TRUCO ELEITORAL: seis, nove … 13 ou 22?
Agora é hora de jogar truco.
Institutos apresentam seus números, analistas questionam metodologias e candidatos fazem promessas. No grande jogo eleitoral, o eleitor tem a palavra final.
Por Juca da Plateia | Cronista
Um desafia o adversário, impondo suas condições; o outro aceita, mas também estabelece suas regras. Afinal, agora é seis, nove, 13 ou 22? O mais interessante é que esse jogo parece existir apenas para a plateia assistir e apostar.
Façam suas apostas!
Enquanto isso, o jogo se estende às pesquisas de intenção de voto. Cada instituto apresenta seus números, cada levantamento alimenta expectativas e cada resultado vira argumento para quem acredita ter as melhores cartas. Até Montenegro, considerado por muitos um guru das pesquisas, embora esteja “aposentado” mas atento a tudo, ao que parece, manifesta discordâncias em relação às metodologias atualmente utilizadas.
Faltam apenas quatro dias, a contar de hoje, para conhecermos o resultado das urnas e confrontarmos as previsões com a realidade.
Uma coisa é certa: com tantas promessas, tantos números e tantas apostas, o eleitor continua sendo o dono da última carta. E, no fim das contas, é ele quem decide se aceita o jogo, aumenta a aposta ou manda tudo para a mesa.

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