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RELATÓRIO DO TCE-RJ EXPÕE FRAGILIDADES NA GESTÃO DE 2023 DE BARRA DO PIRAÍ

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O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) emitiu recentemente parecer técnico reprovando previamente as contas do município de Barra do Piraí referentes ao exercício de 2023. O documento aponta quatro irregularidades e onze impropriedades que comprometem a transparência, a responsabilidade fiscal, as realizações e a credibilidade da administração pública local.

Algumas delas merecem destaque como ausência de documentação comprobatória de créditos adicionais, não aplicação do mínimo de 25% das receitas na manutenção e desenvolvimento do ensino, não transferir integralmente contribuições previdenciárias ao Regime Próprio de Previdência Social – RPPS, não cumprimento de metas estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO, inscrição de despesas nos restos a pagar sem disponibilidade de caixa, desequilíbrio financeiro do exercício e do RPPS, entre outros.

Complica o fato de a decisão do TCE-RJ gerar obrigações para a atual gestão, que passa a lidar não apenas com ajustes técnicos e burocráticos, mas também com o ônus político e institucional de recuperar a confiança da população, dos órgãos de controle e dos agentes econômicos que podem enxergar o município como um espaço de investimentos e oportunidades.

Contudo, não faz sentido o uso de práticas anacrônicas que atrasam o processo de análise das contas públicas. Quanto mais tempo se arrasta a reestruturação fiscal, maiores são os impactos na imagem do município: perde-se capacidade de planejamento, criam-se gargalos no financiamento de políticas públicas e eleva-se a percepção negativa sobre a governança municipal. Em outras palavras, a instabilidade administrativa prejudica a marca do município e mina sua reputação em toda a região sul fluminense.

Esse cenário chama a atenção pelo paradoxo de, em pleno século XXI, em plena era digital e tendo a inteligência artificial como contemporânea, o controle das contas públicas ocorra em ritmo defasado, quando a tecnologia atual permite maior integração entre sistemas contábeis, relatórios em tempo real e mecanismos de acompanhamento pela sociedade. Como consequência, os municípios são obrigados a corrigirem equívocos de gestões passadas, atrasando processos, desvirtuando planejamentos e inviabilizando resultados.

De toda forma, o relatório do TCE-RJ representa um alerta institucional a sugerir caminhos que priorizem a responsabilidade fiscal e a transparência.

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SUGESTÃO DE LEITURA: VIVEMOS A VIDA AO CONTRÁRIO  https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/vivemos-a-vida-ao-contrario/

COMEÇA A CORRIDA AO GDF E AO SENADO FEDERAL

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Mesmo com a insegurança natural ao começo de qualquer processo, a corrida ao GDF se inicia com algumas sinalizações, ainda que se tenha a certeza de que muita água ainda vai passar por baixo da ponte.

A pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra, inicialmente, o óbvio poder da máquina pública. A Vice-Governadora Celina Leão aparece na liderança das intenções de votos, seja na versão estimulada ou na espontânea, com cerca de 48%, o que sugere a possibilidade de eleição no primeiro turno.

Na versão espontânea, surge em segundo lugar, de certa forma surpreendente, o nome do ex-governador Arruda. Inelegível até o momento, a lembrança de Arruda na vice liderança da pesquisa revela a força política e o capital eleitoral de que Arruda desfruta no Distrito Federal.

Em seguida aparecem os nomes de Leandro Grass na faixa de 14%, Izalci Lucas com cerca de 10% e Paula Belmonte com 7%.

Mostra ainda a pesquisa que a fragilidade eleitoral da esquerda na capital da República vem se mantendo ao longo das eleições, sem qualquer sinal de recuperação.

Para o Senado Federal, lideram as intenções de votos, para as duas vagas em jogo em 2026, a ex-primeira dama Michele Bolsonaro e o atual governador Ibaneis, ambos com cerca de 36%. Aqui, mais uma vez, registre-se o poder da máquina pública e a incontestável liderança do ex-presidente Bolsonaro.

A seguir aparecem Leila do Vôlei e Érica Kokay, ambas com cerca de 23%.

Também, para o Senado Federal, a esquerda se mostra frágil e, até agora, sem chance de alcançar a vitória.

Não é a foto definitiva, mas o perfil inicial fornece aos candidatos as informações básicas para a definição de estratégias e, possivelmente, de articulação para a seleção de apoios.

O jogo está só no começo. 

 

ASSIMETRIAS JURÍDICAS

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Não há questionamentos sobre a essencialidade da Justiça (com J maiúsculo) para a defesa do cidadão.

Segundo uma fábula, relembrada certa vez por José Nêumanne, para o Estadão, um moleiro desafiou o Rei Frederico II, da Prússia, ao resistir a desapropriação de seu moinho, em Sans-Souci, sob o argumento: “Isso seria verdade se não houvesse juízes em Berlim”. Não houve desapropriação e o moinho ainda existe. Esse é o Estado de Direito que garante segurança ao cidadão.

Contudo, tem havido uma escalada nas assimetrias cometidas pelo judiciário, talvez pelo perfil de seus integrantes. Atualmente, somente dois dos onze ministros da Suprema Corte são juízes de carreira, aprovados em concurso público.

Um desses juízes de carreira, despojado de política partidária em sua vida pública, votou recentemente pela absolvição de um ex-presidente de diversas acusações utilizando-se de uma sentença absoluta e profundamente técnica, denunciando a total falta de provas em cada acusação. Foi o único, foi voto vencido e o réu condenado.

Por outro lado, diariamente chovem casos por todo o país de corruptos, traficantes e assassinos presos em flagrante, com incontável quantidade de provas, que são imediatamente colocados em liberdade por juízes e, em muitos casos, pelo próprio STF.

Há, portanto, uma significante assimetria provavelmente consequência de uma silenciosa, mas radical, alteração no conceito de crime, trazendo insegurança em todos os sentidos.

A VITÓRIA DOS VENCIDOS

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​A frase “Só a guerra constrói” ecoa com um paradoxo brutal. À primeira vista, soa como uma heresia, um desrespeito à memória das milhões de vidas perdidas, das cidades em ruínas e das nações desfiguradas. A guerra, por sua natureza, é a mais cruel das forças destrutivas. E, no entanto, a história, com sua frieza implacável, nos mostra uma verdade incômoda.

​Após a Segunda Grande Guerra, as potências vitoriosas, Inglaterra e França, exauridas por um esforço de guerra que durou anos, encontraram-se em uma posição de vitória pírrica. A vitória lhes custou não apenas vidas, mas também o esgotamento de suas economias, a perda de vastos impérios coloniais e o envelhecimento de suas infraestruturas e de seu modelo de estado. Elas tinham vencido a guerra, mas não o futuro.

​Enquanto isso, os perdedores, Alemanha e Japão, pareciam ter sido reduzidos a cinzas. Suas cidades foram arrasadas, suas indústrias, desmanteladas, e seus modelos de poder, totalmente destruídos. Era o que se esperava. O que não se esperava, porém, era a velocidade e a intensidade de sua reconstrução.

​Livre do peso de um modelo de estado obsoleto e sem as amarras de um império a ser mantido, a Alemanha pôde se concentrar em uma reconstrução interna focada na indústria e na tecnologia. O Plano Marshall ofereceu o impulso necessário, mas foi o espírito de um povo em busca de redenção e um novo modelo de sociedade que fez a diferença. O mesmo ocorreu no Japão, que, sob a ocupação americana, abandonou seu militarismo e se dedicou a uma revolução industrial e tecnológica sem precedentes.

​A guerra destrói não apenas edifícios e vidas, mas também paradigmas. Ela implode sistemas que já não serviam mais, forçando o surgimento de um novo. A Inglaterra e a França lutaram para manter seus antigos modelos de poder, enquanto a Alemanha e o Japão, não tendo nada a perder, puderam construir do zero.

​Talvez “Só a guerra constrói” seja uma frase dura, mas ela nos lembra que a destruição, por mais dolorosa que seja, pode ser o catalisador para uma nova era, para uma nova forma de ver o mundo e de reconstruir o futuro. Um futuro que, ironicamente, por vezes pertence mais aos perdedores do que aos vencedores.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: BRASÍIA ESTÁ ESQUECENDO O PEDESTRE  https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/brasilia-esta-esquecendo-o-pedestre/  

BRASÍLIA ESTÁ ESQUECENDO O PEDESTRE

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Brasília já foi exemplo nacional de respeito às faixas de pedestres. Hoje, atravessar a rua na capital é sinônimo de medo. Mesmo com a mão erguida e o sinal claro, muitos motoristas e motociclistas ignoram a lei, transformando o que deveria ser um espaço de segurança em risco constante.

Os números confirmam o retrocesso: em 2024, mais de 7.800 infrações foram registradas contra condutores que não pararam para pedestres. Em 2025, só nos primeiros meses, já são mais de 1.700 casos. À noite, a situação se agrava: faixas apagadas, iluminação precária e desatenção tornam a travessia ainda mais perigosa.

Pedestres estendem a mão, esperam os veículos pararem e, mesmo assim, correm riscos reais. Em um caso recente, presenciei um quase atropelamento causado por um motociclista que, trafegando entre dois carros, ignorou completamente a presença do pedestre. Um cenário infelizmente comum em Brasília.

O que vemos:

    • Carros que param parcialmente ou param apenas quando “dá tempo”.

    • Motociclistas que trafegam entre os carros e desrespeitam o momento da travessia.

    • À noite, a situação piora: baixa visibilidade, faixas apagadas e desatenção aumentam o risco.

O Código de Trânsito é claro: a prioridade é do pedestre. Mas a prática mostra que a fiscalização falha e a impaciência no trânsito pesam mais que a vida humana.

Brasília precisa retomar o respeito ao pedestre. Mais que pintar faixas, é preciso iluminá-las, fiscalizar de fato e educar motoristas. A vida que atravessa a rua vale mais que qualquer pressa.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: VIVEMOS A VIDA AO CONTRÁRIO https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/vivemos-a-vida-ao-contrario/

O ECO DE UM TIRO NO SILÊNCIO DA RAZÃO

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​A morte, em sua covardia intrínseca, sempre cala vozes. Mas a morte de Charlie Kirk, se as premissas que a envolvem forem verdadeiras, é mais do que um silêncio. É um grito distorcido, um eco da irracionalidade que tem se alastrado, como erva daninha, em solo fértil de frustrações e ódios.

Quando uma das principais vozes do conservadorismo é assassinada, e o algoz se declara porta-voz de uma suposta “esquerda democrata”, não estamos diante de um embate ideológico, mas de uma tragédia que desmorona os pilares do que deveria ser o debate civilizado.

​Que absurdo é esse? Essa é a pergunta que grita na alma de quem ainda crê na força das ideias sobre a violência das balas. Assumir que a divergência política pode ser resolvida com um tiro é o atestado de falência de qualquer pretensão de democracia. É a perversão máxima do debate, onde a discordância vira condenação, e a argumentação é substituída pela barbárie.​

A ideia de que um indivíduo possa se autodenominar “esquerda democrata” e, sob essa bandeira, cometer um ato tão hediondo, é uma afronta à própria essência da democracia. A esquerda, em sua origem, historicamente defende direitos, igualdade e justiça social, e a democracia é o palco onde essas ideias deveriam ser discutidas, não aniquiladas pela força. Ações como essa não representam um lado do espectro político; representam a total ausência de sanidade, a abdicação da humanidade em nome de uma retórica de ódio que se tornou permissiva e, em alguns casos, glorificada.

​A morte de Charlie Kirk não é apenas a perda de uma figura pública; é um lembrete sombrio da fragilidade de nossa convivência. É a prova de que as palavras, quando carregadas de veneno e direcionadas para a desumanização do “outro”, podem ter consequências fatais. A violência física é sempre precedida pela violência verbal, pela construção de inimigos, pela negação da legitimidade do ponto de vista alheio.

Numa sociedade onde o dissenso é cada vez mais visto como afronta pessoal, onde as redes sociais se tornam arenas de linchamento moral, e onde a empatia se evapora, o passo para o ato extremo se torna perigosamente curto. O sangue de Charlie Kirk, se derramado por essa motivação, mancha não apenas a memória de um homem, mas a esperança de um diálogo construtivo.

​Não importa a ideologia defendida por Charlie Kirk, ou a autoproclamada ideologia do seu assassino. O que importa é que um ser humano foi silenciado por um ato de covardia. E enquanto essa covardia se disfarça de causa, de justiça ou de retaliação, o preço que pagamos é a erosão da própria civilização.

O tiro que cala uma voz política é um tiro no coração da democracia, e seu eco reverbera como um alerta para todos nós: precisamos resgatar a razão, a civilidade e, acima de tudo, a humanidade antes que a violência se torne a única linguagem.

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SUGESTÃO DE LEITURA: O MUNDO POLÍTICO ADOECEUhttps://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-mundo-politico-adoeceu/

EMPRESÁRIOS PRECISAM SAIR DA ILHA

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José Saramago nos lembra: “É preciso sair da ilha para ver a ilha.” A metáfora do escritor português traduz bem o desafio de muitos empresários brasileiros: só é possível compreender a real dimensão do próprio negócio quando se toma distância dele.

Em um mundo que já não se organiza de forma linear, mas de maneira orgânica, fluida e exponencial, insistir em modelos de gestão concebidos no século passado é receita certa para a estagnação. Hoje, copiar quem tem sucesso não basta. Cada organização precisa ser camaleônica, reinventar-se continuamente e enxergar que não vivemos apenas uma nova era: estamos diante de um mundo diferente.

A imprevisibilidade e a complexidade dos mercados atuais tornam inviável o planejamento tradicional de longo prazo. Antecipar o futuro e trazê-lo para o presente tornou-se condição de sobrevivência. Manter-se em movimento constante é obrigação, não escolha. Para isso, as empresas necessitam de profissionais capazes de agir antes que os fatos ocorram. Os bons gestores não apenas cumprem metas; eles as antecipam, trazendo o amanhã para o agora.

A prova dessa transformação está na história recente. Muitas companhias que figuravam no topo do ranking das mais valiosas do século passado desapareceram ou perderam protagonismo. Seus líderes permaneceram na “ilha”, presos a modelos ultrapassados, sem perceber que a sobrevivência dependia de mudar antes que a realidade os obrigasse.

O alerta é claro: quem quiser permanecer relevante não pode se contentar em administrar o presente. É preciso enxergar de fora, repensar processos e reposicionar estratégias. Em tempos de incerteza, o maior risco para o empresário é não mudar.

 

Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político. Autor do livro “Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa”. Conselheiro formado pelo IBGC e Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

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SUGESTÃO DE LEITURA: PAULA BELMONTE ENTRA NO RADAR COMO NOME COMPETITIVO NO CENÁRIO POLÍTICO DO DF https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/paula-belmonte-entra-no-radar-como-nome-competitivo-no-cenario-politico-do-df/

PAULA BELMONTE ENTRA NO RADAR COMO NOME COMPETITIVO NO CENÁRIO POLÍTICO DO DF

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Com o cenário do DF já voltado para 2026, o nome da deputada distrital Paula Belmonte aparece entre os mais comentados.

Ainda em busca de uma nova filiação partidária, é citada nos bastidores como candidatura competitiva ao Palácio do Buriti.

A trajetória de Paula a coloca em posição diferenciada. Com passagens pela Câmara dos Deputados e, hoje, pela Câmara Legislativa, ela ganha ainda mais visibilidade como Procuradora Especial da Mulher e construiu imagem de perfil moderado, capaz de dialogar com diferentes setores. Em meio à polarização, é vista como opção consistente, independentemente da legenda.

Paula também tem a seu favor o fato de não estar associada à rejeição que atinge outros nomes. Num ambiente polarizado, sua trajetória abre espaço para dialogar com diferentes grupos e ampliar sua competitividade.

Com agenda intensa, Paula tem reforçado a presença em comunidades, construindo imagem de proximidade com a população e firmeza em pautas como infância, transparência e boa gestão dos recursos. Esse conjunto faz com que, mesmo sem partido definido, seja vista como nome com potencial de mobilização.

Embora o tabuleiro esteja em início de formação, Paula Belmonte dá a partida ocupando espaço de destaque. Sua candidatura reúne densidade política, compatível com o protagonismo de sua trajetória, capaz de atrair apoios relevantes.

Diante de uma eleição possivelmente acirrada, a presença de Paula na disputa reorganizará as forças políticas da campanha e influenciará os rumos da corrida ao Buriti.

 

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VIVEMOS A VIDA AO CONTRÁRIO

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Imagem Pixabay

REFLEXÃO

Sim, parece contraditório, mas é na velhice que mais precisamos estar em plena forma. O ciclo da vida é claro: nascer, crescer, envelhecer e morrer. Nesse intervalo, buscamos viver intensamente, mas quase nunca pensamos no final do percurso.

Repare: todos fazemos escolhas parecidas, mas quando chega a velhice — justamente a fase em que mais necessitamos de força física e espiritual — muitos são jogados em uma cama, doentes, sem condições de comprar um remédio, ou até mesmo abandonados pela própria família.

É então que percebemos: deveríamos viver ao contrário. Primeiro, pensar em como será a nossa velhice — afinal, todos que não partirem cedo chegarão a ela. Depois, organizar o tempo e as escolhas para que possamos viver bem, do começo ao fim.

Infelizmente, a maioria só percebe isso tarde demais.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: VOCÊ SABIA QUE SUAS MÃOS TEM PODER DE CURA? https://revistadiaria.com.br/espiritualidade/voce-sabia-que-suas-maos-tem-poder-de-cura/

UM SETE DE SETEMBRO DESENCANTADO

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A crônica de hoje não tem bandeiras, nem marchas, nem o entusiasmo dos desfiles cívicos de antigamente. Tem o peso de uma pergunta que ecoa nas ruas, nas casas e na alma de um país cansado: Independência de quem? Para quem?

O grito de D. Pedro I, à beira do Ipiranga, foi um ato de coragem e indignação. Um rompimento com o passado, uma promessa de um futuro autônomo. Hoje, parece um eco distante, quase irônico, de um país que, 200 anos depois, ainda luta para encontrar sua verdadeira independência.​

O 7 de setembro deixou de ser uma data de celebração para se tornar um espelho, e o que vemos nele é a imagem de uma nação à deriva. O Brasil, um dia um Império promissor, se transformou em um caldeirão de desencanto. O fervor cívico de outrora foi substituído pela desconfiança. As instituições, outrora pilares de nossa democracia, parecem agora servir a propósitos que pouco têm a ver com o bem-estar coletivo. A fé na política, um dia presente, se esvaiu em meio a desmandos e narrativas que, de tão distantes da realidade, chegam a ser ofensivas.​

O país se polarizou em uma disputa vazia e cretina entre ideologias que não dialogam. Esquerda e direita, mais do que conceitos, se tornaram trincheiras onde a razão foi substituída pela paixão cega e pela ofensa. O debate se perdeu, e com ele, a possibilidade de construir um projeto de nação, um rumo para o futuro. Não há um plano de desenvolvimento sustentável, não há uma visão de longo prazo. Há apenas o imediatismo da briga, do ataque, da tentativa de aniquilar o outro.​

E nesse cenário, a grande imprensa, outrora a voz da crítica e da informação, parece, em muitos momentos, se curvar a essas narrativas, tornando-se mais uma peça no tabuleiro desse jogo sujo, comprada e vendida pelo dinheiro dos poderosos. A credibilidade se erode. O poder judiciário, em vez de ser um bastião de justiça, se mostra vulnerável à militância, com decisões que, para muitos, parecem mais ideológicas do que jurídicas, rasgando a Constituição diariamente.​

A Independência ou Morte, o grito de 200 anos atrás, não se aplica mais. O grito de hoje é de silêncio. Um silêncio de perplexidade, de quem não sabe mais em quem acreditar ou para onde ir. O dito Centrão ao invés de ser um ponto de equilíbrio, passou a ser um câncer da política, só visando saciar sua gula degustando o poder com champanhe. É a agonia de um povo que percebe que a verdadeira independência não se conquista em um dia, às margens de um rio, mas sim em um processo contínuo de amadurecimento cívico, de respeito e de construção.

E hoje, a crônica de 7 de setembro é a de um país que, infelizmente, ainda não encontrou seu caminho e muito menos sua INDEPENDÊNCIA.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: A NOVA FASE DE BARRA DO PIRAÍ. https://revistadiaria.com.br/brasil/direto-de-barra-do-pirai/a-nova-fase-de-barra-do-pirai/