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TRUCO ELEITORAL: seis, nove … 13 ou 22?

Agora é hora de jogar truco.

Institutos apresentam seus números, analistas questionam metodologias e candidatos fazem promessas. No grande jogo eleitoral, o eleitor tem a palavra final. 

 

Por Juca da Plateia | Cronista 

Um desafia o adversário, impondo suas condições; o outro aceita, mas também estabelece suas regras. Afinal, agora é seis, nove, 13 ou 22? O mais interessante é que esse jogo parece existir apenas para a plateia assistir e apostar.

Façam suas apostas!

Enquanto isso, o jogo se estende às pesquisas de intenção de voto. Cada instituto apresenta seus números, cada levantamento alimenta expectativas e cada resultado vira argumento para quem acredita ter as melhores cartas. Até Montenegro, considerado por muitos um guru das pesquisas, embora esteja “aposentado” mas atento a tudo, ao que parece, manifesta discordâncias em relação às metodologias atualmente utilizadas.

Faltam apenas quatro dias, a contar de hoje, para conhecermos o resultado das urnas e confrontarmos as previsões com a realidade.

Uma coisa é certa: com tantas promessas, tantos números e tantas apostas, o eleitor continua sendo o dono da última carta. E, no fim das contas, é ele quem decide se aceita o jogo, aumenta a aposta ou manda tudo para a mesa.

 

Juca da Plateia é um personagem fictício que observa a política brasileira com ironia, bom humor e senso crítico. Sem compromisso com partidos ou governos, acompanha os acontecimentos, questiona discursos e procura compreender o que existe por trás das disputas pelo poder. Seu olhar é o do cidadão comum, que assiste ao espetáculo político, mas não esquece que é a população quem convive com as consequências das decisões.

 


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