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BARRA DO PIRAÍ, COMPETITIVIDADE E EXPOSIÇÃO AGROPECUÁRIA

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Em época de incertezas, pela atual transição radical para uma nova ordem mundial, a competitividade das nações ganha relevância e insere novas e complexas exigências para estados e municípios.

Nesse contexto de alta performance, o estado de São Paulo lidera o Ranking de Competitividade de 2025 (Centro de Liderança Pública – CLP), seguido, nessa ordem, pelos estados de Santa Catarina, Paraná, Distrito Federal e Rio Grande do Sul.

Não há dúvida de que São Paulo é o estado mais competitivo e que a região Sul é a mais competitiva do país.

Em seguida, do sexto ao décimo lugar, estão, nessa ordem, os estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Seguindo a região Sul, as regiões mais competitivas são o Centro-Oeste e o Sudeste.

Destoando completamente do desempenho da região Sudeste, o estado do Rio de Janeiro insiste em ser exceção. Perdeu duas posições de 2024 para 2025, passando a ocupar o 15º lugar no ranking, metade inferior da tabela, com entregas comparáveis às das regiões Norte e Nordeste.

Influenciado por esse ambiente estadual de baixa competitividade, o município de Barra do Piraí perdeu 10 posições de 2024 para 2025 e, em total de 185 municípios avaliados da região Sudeste, classificou-se em 175º lugar. Integra, portanto, os 6% do final da tabela.

Entre os 33 municípios analisados no estado do Rio de Janeiro, Barra do Piraí classificou-se em 23º lugar, metade inferior da tabela.

Na região Sul Fluminense, somente quatro foram os municípios considerados (Barra do Piraí, Barra Mansa, Resende e Volta Redonda), sendo que Barra do Piraí posicionou-se em último lugar, entregando, também em 2025, o mais baixo desempenho em praticamente todos os indicadores, alguns dos quais merecedores de atenção pelo risco de comprometerem o crescimento econômico do município. Dependência fiscal na faixa de 73% (mais alto da região), custo da função administrativa em 26% (o dobro dos outros municípios da região), mais baixa qualificação do servidor, população vulnerável ao redor de 34%, PIB per capita muito abaixo de seus vizinhos da região, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB variando de 3,7 a 5,1 (nível de desaprovação).

Convém observar, entretanto, que o Ranking de Competitividade dos Municípios está sendo divulgado ao mesmo tempo em que Barra do Piraí realiza sua Exposição Agropecuária, cujo objetivo principal é, provavelmente, promover negócios e produtos do setor rural da região, ato seguramente planejado para impulsionar a economia regional.

Eventos dessa natureza alavancam resultados comerciais e institucionais, com impacto na sustentabilidade econômica dos municípios e são organizados para estimular negócios, lançar produtos, aumentar o market share, fomentar cadeias produtivas locais, ampliar a arrecadação municipal, gerar empregos, captar parceiras estratégicas, atrair investimentos, capacitar a mão-de-obra (palestras), projetar o município e fortalecer a imagem do setor regional.

Diante dessa extraordinária oportunidade, importa para o município a perspectiva de resultados duradouros (renda, emprego, competitividade e visibilidade), o que direciona para os negócios sustentáveis realizados nessa Exposição Agropecuária a fonte para o desenvolvimento econômico de Barra do Piraí e da região.


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CAFÉ SEM AÇÚCAR. VOCÊ TOMA?

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O que a psicologia revela sobre quem toma café sem açúcar? O que significa?

O que a psicologia revela sobre quem toma café sem açúcar? O que significa?

Beber café sem açúcar pode parecer uma simples questão de gosto, mas, para a psicologia, isso pode revelar traços profundos de personalidade.

O amargor, que muitos evitam suavizar com adoçantes ou açúcar, pode ser um espelho do modo como a pessoa lida com o mundo: com autenticidade, autocontrole e tolerância ao desconforto…

Café amargo e a força da autenticidade
Segundo especialistas em comportamento, optar pelo café puro, sem qualquer adoçante, costuma refletir uma busca consciente por experiências genuínas.

O sabor forte e não disfarçado exige que o paladar se adapte, o que por si só já revela uma disposição para enfrentar estímulos intensos sem a necessidade de suavizá-los. Quem toma o café dessa forma tende a valorizar a clareza nas escolhas e evita “maquiagens” sensoriais.

A ausência de açúcar também indica menor dependência de gratificações imediatas. Isso se associa à capacidade de abrir mão de pequenos prazeres em nome de objetivos maiores, como a saúde, a disciplina alimentar ou simplesmente uma opção para aproveitar melhor o sabor da bebida.

Adoçantes naturais e o caminho da transição

Nem todos vão direto para o café sem açúcar. Muitos optam por alternativas como mel, stevia ou xilitol. Essa transição indica uma personalidade que busca equilíbrio entre prazer e autocontrole, sem radicalismos.

Trata-se de um comportamento comum em processos de mudança gradual, que sinaliza flexibilidade mental e foco em resultados sustentáveis.

A substituição do açúcar por versões naturais pode representar, portanto, uma etapa intermediária no processo de autoconsciência alimentar, mostrando que a pessoa está atenta ao impacto de seus hábitos e disposta a melhorar de forma progressiva.

Um gesto que reforça a identidade

Ao transformar o café sem açúcar em parte da rotina, o indivíduo também reforça aspectos simbólicos da própria identidade. Esse gesto cotidiano pode carregar significados como independência, clareza de valores e até um certo orgulho por não seguir a convenção social do café adoçado.

Para a psicologia, comportamentos repetidos com intenção e coerência são uma das formas mais eficazes de consolidar traços de personalidade. Ou seja, a maneira como se bebe café pode, sim, comunicar aspectos da forma como se vive e se posiciona diante do mundo.

Adotar o café puro na rotina pode ser também um exercício de presença e autoconhecimento, com observação a como seu paladar responde à ausência de açúcar e reflexão sobre o que essa escolha diz sobre seus hábitos e prioridades.

Ou seja, tomar café sem açúcar é mais do que uma preferência de paladar: é um microgesto de disciplina, autenticidade e consciência

Vale tentar

A ciência do comportamento mostra que essas pequenas decisões diárias moldam quem somos e como nos posicionamos diante das facilidades e desafios da vida.

Para alguns, o amargor pode ser desconfortável no início. Mas, para muitos, ele representa a beleza de uma escolha honesta, feita sem filtros nem disfarces.

Fonte: O que a psicologia revela sobre quem toma café sem açúcar? O que significa?

Divulgação: REVISTA DIÁRIA

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ÁLCOOL E HUMANIDADE: UM BRINDE OU UM FARDO?

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Imagem Pixabay

O álcool está presente em casamentos, festas, bares e até nas conversas mais simples. Um gole aproxima, solta risos, sela amizades. Mas também pode afastar, adoecer e destruir.

Essa ambiguidade é o que a análise SWOT — ferramenta que organiza pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças — nos ajuda a enxergar.

Pontos fortes: o álcool relaxa, facilita o convívio e, em doses moderadas, pode até aliviar o peso do dia.

Pontos fracos: quando a escolha vira necessidade, a liberdade se perde. O corpo adoece, a mente se fragiliza, e relações se rompem.

Oportunidades: beber menos ou de forma consciente pode ser um exercício de autoconhecimento. É descobrir que não precisamos exagerar para fazer parte de algo.

Ameaças: o risco é real — doenças, acidentes, violência, dependência e exclusão social. O preço de um “brinde sem limites” pode ser alto demais.

Olhando para a análise SWOT, fica claro que o álcool ocupa um lugar ambíguo na vida humana: é símbolo de celebração e convívio, mas também um risco à saúde e ao bem-estar social.

No fim, o desafio não é eliminar o álcool da vida humana, mas encontrar equilíbrio. Apostar em educação, moderação e escolhas mais saudáveis pode fazer com que o brinde continue sendo celebração — e não problema.

"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA - seus editores e colaboradores - que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por qualquer erro, omissão ou imprecisão."

 

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IA: OU VOCÊ DOMINA OS DADOS, OU SERÁ DOMINADO POR QUEM OS DOMINA

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Imagem gerada por IA

Dados: a nova moeda do mundo empresarial

No mundo empresarial, não é exagero dizer: “Se você não tem dados, você só tem opinião”. E opinião, em mercados competitivos, vale pouco.

A Inteligência Artificial (IA) é movida a dados. Quem entende isso transforma informação em vantagem estratégica; quem ignora, permanece no campo do “achismo” e o “achismo” custa caro.

Deming já alertava: tragam dados

Deming já dizia: “Em Deus confiamos; todos os outros, tragam dados.”

O problema é que, na maioria das empresas, os dados até existem, mas estão desatualizados, dispersos ou invisíveis para quem decide.

A IA mudou o jogo: agora é possível cruzar bases internas e externas, acessar plataformas em tempo real e enxergar oportunidades antes que seus concorrentes sequer percebam.

Copiar não é estratégia

Aqui vai a verdade incômoda: copiar concorrentes não é estratégia, é dependência.

Os líderes que moldam o futuro:

    • Buscam informações onde os outros não olham;
    • Identificam tendências antes que virem moda;
    • Criam experiências que os clientes ainda nem sabem que desejam.

Esse é o ponto central: quem domina os dados, lidera. Quem ignora, será inevitavelmente liderado por quem os domina.

 

HELIO MENDES é Conselheiro certificado pelo IBGC
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DEPRESSÃO DA PESSOA IDOSA

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Avança projeto do deputado Robério Negreiros que cria campanha de conscientização sobre depressão da pessoa idosa.

A saúde mental pautou a reunião da Comissão de Saúde da Câmara Legislativa realizada na última terça-feira (26). Um dos projetos de lei que versam sobre o assunto foi o PL 1132/2024, de autoria do deputado distrital Robério Negreiros (PSD), que institui uma campanha distrital de conscientização sobre a depressão da pessoa idosa.

A campanha, segundo o autor da proposta, tem como objetivo principal promover a conscientização e a educação da população sobre a depressão na terceira idade, visando reduzir o estigma, aumentar a identificação precoce dos sintomas e incentivar o acesso aos serviços de saúde mental.

O PL prevê capacitações profissionais, promoção de palestras e eventos afins, distribuição de material educativo e realização de campanhas de mídia.

A implementação da Campanha Distrital de Conscientização sobre a Depressão da Pessoa Idosa representa um passo importante na construção de uma sociedade mais inclusiva, justa e solidária, em que todos os cidadãos possam envelhecer com dignidade e bem-estar“, explica Negreiros.

INFORMAÇÃO: ASSESSORIA DE IMPRENSA

DIVULGAÇÃO | REVISTA DIÁRIA

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O ZÉ GOTINHA EM AÇÃO!

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Credito de imagem: Agência Brasil

Por Afonso Celso Candeira Valois.

Sendo ou não da minha área do conhecimento, como é o fundamento deste singelo texto, muitas das vezes eu compilo e adiciono minha grata opinião em artigos que eu considero de realce, respeitando as autorias de base!

Certa vez, uma nobre ex-colega do meu curso de engenharia agronômica contestou! Mas eu retruquei e contínuo com essa persistência, perseverança e determinação, considerando que nem sempre esses artigos de cunho técnico-cientifico estão ao alcance de todas as pessoas interessadas.

É imperativo que a curiosidade das pessoas seja satisfeita, pois “quem não for curioso, não vira a página de um livro e nem lê a próxima linha escrita”! Concordam?

No presente caso, o tema se refere à uma matéria publicada na Revista Pesquisa FAPESP, número 354, agosto 2025, ano 26, páginas 90-93, de autoria da jornalista Suzel Tunes, de título: Vitória Ameaçada- lançada há 70 anos, vacina contra poliomielite evitou milhares de mortes, mas atualmente sua baixa cobertura abre espaço para o retorno da doença!

A sublime façanha é de autoria das seguintes iluminadas pessoas:

1 – Do virologista nova-iorquino Jonas Salk (1914-1995), que desenvolveu um imunizante seguro e eficaz – injetável, feito com um vírus inativado (morto), o que fez dele uma celebridade mundial! A sua fama foi inevitável, mas ele, pasmem, dispensou a fortuna que poderia receber dos “royalties”. Quando foi perguntado quem seria o dono da patente, teria respondido: “O povo, eu diria. Não há patente. Você poderia patentear o Sol?”!

Infelizmente, aqui no Brasil já houve quem quisesse”engarrafar o vento” para tirar proveito escuso! Estão lembrados? Para desparecer um pouco! Mas no caso da vacina do Dr. Salk, no mesmo dia em que os resultados positivos dos testes foram divulgados em 12 de abril de 1995, a sua salvadora vacina foi licenciadas! Dois anos depois, os casos anuais nos Estados Unidos já haviam caído de 58 mil para 5.600, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)!

2 – Em 1961, surgiu uma nova opção de imunizante, a vacina oral, produzida a partir de vírus atenuado, desenvolvida pelo competente microbiologista polonês, naturalizado norte-americano, Dr. Albert Sabin (1906-1993)! Ele também, em um muito feliz gesto humanitário, não concordou em patentear o seu sagrado invento (atualmente existem no Brasil inúmeros laboratórios e clínicas que levam o seu nome, na qualidade de um justo reconhecimento)! A doença atingia principalmente crianças com menos de 5 anos, o que justificava o termo “paralisia infantil”. Mas também atingia adultos!

Em1921, a terrível doença paralisou as pernas de um presidente dos Estudos Unidos, Franklin Delano Roosevelt (1882-1945), então com 39 anos de idade. Em 1943, a terrível doença matou o filho do Presidente Getúlio Vargas, o Getúlio Vargas Filho, de 23 anos de idade! Antes eram administradas três doses de vacina injetável aos 2,4 e 6 meses, e duas doses de reforço, com a oral, aos 15 meses e 4 anos de idade da criança. Atualmente, está sendo dada apenas uma dose de reforço, aos 15 meses, com a vacina injetável! O objetivo é reduzir a circulação do vírus vivo atenuado, em lugares com baixa cobertura vacinal e risco, aínda que baixo, de que ele sofra mutações genéticas e recupere a virulência!

Em 2024, vários países africanos registraram casos da doença provocada por polivirus circulante derivado de vacina! E quanto ao famoso Zé Gotinha? A substituição das gotas pela injeção não deverá aposentar o Zé Gotinha, mascote das campanhas nacionais de vacinação! Esse personagem criado em 1986 pelo artistas plástico mineiro Darlan Rosa, então funcionário do Ministério da Saúde, nasceu com a sublime missão de popularizar as campanhas contra a pólio, mas acabou se tornando o grande símbolo de todas as vacinas!

O calendário nacional de vacinação contempla 19 vacinas a serem tomadas desde o nascimento de uma criança! Diante de todas essas evidências, não há porquê as diletas mães e país relaxem na vacinação dos seus entes queridos mirins!

Nunca devem deixar “a peteca ou a vacinação cair”!

Afonso Celso Candeira Valois

Engenheiro Agrônomo, mestre em Genética e doutor em Genética. Pós-doutorado na Universidade do Estado do Novo México (EUA) em genética e biotecnologia de plantas. Pesquisador aposentado da Embrapa.

 

 

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PUBLICADO POR: REVISTA DIÁRIA

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O FIO E O MACHADO: A MORTE DE LEON TROTSKY

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​Não foi o acaso. Não foi o tempo. A morte de Leon Trotsky, o idealista, o intelectual, o “primeiro entre iguais” que perdeu a corrida pelo poder, não foi um evento biológico, mas um ato da história.

Sua verdadeira causa de morte não foi um coração que parou de bater, mas um fio ideológico que se rompeu, cortado por um machado de gelo, afiado pelo ódio e pela traição.​ Trotsky era o pesadelo de Josef Stalin.

Enquanto Stalin transformava a revolução em burocracia, e a URSS em uma fortaleza fechada, Trotsky, do exílio, defendia a “revolução permanente”. Seu intelecto afiado e sua oratória incendiária eram uma ameaça constante ao regime stalinista.

A voz de Trotsky, ecoando pelo mundo, era o lembrete de um caminho abandonado, de um ideal traído.​ A perseguição foi incansável. Dezenas de seus familiares e aliados foram caçados, presos e executados. Mas Trotsky, vivendo em sua fortaleza no México, protegido por muralhas e guardas, parecia inatingível.

A lâmina do ditador, porém, não precisava de uma entrada frontal. Ela se infiltrou, como um veneno lento, na forma de um agente.​ Esse agente, Ramón Mercader, um comunista espanhol a serviço de Stalin, não usou uma arma de fogo que faria barulho e alertaria os guardas. Ele usou uma arma mais fria e mais traiçoeira: a confiança.

Fingindo ser um simpatizante de Trotsky, ele se aproximou, conquistou a amizade da sua família, e se infiltrou no círculo mais íntimo do revolucionário. Ele não era um assaltante, mas um falso amigo, que habitava a casa, aguardando o momento certo.​

O momento chegou em 20 de agosto de 1940. Sob o pretexto de mostrar um manuscrito para ser revisado, Mercader entrou no escritório de Trotsky. Enquanto o velho revolucionário se debruçava sobre as páginas, o silêncio do cômodo foi quebrado por um golpe. Não o som de um tiro, mas o impacto surdo de uma picareta de alpinismo, cravada no crânio do homem que sonhava em mudar o mundo.​

A morte não foi instantânea.

Trotsky lutou, gritou, mordeu o assassino. Ele resistiu à morte com a mesma ferocidade com que resistiu à perseguição. Sua agonia durou horas, mas o fim era inevitável. ​A voz de Trotsky não foi silenciada por um debate, nem por uma derrota eleitoral, mas por uma picareta nas mãos de um covarde. Ramon Mercader ficou preso e nunca confessou que trabalhava para o paranoico Stalin.

Stalin perseguiu, matou, prendeu todos os bolcheviques que lutaram na revolução russa que ele achava que seriam seus concorrentes ao poder. Leon Trotsky jamais assinaria o Tratado que Stalin assinou com Hitler dando início a Segunda Guerra Mundial. A sede de Stalin ao poder era maior que o idealismo da revolucao que Leon Trotsky acreditava.

Leon era um orador e um intelectual brilhante, atribudos que Stalin não tinha. Sua morte foi a confirmação de que em regimes totalitários, o debate intelectual não tem lugar; o idealismo é uma doença a ser extirpada. Leon

Trotsky foi assassinado não por sua pessoa, mas por suas ideias, e sua morte foi o epitáfio do idealismo em meio ao pesadelo da revolução.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: SEM EQUIPE DISRUPTIVA NÃO HÁ TECNOLOGIA DISRUPTIVA

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SEM EQUIPE DISRUPTIVA NÃO HÁ TECNOLOGIA DISRUPTIVA

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A expressão “tecnologia disruptiva” refere-se a inovações capazes de transformar mercados e setores de maneira radical, substituindo tecnologias ou modelos de negócios tradicionais por soluções mais eficientes e inovadoras. Essas mudanças rompem com práticas estabelecidas e criam novos paradigmas, impactando profundamente empresas, pessoas e sociedades.

No entanto, há uma constatação essencial: não é possível aplicar, de forma concreta, tecnologias que realmente transformem mercados sem a presença de equipes disruptivas. Esse é o grande desafio das organizações. A maioria ainda mantém uma cultura voltada ao aperfeiçoamento contínuo, à busca pela eficiência e à redução de conflitos. Nesse ambiente, o espaço para mudanças radicais é limitado.

Em contraste, equipes disruptivas são compostas por pessoas que quebram regras, questionam padrões e desafiam o sistema. No modelo cartesiano e tradicional, esses profissionais muitas vezes são vistos como “subversivos” dentro da organização. Mas, em tempos de transformação acelerada, são justamente esses perfis que impulsionam a inovação genuína.

Se vivemos em um cenário de mudanças constantes, é imperativo repensar também a liderança. Mais do que gerir conflitos, é necessário incentivar o conflito produtivo, aquele que desafia o status quo e abre caminho para soluções inovadoras. O futuro pertence às empresas que souberem construir equipes ousadas, capazes de transformar ideias em rupturas reais.

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SUGESTÃO DE LEITURA: A CERTIDÃO DE NASCIMENTO TORTA

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ANUNCIADO TRATAMENTO REVERSÍVEL DO CÂNCER COLORRETAL

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Uma equipe de pesquisa liderada pelo Professor Cho Kwang-hyun do Departamento de Engenharia Biológica e Cerebral do KAIST [Fonte da foto = KAIST, Yonhap News]

O Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) anunciou que uma equipe liderada pelo Professor Cho Kwang-hyun do Departamento de Engenharia Biológica e Cerebral desenvolveu uma tecnologia de origem para tratamento reversível do câncer colorretal que pode apenas mudar o estado sem matar as células cancerígenas colorretais e devolvê-las a um estado semelhante às células colorretais normais.

Todos os tratamentos quimioterápicos atualmente em vigor visam matar e tratar células cancerígenas. No entanto, há uma limitação: as células cancerígenas se tornam resistentes e reaparecem, ou até mesmo matam células normais, causando efeitos colaterais.

A equipe de pesquisa do Professor Cho prestou atenção à observação de que células normais revertem a trajetória de diferenciação celular normal no processo de câncer e desenvolveu uma tecnologia para produzir um gêmeo digital (modelo virtual) da rede genética na trajetória de diferenciação celular normal.

Foi demonstrado por meio de experimentos com células moleculares e experimentos com animais que o estado das células cancerígenas se normalizou quando aplicado às células de câncer de cólon após explorar e descobrir sistematicamente o interruptor molecular mestre que induz a diferenciação celular normal por meio da simulação disso.

A equipe de pesquisa explicou que essa tecnologia é de grande importância ao sugerir que é possível desenvolver tratamentos reversíveis contra o câncer aplicando-os a vários outros carcinomas.

 

Fonte: https://www.mk.co.kr/en/society/11200581

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SUGESTÃO DE LEITURA: DEPOIS DO CIGARRO, O RETORNO A SAÚDE.

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A CERTIDÃO DE NASCIMENTO TORTA

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Vinte e um de abril. Vinte e dois de abril. A data pouco importa. É um detalhe insignificante, um rabisco na certidão de nascimento de um país que já veio ao mundo com as pernas em falso.

 

O Brasil, essa terra de cores vivas e alma opaca, nasceu torto. Não foi um erro, mas uma escolha.

A corrupção, que hoje nos assombra como um fantasma cotidiano, não é uma doença, mas o coração do sistema, a semente plantada no primeiro contato entre o nativo e o colonizador.​

A troca de um pedaço de pau-brasil por um espelho foi o nosso primeiro grande negócio. Um escambo desigual, onde a beleza e a riqueza foram trocadas por um reflexo vazio. Aquele espelho não nos mostrou quem éramos, mas o que os outros queriam que fôssemos. E nós, seduzidos pelo brilho da futilidade, aceitamos a barganha.

A corrupção, então, não veio de fora; ela se infiltrou, cresceu e se tornou o sangue que corre nas veias do poder.​

E nossa Democracia? É a grande farsa, o espetáculo bem montado que o povo assiste, aplaude, e para o qual paga o ingresso mais caro: sua dignidade. Os palcos são os gabinetes, os parlamentos, os tribunais. Os atores, sempre os mesmos, trocam de máscara, de discurso e de partido, mas o roteiro permanece inalterado.

O populismo, como um veneno lento, entorpece a massa, enquanto a elite se deleita com os frutos da desigualdade. A voz do povo, que deveria ser o pilar do sistema, é apenas um eco distante, abafado pelo ruído do dinheiro e das promessas vazias. A miséria de muitos continua sendo a felicidade de poucos. E o voto continua sendo mal aproveitado preso na ignorância, nas emoções e no assistencialismo.​

Nossas instituições? Ah, elas são a pior parte da peça. A fachada de mármore esconde o interior corroído. Se você tiver a coragem de colocar o dedo, sentirá o gosto horrível de pus, o cheiro pútrido da falência moral. A Justiça, que deveria ser cega, tem a visão seletiva, enxergando apenas o que lhe convém.

A educação, que deveria ser a luz, é o quarto escuro onde se esconde a ignorância. A Saúde, a última trincheira, está pedindo socorro, mostrando a face mais cruel do abandono.​ E assim seguimos …

Uma nação de braços abertos, mas de bolsos vazios. Uma terra de paraíso, com um inferno social. O Brasil não é um país do futuro. É um país que, desde o seu nascimento, se recusa a confrontar seu passado.

Uma crônica sem heróis, onde a única certeza é a amargura de saber que a mentira e a corrupção não estão apenas nos livros de história, mas nas veias do nosso tempo. A revolução seria o sistema Federalista onde cada Estado seria o capitão da sua alma e dono do seu destino e o Brasil sairia dessa total e fétida dependência de Brasília.

Alguns versos da música, O que Será, de Chico Buarque continuam atemporais, pena que ele não vive o que canta ou que escreve:

“O que será que será?

Que todos os avisos não vão evitar

Porque todos os risos vão desafiar

Porque todos os sinos irão repicar

Porque todos os hinos irão consagrar

E todos os meninos vão desembestar

E todos os destinos irão se encontrar

E mesmo o Padre Eterno que nunca foi lá

Olhando aquele inferno vai abençoar

O que não tem governo nem nunca terá

O que não tem vergonha nem nunca terá

O que não tem juízo”….

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