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IGESDF CONDUZIRÁ ESTUDO INÉDITO PARA DOENÇAS HEPÁTICAS

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visita, liderada pelo chefe de assuntos médicos para gastroenterologia da Takeda, Marcelo Freire, serviu para apresentar o potencial do HBDF como polo de pesquisa – Foto: Alberto Ruy/IgesDF

IGESDF conduzirá estudo inédito para doenças hepáticas com farmacêutica japonesa

Parceria com a Takeda Global posiciona Hospital de Base como centro de pesquisa de novos fármacos

O centro de pesquisa do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), gerido pelo IgesDF, foi escolhido para conduzir um estudo clínico sobre um novo tratamento para doenças hepáticas, em parceria com a farmacêutica japonesa Takeda Global. Representantes da empresa visitaram a unidade nesta quinta-feira (25/Set) para conhecer a estrutura e oficializar a colaboração, que abre caminho para novas pesquisas no Brasil.

A visita, liderada pelo chefe de assuntos médicos para gastroenterologia da Takeda, Marcelo Freire, serviu para apresentar o potencial do HBDF como polo de pesquisa. “A Takeda definiu que o Brasil é um país-chave para o desenvolvimento de novos fármacos. Vimos que o HBDF tem grande potencial de colaboração, principalmente por reunir diversas especialidades que dialogam com nossas áreas de atuação. Isso abre caminho para parcerias muito promissoras”, destaca Freire.

A gastroenterologista e hepatologista do HBDF, Liliana Sampaio, responsável pelo estudo, ressaltou a boa impressão deixada pela unidade. “A equipe da Takeda saiu com grandes expectativas e ficou impressionada tanto com a estrutura hospitalar quanto com a de pesquisa clínica. Eles perceberam várias possibilidades de novos estudos dentro do hospital”, afirma.

O chefe da área terapêutica de gastroenterologia e inflamação da Takeda Global, Chinwe Ukomadu, elogiou o corpo clínico do hospital. “Encontramos profissionais que realmente se preocupam com o paciente. Esse cuidado é algo que temos em comum, junto com o compromisso de melhorar a qualidade de vida de quem convive com doenças hepáticas. Isso é essencial para uma boa colaboração”, reforça.

A pesquisa

O estudo a ser conduzido no Hospital de Base investigará o tratamento de uma doença rara do fígado, causada pela produção de uma proteína defeituosa que se acumula no órgão, provocando inflamação, fibrose e risco de cirrose ou câncer. A pesquisa avaliará se um novo medicamento é capaz de interromper a produção dessa proteína, freando a progressão da doença.

Os cientistas analisarão a eficácia do tratamento na melhoria da saúde do fígado e sua segurança em relação a possíveis efeitos colaterais. “Nosso objetivo é avaliar se essa abordagem pode se tornar uma nova opção terapêutica, oferecendo mais qualidade de vida às pessoas que convivem com essa condição rara”, afirma Liliana Sampaio.

Fonte: Por Kleber Karpov | https://www.politicadistrital.com.br/igesdf-conduzira-estudo-inedito-para-doencas-hepaticas-com-farmaceutica-japonesa/

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Publicado por: Revista Diária | Aluizio Torrecillas

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QUAL O SENTIDO DA VIDA ?

METAVERSO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: A DUPLA QUE ESTÁ REDEFININDO O FUTURO DIGITAL

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metaverso e a inteligência artificial (IA) deixaram de ser apenas tendências futuristas para se tornarem tecnologias complementares que estão moldando a forma como vivemos, trabalhamos e nos divertimos no ambiente digital. Se, por um lado, a IA torna o metaverso mais inteligente e responsivo, por outro, o metaverso oferece um terreno fértil para a aplicação e evolução da IA.

Como a IA impulsiona o metaverso

A combinação entre essas tecnologias já apresenta resultados concretos:

    • Personalização: a IA analisa comportamentos e preferências, adaptando ambientes virtuais e criando experiências únicas.

    • Interações mais naturais: avatares realistas e diálogos fluidos tornam a convivência digital mais próxima da vida real.

    • Conteúdo dinâmico: a IA generativa permite a criação de mundos virtuais que evoluem conforme as ações dos usuários.

    • Gestão de dados: algoritmos otimizam grandes volumes de informações, garantindo eficiência em transações e interações.

    • Acessibilidade: ferramentas inteligentes simplificam o acesso e permitem maior inclusão no universo digital.

Exemplos de aplicação

    • Educação: jornadas virtuais, podcasts e videoaulas adaptadas ao estilo de cada aluno.

    • Entretenimento: jogos e experiências imersivas personalizadas para cada perfil de usuário.

    • Negócios: processos otimizados, comunicação aprimorada e criação de novas oportunidades no ambiente virtual.

Desafios e oportunidades

Como toda inovação, essa integração traz também dilemas. Privacidade e segurança de dados exigem atenção redobrada, e há o risco de se criar complexidades que afastem o usuário em vez de aproximá-lo. Ainda assim, a convergência entre IA e metaverso abre espaço para novas formas de experiências e inovações que podem remodelar o que entendemos como possível.

Conclusão

Mais do que uma moda passageira, a união entre metaverso e inteligência artificial sinaliza o início de uma nova era digital. Uma era marcada por ambientes mais imersivos, personalizados e eficientes, com impacto direto em setores como educação, entretenimento, negócios e indústria. O futuro já não é apenas digital — é inteligente e interativo.

 

Por Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político. Autor do livro “Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa”. Conselheiro formado pelo IBGC e atual Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.
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SUGESTÃO DE LEITURA:  EMPRESA BRASILEIRA TRAZ INOVAÇÃO COREANA ADAPTADA A REALIDADE BRASILEIRA  https://revistadiaria.com.br/variedades/divulgacao/empresa-brasileira-traz-inovacao-coreana-adaptada-a-realidade-brasileira/

EMPRESA BRASILEIRA TRAZ INOVAÇAO COREANA ADAPTADA À REALIDADE BRASILEIRA

QUAL O SENTIDO DA VIDA ?

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As redes sociais, além de nos conectarem em tempo real, também funcionam como baús de memórias. Elas guardam lembranças como os antigos álbuns de fotos – aqueles registros captados por câmeras que hoje caíram em desuso.

Se antes esperávamos ansiosos pelas revelações da Kodak ou da Fujicolor, hoje somos surpreendidos por recordações, quase que imediatas, no Facebook, no Instagram ou até em conversas esquecidas no WhatsApp.

Foi justamente no Instagram que reencontrei um momento marcante: a participação de Enéas Carneiro, médico cardiologista, matemático e físico, no programa Altas Horas, de Serginho Groisman. Diante da plateia, ele foi questionado por um jovem, via telefone: “Qual é o sentido da vida?”

A resposta foi curta, mas carregada de profundidade: “O respeito pelo seu semelhante. O respeito ao ser humano.” (assista ao vídeo abaixo)

Essa reflexão soa ainda mais necessária no contexto atual.

Vivemos dias em que a falta de respeito domina os noticiários e invade as redes sociais. O cenário se repete: guerras políticas e armadas, inveja, maldade, sarcasmo e destruição. A lógica da convivência humana parece ter sido substituída pela lógica da competição e da desqualificação.

A tentativa de destruir a imagem do outro virou prática comum. A narrativa, invariavelmente, é alimentada pelo poder e pela ganância. Para muitos, o ato de destruir tornou-se sinônimo de vitória. Mas é inevitável perguntar: por que tanto ódio?

Enéas resumiu bem: a diferença entre um ser humano e outro – entre quem limpa o chão e um astrofísico – é apenas a informação. No essencial, somos iguais. E, diante dessa igualdade, é preciso lembrar que nada de material levaremos desta vida. Restará apenas o que praticamos – para o bem ou para o mal.

Talvez a pergunta seja eterna. Talvez a resposta esteja, simplesmente, em como escolhemos viver, apesar de tudo.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: O MUNDO POLÍTICO ADOECEU  https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-mundo-politico-adoeceu/

O MUNDO POLÍTICO ADOECEU

UM FENÔMENO PERIGOSO COMEÇOU NOS OCEANOS: CIENTISTAS ESTÃO SOANDO O ALARME

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As consequências diretas das ondas de calor oceânicas podem ser observadas em diversos níveis da cadeia alimentar

Nos últimos anos, pesquisadores têm chamado a atenção para mudanças significativas no comportamento das ondas de calor marinhas, fenômeno que consiste no aumento anormal e prolongado da temperatura do oceano. De acordo com estudos recentes, a duração dessas ondas quadruplicou, abrangendo, em 2023, cerca de 96% dos oceanos do planeta. Esse quadro impactou principalmente o Atlântico Norte, onde algumas dessas elevações térmicas se estenderam por até 525 dias seguidos.

Além da duração prolongada, há relatos de elevação de até 1,63°C nas temperaturas na parte oriental do Pacífico, cenário que levanta inúmeras preocupações entre cientistas marinhos. A extensão dessas anomalias sinaliza não apenas uma mudança temporária, mas possivelmente uma nova tendência dentro do sistema climático global. Os dados sugerem que esses eventos extremos têm potencial para alterar profundamente o equilíbrio térmico dos oceanos.

Quais os impactos das ondas de calor marinhas na vida marinha?

As consequências diretas das ondas de calor oceânicas podem ser observadas em diversos níveis da cadeia alimentar. Especialistas apontam que o principal risco está no colapso das ecossistemas marinhos, assim como na destruição massiva dos recifes de corais. Esses recifes são habitats importantes para inúmeras espécies e sua degradação coloca em risco a biodiversidade dos mares.

As consequências diretas das ondas de calor oceânicas podem ser observadas em diversos níveis da cadeia alimentar

Como o aquecimento dos oceanos pode influenciar o clima global?

O aumento da temperatura marinha não se limita ao ambiente aquático; seus efeitos repercutem em escala global. O oceano funciona como um enorme regulador térmico, absorvendo grande parte do calor do planeta. Quando esse equilíbrio é quebrado, eventos meteorológicos extremos, como tempestades intensas e furacões mais potentes, podem se tornar mais frequentes e intensos.

    • Elevação do nível do mar devido à expansão térmica das águas;

    • Aumento do degelo em regiões polares;

    • Alteração de padrões de chuva em diversas partes do globo;

    • Impacto no transporte marítimo e nas rotas comerciais.

Com a intensificação dessas ondas de calor oceânicas, há também alterações nos padrões de migração de espécies e até mesmo riscos potencializados de eventos como El Niño, capazes de afetar colheitas e abastecimento de alimentos.

Ondas de calor nos oceanos: tendência passageira ou desafio duradouro?

A comunidade científica discute se o atual cenário representa um fenômeno momentâneo ou início de uma tendência duradoura. As observações feitas em 2023 mostraram que as ondas de calor observadas não são consideradas eventos isolados, mas sim o reflexo de alterações profundas e contínuas no clima. Segundo previsões, a frequência e a intensidade desses episódios devem se manter em alta nas próximas décadas.

    1. Monitoramento contínuo das temperaturas oceânicas;

    2. Políticas globais para redução do aquecimento global;

    3. Proteção e recuperação dos recifes de corais e áreas marinhas sensíveis;

    4. Adoção de técnicas sustentáveis na pesca e aquicultura;

Medidas de adaptação e mitigação estão sendo estudadas mundialmente para tentar reduzir os impactos das ondas de calor marinhas, entretanto, a cooperação internacional e o desenvolvimento de estratégias a longo prazo serão essenciais para enfrentar esse desafio crescente e preservar os ecossistemas oceânicos.

Com a crescente frequência e duração desses eventos extremos, o contexto pede atenção tanto de cientistas quanto de órgãos reguladores e da sociedade. A saúde dos oceanos é uma peça fundamental para o equilíbrio do clima e para garantir a subsistência de bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Fonte: Emanoel Freires dos Santos | https://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/um-fen%C3%B4meno-perigoso-come%C3%A7ou-nos-oceanos-cientistas-est%C3%A3o-soando-o-alarme/ar-AA1N1sdL?ocid=msedgntp&cvid=68d14697f8fa4d55ac863851f8df5e7f&ei=7

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SUGESTÃO DE LEITURA:  CURIOSIDADE SOBRE LAGARTOS https://revistadiaria.com.br/variedades/curiosidade-sobre-lagartos/

VITAMINA CONTRIBUI PARA REDUÇÃO DE RISCO DE CÂNCER NO INTESTINO

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Cancer cells. Cancer outbreak and treatment for malignant cancer cells in a human body. 3d illustration© Mohammed Haneefa Nizamudeen/istock

Uma descoberta no campo da nutrição e saúde aponta que a inclusão de folato (vitamina B9) na alimentação pode ser uma estratégia eficaz na prevenção do câncer de intestino.

O micronutriente, encontrado em abundância em folhas verdes, evoca um novo olhar sobre o papel da dieta na luta contra o câncer.

Publicado na revista científica The American Journal of Clinical Nutrition, um estudo inovador realizado por especialistas da Escola de Saúde Pública do Imperial College London revela como o consumo adequado de folato está diretamente ligado à redução do risco de desenvolver câncer colorretal.

Dados de mais de 70 mil pessoas fundamentaram esta análise, destacando o papel crucial da vitamina B9 na saúde intestinal.

Como o folato atua na prevenção do câncer de intestino?

O folato, ou vitamina B9, transcende seu papel básico na nutrição ao demonstrar um potencial significativo na prevenção do câncer de intestino.

Os participantes do estudo que incorporaram maiores quantidades desta vitamina em sua dieta apresentaram uma redução de 7% no risco de câncer, por cada 260 microgramas adicionais consumidos diariamente, ilustrando a força deste nutriente como um aliado contra a doença.

Em quais alimentos encontrar folato?

    • Vegetais de folha verde, como espinafre, repolho e brócolis;

    • Sementes de girassol;

    • Grãos integrais;

    • Leguminosas.

Além das fontes dietéticas, o ácido fólico, uma forma suplementar de folato, também está disponível, aumentando as estratégias de prevenção acessíveis à população.

Um passo além na saúde intestinal

O estudo pioneiro não apenas sublinha a importância do consumo regular de folato na dieta mas também sugere um papel intrigante dos genes e variantes genéticas na modulação do risco de câncer colorretal.

A análise identificou uma região específica do genoma que pode influenciar a associação entre o folato e o câncer, instigando a continuidade da pesquisa para compreensão mais profunda.

Conhecimentos como os apresentados neste estudo podem revolucionar nossa abordagem em relação à alimentação e prevenção de doenças.

Incluir folato na dieta mostra-se promissor na redução de riscos de câncer de intestino, destacando a ligação inseparável entre nutrição adequada e saúde prolongada.

Fonte: Vitamina contribui para redução de risco de câncer no intestino

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SUGESTÃO DE LEITURA:  TABAGISMO E SUAS CONSEQUÊNCIAS SILENCIOSAS  https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/tabagismo-e-suas-consequencias-silenciosas/

DEPUTADO ROBÉRIO NEGREIROS DESTINA QUASE R$ 300 MIL PARA ESCOLAS DO DF

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Os recursos deverão ser aplicados na aquisição de equipamentos e materiais pedagógicos, além de obras de manutenção nas estruturas físicas das unidades.

O deputado distrital Robério Negreiros (PSD) anunciou a destinação de R$ 280 mil em emendas parlamentares para cinco escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Os recursos, destinados por meio do Programa de Descentralização Administrativa Financeira (PDAF), deverão ser aplicados na aquisição de equipamentos e materiais pedagógicos, além de obras de manutenção nas estruturas físicas de unidades escolares das regiões de Água Quente, Ceilândia, Paranoá e Planaltina.

As unidades que serão beneficiadas são: Escola Classe de Água Quente (R$ 50 mil); Centro de Ensino Fundamental 34, em Ceilândia (R$ 120 mil); Centro Educacional do PAD-DF, no Paranoá (R$ 30 mil); Centro de Ensino Médio 02 e Centro De Ensino Especial 01, em Planaltina (R$ 80 mil). O objetivo, segundo Negreiros, é garantir melhores condições de aprendizado para os estudantes, além de proporcionar um ambiente de ensino mais adequado e seguro para a comunidade escolar.

Ainda de acordo com o distrital, o investimento vai proporcionar não apenas mais conforto para alunos e professores, mas também modernização que irá contribuir diretamente no processo de ensino e aprendizagem.

Informação: Assessoria de Imprensa

Publicação: Revista Diária | Aluizio Torrecillas

 

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SUGESTÃO DE LEITURA:  22 HOSPITAIS BRASILEIROS ENTRE OS MELHORES DO MUNDO https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/22-hospitais-brasileiros-entre-os-melhores-do-mundo/

OS GURUS ERRARAM: A CADEIA DO CLIENTE É A NOVA FRONTEIRA

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Por décadas, os maiores gurus da administração exaltaram a cadeia produtiva da indústria, enquanto a cadeia do cliente foi ignorada. Em um mundo de oferta limitada e baixa concorrência, essa lógica funcionava. Hoje, tornou-se um suicídio estratégico.

Vivemos um momento em que o entusiasmo em torno da Inteligência Artificial beira a euforia. É verdade que a tecnologia pode reduzir custos e ampliar a produtividade, mas, se não for usada para aprimorar a experiência do cliente, será apenas mais um golpe na receita futura.

As empresas precisam deixar de se ver como máquinas isoladas e passar a atuar como ecossistemas vivos, onde clientes, fornecedores e parceiros estejam integrados ao planejamento estratégico. A cadeia do cliente não começa na compra, mas muito antes, e só termina no descarte. Inclui conveniência, atendimento, formas de pagamento, sustentabilidade e respeito ambiental.

Uma nova geração já rejeita a automatização fria e impessoal. O cliente não está mais pedindo: está exigindo. Organizações que não colocarem a jornada do consumidor no centro de suas decisões estarão fadadas, mais cedo ou mais tarde, a se tornar apenas notas de rodapé no mercado.

Hélio Mendes, Palestrante, consultor empresarial e político. Autor do livro “Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa”. Conselheiro formado pelo IBGC e atual Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.
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SUGESTÃO DE LEITURA: 

A BATALHA DA ANISTIA

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Quando se fala em anistia, direita e esquerda brasileiras parecem falar de mundos diferentes.

Para a direita, o perdão surge como defesa de cidadãos que, no 8 de janeiro, teriam apenas se manifestado e hoje sofrem punições que classificam como “excessos do Judiciário”. Anistiar, para esse campo, seria corrigir injustiças e reafirmar a liberdade de expressão.

Já para a esquerda, o termo desperta a memória da ditadura: um perdão que impediu o julgamento de torturadores e deixou marcas profundas. Por isso, rejeitam a ideia de anistiar atos recentes, entendendo que seria abrir brecha para novas investidas contra a democracia.

No fundo, a disputa não é só sobre perdão, mas sobre como cada lado lê a história: para uns, anistia é justiça; para outros, é esquecimento perigoso.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA:  PAULA BELMONTE MIRA 2026 EM MOVIMENTO MARCADO PELO OLHAR ATENTO A BRASÍLIA.  https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/paula-belmonte-mira-2026-em-movimento-marcado-pelo-olhar-atento-a-brasilia/

LULA MASSACRA TRUMP NA ONU

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 O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na abertura da Assembleia Geral da ONU em 2025 não foi apenas uma fala protocolar. Foi um gesto de defesa do multilateralismo, de capacidade de combater a fome e de enfrentamento político que, com firmeza e habilidade, expôs contradições e abusos do governo norte-americano, em especial na condução de tarifas punitivas e sanções direcionadas a autoridades brasileiras.

Ao transformar a tribuna da ONU em palco de denúncia e de defesa da soberania nacional, Lula elevou o tom da diplomacia e obrigou o presidente Donald Trump a recuar.

Trump, acostumado a usar medidas econômicas como instrumentos de pressão e intimidação, denunciado anteriormente pelo Presidente Lula como atuação autocrática, viu-se desafiado não por palavras inflamadas, mas por um discurso estruturado, respaldado pela legitimidade de falar em nome de um país estratégico e de uma democracia relevante no Sul Global. Lula expôs a irracionalidade do chamado tarifaço, que prejudica não apenas a economia brasileira, mas também empresas e consumidores norte-americanos, e denunciou o caráter arbitrário das sanções impostas a autoridades do Brasil.

A repercussão internacional foi imediata: a imprensa global destacou a coragem do Brasil em marcar posição diante de um governo que usa a economia como arma política, enquanto líderes de outros países em desenvolvimento ecoaram as críticas de Lula. O isolamento retórico de Trump na ONU criou uma pressão que não poderia ser ignorada nem pelo Congresso americano nem pelos próprios setores empresariais dos EUA, interessados em manter relações comerciais estáveis com o Brasil.

O resultado foi um recuo visível: pela primeira vez desde a escalada das tensões, Trump aceitou se reunir diretamente com Lula para debater saídas negociadas para o tarifaço e as sanções. Esse gesto não pode ser visto como mera diplomacia de ocasião, mas como reconhecimento de que o Brasil, quando fala alto e com clareza, tem poder de influenciar a geopolítica e impor respeito até mesmo às potências mais resistentes. A reunião é consequência direta do posicionamento firme e da articulação gestada por Lula que, certamente, a utilizará para defender a economia e os valores do Brasil.

Lula recolocou o Brasil no centro do debate internacional, mostrou que a essencialidade da ONU se mantém como espaço de confronto de ideias e reafirmou que soberania não se negocia. Mais do que um discurso, foi um ato político que alterou a correlação de forças e repõe Lula como líder inconteste das Américas.

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DO AMOR DA “ANISTIA” AO ÓDIO DO “SEM ANISTIA”.

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No teatro da vida pública, a anistia é uma peça de um ato só, mas com um epílogo que se arrasta por décadas.

É o perdão coletivo que, em tese, deveria ser um bálsamo para feridas sociais, uma espécie de pomada política para cicatrizar as fissuras de um país em conflito. Mas como toda pomada, ela pode curar um lado enquanto irrita o outro, ou, pior, pode simplesmente esconder a ferida sem jamais a tratar.​

A história nos mostra que a anistia no Brasil sempre foi um ato complexo, um emaranhado de interesses, medos e esperanças. Na ditadura, a lei que libertou exilados e presos políticos também “perdoou” os crimes dos torturadores. Foi a anistia do pacto, da transição negociada, da paz possível, mas não da justiça plena. O preço da democracia foi o silêncio sobre a violência. E muitos, de fato, voltaram e cantaram sobre a esperança, a liberdade e a beleza de um novo dia. Parecia um final feliz.​

Mas o tempo, esse cronista implacável, tem a mania de reescrever as narrativas. E agora, a anistia volta à cena, mas com um figurino diferente. Se antes era a bandeira de quem lutava por liberdade, hoje se tornou um escudo para quem é acusado de atentar contra a democracia. O coro que pedia o perdão para os de outrora, agora clama por punição para os de agora.​

É aí que o roteiro da peça se torna ácido. O perdão, que parecia um princípio universal, se mostra seletivo, dependente do contexto e do lado em que se está. A pomada milagrosa de ontem, que cobriu as feridas dos “revolucionários”, parece não servir para as escoriações dos “vândalos” de hoje.​

É o dilema da anistia: ser um instrumento de reconciliação ou de conveniência? É a balança da justiça que, ora pende para um lado, ora para o outro, de acordo com o peso de quem a manipula. E assim, o Brasil segue em seu eterno ensaio, onde o perdão parece ser um privilégio, e não um direito, e a reconciliação, uma promessa que o tempo sempre deixa de lado.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA:  O PESO DA HERANÇA A SOMBRA DE STALIN SOBRE KHRUSHCHEV  https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-peso-da-heranca-a-sombra-de-stalin-sobre-khrushchev/