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CAFÉ SEM AÇUCAR ?

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Pessoas que tomam café preto sem açúcar costumam ter essas 9 atitudes em comum

Pessoas que tomam café preto sem açúcar costumam ter essas 9 atitudes em comum

Tomar café preto pode dizer mais sobre você do que imagina; veja o que dizem os estudos.

O que sua preferência por café preto diz sobre sua personalidade? Pode parecer apenas um hábito trivial, mas a escolha pelo café puro e sem açúcar revela muito mais do que um simples gosto pelo amargo.

Segundo estudos em psicologia comportamental, o modo como você consome café pode refletir traços marcantes da sua personalidade, como autodisciplina, independência, foco e até consciência ambiental.

Descubra o que a ciência tem a dizer sobre os traços de personalidade mais comuns entre quem prefere o café puro e entenda por que essa bebida intensa pode estar ligada a um estilo de vida igualmente forte e autêntico.

9 atitudes em comum entre as pessoas que prefere beber café puro 

A pequena decisão de beber um café puro, para além dos benefícios à saúde, muitas vezes esconde um perfil psicológico mais profundo. Saiba quais são:

1. Simplicidade é o lema

Quem bebe café preto costuma buscar o essencial em tudo. Sem adições, sem distrações, apenas o sabor puro da bebida.

Essa predileção pela simplicidade também se reflete em outros aspectos da vida: escolhas objetivas, rotina organizada e menor tolerância a excessos.

2. Alto nível de disciplina

Pessoas que optam por café sem açúcar demonstram, segundo pesquisas, um maior grau de autodisciplina e foco. É o tipo de indivíduo que valoriza a eficiência, a pontualidade e tem uma clara orientação para metas.

Esse hábito está alinhado com um estilo de vida mais consciente, em que cada escolha tem propósito.

3. Persistência que impressiona

Beber café amargo exige uma adaptação do paladar e isso diz muito. Quem aprecia esse sabor tende a demonstrar mais tolerância ao desconforto inicial em troca de benefícios a longo prazo.

É a clássica mentalidade de “trabalhar duro agora para colher depois”.

4. Abertura ao amargo da vida

Embora não signifique algo negativo, o gosto pelo café preto pode estar ligado a uma maior tolerância ao estresse e a experiências mais intensas.

Algumas pesquisas até apontam uma leve correlação com uma frieza emocional estratégica, aquela necessária para enfrentar situações difíceis com clareza.

5. Consciência nutricional

Quem evita açúcar no café costuma ter uma preocupação maior com a saúde. O café preto, por ser praticamente livre de calorias e rico em antioxidantes naturais, encaixa-se bem em dietas equilibradas.

Essa escolha também costuma estar associada à leitura de rótulos, controle de ingestão calórica e busca por hábitos alimentares mais limpos.

6. Independência de pensamento

Em um mundo repleto de tendências e modismos, especialmente no universo dos cafés gourmet, os apreciadores do café puro nadam contra a corrente.

Eles sabem o que gostam e não precisam de validação externa para fazer suas escolhas. Isso demonstra uma autonomia de julgamento e um forte senso de identidade.

7. Equilíbrio emocional

A cafeína, quando consumida de forma moderada e sem o açúcar que causa picos de energia, ajuda a manter o foco e a estabilidade emocional ao longo do dia.

Pessoas que optam por café preto costumam ter maior controle sobre suas reações, mais paciência e resiliência diante das pressões cotidianas.

8. Estímulo com responsabilidade

O café preto oferece uma dose potente de energia, sem os excessos de doces ou cremes. Isso combina com um perfil que gosta de se manter ativo e motivado, mas com responsabilidade.

É comum encontrar nesses indivíduos o gosto por atividades que exigem concentração, como leitura, esportes leves ou trabalho criativo.

9. Escolhas éticas e sustentáveis

Muitas vezes, optar pelo café puro é também um gesto ecológico. Sem aditivos, há menos lixo, menor consumo de recursos e menor impacto ambiental.

Além disso, consumidores conscientes tendem a escolher cafés de origem justa, preferem canecas reutilizáveis e se preocupam com a procedência dos produtos que consomem.

O café preto para além do paladar

Escolher café preto não é apenas uma questão de gosto, mas um reflexo de valores. Simplicidade, disciplina, independência, cuidado com o corpo e com o planeta são características que frequentemente acompanham essa preferência.

Da próxima vez que você saborear seu café sem açúcar, lembre-se que esse hábito pode estar alinhado com uma versão mais consciente, determinada e autêntica de você mesmo.

Fonte: Pessoas que tomam café preto sem açúcar costumam ter essas 9 atitudes em comum

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SUGESTÃO DE LEITURA:

A TROMBETA — EDIÇÃO DA CASSAÇÃO

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Crônicas de um Brasil em Miniatura. Um governo de negociatas e a degola de Izaque.

 

QUEM REALMENTE MOVE AS PEÇAS

No papel, a acusação é “quebra de decoro”  — e sim, foi. Mas poderia ser resolvida internamente, com retratação e advertência. Só que, quando se junta o útil ao agradável … o bate-boca virou a iminente degola do mandato de Izaque Silva.

Longe das câmeras, o enredo é outro — e bem mais ácido: o prefeito Tupã estaria articulando, com precisão cirúrgica , a cassação do vereador Izaque Silva.

O cálculo é frio: com Izaque — do PL, partido do vice-prefeito — fora de jogo, mais de 20 mil votos cultivados em décadas de vida pública, ficarão órfãos e prontos para migrar aos candidatos da máquina municipal em 2026.

Não é qualquer histórico: Izaque já ocupou cadeira na Câmara Federal por mais de um ano, substituindo Bruno Covas (in memoriam).

Fontes falam em um pacto não escrito entre Tupã e o presidente da Câmara, Willian Leite.

Pacote completo, plano cruel: vereadores, prefeito e pré-candidatos a deputado alinhados no mesmo objetivo — tirar Izaque do tabuleiro eleitoral ano que vem. “Um a menos” eles dizem.

Nesse cenário, as chances de escapar do abate … beiram zero.

AMEAÇAS E INSINUAÇÕES EM REDE ABERTA

Na tribuna, com transmissão ao vivo para toda a cidade, Izaque, dedo em riste: “Se cassado for, não será por corrupção”.

Citou filhos, família… e lançou a insinuação que gelou o plenário: haveria esquemas entre Legislativo e Executivo  — inclusive rachadinhas.

O salão tremeu. O público ouviu. E agora? Vai sustentar as palavras, abrindo a caixa-preta, ou recuar dizendo que “falou de cabeça quente” ?

Falando em traição, o microfone aberto flagrou: “Como pude confiar no Démerson.

TRAMA, FARSA OU PACTO FINAL?

Se a guilhotina política cair, Izaque só tem dois caminhos:

    1. Abrir o baú e expor escândalos ainda ocultos .
    2. Abaixar a cabeça e ver seus votos migrarem para o grupo do prefeito — provavelmente encerrando sua carreira política .
    3. E se a Câmara recuar? Vai pairar a dúvida de que recuou por medo das revelações. É um jogo que mistura xadrez e truco.

Enquanto isso, a engrenagem que aprisiona Prudente gira sem parar:

    • 20 novos cargos de confiança para apadrinhados da Câmara e Prefeitura — R$ 200 mil/mês;
    •  Aumento de salários e cadeiras aprovado na surdina;
    •  Morte anunciada da Prudenco, abrindo caminho para contratos milionários .

Até quando Prudente será refém de um sistema que protege a si mesmo — e não a população que o sustenta?

E quem mais lucra com esse pacto que cala quem deveria ajudar a moralizar?

A Trombeta é conduzida por cidadãos conscientes, unidos por um único propósito: fazer o certo prevalecer em Prudente.

Fonte: Retransmissão de Grupos de Whatss App.

AUTORIDADES FAZEM E O MERCADO PAGA

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Nem sempre foi assim, mas hoje em dia autoridades falam o que querem. Fazem o que querem. Quando, eventualmente, ocorre alguma reação poderosa, essas mesmas autoridades transferem despudoradamente para o setor privado e para a população (atores que efetivamente fazem o país) o ônus de suas atitudes. Modelo: eu faço e você paga.

A retórica eleitoral da “humilhação” ou da “soberania” não permite a conjugação do verbo recuar. Recuar nem pensar! Ato considerado vergonhoso, ainda que implique em colocar em risco a economia da nação.

Na busca por saída honrosa, o governo brasileiro tem procurado socorro nos países dos BRICS, sem encontrar ressonância. China, Índia, Indonésia, África do Sul, entre outros, estão individualmente em negociação ou já firmaram acordo com os EUA. Improvável que um grupo informal se manifeste coletivamente sobre medida imposta pela nação economicamente mais poderosa.

Assim, o mercado brasileiro recebeu de presente e tem hoje nas mãos uma bomba de efeito retardado que não desenhou, não produziu, transformada rapidamente em seu maior problema.

A imposição, pelos EUA, de uma tarifa adicional de 40% é atualmente inegociável por decisão unilateral das autoridades brasileiras, que não se dispõem a reavaliar conceitos, a rever decisões, a aceitar divergências.

Sabemos, ainda, que as provocações partiram daqui motivo pelo qual as causas do tarifaço não estão nos EUA. Estão aqui no Brasil.

Sem explícito apoio internacional, as autoridades brasileiras instituíram o paliativo Programa de Contingências, com a finalidade de manter artificialmente a competitividade de alguns produtos pela compensação tributária ou pelo instrumento do subsídio, decisão que produz alívio temporário, mas onera o contribuinte.

Assim, diante de tanta incerteza, o pragmatismo sugere para a indústria exportadora brasileira a maximização na captação dos recursos ofertados pelo Programa de Contingências.

Mesmo porque não há solução à vista.

"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA - seus editores e colaboradores - que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por qualquer erro, omissão ou imprecisão."

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SUGESTÃO DE LEITURA: O MUNDO ESTÁ ACABANDO E A CULPA É NOSSA https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-mundo-esta-acabando-e-a-culpa-e-nossa/

O MUNDO ESTÁ ACABANDO – E A CULPA É NOSSA!

O MUNDO ESTÁ ACABANDO – E A CULPA É NOSSA!

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Ainda dá tempo de mudar

O mundo não vai acabar por causa das guerras, das pandemias ou dos desastres naturais. O fim do mundo só acontecerá quando o Criador assim decidir. Enquanto isso, seguimos aqui: vivos, respirando, caminhando nesta terra que insistimos em magoar.

A verdade dura é que já estamos destruindo nosso planeta; não com bombas ou armas, mas com nossas próprias atitudes. Um lento e silencioso suicídio coletivo, embalado pelo egoísmo, pela inveja e pela ganância. Uma obsessão doentia por vencer a qualquer custo, mesmo que isso custe a dor do outro.

A vida se tornou uma corrida cega. Uma busca incessante por vaidades: “likes”, “status”, beleza, dinheiro e poder. Tudo é passageiro. Nada disso nos acompanhará no fim da estrada, onde seremos apenas o que realmente somos.

No fim das contas, não levaremos conosco carros luxuosos, casas, joias, diplomas, seguidores nas redes sociais, cargos ou posições. Não será o advogado, juiz, médico ou enfermeiro que nos salvará. Nem tão pouco o prefeito, nem o governador, nem o presidente.

A única bagagem que levaremos será a essência do que somos, as atitudes que tivemos, o amor que praticamos e as marcas que deixamos nas vidas que tocamos.

A vida é curta demais para continuarmos presos ao círculo vicioso do ódio.

Nosso mundo interior está morrendo, sufocado pela falta de humanidade. E ainda assim, a esperança permanece: ainda dá tempo de mudar.

 

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SUGESTÃO DE  LEITURA: O MUNDO POLÍTICO ADOECEU

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O MUNDO POLÍTICO ADOECEU

O QUE SUA EMPRESA PRECISA, SERÁ LANÇADO EM SETEMBRO

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DIVULGAÇÃO

 

Metodologia inédita para as necessidades reais das organizações

Em setembro, será lançado o livro Planejamento e Gestão Estratégica, trazendo uma abordagem inovadora para empresas de qualquer porte ou setor. Com base nos princípios da Inteligência Artificial e no cenário das organizações exponenciais, a obra integra duas metodologias exclusivas: o Planejamento Estratégico Reverso e a Gestão Reversa.

Aplicação prática em empresas e treinamentos

O conteúdo foi desenvolvido para uso direto no dia a dia corporativo e também em cursos e seminários oferecidos pelo Instituto Latino, coordenados pelo autor Hélio Mendes. A publicação estará disponível na Amazon.

Superando a gestão fragmentada

Hoje, a maioria das organizações trabalha com estilos de gestão desconectados. A proposta deste livro é apresentar um modelo unificado, que promove a integração entre áreas, fortalece a visão sistêmica e alinha estratégia e operação.

Um guia prático para líderes e equipes

Mais do que conceitos, a obra entrega ferramentas para a transformação organizacional, baseadas em experiências consolidadas em multinacionais e empresas brasileiras de destaque internacional.

 

Hélio Mendes

Hélio Mendes é palestrante, consultor empresarial e político, autor dos livros Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Conselheiro formado pelo IBGC, foi Secretário de Planejamento e Meio Ambiente em Uberlândia/MG.

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O MUNDO POLÍTICO ADOECEU

CÂNCER DE INSTESTINO:HARVARD REVELA ALIMENTO QUE PROTEGE CONTRA A DOENÇA

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Câncer de intestino: Harvard revela alimento que protege contra a doença© AnatomyInsider/DepositPhotos
SAÚDE

Câncer de intestino: Harvard revela alimento que protege contra a doença.

O iogurte é conhecido por ser um aliado da saúde intestinal, ajudando no equilíbrio da flora, na digestão e até na saciedade. Agora, pesquisadores de Harvard e do Mass General Brigham descobriram que o consumo frequente desse alimento pode estar associado a um menor risco de desenvolver câncer de intestino.
Como o iogurte pode proteger contra a doença?

De acordo com o estudo, publicado na revista científica Gut Microbes, a proteção ocorre por meio de mudanças no microbioma intestinal.

Os pesquisadores analisaram dados de grandes estudos que acompanharam participantes por décadas e perceberam que aqueles que consumiam duas ou mais porções de iogurte por semana tinham uma taxa menor de câncer colorretal positivo para Bifidobacterium.

Essa espécie de bactéria, presente no iogurte, foi encontrada nos tumores de aproximadamente 30% dos pacientes com câncer colorretal.

Os pesquisadores notaram que a presença do Bifidobacterium estava ligada a um tipo específico da doença, e o consumo de iogurte pareceu reduzir o risco desses tumores. O câncer de cólon proximal Bifidobacterium-positivo ocorre no lado direito do cólon.

Alerta dos estudiosos

Os pesquisadores ressaltam que, apesar das evidências promissoras, mais estudos são necessários para confirmar essa relação.

Apesar disso, Tomotaka Ugai, coautor sênior do estudo, reforça a importância da descoberta: “Há muito tempo acredita-se que iogurte e outros produtos lácteos fermentados são benéficos para a saúde gastrointestinal. (…) Nossas novas descobertas sugerem que esse efeito protetor pode ser específico para tumores Bifidobacterium-positivos.”

O estudo acrescenta mais um elemento à crescente evidência de que a dieta tem um papel fundamental na saúde intestinal e no risco de doenças graves, como o câncer colorretal.

Embora o consumo de iogurte possa ser um fator positivo para a saúde intestinal, os especialistas destacam que ele deve fazer parte de um estilo de vida equilibrado, que inclua uma alimentação saudável, prática de exercícios e acompanhamento médico regular.

Fonte:  História de Caroline Vale | https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/c%C3%A2ncer-de-intestino-harvard-revela-alimento-que-protege-contra-a-doen%C3%A7a/ar-AA1zI3Yv?ocid=msedgdhp&pc=U531&cvid=6889103af2094f488e58d0bbcb2119be&ei=13

Divulgação: Revista Diária | Aluizio Torrecillas

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MINISTÉRIO DA SAÚDE ALERTA SOBRE RISCOS DA ÁGUA SANITÁRIA

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Ministério da Saúde alerta sobre riscos da água sanitária. (Foto: Bruna Linck/Divulgação)

Mistura de água sanitária com outros produtos pode liberar gases tóxicos e causar acidentes, especialmente em ambientes fechados.

 

O Ministério da Saúde fez um alerta sobre riscos de misturas com água sanitária e outros produtos. A divulgação foi feita depois da morte de um homem de 31 anos, em Minas Gerais, e uma mulher de 63, em Goiás, que morreram após lavar banheiros com o produto.

Em nota diz que a combinação da água sanitária com outros produtos pode gerar danos á saúde. “Muita gente pensa que está só ‘caprichando’ na limpeza, mas misturar a água sanitária com outros produtos ou com água quente pode liberar vapores tóxicos e perigosos à saúde”, diz a pasta.

O principal composto da água sanitária, o hipoclorito de sódio, reage com ácidos, como o vinagre, desinfetantes, limpa-pisos ou amoníacos, e libera gases tóxicos. Mesmo sem misturar com outros produtos, o risco ainda existe quando não há ventilação adequada.

Os gases podem se acumular no ar e são facilmente inalados por quem está fazendo a limpeza. Intoxicações desse tipo acontecem de forma silenciosa e rápida, dificultando a percepção dos primeiros sinais de alerta. Em questão de minutos, a exposição pode desencadear sintomas graves e em casos extremos, levar à morte.

Principais sintomas de intoxicação por água sanitária

    • Tontura.
    • Náusea.
    • Tosse.
    • Dificuldade para respirar.
    • Irritação nos olhos, nariz e garganta.

Como manusear água sanitária com segurança?

O ideal é diluir a água sanitária antes do uso e jamais misturá-la com vinagre, desinfetantes ou outros produtos. Também é importante abrir portas e janelas para garantir a circulação de ar durante o uso do produto.

A limpeza deve ser feita de forma rápida e com equipamentos de proteção, como luvas de borracha, óculos, avental impermeável e máscara, que, apesar de não serem comuns, são essenciais para evitar queimaduras e a inalação dos gases. Além disso, o rótulo dos produtos deve trazer as recomendações do fabricante e é importante que seja seguido com atenção.

Homem segurando produto de limpeza no mercado.

A água sanitária age como um oxidante, liberando átomos de oxigênio que reagem com as moléculas dos microrganismos

Como manusear água sanitária com segurança?

O ideal é diluir a água sanitária antes do uso e jamais misturá-la com vinagre, desinfetantes ou outros produtos. Também é importante abrir portas e janelas para garantir a circulação de ar durante o uso do produto.

A limpeza deve ser feita de forma rápida e com equipamentos de proteção, como luvas de borracha, óculos, avental impermeável e máscara, que, apesar de não serem comuns, são essenciais para evitar queimaduras e a inalação dos gases. Além disso, o rótulo dos produtos deve trazer as recomendações do fabricante e é importante que seja seguido com atenção.

Fontes de pesquisa: Agência GBC e Metrópoles

DIVULGAÇÃO: Revista Diária | Aluizio Torrecillas

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SUSGESTÃO DE LEITURA: OS ALIMENTOS SÃO REMÉDIOS E O INTESTINO SABE RECONHECER ISSO.
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COOPERATIVAS: O POTENCIAL ESTRATÉGICO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

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ARTIGO

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Muito além de um modelo de negócios

O modelo cooperativista não é apenas uma alternativa de negócios; é, em muitos setores, uma das estruturas mais promissoras. Como consultor e produtor cooperado há mais de trinta anos, posso afirmar: as cooperativas possuem um enorme potencial a ser explorado com o uso da Inteligência Artificial (IA).

Inteligência que se alimenta de dados

Se os humanos se alimentam de comida, a IA se alimenta de dados. Ao transformar dados em informações estratégicas, ela permite que os gestores abandonem o “achismo” e tomem decisões com segurança e precisão.

Ecossistemas prontos para a inovação

As cooperativas, na prática, são verdadeiros ecossistemas. Elas concentram grandes bases de dados, ricas e acessíveis, que, quando mineradas e estruturadas com IA, geram inteligência em tempo real. Isso potencializa a tomada de decisão e fortalece o planejamento de longo prazo.

Um modelo de gestão único

Outro diferencial é que a cooperativa lida com dois públicos: os cooperados, que fornecem os produtos, e os clientes finais. Além disso, seus fornecedores  muitas vezes com presença internacional  podem compartilhar dados estratégicos, permitindo análises preditivas e planos consistentes.

O valor real da IA para o cooperativismo

O maior valor da IA está em sua capacidade de identificar tendências e comportamentos  tanto de cooperados quanto de clientes —, tornando o modelo de gestão mais dinâmico e garantindo rentabilidade para todo o ecossistema cooperativo.

Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político, autor dos livros Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Conselheiro certificado pelo IBGC e ex-Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.
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NEGOCIAÇÃO OU NEGOCIAÇÃO

NEGOCIAÇÃO OU NEGOCIAÇÃO

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Na realidade, a expansão da globalização no século XXI eliminou fronteiras na redução dos custos produtivos, impulsionou produtividades, porém criou efeitos colaterais estimulantes do protecionismo, permitindo distorções indesejáveis. Os EUA, por exemplo, dominavam o comércio global no ano 2000, com cerca de US$ 2 trilhões.

 

PARTICIPAÇÃO DOS EUA E DA CHINA NO COMÉRCIO GLOBAL

Um quarto de século depois, os EUA multiplicaram por 2,6 sua participação no comércio global, atingindo US$ 5,3 trilhões, enquanto a China, no mesmo período, assumiu a liderança ao multiplicar sua participação no comércio global por 15 e atingir US$ 6,2 trilhões, em 2024. Quadro impactado por diversos fatores, entre os quais se sobressai uma desmedida imposição de tarifas de importação, em proteção às produções locais.

Tendo como alvo o mencionado desequilíbrio tarifário, as medidas impostas pelos EUA formatam uma nova ordem comercial, calibrando os impostos de acordo com a assimetria existente com cada país, ao mesmo tempo em que exercita a debilidade da Organização Mundial do Comércio – OMC e revitaliza o bilateralismo.

As exportações brasileiras nesse primeiro quarto de século revelam com clareza a estreita relação do comércio exterior brasileiro com o reposicionamento geopolítico nacional. Ainda que, nesse período, os EUA e União Europeia tenham triplicado suas demandas, a China multiplicou por 85 sua demanda por produtos brasileiros.

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS PARA PAÍSES E BLOCOS ECONÔMICOS SELECIONADOS

2000 A 2024

Os EUA, por sua vez, mesmo triplicando suas demandas foram superados pela União Europeia, consequência de um progressivo distanciamento político.

Em que pese as exportações brasileiras para os EUA tenham se desacelerado, não surpreende o fato de a maior tarifa ter sido destinada ao Brasil, especialmente pela explícita divergência do governo brasileiro (apoio público à candidata derrotada nas eleições passadas para Presidência da Repúblicados EUA, insistência em desdolarizar o comércio global e aproximação política/ideológica com governos reconhecidamente autoritários, entre outras).

A estratégia adotada pelo Brasil escalou a dimensão política (com limitados objetivos domésticos) e alavancou a tarifa para 50% (a maior tarifa imposta pelos EUA), culminando com o fechamento de todos canais de comunicação indispensáveis à negociação. Resultado: não há isenção até agora definida pelo governo dos EUA, que não tenha sido por exclusivo interesse próprio. Consequentemente, restou ao governo brasileiro, como única alternativa para salvar empreendimentos e empregos, desenvolver programa de suporte financeiro (subsídios, reintegra, crédito, compra governamental, créditos tributários, etc.), aos setores alcançados pelas tarifas. Programa, ainda em gestação, porém sob perigosa pressão da descontrolada crise fiscal.

Não há dúvida de que o cenário estabelecido a partir de hoje é grave, com perspectivas de estagnação devastadora pela impossibilidade da imediata substituição do mercado consumidor norte-americano e pela terminante recusa do governo dos EUA em negociar.

Em resumo, há uma ameaça a economia brasileira a requerer soluções, não se identificando eficácia além da emergencial negociação.

Por último, mas não menos importante, o perfil das exportações brasileiras deixa claro a elevada concentração do comércio exterior brasileiro no mercado chinês, o que pode representar considerável risco em uma eventual divergência política/comercial, potencialmente capaz de produzir desastre econômico de magnitude ainda maior do que a atual crise com os EUA.

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GERAÇÃO ANALÓGICA VERSUS DIGITAL

BOLSONARO SOB TORNOZELEIRA E AS CONSEQUÊNCIAS NA GEOPOLÍTICA

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Imagem: Pixabay.com
CRÔNICA
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O silêncio na casa de Jair Bolsonaro, agora sob prisão domiciliar, ecoava para além das fronteiras brasileiras. A tornozeleira eletrônica no tornozelo do ex-presidente não era apenas um símbolo de sua nova realidade, mas uma mancha na paisagem política da América Latina, que logo chamou a atenção da direita americana.

Nos gabinetes de Washington, a notícia foi recebida como um desrespeito ao Estado de Direito. Os Estados Unidos, que durante o governo Trump mantiveram uma relação próxima com o Brasil de Bolsonaro, agora observavam com apreensão o desenrolar dos acontecimentos. A narrativa de que Bolsonaro teria liderado um golpe era, para a direita americana, uma perseguição política sem respeitar o Estado de Direito e muito menos a Constituição.

A prisão domiciliar de Bolsonaro, orquestrada por Alexandre de Moraes, é vista por analistas americanos como uma jogada de xadrez de alto risco no campo diplomático. A arbitrariedade e a falta de um devido processo legal nas decisões de Moraes, que pareciam violar os direitos humanos, geram um alerta. A democracia brasileira não estaria sendo desmantelada não por um falso golpe militar, mas por um golpe judicial. A relação entre os dois países, antes sólida, agora está sob forte tensão. A ascensão de um poder judicial que parecia atropelar as garantias constitucionais em nome da “defesa da democracia” gerou um debate intenso.

A direita americana, liderada pelo Presidente, Donald Trump, condenou abertamente o que considerava uma perseguição política. Em um discurso, Trump se referiu a Bolsonaro como um “patriota” e a Moraes como um “juiz radical de esquerda” que estava usando a justiça como uma arma para eliminar a oposição. A voz de Trump, amplificada pelas redes sociais, encontrou eco em setores da direita americana, que viam na situação de Bolsonaro um aviso do que poderia acontecer nos Estados Unidos.

A esquerda americana, por sua vez, apoiava as ações de Moraes. Para eles, o juiz era um herói que estava salvando a democracia de um “fascista”. A narrativa de golpe, que no Brasil serviu de pretexto para a prisão, nos Estados Unidos serviu para justificar o que, para muitos, era uma violação dos direitos humanos.

A polarização do cenário político americano, assim, se refletiu na análise da situação brasileira, com cada lado interpretando os fatos de acordo com seus próprios interesses.

A grande imprensa brasileira continua exercendo um jornalismo extremamente parcial e militante a favor desses absurdos jurídicos. Que falta vai fazer o jornalista falecido recentemente, J.R. Guzzo com sua coragem de exercer o verdadeiro jornalismo. As consequências dessa arbitrariedade de Moraes está gerando cada vez mais tensões desnecessárias e perigosas.

A relação entre Brasil e Estados Unidos, antes baseada em interesses comerciais e políticos, agora estaria sob a sombra de um novo fator: o questionamento da estabilidade e da legalidade das instituições brasileiras.

A prisão domiciliar de Bolsonaro, que parecia ser uma vitória da democracia, poderia se transformar em um precedente perigoso. O uso do poder judiciário para silenciar a oposição, a violação de direitos humanos e a arbitrariedade nas decisões de Moraes, tudo isso seria observado com atenção por Washington. E a próxima crise, no Brasil ou na América Latina, poderia levar a uma intervenção americana, não militar, mas diplomática e econômica, em defesa dos direitos humanos e da estabilidade democrática.

A prisão de Bolsonaro, para os republicanos e para o Presidente Trump, não é mais um caso isolado. É um sinal de que a democracia brasileira está sendo usada de maneira unilateral em favor de uma ditadura de toga liderada por Moraes.

E no xadrez da geopolítica, o peão Bolsonaro, sob a caneta de Moraes, poderá se tornar a rainha de um novo jogo de poder.

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GEOPOLÍTICA IGNORADA CUSTA CARO