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DESCOBRINDO A ORIGEM DAS COISAS

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DIRETO DE BARRETOS

 

DESCOBRINDO A ORIGEM DAS COISAS

Você não tem nada a perder porque neste mundo na verdade nada lhe pertence. Rico não é aquele que tem grandes posses , mas sim o que tem poucas necessidades, ensina Epíteto. Lembre-se disto quando estiverem desejando “meus sentimentos” no dia da sua partida.

TESTAMENTO PROVISÓRIO

Nesta data, analise o que conseguiu decifrar sobre a natureza da existência humana. E também se respondeu as principais questões mais fundamentais da sua história vivida. A filosofia é desvendada quando se rega as raízes da sabedoria.

BUSCA DA ESSÊNCIA

A contemplação dos modos e modas da nossa espécie gera frutos amargos e doces. Alguns maduros demais tem prazo de validade vencido. Outros verdes em demasia de imaturidade. A opção é apreciar com calma. Sendo degustado por mentes sedentas de conhecimento. Busca intensa da essência do que era semente.

ANALFABETOS FUNCIONAIS

Variedade de perspectivas e oportunidades falhas durante a maturação. A própria interpretação do que é na verdade está no foco da realidade. Ênfase no potencial humano e a importância da educação. Duas questões não priorizadas na pauta da atual geração de analfabetos funcionais. Na velocidade digital não há espaço para o pensar.

INVASÃO DE PRIVACIDADE

E as ideologias nefastas substituíram o aprendizado básico nas áreas humanas, biológicas e exatas. A origem desta letargia e invasão de privacidade de quem tem valores e princípios cristãos, está na falta de atitude de cada um. Nós não somos obrigados a ver os que se dizem diferentes como eles se enxergam. As minorias podem gritar a vontade. Mas não podem exigir que a grande maioria conservadora seja como eles. Democracia é isto. Respeito acima de tudo, Deus acima de todos.

 

Marcelo Murta
Abraços Cavalares

SUGESTÃO DE LEITURA

https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/reino-encantado-perdido-no-chao-preto/

REINO ENCANTADO PERDIDO NO CHÃO PRETO

A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO DE RESULTADOS NAS ORGANIZAÇÕES

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 Em todas as organizações, sejam privadas, públicas ou sem fins lucrativos, o sistema de avaliação de resultados e desempenho é imprescindível. Ele permite identificar correções necessárias para manter a organização ativa e utilizar plenamente seu potencial. Infelizmente, nem todas as organizações adotam esse sistema ou o realizam de forma eficaz.

As avaliações podem ser comparadas a ferramentas essenciais como o termômetro, usado pelos médicos para medir a febre de um paciente, ou o painel de um carro, que informa sobre o nível de combustível, a situação da bateria e a velocidade. Sem essas informações, o paciente pode não sobreviver, e o veículo pode parar na estrada ou ser multado por excesso de velocidade.

Nas organizações, recomendamos a realização de avaliações em diversas esferas. A mais ampla ocorre durante as revisões de planejamento estratégico, que consideram o macroambiente — com destaque para a geopolítica e o setor de atuação. Essas análises fornecem insumos para os objetivos estratégicos e para avaliações específicas de cada área, estabelecendo metas claras para equipes e gerentes. Esse processo, se mal alinhado, pode gerar prejuízos.

Essas avaliações — da empresa como um todo, de áreas específicas, equipes e gerentes — fazem parte das metodologias de planejamento estratégico e de gestão, que se complementam. Enquanto multinacionais as aplicam rigorosamente, muitas empresas nacionais não as adotam com a mesma seriedade, o que contribui para a baixa produtividade, desempenho insuficiente e aumento de casos de recuperação judicial em diversos setores.

Diante da hipercompetição e do crescente grau de incerteza, é essencial que as organizações priorizem a avaliação de resultados. Essa prática exige decisões estratégicas, muitas vezes difíceis, como o fechamento de unidades, mudanças de cidade ou até de país — ações que ainda não fazem parte da cultura de muitas empresas.

 

SUGESTÃO DE LEITURA

https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/alerta-para-as-cooperativas/

ALERTA PARA AS COOPERATIVAS

ALERTA PARA AS COOPERATIVAS

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“A fusão entre Honda e Nissan está prevista para ser finalizada até 2026. A aliança tem como objetivo enfrentar a concorrência das montadoras chinesas e atender à crescente demanda por eletrificação no setor. A fusão poderá incluir também a Mitsubishi Motors”.

O aumento do número de demissões em massa em diversos setores, com o objetivo de reestruturação organizacional, é outro alerta importante para as cooperativas nacionais. Os modelos existentes podem  não atender mais às exigências atuais.

Não há dúvidas de que o agronegócio nacional ganhará ainda mais relevância nos próximos anos, o que representa uma oportunidade. No entanto, por que consideramos que as fusões e o aumento das reestruturações são um alerta para as cooperativas? Porque todo setor de alta rentabilidade também apresenta grande atratividade, o que tende a levar à concentração de mercado. Esse movimento é agravado pelas novas tecnologias, que, apesar de facilitarem muitos processos, exigem um novo perfil de funcionários e uma gestão mais profissional, desde os conselhos até o chão de armazém.

Outro fator é que, quando se trata de commodities, há uma exigência natural de escala. As grandes organizações conseguem atender a essa necessidade com mais facilidade, o que pode levar à concentração no setor. Para se manterem competitivas nos mercados globais, as cooperativas precisarão se adaptar.

As cooperativas representam a única opção viável para pequenos e médios produtores, e até mesmo para os grandes, quando o objetivo é atender às grandes cadeias produtivas. Contudo, será necessário rever seus modelos de atuação, como já ocorre em diversos setores, o que exigirá uma significativa mudança de cultura.

SUGESTÃO DE LEITURA

https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/fatores-que-determinam-a-rentabilidade-de-uma-empresa/

FATORES QUE DETERMINAM A RENTABILIDADE DE UMA EMPRESA

FATORES QUE DETERMINAM A RENTABILIDADE DE UMA EMPRESA

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Em muitos setores da economia, é comum observar reclamações de que um elo da cadeia produtiva se beneficia mais que outro. Um exemplo recorrente é o da pecuária em comparação com os frigoríficos. Aqui, nossa análise é puramente empresarial, sem defender nenhum setor.

Antes, ao analisar uma empresa, focávamos apenas na estrutura do setor e na posição relativa da empresa dentro dele, considerando as regras de competição e fontes de vantagem competitiva. Contudo, com a globalização, o avanço da inteligência artificial e as novas dinâmicas geopolíticas, esses fatores passaram a sobrepor a economia tradicional. Esse novo cenário altera exponencialmente o perfil da competição, exigindo estudos mais amplos e conhecimentos que transcendam o setor específico e até a cadeia produtiva.

No caso da cadeia produtiva da carne bovina, os frigoríficos compreenderam que, para se manterem competitivos, precisavam se organizar e expandir. Essa é uma estratégia que os demais elos da cadeia precisarão seguir. Qualquer setor com alta rentabilidade tende a se concentrar, o que representa um desafio para a gestão de pequenas e médias empresas em todos os setores.

Esse fenômeno é especialmente evidente em commodities, como soja, cana, carne e café, que sustentam a economia nacional. Nesses setores, a gestão tem priorizado a eficiência operacional, com pouca ou nenhuma ênfase no desenvolvimento de um posicionamento estratégico com visão global.

Dado o volume e importância dessas commodities, será essencial que esses setores busquem escala ou atendam nichos que não interessam às grandes corporações, estabelecendo posições competitivas únicas e sustentáveis. Esse processo exige profissionalização e, no Brasil, passa por uma mudança de cultura e mentalidade. No entanto, poucas empresas conseguirão se adaptar a essa nova realidade organizacional, na qual até os maiores gurus da administração enfrentam dificuldades em rever suas teorias.

 

SUGESTÃO DE LEITURA

 

https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/quando-voce-nao-precisa-rever-seu-negocio/

QUANDO VOCÊ NÃO PRECISA REVER SEU NEGÓCIO

QUANDO VOCÊ NÃO PRECISA REVER SEU NEGÓCIO

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Se você acha que seu negócio está no auge, pense novamente. A verdadeira questão é: será que seus concorrentes, clientes e novos entrantes concordam? Em um mundo onde tecnologias disruptivas estão reescrevendo as regras, permanecer na zona de conforto é arriscado.

Repensar o negócio não é mais opcional—é uma questão de sobrevivência, como cuidar da própria saúde. E, honestamente, as empresas adoecem muito mais rápido que as pessoas. Identificar e analisar pontos de inflexão é essencial, mas isso exige mais que funcionários pontuais. Exige equipes dedicadas e CEOs com coragem e visão, prontos para pilotar em mar aberto—algo raro, especialmente em um ambiente que nem sempre capacita para desafios de tal magnitude.

Há, no entanto, uma vantagem. As novas tecnologias nivelam o campo de aprendizado para todos. Tanto gigantes quanto pequenas empresas estão entrando em uma nova curva de aprendizado. Até as escolas de negócios e gurus de marketing precisam se adaptar ou serão deixados para trás. Os tradicionais quatro Ps do marketing? Coisas do passado; até seu próprio autor reconheceu isso.

Estamos em uma revolução sem precedentes, impulsionada pela inteligência artificial, que desafia valores e modelos estabelecidos. Posso estar errado sobre o que vem a seguir, mas prefiro arriscar a ignorar o poder da mudança.

A palavra  agora está com você.

 

 

SUGESTÃO DE LEITURA

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DESAFIOS PARA UTILIZAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA)

POLÍTICA E PODER

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Segundo a crença cristã, ou fé cristã, o destino dos homens é dirigido por Deus. Na história não há uma ação divina guiando o destino dos homens.

No universo dos homens, somos castigados e comandados pela perversidade da natureza humana.

No livro o Príncipe de Maquiavel, reinarão a fortuna, o destino e as necessidades movidos pelas circunstâncias de momento.

Maquiavel tinha um olhar sóbrio sobre a política. Sabia que era totalmente terrena e o ser humano é completamente profano. Nosso desencanto se funde com o desencanto da natureza humana.

O homem é um caos ambulante. Os filósofos, os teólogos da antiguidade, da Idade Média, desejavam que o homem fosse um ser pacífico e sociável. O homem se mostrou e ainda se mostra que é dirigido por interesses individuais e desejos movidos por ambições, sem fim.

A avidez, a sede de glória, o desejo de posse, de lucro e de poder são vícios dessa parca, perversa e pobre natureza humana. Dominar o outro para não ser dominado é o motor da essência materialista do homem.

Maquiavel desvenda esse mito onde a religião diz: “O Homem é feito à semelhança de Deus“. Que ilusão. Ele desvenda sem piedade essa crença. “Pode-se dizer em geral dos seres humanos que são ingratos, inconstantes, falsos, cínicos, hipócritas, temerosos e gananciosos. Esquecem mais facilmente a morte do pai do que aquele que lhe tomam um bem (Maquiavel)“. Isso não se trata de ser pessimista. Trata-se de um triste fato que determina toda ação social, politica e econômica. Os homens só pioraram com o tempo.

O caráter nunca será o seu castelo. Não possuem mais virtudes. Não vivem mais pela honra e pouco se importam com nobres valores. Vão rezar nas igrejas por medo. Saem as ruas e suas atitudes de caráter são mesquinhas e deploráveis. A religião, a ética, e a moral perderam a tutela sobre essa natureza humana.

Em caso de dúvida todos os meios vão parecer justos. Os fins vão justificando os meios. A política como definição filosófica, pensada por Aristóteles, é uma ciência que busca a felicidade coletiva com ética visando e construindo uma sociedade mais justa e igualitária.

Infelizmente, a política nas mãos dos homens se tornou um jogo de ambições e de poder sem ética e moral.

Me considero um otimista de luto.

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A UM PASSO DA ETERNIDADE

FELIZ 2025 PARA BARRA DO PIRAÍ

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2025 começa com inegáveis estímulos para as esperanças da população de Barra do Piraí.

As últimas décadas se caracterizaram por gestões eminentemente políticas, regidas pela bienal do voto, limitando em dois ou quatro anos os prazos de validade dos resultados das ações públicas, e ancoradas na decadente agenda woke, privilegiando despesas, independente de resultados.

Os frutos, como se sabe, foram colhidos aos poucos pelo caminho e chegaram a 2024 com um município que sobrevive de mesadas do Estado e da União, perdendo a capacidade de desenvolver suas soluções e de construir suas trilhas. Esses são os principais malefícios que as últimas décadas criaram para Barra do Piraí.

Não há ação pública estruturante que o município se sinta capaz de desenvolver.

A dependência e o empobrecimento são visíveis e crescem anualmente, contribuindo para a criação de uma indústria de maquiagem, alimentando a alma barrense com produtos de visão agradável, mesmo que inconsistentes.

Daí surgiram os desastres da distribuição de água, do transporte público, e da coleta de lixo, enquanto os serviços de saúde e de ensino silenciosamente se degradavam e o município perdia relevância econômica, acostumava-se a subserviência política e se administrava como distrito.

A gestão absolutamente política já mostrou do que é capaz.

Contudo, Barra do Piraí pode despertar desse pesadelo pelo inesperado ambiente favorável criado para 2025.

De todo modo, em alguns meses o barrense saberá se uma nova Barra do Piraí ressurgirá do desastre econômico e social.

A troca do viés político pela meritocracia, avaliações de desempenho rigorosas e frequentes, trabalho nas causas e não nos efeitos, estrutura pública enxuta, prioridade para o trabalho útil, transparência, prestação de contas, decisões alicerçadas em estudos e análises técnicas garantirão ao barrense o engajamento necessário a um novo caminho para um novo destino.

De outra forma a esperança desaparecerá, pois o barrense está careca de conhecer o modelo que definhou o município, e lhe dará a certeza de que tudo está como dantes no quartel de Barra do Piraí.

Feliz Ano Novo!

Luiz Bittencourt

 

 

SUA EMPRESA COMEÇARÁ 2025 DA MESMA FORMA QUE 2024?

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Se a sua empresa planeja iniciar 2025 sem mudanças em relação a 2024, a probabilidade de enfrentar desafios graves, como a falência, pode ser alta. Embora isso não se aplique a todas as empresas, é uma realidade para muitas.

O tempo em que modelos de carros, telefones e aparelhos domésticos permaneciam décadas no mercado ficou no passado. Hoje, repetir um ano sem ajustes é arriscado. Sempre há algo a melhorar, mesmo em setores protegidos por regulamentações. O consumidor está mais exigente e questionador.

Recentemente, li um artigo sobre um ex-funcionário da Tesla que relatou como é trabalhar com Elon Musk. Suas características chamam a atenção: ele desafia normas, prefere equipes pequenas e especializadas, combate a burocracia e dedica 50% de seu tempo à engenharia. Além disso, incentiva funcionários a saírem de reuniões improdutivas.

Seria Musk insensível? Não parece. Ele gera empregos, paga bons salários e estimula o crescimento de sua equipe. Bons exemplos existem, mas o que falta é coragem e visão para agir.

Antigamente, as empresas revisavam estratégias apenas no fim do ano. Hoje, revisões precisam ser constantes e mudanças, pragmáticas. Estruturas que não se renovam se tornam obsoletas, e equipes estagnadas não vencem novos desafios.

Portanto, começar 2025 igual a 2024 não é uma opção viável. Evolua, inove e adapte-se continuamente.

Desejamos boas mudanças e um próspero 2025!

 

DESAFIOS PARA UTILIZAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA)

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A utilização da Inteligência Artificial (IA) apresenta inúmeros desafios, e esses obstáculos tendem a se multiplicar à medida que a tecnologia avança. Embora seu impacto seja evidente, ainda estamos apenas no começo desse processo, e até mesmo seus criadores enfrentam dificuldades para controlar plenamente suas criações. Governos ao redor do mundo também estão tentando acompanhar essa evolução.

Principais Desafios:

    • Interação clara com a máquina:É essencial estabelecer um diálogo eficaz com a IA, o que requer saber exatamente o que se deseja e formular comandos precisos.

    • Avaliação de resultados:Após receber as respostas, é necessário avaliá-las criticamente, pois podem conter vieses de várias naturezas, expondo as organizações a riscos. Os padrões éticos ainda estão em desenvolvimento.

    • Dados do passado x cenários futuros:A IA se baseia em dados passados, mas os cenários mudam rapidamente. Como a tecnologia lida com projeções futuras, há riscos de erros significativos.

    • Ausência de sentimentos:Até o momento, a IA não possui sentimentos. No entanto, alguns especialistas acreditam que, com o aumento das informações processadas, simulações emocionais podem surgir.

    • Segurança e privacidade:Empresas precisam desenvolver suas próprias soluções de IA para proteger suas informações, exigindo grandes investimentos e equipes qualificadas.

    • Evolução constante e custos:Grandes empresas lançam versões sucessivas de suas (IA). A primeira pode ser gratuita, mas versões mais avançadas são pagas e frequentemente custam mais do que muitos podem pagar, criando uma dependência semelhante à observada no mercado de celulares.

Desigualdade Tecnológica: A IA não é tão acessível quanto parece. Sua implementação efetiva requer recursos substanciais e experiência nas esferas operacional, estratégica e sociológica. Essa realidade pode aumentar a distância entre empresas pequenas, médias e grandes, bem como entre profissionais de diferentes níveis de especialização.

 

SUGESTÃO DE LEITURA

https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/universidades-e-grandes-empresas-precisarao-repensar-suas-praticas/

UNIVERSIDADES E GRANDES EMPRESAS PRECISARÃO REPENSAR SUAS PRÁTICAS

 

QUE VENHA UM ANO VELHO DOS BONS

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QUE VENHA UM ANO VELHO DOS BONS

A Azul linhas aéreas vai cruzar o céu da mesma cor, na Capital do Rodeio. Pacientes do Hospital do Amor, os que mais agradecem. O chão é o limite no trânsito enlouquecido de dezembro. O País dos automóveis fora dos trilhos há anos. Trem Bão só existe em Minas.

CANÇÕES POR KM RODADO

A distância entre cidades está ao número de músicas do Spotify tocadas no trajeto. Longe é um lugar que não existe. Depende do ponto de vista do personagem. Se for uma ave veloz, a jornada é rápida. O que importa mesmo é viajar e chegar com segurança.

CINEMA PARADISO

Tire férias de você mesmo. Desligue a mente e o celular. Somente, porque TV você já não tem mais né? Alongue-se e vá trotar na Região dos Lagos. Sente-se confortavelmente na grama verde e assista o por do sol. Espetáculo cinematográfico gratuito que nunca sai de cartaz. Melhor que os filmes indicados para o Oscar, categoria melhor filme estrangeiro. O cinema já foi bom.

VIDA DE GADO

Não é saudosismo, é realismo. Olhar crítico da sociedade deste século. Afogada em vitimismo e delírios ensurdecedores das minorias autoritárias. A Cultura nasceu antes da Educação. O segredo dos vitrais de catedrais é para ensinar as escrituras para analfabetos. Se eu falar em muro vão lembrar o de Berlim. Cerca viva? A ideia é dividir esta imensa fazenda chamada Brasil no meio com uma cerca de arame farpado. De um lado quem produz e do outro os dependentes funcionais do estado. Qual boiada será mais eficiente?

NOIS VAI DESCE

Eu não escrevo para ser amado, destroço as letras para ser lembrado. Ano passado te desejei Feliz Ano Novo. O Universo entendeu errado e mandou este caótico 2024. Que o próximo seja pior que 2026 e melhor que este.

Marcelo Murta
Abraços cavalares.

 

SUGESTÃO DE LEITURA

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O ANO NOVO COMEÇA QUANDO VOCÊ QUER