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MAGAL E RENAN: A DUPLA IMBATÍVEL DAS AREIAS

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O sol causticante beijava a orla, dourando a areia e aquecendo a paixão que pulsava na praia. Magal e Renan, dois nomes que ecoavam como lendas no reino do futebol de areia e futevôlei, preparavam-se para mais um duelo épico.

Magal, com seus cabelos revoltos e sorriso maroto, era a personificação da ginga. Seus pés, abençoados com a magia do drible, conduziam a bola com a leveza de uma pluma, deixando os adversários desnorteados. Renan, com seu olhar calmo e concentrado, dava um leve toque de cabeça driblando no ar seu adversário. A magia e a arte com os pés faziam de Renan o Pelé do futvoley.

A dupla, forjada nas areias eram um símbolo de requinte com a bola nos pés. O amor pelo esporte, era a síntese perfeita da técnica e da força. Magal, com sua habilidade inigualável, criava jogadas geniais, enquanto Renan, com seus toques mágicos finalizava com maestria.

O público, extasiado, acompanhava cada lance com o coração na ponta dos pés. Os gritos de incentivo se misturavam ao som das ondas, criando uma sinfonia que embalava o espetáculo.

Magal e Renan, como dois bailarinos em perfeita sintonia, desfilavam sua arte na areia. Os dribles desconcertantes de Magal, os lances precisos de Renan, os voleios acrobáticos de ambos, tudo se encaixava em um mosaico de beleza e emoção.

O jogo se desenrolava em um ritmo alucinante, com viradas espetaculares e defesas milagrosas. Magal e Renan, incansáveis, lutavam por cada ponto, cada centímetro de areia, cada gota de suor.

No final, a dupla imbatível, cada qual no seu esporte, ergueram os braços em triunfo, celebrando mais uma vitória. O público, em êxtase, aplaudia de pé, reconhecendo a grandeza daqueles dois craques que, com seus pés e corações, escreviam seus nomes na história do futebol de areia e futevôley.

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OS MAIORES GENERAIS DA HISTÓRIA

O QUE GOVERNOS, EMPRESÁRIOS E CIDADÃOS DEVEM APRENDER COM DONALD TRUMP

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Com planejamento estruturado, estratégia, uma equipe eficiente e coragem, é possível realizar em 43 dias o que normalmente levaria quatro ou oito anos. Isso significa trazer o futuro para o presente, agir com rapidez e eficiência. Um exemplo brasileiro dessa abordagem foi Juscelino Kubitschek.

Trump priorizou o bom senso e focou no essencial, atendendo aos anseios da maioria dos americanos. Em tempos difíceis, destacou que são necessários sacrifícios e que não há espaço para distrações. Sua liderança mostrou a importância de sonhar grande e tomar decisões corajosas, mesmo sob alto risco. Seu discurso foi direcionado ao povo americano, mas também enviou um recado ao mundo.

Entre os pilares estratégicos de seu governo, destacou a eficiência, a competência e a liberdade — valores fundamentais para construir uma grande nação, mas pouco enraizados na cultura brasileira. Governos precisam focar em resultados e em fortalecer a economia, ao invés de desperdiçar recursos.

Trump criticou duramente o governo anterior, que, segundo ele, geriu o país de forma patrimonialista, acolheu imigrantes sem critérios, permitiu o avanço do crime organizado e distribuiu recursos americanos pelo mundo sem responsabilidade. Infelizmente, essa realidade também se reflete no Brasil.

Suas atitudes mostram que a agenda de governo deve ser mais importante que qualquer candidato. Ele prometeu reduzir impostos para estimular o crescimento econômico, algo que falta no Brasil. Os brasileiros, donos de um país continental, certamente gostariam de ter líderes corajosos, honestos e comprometidos com a liberdade, a competência e a defesa dos valores nacionais.

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IA NA VIDA PESSOAL E NOS NEGÓCIOS – A MEIA VERDADE

O QUE SOMOS? O QUE QUEREMOS? O QUE ACREDITAMOS?

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Acredito que o crescimento humano é fruto de questionamentos e críticas. Fruto de erros e acertos. Entre fracassos e vitórias vamos caminhando numa busca incessante da nossa evolução humana.

Nossos olhares estão fatigados de ver a imoralidade vencer. A dificuldade em combater a hipocrisia e o cinismo são os desafios que devemos enfrentar. Fico abismado de ver de como a natureza humana é complexa, ambígua e contraditória. Falta um espírito mais crítico, mais indignação, mais coragem de lutar contra a nossa própria hipocrisia e cinismo.

Nossa liberdade de expressão está aprisionada acorrentada pelo medo. Nossa imprensa lamentávelmente perdeu sua identidade. Seus interesses comerciais estão além do seu propósito que é lutar pela verdade sem medo. Nosso judiciário se vestiu de injustiças rasgando a Constituição e os direitos de defesa. Nossa corte maior é comandada por um homem que se julga supremo, acima da lei e da ordem. Nossos políticos são patéticos e lamentáveis. Infelizmente é o retrato da sociedade.

Não existe governos corruptos sem uma sociedade corrupta. A miséria se transformou num instrumento de controle, transformando os votos em votos de cabresto. O assistencialismo se tornou um populismo barato. Nossa Democracia serve a uma elite egoísta e ambiciosa. Nosso capitalismo só serve aos amigos do Rei. Nosso modelo federativo é injusto.

Precisamos de pensamentos livres e críticas contundente nas instituições sociais e políticas de nossa época. Defendemos a honestidade como principio moral básico, mas votamos em corruptos. Uma incoerência sem igual. Os interesses pessoais falam mais alto do que os interesses coletivos. Viramos torcedores de arquibancadas onde estamos assistindo um jogo sem juiz, sem alambrado e sem bandeirinhas. Um jogo de cartas marcadas.

O escritor americano Mark Twain disse: “Sempre faça o certo. Isso vai gratificar algumas pessoas e surpreender o resto.” Nós não estamos sendo donos do nosso destino e muito menos capitães da nossa alma. O que queremos? O que somos? O que acreditamos?

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OS MAIORES GENERAIS DA HISTÓRIA

 

IA NA VIDA PESSOAL E NOS NEGÓCIOS – A MEIA VERDADE

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Imagem gerada por IA

IA, apesar de não ser tão nova como muitos pensam, pois começou em 1950 com Alan Turing, tornou-se uma ferramenta de massa com o ChatGPT, lançado em novembro de 2022. No entanto, isso não foi o marco de uma nova era, mas de um novo mundo, tanto no âmbito pessoal quanto nos negócios.

A maioria das pessoas já utilizava a IA e desfrutava de seus benefícios sem saber. Exemplos não faltam: a Netflix recomendando filmes e adaptando a capa de acordo com o gosto do usuário, o TikTok sugerindo conteúdo personalizados, a Alexa oferecendo vários serviços e a internet tornando as pessoas dependentes já aos cinco anos de idade, moldando suas vidas. O mais impactante e perigoso é que a IA está formando uma nova geração de consumidores e padronizando comportamentos de acordo com sua ideologia.

A facilidade de usá-la no plano pessoal induz à falsa ideia de que será igualmente fácil utilizá-la nos negócios. Isso é uma meia verdade. Para aproveitá-la de forma plena, são necessárias grandes equipes, uma cultura de dados e investimentos significativos, algo acessível apenas para grandes corporações. Para organizações que estão há muito tempo no mercado, o desafio é ainda maior e proporcional ao seu tempo de existência: quanto mais tempo, maiores as dificuldades. Mudar o modelo mental e romper com práticas de gestão consolidadas por décadas exigirá uma verdadeira reengenharia. A maioria das empresas se encontra nesse grupo.

Uma certeza existe: a IA é acessível para todos no plano pessoal, mas não de forma plena para todas as organizações. Como em qualquer inovação, ela representa ameaças para uns e oportunidades para outros, e ninguém está imune aos seus benefícios e “malefícios”. A grande questão é: estamos usando a IA ou ela está nos usando? E o mais relevante: ela está apenas começando.

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OS DESAFIOS DE CRIAR E MANTER UMA EMPRESA EM TEMPOS DE TRANSFORMAÇÃO GLOBAL

 

 

A FUTURA FAVELA DE IBICUÍ

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Não há solução. Entra administração, sai administração e a decadência que se instalou em Ibicuí ganha força.

Praia de belezas naturais e moradores simples e hospitaleiros é invadida nos feriadões, o que não falta no Estado do Rio de Janeiro, transformando suas ruas em estacionamento de dimensões incompatíveis com sua capacidade e em músicas acima dos decibéis permitidos por lei. Uma bagunça generalizada que ocorre pela falta de fiscalização, decorrente, por sua vez, do abandono a que Ibicuí foi condenada pelas administrações municipais.

Dessa vez ainda houve o engodo do controle no acesso à Ibicuí. Houve distribuição de panfletos orientando os visitantes sobre o que é proibido, mas a ausência de fiscalização eliminou o alerta. Para acessar Ibicuí havia, por mais incrível que possa parecer, um aparato de controle para permitir a entrada de moradores e de um número limitado de visitantes.

Sem rigor nas avaliações, os documentos eram mal comparados com os comprovantes de residência, transformando a verificação em uma farsa. Para piorar, esse “controle” só existia pela manhã, deixando descontrolado o acesso à Ibicuí na parte da tarde.

O resultado foi mais do mesmo. Elevada probabilidade de falta d’água, de falta de energia, ganhos para alguns poucos e enorme desconforto e baixa qualidade de vida para o morador de Ibicuí, aquele que vota e paga o IPTU.

A favelização de Ibicuí continua de vento em popa. Tudo como dantes no quartel de Abrantes.

DECIFRANDO O MISTÉRIO DA SIGLA COP-CDB

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Por Afonso Celso Candeira Valois.

De acordo com Valois (2005), a Conferência das Partes (COP), é o órgão supremo decisório no âmbito da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB).

As reuniões da COP são realizadas a cada dois anos em sistema de rodízio entre os continentes.

Trata-se de reuniões de grande porte que contam com a participação de delegações oficiais dos 188 membros da Convenção (187 países e 1 bloco regional), observadores de países não associados, representantes dos principais organismos internacionais (incluíndo órgãos das Nações Unidas), organizações não governamentais, organizações acadêmicas, midia e demais observadores.

Cada reunião da COP dura duas semanas, já tendo sido realizas 29 CPO, onde, por exemplo, destaca-se a COP 7, que foi realizada em Kuala Lumpur (Malásia), em fevereiro de 2004, onde a delegação brasileira foi bastante atuante, inclusive com a participação do autor deste singelo texto.

Neste sentido, foram obtidos resultados significativos em proveito do Regime Internacional sobre recursos genéticos e de outras iniciativas relevantes de desdobramento, como a própria Reunião de Nagoya (Japão), onde o Brasil voltou a participação de realce, inclusive mostrando metas relevantes assumidas em evento anterior.

O extenso artigo elaborado e divulgado por Afonso Celso Candeira Valois (citação bibliográfica, em apenso), de maneira didática, apresenta os principais passos da COP-CDB, com o intuito de um singelo oferecimento técnico-cientifico, incluíndo um glossário bem condizente, como subsídio a COP 30, prevista para ser realizada em Belém (PA), em novembro deste ano de 2025.

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A grande necessidade mundial de preservar (deixar como se encontra) e conservar (utilizar sem destruir), com a inclusão social, é imperativo no trato dessa preciosa herança doada pela natureza, que é a biodiversidade, em proveito das populações atuais e futuras diante de um mundo com rápidas transformações.

Isto remete para uma adequada sistematização do acesso aos recursos genéticos, repartição justa e equitativa dos benefícios oriundos do uso e justiça aos conhecimentos tradicionais associados, na qualidade de medidas complementares a sustentabilidade da biodiversidade e dos recursos genéticos de plantas, animais e microrganismos.

A visão plausível é de que as populações futuras não apenas serão legítimas herdeiras das populações atuais, mas que estas são suas fiéis arrendatárias, e se a diversidade biológica não for bem cuidada, os descendentes nada terão para herdar.

Na dimensão mundial e nacional está delineadas uma clara visão atual e estratégica de futuro quanto ao acesso organizado aos recursos genéticos e demais vantagens comparativas na medida em que no Brasil, o Conselho da Gestão do Patrimônio Genético (CGEN) e dos demais colaboradores vêm se esforçando para o bom cumprimento da nobre missão confiada, ao passo que a CDB e a FAO articulam esforços e ações integrados para a organização e colocação em prática dos seus métodos e processos complementares para regular o justo acesso e uso sustentável dos recursos genéticos, com os reconhecimentos adequados.

As informações e instruções delineadas nesta síntese conduzem a que os usuários sejam bem orientados no sentido do aumento dos conhecimentos disponíveis e nuances das suas aplicações.

Isto no referente a forma de comportamento diante das possibilidades de acesso a recursos genéticos de maneira legal e transparente, comprometido com o uso sustentável e proteção do meio ambente, considerando a adequação de um enfoque sistêmico.
Nesse processo de orientação quanto ao acesso aos recursos genéticos não só os usuários devem estar conscientes quanto aos seus deveres e direitos, como também os provedores desses recursos e dos conhecimentos associados devem ser bem orientados quanto aos seus diretos e deveres para que tenham a devida consciência quanto às oportunidades e vantagens comparativas em disponibilização.

A conscientização pública desse muito importante processo também deve ser enfatizada, como forma da socialização da informação, diante de uma população carente de conhecimentos quanto à conservação e uso sustentável da biodiversidade.

BIBLIOGRAFIA
Valois, ACC. Acesso aos Recursos Genéticos e Repartição dos Benefícios: uma visão atual e de futuro. In Lima, Maria da Cruz (Organizadora). Recursos Genéticos de Hortaliças: riquezas naturais. São Luís. Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), 2005, 190 p. Páginas 15-77. Capítulo 1.

 

* Afonso Celso Candeira Valois. Engenheiro Agrônomo, mestre em Genética e doutor em Genética. Pós-doutorado na Universidade do Estado do Novo México (EUA) em genética e biotecnologia de plantas. Pesquisador aposentado da Embrapa.

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O HOMEM QUE DESCOBRIU O PLUTÃO

OS DESAFIOS DE CRIAR E MANTER UMA EMPRESA EM TEMPOS DE TRANSFORMAÇÃO GLOBAL

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Imagem gerada por IA

Criar e manter uma empresa em épocas passadas, quando a demanda era igual à oferta, a concorrência era baixa, o foco estava apenas no mercado interno e tínhamos uma economia fechada com governos controladores, bastava gerenciar a produção. Esse mundo dos negócios não existe mais.

Praticado ainda por governos que, ao aumentarem as despesas, recorrem à caneta para elevar taxas e impostos, esse modelo não tem mais sustentação. Por falta de competência e, em alguns casos, de vontade política, não fazem uma gestão eficiente.

A dinâmica empresarial tem mudado em uma velocidade que a maioria das organizações não tem conseguido acompanhar. Não estamos mais vivendo uma nova era a cada década, mas sim um novo mundo.

Os planejamentos estratégicos, que antes consideravam apenas as mudanças do setor e tinham como referência o cenário nacional, já não permitem mais definir metas realistas como antes. Em razão da globalização e das novas tecnologias, a maioria das empresas não possui uma estratégia de longo prazo.

A aposta está nas organizações formarem equipes com visão sistêmica para compreender o que acontece no mundo, e não apenas em seu setor. No entanto, esse é um grande desafio no Brasil, onde o nível de leitura é baixo e a economia é sustentada por produtos de baixo valor agregado, o que não estimula as pessoas a desenvolverem uma visão global. O cenário tem melhorado, mas ainda não o suficiente para que o país deixe de ser periférico.

A mudança acontecerá nos próximos anos em razão dos recursos naturais que possuímos, mas não será controlada pelos brasileiros. Esse processo já está em andamento há alguns anos e tem se acelerado exponencialmente na última década. Vale lembrar que, para controlar um país, basta controlar sua economia. Para evitar que isso ocorra em uma amplitude indesejável, é fundamental fortalecer as instituições nacionais.

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NUNCA DESPERDICE UMA CRISE

OS MAIORES GENERAIS DA HISTÓRIA

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A história da humanidade é marcada por conflitos e guerras, e em meio a esses embates, surgiram figuras que se destacaram como estrategistas e líderes militares excepcionais: os maiores generais da história.

Liderança e Estratégia

Esses homens, dotados de inteligência, coragem e visão estratégica, foram capazes de conduzir seus exércitos à vitória em batalhas decisivas, moldando o curso da história.

ALEXANDRE, O GRANDE

Entre eles, destaca-se Alexandre, o Grande, que em poucos anos conquistou um vasto império, estendendo seus domínios da Grécia à Índia. Sua genialidade militar e sua capacidade de liderar seus soldados em terras distantes e hostis o consagraram como um dos maiores conquistadores de todos os tempos.

JÚLIO CÉSAR

Outro general que deixou sua marca na história foi Júlio César. Líder militar e político romano, César expandiu os domínios de Roma, conquistando a Gália e estabelecendo as bases para o Império Romano. Sua inteligência, sua habilidade de comando e sua capacidade de inspirar seus soldados o transformaram em uma figura lendária.

ANÍBAL

Aníbal, o general cartaginês, é lembrado por sua ousadia e sua genialidade tática. Durante a Segunda Guerra Púnica, Aníbal liderou seu exército em uma épica travessia dos Alpes, surpreendendo os romanos e infligindo-lhes pesadas derrotas. Sua estratégia inovadora e sua determinação em desafiar o poder de Roma o colocaram entre os maiores generais da história.

SUN TZU

A arte da guerra foi objeto de estudo e reflexão ao longo dos séculos, e um dos maiores legados dessa reflexão é a obra de Sun Tzu, “A Arte da Guerra”. Este tratado, escrito há mais de dois mil anos, continua a ser estudado e aplicado por líderes militares e estrategistas de todo o mundo.

Estratégias e Táticas

Sun Tzu enfatizava a importância da inteligência, da estratégia e do conhecimento do inimigo para vencer uma guerra. Seus ensinamentos sobre a importância da flexibilidade, da adaptabilidade e da capacidade de se aproveitar das fraquezas do inimigo são valiosos até os dias de hoje.

Os maiores generais da história, como Alexandre, César e Aníbal, personificaram os princípios de Sun Tzu em suas campanhas militares. Eles foram capazes de adaptar suas estratégias às circunstâncias, de explorar as fraquezas de seus inimigos e de liderar seus exércitos com inteligência e coragem.

Legado

O legado desses grandes generais transcende as batalhas que travaram e os impérios que conquistaram. Sua inteligência, sua coragem e sua visão estratégica continuam a inspirar líderes militares e estrategistas de todo o mundo.

Suas histórias nos ensinam sobre a importância da liderança, da estratégia e da capacidade de adaptação em qualquer campo de atuação.

A história dos maiores generais da história é uma fonte de inspiração e aprendizado para todos aqueles que buscam aprimorar suas habilidades de liderança e estratégia.

 

PERSIO ISAAC RD

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UNIVERSO CARIOCA DO ROY

 

NUNCA DESPERDICE UMA CRISE

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A frase “Nunca desperdice uma crise”, atribuída a Winston Churchill, destaca a capacidade de transformar adversidades em oportunidades. Churchill, um dos maiores estrategistas da história, ocupou o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido entre 1940-1945 e 1951-1955, sendo lembrado sempre que se discute estratégia.

Crises são inevitáveis e podem ocorrer em níveis setoriais, nacionais ou globais. Enquanto alguns são impactados negativamente, outros encontram novas oportunidades. Diante de um cenário desafiador, é essencial adotar uma abordagem estratégica: minimizar perdas, reposicionar-se no mercado e, em última instância, garantir a sobrevivência do negócio.

A pandemia de coronavírus exemplifica essa dinâmica: algumas empresas cresceram exponencialmente, enquanto outras desapareceram, abrindo espaço para novos modelos de negócio. No cenário internacional, conflitos geram oportunidades para indústrias específicas, como a de armamentos.
Para transformar crises em oportunidades, é fundamental contar com equipes de visão sistêmica, capazes de questionar paradigmas e reavaliar estratégias. Em um mundo cada vez mais incerto e interconectado, a adaptação não é uma escolha, mas uma necessidade. Seja bem-vindo não apenas a uma nova era, mas a um novo mundo organizacional.

 

Hélio Mendes

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ESTRATÉGIA EMPRESARIAL: O JOGO É POLÍTICO

 

MUTIRÃO DE SAÚDE REALIZA ATENDIMENTOS NO CANOAS SHOPPING

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Por: Taís Forgearini

O mutirão de atendimentos de saúde gratuitos no Canoas Shopping ocorreu neste sábado e domingo (23), das 8 às 17 horas. A ação promovida pela ONG SAS Brasil com a Prefeitura de Canoas atenderá pacientes que aguardavam por atendimentos em dermatologia (clínica e cirúrgica) e oftalmopediatria.

Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), foram encaminhados 420 pacientes da fila do sistema de saúde da cidade. Na área de dermatologia clínica e cirúrgica, foram realizadas consultas, exames clínicos e cirurgias com foco na retirada de lesões suspeitas de câncer de pele.

Já na área de oftalmopediatria foi feita a realização de exames de visão, consultas oftalmológicas e doação de óculos para crianças de 0 a 14 anos que já passaram pela triagem do Programa Saúde nas Escolas.

“Essa ação faz parte do projeto “Ver Magia”, da SAS Brasil, ele surgiu a partir das enchentes de maio de 2024. Atuamos em diversas regiões do País com atividades estruturantes para levar profissionais de diferentes especialidades médicas. A ideia é contribuir na redução das filas de pacientes, em especial, do SUS”, explica a coordenadora de comunicação da SAS Brasil, Ana Beatriz Arruda.

Ana destaca a importância de um atendimento com elementos lúdicos para as crianças. “Na área de oftalmologia, foram atendidas crianças de 0 a 14 anos. Trouxemos os exames com nomes especiais: teste das letrinhas, caverna mágica, gotinha mágica, entre outros. Quanto mais o paciente se sentir à vontade, menor será o medo da avaliação médica.”

A entrega dos óculos gratuitos será feita em até 60 dias, enfatiza a coordenadora. “Todas as crianças puderam escolher a armação de que mais gostaram. Tudo sem custo, desde o exame até a confecção do óculos. Todos os serviços da SAS Brasil contam com voluntários e empresas parceiras, que possibilitam fornecer óculos, por exemplo.”

A ação no Canoas Shopping reuniu cerca de 70 profissionais. “Na última quarta e quinta-feira também realizamos a ação em Eldorado do Sul. Ao todo, entre Canoas e Eldorado do Sul, foram realizados cerca de 2000 atendimentos.”

Primeiro óculos

Devido à ausência de um oftalmopediatra na ação realizada em Eldorado do Sul, alguns atendimentos foram transferidos para Canoas. Foi o caso da filha da Camila Rocha, a pequena Alice, 8 anos, que consultou pela primeira vez com um oftalmopediatra neste sábado (22).

“Somos de Eldorado do Sul. A Alice foi encaminhada pela escola. Ela estava apresentando dificuldade para enxergar o quadro“, conta Camila.

Outras demandas e atividades

A iniciativa também contou com demandas espontâneas, ou seja, sem a necessidade de agendamento prévio para atendimento psicológico.

O evento também contou com a distribuição de autotestes de HIV, preservativos e lubrificantes, testagem rápida de infecções sexualmente transmissíveis, auriculoterapia, Reiki, aromaterapia, musicoterapia, cadastro e atualização do CadÚnico, emissão de atestado de hipossuficiência e informações.

 

Jorn. Taís Forgearini

Fonte: https://www.abcmais.com/brasil/rio-grande-do-sul/vale-do-rio-dos-sinos/canoas/mutirao-de-saude-realiza-atendimentos-no-canoas-shopping/

Reprodução: REVISTA DIÁRIA 

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