AGORA INÊS É MORTA?
As urnas fecharam, os votos foram contados, mas a disputa continua. Entre justificativas, suspeitas e viagens, a novela política ganha novos capítulos.
Por Juca da Plateia
Terminada a votação, começou a temporada das explicações. Quem ganhou comemora. Quem perdeu procura culpados. E, nessa matemática eleitoral, tem gente somando expectativas, subtraindo responsabilidades e multiplicando justificativas. Quando a conta não fecha, questiona-se a calculadora.
E o eleitor? Coitado! Pensava que sua participação terminava depois de apertar o botão verde.
Mas eis que surge um novo capítulo. Uma possível viagem para passar o Natal nas terras do Mickey Mouse. Afinal, ninguém é de ferro. Férias merecidas! Ou seria apenas uma pausa estratégica nessa interminável novela política?
Quando tudo parecia resolvido pelas urnas, surgem novas interpretações, especulações. No Brasil, depois do apito final, sempre aparece alguém disposto a discutir o placar.
Enquanto isso, políticos procuram explicações, especialistas analisam números e as redes sociais distribuem teorias para todos os gostos. Cada personagem apresenta sua versão, enquanto o público tenta descobrir onde termina a realidade e começa a ficção.
E o Brasil? Continua esperando emprego, saúde, educação, segurança e soluções concretas.
Quanto a este humilde cronista, sigo na plateia, observando os personagens e os próximos capítulos dessa novela chamada política brasileira.
E pensar que Inês, aparentemente morta, agora parece ressuscitar. Em que condições? Ninguém sabe. Mas o que parecia resolvido virou um verdadeiro nó.
Afinal, Inês está morta, ressuscitou, está de férias ou apenas mudou temporariamente de endereço?
