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A SAGA DO EMPOBRECIMENTO BRASILEIRO, TAMBÉM MIRANDO O DF

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A SAGA DO EMPOBRECIMENTO BRASILEIRO, TAMBÉM MIRANDO O DF

Em cenário de desequilíbrio fiscal autoconstruído, o governo federal decidiu, após longa queda de braço interna, promover redução de despesas com o objetivo de cumprir a meta fiscal prevista de “zerar” (promover empate entre receitas e despesas) o resultado primário. Ocorre que esse zero é relativo e será considerado zero, mesmo que o déficit fiscal seja de até R$ 28 bilhões, aliás a prevista meta do governo.

A questão é que os custos governamentais se descontrolaram (somente em viagens nesses dois anos foram R$ 5 bilhões) e certamente não permitirão o cumprimento do déficit zero (no caso R$ 28 bilhões).

Com despesas obrigatórias crescentes (funcionalismo público e aposentadorias), recursos escasseiam, investimentos despencam e cai a capacidade de o país honrar seus compromissos financeiros, estimulando inflação e juros, derrubando a economia e alimentando o desemprego.

Com um quadro a exigir redução de despesas, o governo elaborou proposta (com viés político e não econômico) pressionando o salário mínimo e benefícios sociais, isenção de imposto de renda até R$ 5 mil, elevação do Imposto de renda para valores acima de R$ 50 mil, criando dúvidas no mercado sobre a capacidade de realização das propostas. Em imediata reação, o dólar ultrapassou a paridade de R$ 6,00 e a Bolsa de Valores registrou perdas.

O conjunto de medidas, que ainda será avaliado pelo Congresso Nacional, sinaliza impulsionamento ao desequilíbrio social, empobrecendo o cidadão já pobre e teatral tentativa de empobrecer o rico.

Sem recursos para investimento (pelo incontrolável crescimento das despesas) o país não cresce, não gera riqueza, nem emprego e, ao se empobrecer leva consigo grande parte da população.

Não satisfeito, o Ministro da Fazenda revelou em entrevista hoje pela manhã que, além da redução de despesas proposta, ainda trabalha a mudança na forma de cálculo do Fundo Constitucional do DF, promovendo redução de recursos para a saúde, educação, segurança pública e investimentos da capital.

A imagem de ilha da fantasia já foi exaustivamente exposta pelo Ministro da Casa Civil, Rui Costa, que não conseguiu estabelecer progresso em seu estado quando governador e se incomoda com a prosperidade da capital da República.

Prestando atenção, o objetivo do governo federal é sempre empobrecimento.

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SANDÁLIAS E BOLSAS FEMININAS: LOJAS FAL EM BRASÍLIA

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Do mundo doce da confeitaria a sofisticação e elegância das sandálias femininas: Brasília recebe a loja FAL, empresa referência e com atendimento personalizado em calçados femininos.

As reviravoltas de uma escolha profissional marcam a trajetória dos empresários Isabella e Gustavo Faleiro. A empresária, que sempre atuou na confeitaria, jornada permeada pela criatividade, atenção aos detalhes e o prazer de proporcionar experiências especiais aos clientes, uniu a expertise do seu esposo e sócio com mais de 20 anos de experiência no ramo de calçados femininos, e juntos decidiram criar algo que refletisse toda essa bagagem, mas com um toque de exclusividade.

Assim nasceu a FAL, em 2023, localizada em espaço estratégico de Brasília.

A decisão de empreender no ramo de calçados foi uma combinação de paixão e oportunidade. Meu marido, Gustavo, com uma enorme experiência na área, e eu sempre amei vê-lo transformando sapatos em obras de arte. Isso é um dom. Temos todo o cuidado com o design, a escolha dos materiais porque sabemos que um bom sapato pode transformar a confiança de quem usa. Ao mesmo tempo, minha experiência como confeiteira, me ensinou a valorizar cada detalhe, a personalização e a experiência única para a cliente. Quando decidimos unir nossos conhecimentos, percebemos que podíamos criar algo especial: uma loja que oferecesse não só produtos de alta qualidade, mas também uma experiência exclusiva para cada cliente. Foi assim que nasceu a Fal, uma extensão da conexão dos nossos talentos e do desejo de oferecer o melhor”, explica.

O nome da empresa surgiu como uma homenagem ao sobrenome da família, Faleiro.

Queríamos algo que fosse curto, elegante e que carregasse um significado pessoal e familiar. Para nós, o nome representa não só nossa identidade, mas também os valores de autenticidade e dedicação que colocamos em cada detalhe da loja. É uma forma de deixar nossa marca em cada passo das nossas clientes”, esclarece Isabella.

O grande diferencial dos produtos da empresa está em vários aspectos que tornam a experiência única. Os proprietários trabalham com calçados feitos em couro, com designs clássicos, atemporais e que oferecem um conforto excepcional, pensados para o dia a dia das suas clientes sem renunciar à elegância. Além disso, priorizam um atendimento exclusivo, o que garante uma experiência personalizada, onde cada cliente recebe toda a atenção necessária para escolher o calçado ideal. É o equilíbrio perfeito entre conforto, estilo e exclusividade.

A loja tem funcionamento de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h30 e aos sábados, das 9h às 13h. Endereço: Rua 9 Norte, sala 702 -Edifício Atlantis Trade Center – Águas Claras – DF. Informações: (61) 98194-2949 – Instagram: @loja.fal

Assessoria de Imprensa: GA Comunicação | Greice Alves | (61) 99662-6868 | (61) 98266-0836

Publicado por: Aluizio Torrecillas | Revista Diaria

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HAPPY HOUR: CONVITE A UMA BOA CONVERSA

ZUM ZUM ZUM EM ÁGUAS CLARAS

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PRÉDIO EM ÁGUAS CLARAS VIRA ASSUNTO NAS REDES SOCIAIS. X ILUMINADOS NA FACHADA, CHAMAM ATENÇÃO DE MORADORES DO DF.

Quem anda pela Rua Manacá, em Águas Claras, se depara com algo inusitado: um prédio ainda em construção com vários X luminosos nas janelas.
A cena desperta a curiosidade e chama a atenção daqueles que passam pelo local. Uns acham que o edifício está interditado, outros acreditam que se trata de um grande jogo de batalha naval. Na verdade, o X em questão – formados por fitas vermelhas de led – faz parte de uma inédita ação para mostrar a disponibilidade de imóveis no lançamento do The View Residencial, empreendimento da Construtora AREA.
A estratégia inovadora foi criada pela agência brasiliense ThinkOn, especializada em marketing digital e que vem se destacando pelas ideias originais voltadas para o segmento de construtoras e imobiliárias.
É comum, em stands de vendas, os empreendimentos terem um quadro de disponibilidade, sinalizando quais unidades já foram vendidas. Pela 1º vez no Brasil, um lançamento mostra, em sua fachada, as unidades já comercializadas, com a utilização da tecnologia para dar transparência e ao mesmo tempo gerar senso de urgência aos interessados”, ressalta Sávio Zambrotti, um dos sócios da agência.
Foi Zambrotti que encarou o desafio de bolar uma maneira criativa de chamar aatenção para um projeto específico dentro do mercado imobiliário cada vez mais concorrido de Águas Claras. Segundo ele, o The View é um empreendimento único no bairro, que chama a atenção pela vista privilegiada, um design ondular característico de seu exterior, além de plantas distintas e área de lazer.
Com tantos diferenciais, a maneira de vender também precisava ser diferente. Por isso, criamos esta fachada interativa, que mostra quais as unidades estão indisponíveis. Quando um apartamento é vendido, automaticamente colocamos um X vermelho nele, sinalizando para todos êxito do negócio”, explica o publicitário.
A nova campanha exprime a essência da ThinkOn: muito mais que apenas marketing digital tradicional, a intenção é gerar impacto emocional e lembrança nas pessoas, criando conexões autênticas entre o consumidor final e a marca. Em vez de se limitar à implementação de ferramentas ou campanhas digitais, a agência questiona, cria e reinventa modelos de comunicação e negócios para cada cliente, fazendo isso de maneira ágil, inovadora e completamente centrada nos resultados.
O barulho crescente nas redes sociais mostra que o caminho escolhido pela ThinkON para o The View foi acertado.
Nos últimos dias, a fachada iluminada do edifício gerou inúmeros comentários, criando as mais inusitadas teses: castelo de Grayskull, pedreiro jogando jogo da velha, sinalização para aeronaves sobre a presença da estrutura, palpite da loteria esportiva, propaganda do X do Elon Musk, rifa de Tapperware, torre do Magneto dos X-Men, símbolo de combate à violência a mulher….
Cada um interpretou à sua maneira e o edifício ficou conhecido em todo DF.
Sempre pensamos em abordagens, soluções e ideias criativas e estratégicas. Valorizamos a curiosidade, o questionamento e a inovação contínua. Provocamos nossos clientes a realizarem a transformação digital, que ajuda nossos parceiros não apenas a crescer, mas a performar de forma crescente em um ambiente dinâmico”, finaliza Sávio Zambrotti.

 

 

Publicado por Aluizio Torrecillas | Revista Diária

MAIS UMA VEZ EM RISCO A LIBERDADE E O DESTINO DA NAÇÃO

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General Paulo Chagas.

MAIS UMA VEZ EM RISCO A LIBERDADE E O DESTINO DA NAÇÃO.

A trama desencadeada em Natal (RN) no dia 23 de novembro de 1935, com o objetivo de impor ao Brasil um modelo de revolução idealizado pela Internacional Comunista, revelou de imediato o caráter traiçoeiro das suas intenções.

O assassinato frio e calculado de camaradas de farda repercutiu profundamente não apenas na alma militar, mas também no coração de todo o povo brasileiro, que prontamente repudiou e condenou o movimento.

No entanto, o patrulhamento ideológico tem distorcido essa história, transformando heróis em bandidos e vice-versa. Aqueles que sempre buscaram destruir a democracia são apresentados como merecedores de perdão, do esquecimento de seus crimes e até de indenizações, enquanto os que tentaram defendê-la são retratados apenas como cruéis protagonistas de golpes e repressões.

Os inconsequentes idealistas da “verdade única”, que levaram grande parte de uma geração a acreditar na utopia comunista, continuam, de forma hipócrita e sub-reptícia, a pregar a grande mentira que oculta um passado marcado por 150 milhões de assassinatos.

É, portanto, fundamental e necessário reverenciar e homenagear os verdadeiros heróis de 1935, aqueles que, arriscando ou perdendo suas vidas, reagiram à traição de fanáticos a serviço do comunismo internacional.

É tempo de lutar pela liberdade responsável de escolher o que nos convém. É tempo de rejeitar qualquer tentativa de nos tornarmos escravos de uma única ideologia. É tempo de refletir sobre nossas condutas e de não permitir ou aceitar retrocessos em qualquer direção.

É tempo de recordar que “houve um momento em que… uma esperança tinha vencido o medo. Depois… o cinismo venceu aquela esperança. Agora… o escárnio venceu o cinismo. [E que criminosos] Não passarão sobre novas esperanças do povo brasileiro.” (Ministra Cármen Lúcia – STF/2015).

Assim, é tempo de relembrar e lamentar os crimes de 1935. É tempo de questionar mudanças de atitudes, incoerências, distorções constitucionais, omissões, oportunismos, hipocrisias, abusos de autoridade, hesitações e silêncios constrangedores e inexplicáveis, que mais uma vez colocam em risco a liberdade e o destino da Nação.

Publicado por General Paulo Chagas em seu Twitter. @GenPauloChagas

Republicado por: Aluízio Torrecillas | Revista Diária

 

 

EMPRESAS: MISSÃO E VISÃO COM DATA DE VALIDADE

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Missão e Visão com data de validade: A Revolução das organizações na era da IA

 

A transformação já aconteceu. O ambiente competitivo mudou, e as organizações precisam de múltiplas visões e missões para se adaptarem.

Mas antes de avançarmos, vale entender o significado dessas palavras, que aparecem desde a entrada das empresas até no cartão do CEO. Para algumas organizações, são diretrizes essenciais; para outras, apenas peças publicitárias. Quando genuínas, essas declarações podem fazer toda a diferença.

A missão define o propósito da empresa, enquanto a visão descreve onde ela quer chegar. Tradicionalmente, essas definições são o ponto de partida para qualquer metodologia de planejamento estratégico. Porém, com o avanço da tecnologia e da Inteligência Artificial, esses conceitos estão evoluindo.

A metodologia mais recente, o Planejamento Estratégico Reverso (PER), é inspirada no DNA das empresas exponenciais e na IA, que se reinventa constantemente. Diferente das abordagens tradicionais, o PER orienta as organizações a adotarem múltiplas visões e missões – um processo mais trabalhoso, mas também mais realista. Essa estratégia é baseada nos seguintes fundamentos:

  • Ciclo de vida mais curto das empresas: Hoje, muitas organizações têm um prazo de validade, assim como a maioria dos produtos e serviços.

  • Novas tecnologias permitem fazer mais com menos: O poder exponencial da tecnologia permite resultados mais rápidos e eficientes.

  • Mudança constante nas preferências dos consumidores: Os clientes não querem manter um produto por muito tempo. Isso vale para itens variados, como tênis e carros.

Diante desse cenário, é possível concluir que missão e visão também têm uma “data de validade” e não podem mais ser estáticas ou de longo prazo, mas sim adaptadas ao presente, antecipando-se aos concorrentes. Esse é o conceito central da gestão reversa, que começa no planejamento estratégico. Afinal, o antigo ditado nunca foi tão atual: “Nunca deixe para amanhã o que pode fazer hoje.”

Essa nova abordagem, impulsionada pela Inteligência Artificial e pela capacidade de adaptação contínua, torna-se essencial para que as empresas se mantenham competitivas e preparadas para os desafios do futuro.

 

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL

IDEOLOGIAS

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Imagem pixabay

 

IDEOLOGIAS

No ideário de Karl Marx, a ideia central era que a burguesia e o proletariado estivessem sempre em conflito. A luta de classes era determinante.

Marx acreditava em um colapso do capitalismo, onde o poder e o dinheiro estariam nas mãos de poucos e iria empobrecer a classe média que, sem saída, uniria sua indignação a classe proletária, que por inércia nasceria uma revolução aniquilando todo o sistema.
Lênin acreditava na revolução, mas ela não viria de maneira espontânea, teria que provocar. O que fez Benito Mussolini se afastar da teoria de Karl Marx, foi o conceito de nacionalismo.
Os fascistas eram contra a burguesia e também se opunham aos socialistas. Mussolini acreditava num Estado forte e soberano numa nação unida. Não tinham afinidades politicas entre os fascistas e os comunistas, tinham afinidades intelectuais.
Mussolini disse: “Nós como vocês, consideramos necessário um Estado centralizado e unitário que impõe uma disciplina de ferro sobre todos os indivíduos. A diferença é que vocês acreditam numa luta de classes e, nós acreditamos num conceito de nação”.
O nazismo foi mais violento, mais radical, numa estrutura burocrática mais organizada. Foi influenciado, acreditando fielmente numa superioridade da raça ariana. Tinha o objetivo de fortalecer nacionalmente os alemães.
Nazismo e Fascismo eram regimes bélicos. Queriam transformar suas nações em Impérios como foram no passado.
O comunismo defendia uma ordem socioeconômica estruturada sob as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e na ausência de classes.
Essas três ideologias produziram guerras, fome e milhões de mortos. O sonho de grandeza e igualitarismo se perdeu nessa utopia. Hitler, Mussolini e Lênin tiveram um forte apelo e grande apoio popular. As circunstâncias dessa época levaram esses países a seguir esses regimes.
O Tratado de Versalhes liderados pela Inglaterra e França foi uma das causas determinante. Um dos maiores erros do Século XX. Encaminhou a Alemanha ao Nazismo. Na Itália, a sociedade ficou desapontada também com o Tratado Versalhes, a economia em colapso e a ansiedade, a frustração e o medo da classe média, após a primeira grande guerra levou a descrença, ao desencanto nos antigos regimes.
O Império Austro-Húngaro controlado pela Dinastia Habspurgo se desintegrou e o fim do Império Otomano leva a Europa a um novo mapa político. Dentro dessas grandes mudanças, o povo italiano acreditou no fascismo como um caminho para que a Itália se tornasse grande sonhando em ser um novo Império Romano.
Na Rússia, a Monarquia Czarista da tradicional família real Romanov, não atendia mais os anseios do seu povo e eclodiu a Revolução em 1919 sonhada por Lênin. No fim das contas essas ideologias também não conseguiram dar aos seus países um desenvolvimento justo e igualitário.
Nenhum regime é perfeito, mas não podemos abrir mão da liberdade de opiniões, livre iniciativa e acreditar numa democracia participativa e representativa.
A história nos mostra que os regimes democráticos atingiram maiores desenvolvimento sociais e econômicos. Nada é perfeito mas a liberdade de escolha é perfeita.

 

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OS OLIGARCAS

 

OS OLIGARCAS

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OS OLIGARCAS

O Colapso da União Soviética se deu nos anos finais da década de 1980. O modelo comunista de governo, implantado em 1917 se desgastou, incompatível com a realidade da globalização. Uma corajosa tentativa de mudança de anos de domínio comunista para o capitalismo de livre mercado seria o futuro e o desafio da extinta União Soviética.

Em 1991 uma nova geração desejava liberdades econômicas e politica. Seu líder carismático era Boris Yeltsin. Era um homem do momento para liderar essa grande mudança.

Uma nova Rússia poderia estar nascendo. O otimismo era forte nas mentes e corações dos russos. A bandeira vermelha havia sido trocada por uma bandeira tricolor que tremulava ao sabor dos novos tempos. Mas não sabiam nada de capitalismo. Não nasceram com a cultura da livre iniciativa e desconheciam o que era produtividade e competitividade.

Seria um salto do penhasco. Gorbachev, no tempo da Perestroika, tinha preparado o ambiente relaxando o veto às empresas privadas.

Os russos tinham a imagem do capitalismo, como aquelas pessoas que fumavam charuto com muito dinheiro no bolso. Imaginavam que ficariam ricos de maneira fácil e automática. O Estado não iria cuidar mais de sua vidas. A livre iniciativa parecia boa opção para serem donos do seu próprio destino.

No começo foi um capitalismo de gângster, com o estado fraco e flexível como um elástico. O crime organizado se aproveitou da nova era capitalista. Foi um capitalismo do velho oeste americano. Ex Coronéis da KGB faziam a segurança dos novos milionários russos. Mas a frase realista de Honoré de Balzac continua e continuará sempre atual: “POR TRÁS DE TODA GRANDE FORTUNA HÁ UM CRIME“.

Os novos milionários eram chamados de os Oligarcas ou magnatas russos. Aproveitaram do caos se beneficiando das privatizações e de milhões de russos empobrecidos que vendiam os bônus (esquema criado onde cada cidadão russo recebia 40 dólares de bônus) a preços muitos baixos. Anatoy Chubais criou uma nova economia capitalista na Rússia.

Abriram Bancos numa economia desregulada que permitia que o Banco Central gerasse hiperinflação, e emprestavam dinheiro ao Estado falido tendo como garantia as ações das empresas estatais mais valiosas. Exploravam as riquezas naturais do país e licenças para exportar e importar bens baratos.

Tudo sob a chancela de Boris Yeltsin. Adquiriram metade dos ativos da Rússia e dominavam a politica. Eram sete os oligarcas onde os maiores eram de origem judaica.

O mais rico era Boris Berezovsky que tinha os direitos exclusivos na venda de carros Lada que também controlava a midia junto com outro oligarca, Vladimir Gusinsky. Mikhail Khodorcovski comprou a gigante de petróleo Yuka por 300 milhões de dólares. Foi avaliada em 5 bilhões de dólares.

Vladimir Potannin, Piotr Aven, Mikhail Fiedman e Alexander Smolenski controlavam mineração e aviação. Quando Putin subiu ao poder os sete oligarcas começaram a ter problemas.

Ele tomou de volta estatizando todas as empresas voltando a velha formula do “Estado” empresário e pai dos pobres. Prendeu Khodorcovski que cumpriu 10 anos de prisão. Boris Berezovski e Gusinski fugiram para a Inglaterra. Berezovski faleceu em 2013 em circunstâncias ainda mal exclarecidas.

O reinado dos sete oligarcas tinham chegado ao fim, menos suas fortunas. A Democracia é como uma criança esperando Papai Noel. Para alguns trás presentes generosos e para muitos, trás a esperança.

 

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O OURO NEGRO

 

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL

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Imagem criada por IA.

 

Inteligência Artificial está Reintroduzindo a Reengenharia e Impulsionando a Estratégia do Oceano Azul

A reengenharia de processos, conceito popularizado por Michael Hammer nos anos 90, está de volta – desta vez impulsionada pela Inteligência Artificial (IA).

Tive a oportunidade de assistir à palestra de Hammer em um dos seminários da HSM em São Paulo, onde ele destacou como empresas de diferentes setores utilizaram a reengenharia para reformular radicalmente suas operações. No entanto, muitas organizações fracassaram ao implementar essas mudanças, frequentemente subestimando a importância da cultura organizacional. Esse mesmo risco está presente na aplicação da IA, uma ferramenta ainda mais poderosa e transformadora.

O retorno da reengenharia com a IA se dá em virtude de alguns princípios comuns entre as duas abordagens. Ambas visam provocar um choque de gestão, redesenhando processos e simplificando estruturas com o objetivo de elevar a produtividade.

A IA vai além: ao reimaginar os processos, ela não apenas atua no ambiente interno das organizações, mas se espalha por todos os setores e é, atualmente, o ativo mais cobiçado pelas empresas e uma preocupação constante para governos. Essa expansão massiva foi intensificada pelo advento de tecnologias como o ChatGPT e outras ferramentas de IA, que, de forma rápida, ganharam espaço e relevância.

Quando falamos da Estratégia do Oceano Azul, cujo objetivo é criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante, a combinação de reengenharia e IA oferece uma capacidade exponencial de transformar as organizações em um prazo muito menor. A IA permite explorar novos territórios de mercado com rapidez, trazendo inovação para a linha de frente e, assim, potencializando o diferencial competitivo das empresas.

Por fim, é crucial destacar que, apesar das oportunidades, o uso da IA exige cautela. Ela é uma tecnologia complexa e em constante evolução, e o perigo está em subestimar suas capacidades e impactos. Mais do que nunca, lideranças devem equilibrar a aplicação dessas tecnologias com a cultura organizacional, reconhecendo que a verdadeira transformação requer alinhamento entre estratégia, tecnologia e pessoas.

 

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O FUTURO DAS CIDADES BRASILEIRAS: UM CAMINHO DE QUALIDADE OU COLAPSO?

A ARTE DE LUTAR OU DANÇAR

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A arte de Lutar ou Dançar. (Imagem criada por IA)

 

A ARTE DE LUTAR OU DANÇAR

A arte de viver mais se assemelha a luta do que a dança. A vida exige que sempre estejamos preparados para enfrentar desafios, suportar ataques inesperados e superar imprevisibilidades dos novos tempos.
Nossas experiências acontecem muito mais nos octógonos contra adversários bem treinados do que no palco de Balés meticulosamente ensaiados.
JOGANDO CAPOEIRA
No Brasil os embates estão mais para Capoeira, mistura de arte marcial, dança e música. Queda livre no escuro. Vazio das trevas. Ausência de tudo. Torre do terror ou montanha russa? O Deus Caos. Desordem dos tempos. Sem início, nem fim. Estado das coisas que não convém. Não há certo nem errado por não existir valores.
NOSSA TERRA, NOSSO LAR
Do Caos surgiu Gaia, a Terra. Continente americano. Paraíso dos absurdos, descoberta de Cabral. Rico em tudo que se possa ter. Pobre em tudo que a carência consiga imaginar. Verás que um filho teu não foge a luta, um dia. Por enquanto estamos implorando ajuda aos universitários norte americanos. Criadores da Democracia. Trumpmania apavorando ditadores nos confins de Gaia.
A VERGONHA SEMPRE NOS ALCANÇA
Somos aprendizes de feiticeiro. País das narrativas hipócritas, da eterna lei de Gerson de levar vantagem e do culto ao estado não democrático de direito. Diplomacia tupiniquim em polvorosa decadência. A derrocada da imprensa militante. Fiasco no G20, jornalistas sem Internet e carentes de alimentação. Discurso de ódio do governo do Amor não faz mais sentido. Desordem & Regresso.
AMANHÃ, FRUTO DO ONTEM
Ainda somos os mesmos, mas deixamos de viver como nossos pais. Viver é muito melhor que sonhar. O Passado tem exemplos melhores que o Presente. O Futuro foi ontem, mas passou despercebido.

Abraços Cavalares
Marcelo Murta

Marcelo Murta. Publicitário e Presidente do Movimento Filhos da Pátria

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MARCELO MURTA: A POLÍTICA DA FÉ E O MARXISMO CAVIAR

 

O OURO NEGRO

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A indústria de petróleo e gás movimenta 3 bilhões de dólares por dia em lucro líquido.

Gera mais de 4.3 trilhões de dólares por ano em receita. É a sétima maior indústria do mundo.

Está à frente da produção de alimentos, produção de automóveis, mineração de carvão. E com 1.4 trilhões de dólares a Indústria farmacêutica nem entra no TOP dez.

As Indústrias listadas à frente do petróleo e gás são dependentes do petróleo e do gás. E, quanto elas mais crescem, mais a Indústria de petróleo e gás crescem. Essa é a escala.

Esse é o tamanho desse fortíssimo segmento.

E só está crescendo. As 10 maiores petrolífera do mundo e seus valores de mercado:

1. Saudi Aramco – US$ 1,8 trilhão

2. Exxon Mobil – US$ 521 bilhões

3. Chevron Corp – US$ 290 bilhões

4. Shell PLC – US$ 224 bilhões

5. PetroChina – US$ 222 bilhões

6. TotalEnergies – US$ 160 bilhões

7. China Petroleum & Chemical Corp – US$ 105 bilhões

8. BP PLC – US$ 96 bilhões

9. Petrobras – US$ 89 bilhões

10. Equinor – US$ 72 bilhões

 

 

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