”, com 10 episódios, já está disponível nas redes. Em janeiro de 2026 será lançada a série sobre geopolítica, seguida de outras duas voltadas para gestão.

Ao longo de quase 40 anos, uma característica permanece inalterada: a combinação entre experiência prática, visão estratégica global e compromisso com a evolução contínua das organizações.

Palestrante, consultor empresarial e político, autor de Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa, conselheiro certificado pelo IBGC e ex-secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia (MG).

O AUTÓDROMO DE BRASÍLIA RENASCE: A JUVENTUDE ASSUME O VOLANTE

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03/02/1974. Carros de Reutemann e Emerson Fittipaldi durante a inauguração do Autódromo de Brasília. Crédito: Claudio/VB/D.A Press

O Autódromo Internacional de Brasília voltou a viver, e com ele, a cidade parece respirar mais fundo.

Décadas de histórias, emoções e encontros estavam silenciosamente aguardando este momento. Quando fechou, Brasília parecia ter perdido parte de sua própria energia. Hoje, cada curva, cada reta, vibra novamente com a força de quem nunca deixou de acreditar.

O vídeo recente de André Kubitschek não é apenas um registro da reabertura: é um chamado.

Bisneto de Juscelino Kubitschek, o presidente que sonhou e construiu Brasília, André traz no olhar a conexão entre passado e futuro. Em cada momento, ele convida a cidade a reencontrar sua identidade, despertando memórias e acendendo novas expectativas. É uma mensagem silenciosa, mas impossível de ignorar, destinada à juventude pronta para assumir o volante.

O autódromo não voltou apenas como pista de corrida. Ele renasce como espaço de criatividade, inovação e possibilidades. Cada ronco de motor, cada vibração do asfalto, é uma promessa: Brasília está viva, pulsante e pronta para novas histórias. Para quem guarda memórias e para quem ainda vai criá-las, o autódromo se abre como um abraço caloroso, oferecendo a chance de viver a cidade com intensidade, paixão e autenticidade.

Hoje, a capital do futuro acelera novamente. E desta vez, é a juventude quem conduz, transformando velocidade em energia, nostalgia em inspiração e cada curva em novas possibilidades. Brasília não apenas revive; ela renasce, com coragem, criatividade e a força de quem acredita que o futuro se constrói na pista da vida.

A capital do futuro voltou a acelerar. Agora, é a juventude quem assume o volante.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/futuro-em-conta-emociona-e-inspira-mais-de-500-jovens-do-df-a-sonhar-grande/

FUTURO EM CONTA EMOCIONA E INSPIRA MAIS DE 500 JOVENS DO DF A SONHAR GRANDE