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NINGÚEM BAGUNÇA A TUA CASA SE VOCÊ NÃO DER A CHAVE

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E AGORA JOSÉ

O NATIVO E O FORASTEIRO.

Quando políticos se aliam a grupos que visam apenas benefícios pessoais, a população acaba sendo prejudicada, já que as verdadeiras necessidades da comunidade ficam em segundo plano.

É importante que as pessoas estejam atentas e participem ativamente do processo político, para evitar que esses tipos de alianças prejudiquem o bem-estar coletivo.

⇒ Quem cuida melhor da sua casa, você ou seu vizinho?

⇒ Quem cuida melhor do seu comércio, você ou o comerciante de fora que vem fazer concorrência ao seu comércio?

⇒ Quem cuida melhor da sua cidade, o nativo ou o forasteiro?

Quem tem uma ligação mais direta e pessoal com algo, seja sua casa, seu comércio ou sua cidade, tende a se dedicar e trabalhar melhor pelo progresso de sua cidade natal e de seus conterrâneos. 

No caso da casa, o dono terá mais interesse em mantê-la em bom estado do que seu vizinho, já que é o seu verdadeiro lar.

⇒ Da mesma forma, um comerciante local, que vive e depende do comércio na sua própria cidade, possivelmente cuidará melhor do negócio do que alguém de fora, que não tem o mesmo vínculo emocional ou econômico com a comunidade.

A lógica também se aplica à cidade: quem nasceu, vive,  gera empregos,  investe e é um benfeitor, tem mais DNA para administrá-la com competência e honestidade.

O “nativo” representa aquele que tem raízes no lugar, conhece sua história, cultura, e dinâmica local. Zela  pelos costumes e bons princípios, gera empregos, empreende, investe na melhoria de qualidade de vida de todos, dedica-se em resolver os problemas como um todo, cumpre com as promessas, dignifica o povo e trabalha para o desenvolvimento do seu município. 
Já o “forasteiro” é visto como alguém que vem de fora, aproveita-se de situações, não tem raízes nem compromisso com uma cidade onde não nasceu, não é um benfeitor, nada investe no município e sempre  será tratado e percebido com desconfiança ou receio.

E AGORA, JOSÉ? 

Você entregaria o ouro e as riquezas da sua cidade para ser explorado por um garimpeiro de fora?

NINGUÉM BAGUNÇA A TUA CASA SE VOCÊ NÃO DER A CHAVE.

 

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O PRUDENTINO TEM ALTERNATIVAS

MUDA PRUDENTE

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MUDA PRUDENTE

Nesse domingo o voto vai decidir milhares de destinos nos mais de 6.000 mil municípios do Brasil.

Na minha cidade, Presidente Prudente, votarei em Paulo Lima para Prefeito e Fábio Sato para Vice-Prefeito. A busca entre o idealismo e a realidade.

Minha visão de mundo representa um dura crítica ao “ROUBA MAS FAZ”. Não preciso fazer um discurso moralista ou careta. Precisamos entender o exemplo que se deixa votando no “ROUBA MAS FAZ”.

Prefiro votar nesses dois nomes (Paulo e Sato) pois são impreterivelmente fichas limpas. Eles estão energizados pelo bem, tem o melhor projeto e as melhores articulações políticas tanto a nível federal como estadual para que nossa cidade saia dessa mesmice política e dessa prática desumana que é a corrupção.

Não sou um homem iludido, mas sei o valor da honestidade e da honra. Elas definem a verdadeira grandeza da alma humana. A decência, a moral, a ética e a honestidade são os maiores dons que uma pessoa pública tem que carregar na sua essência.

A virtude e a coragem ainda estão sendo desafiados pelo pragmatismo do “ROUBA MAS FAZ”. Lamentável um eleitor escolher essa opção criminosa e danosa para a sociedade. Ou se tem interesse ou é adepto a promover corruptos a cargos públicos.

Não existe governos corruptos sem uma sociedade corrupta. Para mim isso é uma coisa insana e não quero me tornar um eleitor trágico na frieza desses votos sem critérios morais. Sem honestidade e sem honra a vida perde seu valor. A integridade moral permite o indivíduo agir de acordo com seus princípios e valores.

O “ROUBA MAS FAZ” contrapõe esses princípios. Isso não pode ser uma batalha inútil. A honestidade não é só uma concepção idealista, não é apenas uma condição política ou social, mas um valor, um bem maior fundamental para a dignidade humana. O homem que não tem uma espiritualidade madura, corrompe o poder que lhe é dado e não ao contrário.

O Poder não corrompe o homem, o homem que corrompe o Poder. Reflitam sobre essas questões. Vocês querem colaborar com corruptos?

O voto no “ROUBA MAS FAZ” expressa uma visão elevada de desonra e de imoralidade. O voto na honestidade, no candidato ficha limpa, expressa um espírito elevado de liberdade e de honra, colocando-os acima de qualquer ambição material.

Muda Prudente!

 

Pérsio Melem Isaac | Empresário, Cronista do Jornal O Imparcial, ex-diretor do DEPAR/FIESP, ex-Presidente do Tênis Clube, ex-Presidente do Esporte Clube Corinthians Prudentino, ex-presidente do Conselho Consultivo do SESI/SENAI e Músico (baterista).

 

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O PRUDENTINO TEM ALTERNATIVAS

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O PRUDENTINO TEM ALTERNATIVAS

Vários municípios não têm apresentado, nessas eleições de 2024, opções para seus eleitores que culminem em desenvolvimento e em melhoria da qualidade de vida para suas populações.

Não é o caso de Presidente Prudente. Há uma enorme gama de alternativas para o prudentino definir seu voto. O eleitor prudentino tem opções, de acordo com suas preferências.

O prudentino está satisfeito com o atual atendimento da saúde no município ou prefere ampliação da Estratégia de Saúde da Família e de Unidades de Pronto Atendimento, com a criação dos hospitais da mulher, da criança e um hospital federal?

O prudentino prefere a manutenção do camelódromo ou sua adequação/reformulação?

O prudentino prefere o Parque como está ou sua revitalização?

O prudentino prefere o atual déficit de residências populares ou a construção de 5 mil casas populares?

O prudentino prefere a manutenção da rodoviária ou sua relocação em projeto de melhoria de mobilidade urbana?

O prudentino prefere manter a coleta de lixo atual ou a gestão inteligente de resíduos sólidos?

O prudentino prefere manter o quadro atual das pessoas de situação de rua ou seu acolhimento e reintegração?

O prudentino prefere a manutenção do atual nível de emprego ou a atração de novas empresas com ampliação de emprego e renda para todos?

O prudentino prefere a Ângelo Rena atual ou sua duplicação?

O prudentino está satisfeito com a atual Cidade da Criança ou prefere sua revitalização?

O prudentino prefere a atual estrutura do sistema de transporte urbano ou a disponibilização do Veículo Leve sobre Trilhos?

O prudentino está satisfeito com a manutenção dos trilhos ou prefere sua remoção e substituição por uma avenida?

O prudentino está satisfeito com o Parque do Povo ou o prefere drenado e revitalizado?

O prudentino está satisfeito com o atual tamanho da Prefeitura ou a prefere enxuta, com menor número de secretarias e com maior respeito ao servidor público municipal?

O prudentino prefere a manutenção do Balneário da Amizade ou desassoreado e revitalizado?

O prudentino está satisfeito com a situação atual das Avenidas 11 de maio e 14 de setembro ou as prefere duplicadas, em projeto de melhoria da mobilidade urbana?

Como se percebe, não faltam alternativas para cada prudentino exercer sua cidadania com precisão e de acordo com suas perspectivas.

 

Aluizio Torrecillas | Especialista SR em Relações: Institucional, Corporativa e  Governamental. Gestor em Marketing, Ombudsman, Gestor de Conflitos, Humanista, Espiritualista. Nas horas vagas, Blogueiro. Revista Diária – www.revistadiaria.com.br | Redes Sociais: @aluizio.torrecillas

 

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O CANDIDATO IDEAL

 

O CANDIDATO IDEAL

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Crédito: Pixabay

O CANDIDATO IDEAL 

Antes de decidir o voto, o eleitor deve explorar algumas considerações importantes sobre o candidato. Essas reflexões ajudam a fazer uma escolha mais consciente e evitar arrependimentos futuros.

Pontos à explorar:

  • O CANDIDATO TEM QUE TER E SER FICHA LIMPA.

    • Candidato sem condenações criminais ou envolvimento em escândalos e desvios de dinheiro público é fundamental. Àqueles que cometeram irregularidades, não estão aptos moralmente nem legalmente qualificados, para exercer cargos públicos.

  • O CANDIDATO TEM QUE SER VERDADEIRO E TER PROJETOS E IDEIAS VIÁVEIS. 

    • Além de ser honesto, o candidato precisa ter propostas claras e viáveis. É importante avaliar o histórico de atuação dele em iniciativas públicas ou privadas, além de considerar como pretende resolver os problemas da comunidade. Projetos que focam em áreas essenciais como saúde, educação, segurança, infraestrutura, qualidade de vida e geração de empregos devem ser analisados com atenção.

  • O CANDIDATO PRECISA SER E TER ESPÍRITO DE EMPREENDEDOR.

    • Candidato com espírito empreendedor traz inovação e dinamismo à administração pública. Empreendedores são, em geral, mais criativos e eficientes na busca de soluções para desafios econômicos e sociais. Isso é especialmente importante em contextos onde é necessário gerar crescimento e melhorar a gestão de recursos públicos.

  • O CANDIDATO TEM QUE SER E TER HISTÓRICO DE BENFEITOR E COMPROMETIDO COM O BEM SOCIAL.

    • Um histórico de atuação em causas sociais ou filantrópicas demonstra que o candidato está preocupado com o bem-estar coletivo e não apenas com seus próprios interesses. Eleitores devem verificar se o candidato tem essa postura em seu histórico, ou se essas ações são apenas promessas vazias de campanha.

  • O CANDIDATO PRECISA SER E TER DNA DE GESTOR HONESTO.

    • Candidato com habilidades comprovadas de gestão, que tenha “DNA” de saber administrar, é um grande trunfo. Ser bom administrador significa saber gerir finanças, pessoas e recursos de forma eficiente, evitando desperdícios e aplicando o dinheiro público com responsabilidade.

Escolher qual o candidato ideal e que poderá representar melhor os interesses da comunidade, conduzindo os interesses do povo de maneira ética e eficaz, não é tão difícil de descobrir.

Para os que estão se candidatando, que buscam a reeleição ou já exerceram o mesmo cargo que estão pleiteando, as redes sociais, portais de notícias e sites de monitoramento político são ótimas fontes para acompanhar seus projetos e decisões.

Isso dá uma visão clara sobre qual candidato atua ou atuou em defesa de interesses públicos ou pessoais e de grupos específicos.

 

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O CRUEL JOGO PELO PODER

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Artigo com Helio Mendes
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O cruel jogo pelo poder

 Aqueles que são de fato donos do poder estão, em sua maioria, num grupo de atores invisíveis para a maioria da população, a qual vive submetida a regras que vêm do ambiente macro, onde até os países são meras pedras de um grande tabuleiro.

Os atores nas áreas estadual e municipal são amadores nesse jogo. Todos estão sujeitos ao mercado global.

As megatendências e as regras são definidas pelos grandes grupos internacionais. São os que controlam e fazem as grandes jogadas – os mesmos que fizeram a velha ordem mundial e estão criando a nova.

Normalmente o grande jogo é rotulado como “teoria da conspiração”, sendo até mesmo tema de filmes de grande interesse da população. Entretanto, não é uma ficção. Há inclusive profissionais muito bem remunerados, alguns com título de lobistas. E os grandes não são identificados, porque o sistema é como um substantivo abstrato: sabemos que existe, mas não podemos pegá-lo.

Como esse jogo existe em todos os planos, ou seja, do internacional, que é o macro, indo de países até estados, municípios e instituições e empresas, ele afeta as nossas vidas. É essencial estudar e acompanhar os fatos, principalmente em anos de eleições.

No contexto brasileiro, em que as eleições ocorrem a cada dois anos, é importante saber quem são os candidatos e seus ideais, a que partido pertencem; quais grupos, empresas e pessoas serão os favorecidos depois do pleito. Não é possível mudar essa realidade, mas dá para melhorar um pouco no sentido de buscar caminhos para beneficiar mais a vida das pessoas.

 

HÉLIO MENDES

Hélio Mendes – Autor de Planejamento Estratégico Reverso e Marketing Político Ético, consultor de empresas, foi secretário na área de Planejamento e Meio Ambiente da cidade de Uberlândia/MG. Palestrante em cursos de pós-graduação e da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – ADESG. Membro do Instituto SAGRES – Política e Gestão Estratégica Aplicadas, de Brasília.

 

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QUEM NÃO VOTA, NÃO PODE NEM RECLAMAR

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Imagem. Credito Freepik

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QUEM NÃO VOTA, NÃO PODE NEM RECLAMAR

Em muitas eleições, os indecisos, os faltosos e aqueles que a.nulam seus votos podem exercer um papel decisivo no resultado.

 

O eleitor indeciso se vê diante de uma escolha: votar ou não votar!

A desconfiança em relação aos candidatos, principalmente quando há histórico de corrupção, condenações ou má gestão, induz o eleitor ao voto nulo ou a não votar.

Reconquistar a confiança desse eleitorado, por meio de maior transparência, compromisso ético dos candidatos, propostas e políticas públicas que realmente atendam às necessidades da população é o caminho a seguir.

Mesmo que nenhum dos candidatos seja ideal, na opinião de alguns eleitores, existe um que se destaca como a opção mais aceitável ou que pelo menos apresenta uma postura mais responsável em relação à gestão pública e aos interesses do município.

Ao optar por um candidato que já tenha demonstrado ser um bom gestor e benfeitor, que trabalhe em benefício da comunidade e que não dependa das benesses do dinheiro público, o eleitor faz uma escolha consciente baseada em evidências e histórico.

Essa decisão pode evitar a eleição de candidatos cuja atuação anterior foi marcada por escândalos de corrupção ou má administração, que poderiam prejudicar o desenvolvimento da cidade.

VOTAR OU NÃO VOTAR, é uma questão de escolha de cada um.

Vale lembrar a frase “quem não vota, não pode nem reclamar”.

O voto é uma ferramenta de transformação e envolvimento cívico. Ao participar, o eleitor que ama sua cidade, assume um papel ativo na construção do futuro da comunidade.

 

Aluizio Torrecillas | Especialista SR em Relações: Institucional, Corporativa e  Governamental. Gestor em Marketing, Ombudsman, Gestor de Conflitos, Humanista, Espiritualista. Nas horas vagas, Blogueiro. Revista Diária – www.revistadiaria.com.br | Redes Sociais: @aluizio.torrecillas

 

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O CORRUPTO ADOECE A SOCIEDADE

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O CORRUPTO ADOECE A SOCIEDADE

A corrupção, a desonestidade, a mentira e o comportamento traiçoeiro de alguns políticos tendem minar a esperança e a fé no sistema democrático, criando uma sensação de frustração e decepção nos cidadãos que desejam líderes íntegros e comprometidos com o bem comum.

Condenados com provas oficiais ou envolvidos em escândalos de corrupção utilizam:

1) as redes sociais para criar uma narrativa distorcida, manipulando informações e tentando confundir os eleitores. Mesmo com provas claras e evidências robustas, eles se aproveitam do imediatismo e da superfície das redes para plantar uma versão paralela da realidade.

2) proliferam “fake news”, montagens e documentos fabricados ou fora de contexto como recurso poderoso para desviar a atenção das provas reais, criando dúvidas ao eleitor sobre a legitimidade das acusações.

3) apresentam-se como vítimas, muitas vezes utilizando táticas de apelo emocional.

4) desmentem provas quando são publicadas ou compartilhadas em forma documentos oficiais. A justiça não fabrica documentos apócrifos.

A sociedade precisa de líderes comprometidos com a transparência, a ética e a responsabilidade. Um esforço coletivo para rejeitar políticos corruptos é dar um basta ao “rouba mais faz”.

Políticos corruptos são maus. Eles representam uma ameaça ao bem-estar público, desviando recursos que deveriam ser destinados à educação, saúde, segurança, infraestrutura, qualidade de vida e dignidade do cidadão.

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A ILUMINAÇÃO DOS ILUMINADOS

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Antoniana Ursine Krettli

ILUMINAÇÃO DOS ILUMINADOS.

Por: Afonso Celso Candeira Valois

Em 26/09/24, logo a noitinha eu e a minha esposa Marília Valois tivemos a grande satisfação de receber em nosso apartamento, a ilustre vizinha, Dra. Antoniana Ursine Krettli, formada em farmácia-química e em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde cursou a graduação, mestrado e doutorado, além de posteriormente ter obtido o pós-doutorado pelo Instituto Pasteur (Paris-França).

A Dra. Antoniana é exímia pesquisadora, professora e competente orientadora de inúmeros profissionais em seus respetivos assuntos acadêmicos, além de já ter escrito e publicado diversos artigos técnico científicos, ser membro da Academia Brasileira de Ciências, participar de outras organizações técnico científicas e receber inúmeras condecorações, cuja espetacular trajetória acadêmica está muito bem retratada no livro de 208 páginas, de sua autoria, de título: Uma cientista brasileira.

 

A visita da nobre Dra. Antoniana foi para discutir sobre a germinação e desenvolvimento de plantas, especialmente do pau-brasil, baobá e violeta.

Este fato muito bem-vindo, me motivou não só a homenagear a Dra. Antoniana, como também relembrar antecedentes valiosos, envolvendo outros profissionais iluminados e iluminadores no campo da ciência, tecnologia e inovação.

Certa vez, como chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen, na denominação charmosa), tive em mente reunir em Brasília (DF), alguns dos mais renomados professores e pesquisadores em genética e Biotecnologia agrícola do Brasil, com o fito de colher subsídios técnico-científicos sobre os importantes temas para serem transformados em planos, programas e projetos, em uma reunião objetiva de apenas 1 dia.
Para isso haveria a necessidade da captação de recursos financeiros para levar a efeito essa reunião estratégica.

Isso foi conseguido junto à diretoria do CNPq de maneira bem expedita.
Assim, o próximo passo foi a escolha “a dedo” de 20 Fespecialistas nas citadas áreas, cuja valiosa equipe multidisciplinar e multi-institucional foi composta por professores e pesquisadores de universidades e da própria Embrapa, de reconhecido saber. Eu mesmo tive a função de recolher as sugestões, compatibilizar e elaborar os brilhantes resultados do magno e inédito evento!

A publicação foi feita no livro do ex-procitropicos, de título: Recursos Fitogeneticos nos Trópicos Sul-americanos, pág 104, 2010, 367p. Logicamente que o CNPq recebeu o relatório técnico e de prestação de contas, bem como os devidos agradecimentos! O diretor do CNPq naquela época era o conhecido e competente Dr. Ruy Caldas, grande amigo da Embrapa.

De maneira sucinta, os principais temas abordados advindos desse encontro de “notáveis” são os seguintes:

a) Tamanho ideal das unidades de conservação; tamanho efetivo mínimo viável da população para tornar os procedimentos mais pragmáticos; amplitude da convivência harmônica entre plantas, animais e microrganismos em interação com o ambiente em que vivem; inventário, domesticação e enriquecimento dos recursos genéticos; valoração da biodiversidade e da agro biodiversidade; processos dinâmicos da conservação da conservação de germoplasma; fundamentos da coleção nuclear ou “core collection”; complexo gênico ou “genepool”; fisiologia do desenvolvimento e sistemas reprodutivos de genótipos; sanidade vegetal e animal; homeostase genética e do desenvolvimento; efeitos pleiotropicos e efeitos de perigos e danos naturais e antrópicos que atuam na vulnerabilidade da biodiversidade.

b) Citogenética; botânica e taxonomia; genética qualitativa; genética quantitativa; genética de populações; genética ecológica; genética estatística; genética de microrganismos; genética genômica, proteomica e metabolomica; etnobotânica; etmozoologia; ecologia e evolução, levando em consideração as forças evolucionárias da mutação, migração, recombinação e seleção (natural, estabilizadora, direcional e disruptiva); diversidade funcional de ecossistemas; populações isopatricas e alopátricas; efeitos alelopatricos.

c) Erosão genética e perigo dê extinção de espécies, considerando os seguintes critérios com o objetivo de estabelecer prioridades para a conservação e resgate da diversidade genética: com risco de extinção, vulnerável, raro, sem perigo, indeterminado, desconhecido e fora de perigo.

d) Biologia molecular; mapeamento e análise genômica; funcionalidade de genomas; sequenciamento de DNA; bioinformatica e modelagem molecular; regulação e expressão gênica; bioquímica do metabolismo; estresse biótico e abiótico em presença das atuais ameaças de trocas climáticas; prospecção e engenharia de genes e proteínas; marcadores moleculares e tipificação de genótipos.

e) Biologia celular; cultivo “in vitro” e estabilidade genética dos acessos conservados; mutação e efeitos epigenéticos; regeneração e transformação; micropropagação e diferenciação celular.

A união desses e de outros procedimentos com a aplicação da convergência de tecnologias é de fundamental importância para o constante aperfeiçoamento requerido para a biologia da conservação e uso do germoplasma vegetal.

Na visão estratégica e holística, o prognóstico otimista acima desenhado atingiu os seus propósitos em prol do desenvolvimento da ciência, tecnologia e inovação, considerando especialmente, os recursos genéticos de plantas e a biotecnologia agrícola.

 

Valois

* Afonso Celso Candeira Valois. Engenheiro Agrônomo, mestre em Genética e doutor em Genética. Pós-doutorado na Universidade do Estado do Novo México (EUA) em genética e biotecnologia de plantas. Pesquisador aposentado da Embrapa.

 

 

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BARRA DO PIRAÍ NECESSITA DE ADAM SMITH

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BARRA DO PIRAÍ NECESSITA DE ADAM SMITH

Não somente nas conversas, mas especialmente nas manifestações políticas pré-eleições percebe-se considerável descompasso entre as propostas que tratam dos problemas que incomodam o barrense e as que efetivamente são capazes de promover o desenvolvimento do município.

Obviamente, o apelo eleitoral explica parte da enorme diferença, porém na realidade, tão ou mais importante do que resolver as questões do cotidiano são as propostas para desempenhos econômicos que elevem os parâmetros e impulsionem as ambições do município.

É normalmente impossível encontrar manifestações que abordem políticas de crescimento econômico. Essa rotineira omissão passa a falsa impressão de que o barrense somente se interessa pelo presente.

Políticas de desenvolvimento consideram conceitos como os oriundos em Adam Smith nos quais a riqueza das regiões é determinada pela produtividade do trabalho e pela percentagem de população dedicada ao trabalho útil/produtivo.

Exemplos confirmam que a riqueza não ocorre naturalmente, mas é consequência direta do trabalho útil/produtivo. Japão e Coreia não são desenvolvidos porque possuem abundantes recursos naturais, da mesma forma que o Brasil não é subdesenvolvido porque não tem recursos naturais. Há, na equação, um insubstituível componente cultural.

Mário Henrique Simonsen, em passado não muito distante, ao avaliar a divisão de trabalho no Brasil afirmou, com propriedade, que um terço da população brasileira produzia bens e serviços, outro um terço da população se apropriava do produto gerado pelo primeiro um terço da população e o terceiro um terço da população defendia os interesses dos outros dois terços da população. Análise com carga de ironia, mas de difícil contestação.

Sem dúvida alguma, a riqueza de uma região é fruto do primeiro um terço da população que, no caso barrense, minguou. Consequentemente, a realidade de Barra do Piraí vem se consolidando, há tempos, em uma prioritária necessidade: produzir riqueza.

Adicionalmente, a produção de bens promove distribuição de renda que permite a sustentação do mercado interno e a instalação de um ciclo virtuoso com ampliação do emprego e da massa salarial.

Sintetizando, é senso comum da economia que o desenvolvimento dos municípios começa pela habilidade de produzir bens.

Adam Smith faz falta a Barra do Piraí.

 

Luiz Bittencourt – Eng. Metalúrgico/UFF; M. of Eng./McGill University/Montreal/Canadá; Pós-graduado em Comércio Exterior/Universidade Mackenzie/SP; Consultor em Relações Institucionais

 

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QUANDO SE TEM PROVAS, A VERDADE VEM A TONA. PORÉM, EXISTEM OS IMPRUDENTES

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Crédito da foto: pixabay.com

QUANDO SE TEM PROVAS, A VERDADE VEM A TONA. PORÉM, EXISTEM OS IMPRUDENTES QUE  TENTAM DESQUALIFICAR A VERDADE.

Em tempos de campanha política, é comum surgirem tanto informações reais quanto “fake news”, e os eleitores devem ser cuidadosos ao discernir entre fatos comprovados e boatos.

A credibilidade é essencial, e qualquer acusação sem fundamento pode ser considerada uma manobra suja. Porém, acusações, com provas, é a “verdade materialmente comprovada”.

A ética dita que acusações sejam sempre fundamentadas em provas, e campanhas que expõem fatos com base em evidências documentais podem ajudar a esclarecer questões cruciais para o eleitor.

Quando se expõe a verdade com provas documentais, inclusive com pareceres jurídicos, está agindo de forma transparente e dando ao eleitor a oportunidade de julgar com base em fatos, não em boatos ou falsas narrativas.

Isso é crucial, especialmente se o candidato decepciona, não é prudente, tem um histórico de condenações ou mentiras que possam influenciar sua capacidade de governar com integridade. 

Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:31-32)

Publicado por: Revista Diária | Aluizio Torrecillas

ALUIZIO TORRECILLAS

Aluizio Torrecillas | Especialista SR em Relações: Institucional, Corporativa e  Governamental. Gestor em Marketing, Ombudsman, Gestor de Conflitos, Humanista, Espiritualista. Colunista no portal Revista Diária – www.revistadiaria.com.br | Redes Sociais: @aluizio.torrecillas

 

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