Liderado por pesquisadores da França, Irã e Estados Unidos, como membros da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), o estudo rastreia possíveis casos de câncer de bexiga ao analisar mutações de risco em dez genes — que foram, no passado, correlacionados com a condição.
Atualmente, o diagnóstico de câncer de bexiga depende de procedimentos caros e invasivos, como a cistoscopia, que envolve a inserção de uma câmera na bexiga.
Ter um exame de urina mais simples que possa diagnosticar com precisão e até prever a probabilidade de câncer com anos de antecedência pode ajudar a detectar mais cânceres em um estágio inicial. Caso os testes com o novo exame avancem, comprovando a eficácia do método, ele poderá ser adotado em protocolos de rotina para pacientes de alto risco, como fumantes ou aqueles expostos a agentes cancerígenos conhecidos devido ao trabalho.