Estranho seria se a situação não comemorasse o “algemamento” de uma das pernas de um ex-presidente. Mais estranho ainda seria se a situação, em seu tempo, não tivesse festejado a prisão de outro ex-presidente.
Sim, é isso que chamam de orgasmo político: o prazer em ver o inimigo cair, em rir da desgraça alheia, como se isso resolvesse os problemas reais do povo.
Enquanto isso…
- Falta comida na mesa.
- Famílias se desestruturam;
- Filhos espancam pais;
- Pais espancam filhos;
- Mulheres e maridos se espancam;
- O desemprego ainda assola milhões;
- O mundo vive em guerra – literal e espiritual e a humanidade segue cada vez mais distante de Deus, o Criador.
Independente de um ou de outro, lembremos das promessas de campanha políticas, de quem quer que seja, “ilustradas” pelos senhores do marketing e divulgadas exaustivamente pelos gênios espertos das redes sociais. Vale perguntar:
- Como anda a política para reconstrução das famílias?
- Onde estão as soluções para dignidade aos mais necessitados?
- Onde estão os hospitais públicos equipados, com o mínimo necessário para atender o cidadão?
- Cadê o salário digno, o respeito às crianças e aos idosos, o cuidado com o cidadão comum e o fim da prática do roubo e desvios do erário público
- Por onde caminha a decência?
Parece que os gatos comeram!
Em episódios como o de hoje, onde a imprensa trava um guerra por divulgar matérias, umas mais sensacionalistas que as outras, o que vale é o egoísmo escrito. O que conta é a individualidade.
Mas o que se comemora, afinal de contas, é a queda de um ou do outro. Foi sempre assim!
A cada episódio político, cães de raça e até vira-latas, comemoram o fato virando copos nas mesas de bar. Como se isso fosse vitória. Como se isso fosse justiça.
Não importa quem seja. O ser humano virou alvo. E o “prazer político” substituiu o senso de compaixão.
Não é justiça.
É vingança travestida de moral!
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