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ENTREVISTA COM FÁBIO CARUSO

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ENTREVISTA COM FÁBIO CARUSO

Revista Diária publica entrevista exclusiva com Fábio Caruso, consultor e diretor de um dos principais canais da Escola Superior de Segurança do país: perspectivas para 2025.

 

  1. REVISTA DIÁRIA: Fábio, nos últimos meses, a segurança tem sido um dos temas mais debatidos nos principais veículos de comunicação do Brasil. Como você avalia esse cenário atual?

FÁBIO CARUSO: “A segurança sempre foi um tema de debate no Brasil, mas, infelizmente, é frequentemente abordado por pessoas sem a preparação técnica necessária. No país, todos se consideram especialistas, seja em futebol ou segurança. Embora existam debates qualificados, eles não têm espaço nas grandes mídias, que favorecem discursos sensacionalistas. Em resumo, há um grupo de aproveitadores, que fala sobre o tema sem conhecimento, e outro de profissionais competentes, mas frequentemente sabotados pelo sistema.

  1. REVISTA DIÁRIA:

    Dentro desse contexto, qual é a verdadeira essência do problema da segurança pública no país?

FÁBIO CARUSO: A essência do problema está na falta de vontade política e na ausência de prioridade para a segurança pública. As forças operacionais enfrentam limitações impostas por leis que, muitas vezes, favorecem a impunidade. Além disso, o sistema judiciário, marcado por ideologias prejudiciais e decisões controversas, compromete a eficácia das ações de segurança em suas diversas frentes.

  1. REVISTA DIÁRIA:

    O Brasil figura entre os países com maiores índices de criminalidade. Em sua visão, quais ações são prioritárias para enfrentar essa realidade?

FÁBIO CARUSO: Antes de inovar, é crucial corrigir o que está errado. O sistema atual não favorece as forças de segurança, e sem isso, armas ou tecnologias serão ineficazes. Precisamos de integração entre as forças, adoção do ciclo completo de polícia e ações firmes do Legislativo e Judiciário. Hoje, os agentes têm receio de atuar devido ao risco de sofrerem retaliações, o que evidencia a urgência dessas mudanças.

  1. REVISTA DIÁRIA:

    A Escola Superior de Segurança, sob sua gestão, tem alcançado destaque na área. O que podemos esperar como novidade ou avanço para 2025?

FÁBIO CARUSO: Nossa prioridade é oferecer conteúdo de qualidade que atendam às necessidades do setor. Planejamos expandir o número de alunos e cursos, cobrindo temas operacionais, gerenciais e estratégicos. Continuaremos ajudando profissionais a evoluírem em suas carreiras e empresas a aprimorarem a segurança por meio de cursos presenciais e “online”. A inovação constante e o foco em demandas reais consolidam nosso papel como referência na área.

 

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ENTREVISTA COMO O EX-DEPUTADO CARLOS DIAS

 

O PAPEL DO JORNALISTA

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O papel do jornalista e a importância de uma atuação “imparcial” na cobertura política.

O jornalista deve cumprir sua função de informar de maneira ética e objetiva, sem se envolver em “lobbies” ou interesses pessoais que possam comprometer a sua imparcialidade.

O compromisso com a verdade e a transparência é fundamental para o bom jornalismo, especialmente quando se trata de reportagens (TVs, rádios, jornais, portais) sobre políticos e questões públicas.

Quando um jornalista tende a fazer “lobby” para um político ou grupos e empresas suspeitas, ele compromete a ética jornalística e prejudica a confiança pública na sua profissão, correndo o risco de fazer parte do grupo dos “meia bocas” da imprensa mundial.

O lobby muitas vezes é utilizado como uma forma de manipular a opinião pública, distorcendo a realidade para criar uma imagem mais favorável de um político ou uma empresa.

Isso é particularmente grave quando há informações prejudiciais ou potencialmente perigosas que são escondidas ou suavizadas por interesses externos.

Jornalista tem que ter: ética, transparecia, independência editorial e, antes de comentar ou publicar algo, tem que verificar as informações garantindo que o conteúdo seja baseado em fontes confiáveis, documentos não apócrifos, deixando de lado interesses pessoais ou de lobby.

Jornalista que se preza, não se “vende por miúdos”.

 

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O ENVELHECIMENTO FAZ PARTE DA EVOLUÇÃO

NOEL ROSA E A FILOSOFIA

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NOEL ROSA E A FILOSOFIA

Muitas vezes a sociedade taxa de idiota alguém por sua simplicidade, compaixão e uma inocência ingênua.
Alguém que busca a bondade e a redenção, num mundo marcado pelo egoísmo, corrupção e violência, é visto como um bobo. Sua pureza de espírito é mal compreendida e rejeitada pelo materialismo e a hipocrisia de uma sociedade carente de um espírito altruísta.
Ser realmente uma pessoa do bem é de fato um absurdo, uma loucura. A beleza moral e espiritual não tem espaço nesse mundo que cultiva a ganância, o cinismo, o egoísmo e a hipocrisia.
O samba filosófico de Noel Rosa chamado, Filosofia, expressa essa pureza apegado na filosofia de ser feliz, como um genuíno homem ligado a poesia e a visão de um sambista sobre o cotidiano humano. É visto como um vagabundo sem dinheiro no bolso e sem uma família importante. Mas o poeta utiliza a filosofia, como uma metáfora, para a atitude de indiferença diante das adversidades e da hipocrisia social.
O seu “EU” lírico contradiz tudo que o mundo superficial despreza. Vai vivendo sua vida resistindo o escárnio social. Vai cantando e compondo sambas filosofando dando ao mundo um cheiro perfumado de poesias e de belas melodias. Muito embora vagabundo, vai sendo escravo do seu samba, sorrindo sabendo que o mundo não vai lhe dar respostas satisfatórias e nem está preocupado se está morrendo de sede ou de fome.
O Idiota vai combatendo com seu lirismo o absurdo da sociedade que não aceita a bondade como algo maior. Vão dançando a dança da solidão abraçada no materialismo, obcecado por status, dinheiro e poder.
Peço licença a todos vocês para cantar esse lindo samba chamado Filosofia do poeta Noel Rosa, muito embora vagabundo:
“O mundo me condena e ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome!
Deixando de saber
Se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome?
Mas, a filosofia hoje me auxilia
A viver indiferente, assim!
Nesta prontidão, sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim!
Não me incomodo que você me diga
Que a sociedade é minha inimiga!
Pois, cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba
Muito embora, vagabundo!
Quanto a você da aristocracia
Que tem dinheiro mas
Não compra alegria!
Há de viver eternamente
Sendo escrava dessa gente
Que cultiva hipocrisia!
Salve Noel Rosa.

 

Pérsio Isaac
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OS EMPREENDEDORES

O FUTURO DAS CIDADES BRASILEIRAS: UM CAMINHO DE QUALIDADE OU COLAPSO?

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O FUTURO DAS CIDADES BRASILEIRAS: UM CAMINHO DE QUALIDADE OU COLAPSO?

A maioria das cidades brasileiras cresce sem planejamento adequado, reflexo de um passado exploratório que continua até hoje. Enquanto outras nações foram construídas com visão de futuro, aqui prevaleceu o instinto de exploração, deixando um legado difícil de reverter.
  • Desde a capital até o menor município, o crescimento desordenado é resultado da falta de planejamento e de gestões ineficientes.
  • Prefeitos e secretários, muitas vezes, não possuem conhecimento básico de gestão pública, limitando-se a apagar incêndios administrativos.
  • Parte dos vereadores carece de preparo para exercer o cargo, o que complica a administração pública, apesar de receberem altos salários.
  • A população, fruto de um êxodo rural acelerado, muitas vezes desconhece o funcionamento de uma cidade, descartando lixo de forma inadequada, utilizando som alto e mantendo excesso de animais em áreas residenciais.
  • O sistema viário é insuficiente para atender ao crescimento da frota, gerando caos no trânsito, resolvido de forma paliativa com radares e quebra-molas, que pouco contribuem para solucionar o problema.
  • Muitas cidades não estão preparadas para lidar com o envelhecimento populacional nem com a chegada de novas tecnologias.
  • As leis, embora numerosas, frequentemente carecem de um processo educativo, transformando-se em fonte de arrecadação. Algumas, como as de uso e ocupação do solo, são amplamente ignoradas.
  • Novos bairros são construídos longe dos centros de trabalho e serviços, criando vazios urbanos e impondo custos elevados de manutenção ao poder público.
Cidades são organismos vivos que sofrem quando não são respeitadas, especialmente no que diz respeito ao meio ambiente.
Repensar o planejamento urbano é uma missão coletiva e essencial para garantir um futuro sustentável. Sem isso, o destino de nossas cidades continuará comprometido.

 

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PECUARISTAS E PRODUTORES DE LEITE: REFÉNS, SEM ESTRATÉGIA

OS EMPREENDEDORES

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  ARTIGO  

OS EMPREENDEDORES

Todos sabemos que o Brasil é uma potência na Agropecuária, na agricultura e na Agroindústria.

A ousadia desses empreendedores transformaram o Brasil numa potência agrícola ao longo de várias décadas. Levando em conta toda a cadeia de produção, o setor representa 23,8% do PIB nacional.

Existem sete grandes grupos que representam a magnitude desse importante setor.

Em sétimo lugar está o Grupo Scheffer com 220.000 mil hectares. Atua com 10 fazendas produzindo, algodão, soja e milho, além de atuar na pecuária, armazenamento de grãos e produção de termofosfato, no Pará.

Em sexto lugar vem o Grupo Bom Jesus com 374.000 mil hectares. Possui atividades nas áreas de transportes, comercialização de grãos e insumos (fertilizantes, defensivos e sementes), pecuária, suinocultura e varejo de combustíveis. Essas atividades estão localizadas nos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Pará e Piauí.

O paranaense Luiz Rigolo fundou o Grupo Bom Jesus quando saiu do Paraná e comprou 483 hectares no Mato Grosso em 1976 e começou o plantio de arroz.

Em quinto lugar vem o Grupo Amagi de Blairo Magi. Possui 380.000 mil hectares e atua em vários países do mundo.

Em quarto lugar vem a Agro Santa Barbara do banqueiro Daniel Dantas com 170.000 mil cabeças de gado em 480.000 mil hectares e 27 fazendas . Atua mais no estado do Pará.

Em terceiro lugar vem o Grupo Bom Jesus com 600.000 mil hectates e 130.000 mil cabeças de gado. Seu dono é Eraí Maggi Scheffer. Possui 35 unidades de produção, totalizando 600 mil hectares de cultivo, onde se destaca produção e beneficiamento de 1,9 milhão de toneladas de grãos, 360 mil toneladas de pluma de algodão e 440 mil toneladas de caroço de algodão.

Em segundo lugar está a SLC Agrícola. Com matriz em Porto Alegre (RS), possui 23 unidades de produção e tem 684.000 mil hectares na produção de soja, algodão e milho, além de trabalhar com criação de gado, fazendo a integração lavoura-pecuária.

Em primeiro lugar está o Grupo Raízen de Rubens Ometo do Grupo Cosan. Possui 1.300.000 mil hectares de terra. Atua fortemente na produção de álcool sendo o maior do Brasil e um dos maiores do mundo. O Grupo Cosan atua fortemente nos segmentos de energia, óleo e gás, agronegócio e mineração. A receita operacional líquida consolidada contábil da Cosan no segundo trimestre de 2024 foi de R$ 10,69 bilhões, um aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2023.

A Cosan é uma empresa que controla a Rumo, Raízen, Moove e Compass.

O Agronegócio nacional emprega mais de 28 milhões de pessoas levando em conta toda a cadeia produtiva, serviços e logística. Um importantissimo segmento que deveria estar livre de posições ideológicas ou partidárias.

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O REI DO PETRÓLEO

A CORAGEM DE SER E O SIGNIFICADO NOBRE DE TER

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Pérsio Isaac

Estamos cada vez mais sendo apartados, como um inocente bezerro que é separado de sua mãe e divorciados de qualquer consideração moral ou ética.

Esse ato de aceitarmos tudo o que não é afeito aos valores, como a honestidade de princípios, está nos desfigurando e nos transformando numa força destrutiva imoral.

Como queremos ter uma sociedade mais justa e mais igualitária se nossos atos não correspondem a esse desejo?

Os fins justificando os meios vai nos alienando, nos colocando bem longe da nossa essência. Essa dinâmica da própria humanidade é tão antiga e sintomática de uma cultura que sempre valoriza a aparência, o status, a posse acima da autenticidade e da valorização do mérito.

A arte de se fazer política se tornou um sinonimo de roubar e de servir a si mesmo.

Quando votamos em alguém que está condenado pela justiça, por corrupção, estamos abrindo mão da nossa própria moral reduzindo nossos valores a cinzas, e nossa identidade à sombra de quem representa o que há de pior em ética e moral.

Nossas leis ainda permitem absurdos que nos leva a completa desilusão, alimentando uma indignação junto com um desencanto no nosso modelo político. Estamos perdendo a ética de ser e não damos ao ter uma noção nobre. Não há virtude em conquistar ou possuir por meios ilícitos.

Esse desejo covarde de usar a politica para se enriquecer, torna essa manifestação indigna e sem nenhum significado. O desejo de ter tem que ter um significado de uma força que impulsiona o indivíduo a criar, a transformar, e não a usurpar.

Continuamos votando em candidatos com reais problemas de corrupção na justiça.

A ética de ser e ter exige coragem rejeitando os atalhos fáceis. Temos que ser e ter construindo algo que seja verdadeiro, que seja responsável aliado a ousadia e a criatividade.

A verdadeira realização está em criar um caminho único onde, o ser e o ter, sejam um motor de transcendência acima da mediocridade de quem rouba mas faz.

Pérsio Isaac

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O LADO ESCURO DO PODER

PECUARISTAS E PRODUTORES DE LEITE: REFÉNS, SEM ESTRATÉGIA

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Pecuaristas e produtores de leite: Reféns sem estratégia

Dois importantes setores da economia nacional, pecuaristas e produtores de leite, ainda são reféns de elos da sua própria cadeia produtiva e vivem na ilusão de que um dia serão devidamente recompensados pelo seu árduo trabalho. Ambos se levantam cedo e se dedicam intensamente, mas sem a garantia de um futuro promissor. Frequentemente, reclamam dos baixos preços, e, quando há uma breve melhora, acreditam, como crianças esperando pelo Papai Noel, que as coisas finalmente mudaram.

No entanto, o que falta a esses setores é olhar além da porteira e entender a realidade do mercado. Um exemplo de transformação vem dos frigoríficos, que, até os anos 1990, enfrentavam alta mortalidade e falta de crédito. Esses empresários se concentraram, começaram a exportar, reduziram a dependência do mercado interno e das grandes redes de supermercados. Adotaram um planejamento global, profissionalizaram suas estruturas e criaram um forte sistema de lobby, um movimento comum em países desenvolvidos.

Enquanto muitos pecuaristas preferem gastar em leilões caros, os donos dos frigoríficos buscam parcerias no exterior e até consideram adquirir bancos. Enquanto uns vão à porta dos governos reclamar, os outros influenciam as decisões governamentais.

Se pecuaristas e produtores de leite não se unirem de fato, adotando uma estratégia global e profissionalizada, continuarão sendo “ricos pobres”, vivendo de ilusões e sem sustentabilidade. A atual melhora no preço da arroba pode trazer novamente a falsa sensação de prosperidade, levando alguns a trocar de camionete ou a fazer viagens ao exterior, mas sem resolver os desafios estruturais. Essa é a triste realidade de dois dos setores mais importantes do Brasil.

A maioria dos setores de commodities no Brasil enfrenta o mesmo drama, uma questão cultural profundamente enraizada, que mais parece uma doença a ser superada.

 

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EMPRESAS VAREJISTAS PODEM NÃO SOBREVIVER

JOVENS TARDES DE DOMINGO

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JOVENS TARDES DE DOMINGO, TANTAS ALEGRIAS.

A infância e a adolescência são, sem dúvida, períodos marcantes na vida de qualquer pessoa. Não apenas pela inocência e brincadeiras, mas também pela liberdade de ser, pela ausência das pressões e pela capacidade de imaginar sem limites.

Momentos únicos que nos lançamos nas primeiras descobertas do mundo e de nós mesmos,  onde as experiências mais marcantes e os sentimentos mais intensos, nos moldam para a vida.

É tempo que deixa marcas que podem durar uma vida inteira.
Chegamos (pais e irmãos) em Brasília, no ano de 1967. O Rio de Janeiro tinha ficado para trás. A cidade maravilhosa tornou-se uma das opções de férias, praias e rever os parentes que lá deixamos. Nossa primeira residência na capital federal: SQS 114 e, após, SQS 308, Bloco I (bloco 5).

Na 308 sul, os primeiros amigos da adolescência: Chico Assis, Henrique Ludovice, Druso, Marly, Rita, Airton, Fausto Carneiro, Seleno, Antônio Nobre (Ico), Valéria, Regina (Gina), Neném Baiano, Iracema (Zinha), Adelaide, Ricardo Cabocão, Jacques, Jacqueline, Luiz e Pique, Weslley, Cebola (irmão da Norma), Kika, Nona, Baran, Virgínia, Evandro, Caio e Fábio, Marcelo, Paulinho Gogó, Maurinho Uou, Hélio Freitas, Patrícia e Fernando Bassit, Valéria e Márcia Ohana, Cristiane Samarco, Jaime Bastos, Virgínia, Tânia Bastos, Rui, Carminha, Natal, Jonhson, Carlitos, (saudosos Jaime Guedes (Jaiminho) e Paulo Ebert) e tantos outros. Por encontrar-me momentaneamente com a “memória RAM” um pouco cheia (prometo limpar o “cache”), perdoem-me se deixei “escapulir” algum nome daquela época.

Na 308 sul estudamos, jogamos bete, pião, bolinha de gude, finca, corridas de carrinhos de rolimã, autorama, pique esconde, “pera, uva, maçã ou salada de frutas”, escalamos árvores, cobogós, corremos dos “graminhas”, futebol (campeões de futebol de campo no Clube da AABB), telefone sem fio, mais, muito mais.

Momentos inesquecíveis. Convivência. Inocência. Época de ouro.

Quando olharmos para trás, a infância e a adolescência surgem como períodos ideais – quando a vida parecia mais simples, as relações mais sinceras e o futuro cheio de promessas. Entretanto, a verdadeira riqueza desses períodos não reside apenas na nostalgia de tempos passados, mas na compreensão de que, em nossa essência, crianças e adolescentes que fomos, ainda residem em nós moldando o adulto que nos tornamos.

A vida merece pausas!

Resgatar uma parte de nós mesmos, muitas vezes esquecidas, tem se tornado possível graças aos encontros anuais (que sugiro sejam semestrais) onde um antigo morador, amigo querido, não nos deixa esquecer. Obrigado, Druso.

Aluízio Torrecillas (Zézinho)

 

JOVENS TARDES DE DOMINGO, TANTAS ALEGRIAS. VELHOS TEMPOS, BELOS DIAS.

 

 

 

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O LADO ESCURO DO PODER

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Primeiro Ministro Mohammed Mossadegh

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Pérsio Isaac

O LADO ESCURO DO PODER

Na chamada Guerra Fria, o diplomata americano Allen Dulles assume o comando da CIA. Foi o primeiro civil a ocupar o comando da CIA.
Seu irmão mais velho, John Foster Dulles, foi Secretário de Estado durante a presidência de Dwight D. Eisenhower. Não importavam se o regime de qualquer país fosse cruel, anti democrático; bastasse não ser aliado ao comunismo.
A maior refinaria do mundo, a Abadan no Irã, vive uma crise internacional. O Primeiro Ministro Mohammed Mossadegh era um desafeto dos irmãos Dulles. Para os irmãos o mundo era uma dualidade; ou estava a favor dos Estados Unidos ou contra os interesses americanos.
Depois da Segunda Guerra Mundial, Stalin colocou governos fantoches em alguns países da Europa. A Guerra fria foi uma guerra ideológica.
Mosaddegh, com os votos do parlamento iraniano, nacionalizou as refinarias do Irã.
A Inglaterra controlava o petróleo do Irã desde 1914 e a Inglaterra estava falida. Sentaram com Dulles e pediram ajuda aos Estados Unidos para derrubar o Primeiro Ministro alegando que ele era comunista.
Allen Dulles prepara uma operação infame para derrubar o primeiro ministro iraniano, junto com a Inglaterra. Uma serie de eventos acontecem no Irã. Informações na midia iraniana falsas, subornos e ataques a mesquitas acabam enfraquecendo Mosaddegh que renuncia, com tanques em frente a sua casa.
Em 1941, o Xá Mohammad Reza Pahlavi, assume o poder no Irã com fortes compromissos para proteger os interesses dos Estados Unidos e da Inglaterra.

 

Pérsio Isaac
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O REI DO PETRÓLEO

 

OS 10 PRINCIPAIS ERROS DAS CAMPANHAS POLÍTICAS DE 2024

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Os 10 Principais erros das campanhas políticas de 2024

A campanha política de 2024, apesar dos avanços tecnológicos, foi marcada por práticas ultrapassadas. Veja os principais erros observados:
  1. Escolha de candidatos: A seleção foi baseada em critérios restritos, sem foco em competências e empatia.
  2. Marketing centralizado no candidato: As campanhas focaram nos candidatos e não nas necessidades dos eleitores.
  3. Uso inadequado de estratégias empresariais: Estratégias empresariais foram aplicadas erroneamente ao marketing político.
  4. Redes sociais mal utilizadas: Muitos candidatos não aproveitaram o potencial das redes sociais e da Inteligência Artificial.
  5. Pesquisas eleitorais desatualizadas: Modelos antigos prejudicaram a assertividade das campanhas.
  6. Uso inadequado de emendas: Emendas foram usadas questionavelmente, gerando desconfiança.
  7. Apoio a oligarquias: Partidos desconectaram-se da realidade digital ao apoiar sistemas oligárquicos.
  8. Narrativas falsas e manipulação: A disseminação de falsas narrativas comprometeu a integridade eleitoral.
  9. Estruturas partidárias arcaicas: Estruturas centralizadas afastam novos talentos e minam a credibilidade.
  10. Subestimação do eleitor: Consultorias subestimaram a percepção crítica do eleitor, enfraquecendo alianças.
Com eleições frequentes, lideranças precisam reavaliar a verdadeira importância da política voltada para o bem comum, lembrando que “os fins não justificam os meios”.
Boas práticas são fundamentais para um processo íntegro.

 

HÉLIO MENDES
Hélio Mendes é autor de “Planejamento Estratégico Reverso” e “Marketing Político Ético”. É consultor, ex-secretário de planejamento e meio ambiente em Uberlândia/MG, e associado do Instituto SAGRES em Brasília.

 

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