A CADEIA DE VALOR E O CLIENTE NO CENTRO DOS NEGÓCIOS
Em um mercado cada vez mais competitivo, entender como a empresa cria valor para o cliente é questão de sobrevivência. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é a Cadeia de Valor, conceito que descreve todas as atividades realizadas por uma organização para entregar um produto ou serviço, agregando valor em cada etapa.
O que é a Cadeia de Valor?
A cadeia de valor é um modelo de análise que divide as atividades internas de uma empresa em dois grupos: primárias e de suporte.
Atividades primárias são aquelas diretamente ligadas à entrega do produto ou serviço ao cliente: logística de entrada, operações, logística de saída, marketing e vendas, além do atendimento pós-venda.
Atividades de suporte dão sustentação a todo o processo, como infraestrutura, gestão de pessoas, desenvolvimento tecnológico e aquisição de insumos.
Como esse modelo gera valor?
Ao olhar com atenção para cada uma dessas etapas, a empresa pode identificar oportunidades de melhoria e inovação. Isso permite:
Reduzir custos ao eliminar desperdícios.
Melhorar a qualidade dos produtos e serviços.
Diferenciar-se da concorrência com soluções únicas.
Fortalecer o relacionamento com o cliente por meio de um atendimento mais eficiente.
Benefícios estratégicos
Utilizar a cadeia de valor como ferramenta de gestão traz ganhos significativos. Ela oferece uma visão clara do funcionamento da empresa, facilita a tomada de decisões estratégicas e ajuda a identificar gargalos que comprometem o desempenho. O resultado é uma vantagem competitiva sustentável e, sobretudo, clientes mais satisfeitos e fiéis.
Conclusão
Mais do que um conceito acadêmico, a cadeia de valor é uma prática indispensável no mundo dos negócios modernos. Empresas que compreendem suas atividades em detalhe conseguem otimizar processos, inovar e se diferenciar, garantindo não apenas melhores resultados, mas também relações mais sólidas com seus clientes.
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"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA - seus editores e colaboradores - que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por qualquer erro, omissão ou imprecisão."
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SUGESTÃO DE LEITURA: ETIQUETA DIGITAL: COMO NÃO SER O CHATO DO GRUPOhttps://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/etiqueta-digital-como-nao-ser-o-chato-do-grupo/
PSD-DF REALIZA PLENÁRIA PARA DEBATER COMPROMISSOS E AMPLIAR PROTAGONISMO NO CENÁRIO LOCAL
O Partido Social Democrático do Distrito Federal PSD-DF realizou na manhã do último sábado, 20 de setembro no Auditório Minas Gerais do Kubitscheck Plaza Hotel, Brasília, DF, uma reunião plenária com o objetivo de alinhar sua atuação regional ao crescimento da legenda em nível nacional. O encontro reuniu dirigentes, militantes e lideranças locais para debater compromissos estratégicos e reforçar a identidade do partido no DF.
Na pauta, ganharam destaque nas palavras de seu Presidente regional, Paulo Octávio, a defesa de um Distrito Federal mais eficiente na gestão pública, o estímulo ao engajamento de jovens e mulheres na política e o fortalecimento da organização interna, ampliando a presença do PSD nos diversos segmentos da sociedade.
A participação dos dirigentes ressaltou, ainda, o esforço em ampliar o protagonismo da legenda na capital, lembrando que o PSD é o partido histórico que abrigou o criador e fundador de Brasília, Juscelino Kubitschek. Hoje, o partido reafirma, conforme discurso de seu bisneto, André Kubitschek, sua vocação como defensor de pautas econômicas liberais, de investimentos em tecnologia e inovação, de uma educação de qualidade e da meritocracia como motor do desenvolvimento.
A presença de lideranças do partido na plenária permitiu também destacar que o crescimento nacional do PSD impõe ao diretório do Distrito Federal o desafio de se consolidar como força política atuante, capaz de influenciar os rumos da capital do país. Para isso, o partido pretende intensificar sua participação nos debates sobre políticas públicas locais e investir na formação de novas lideranças.
Com o encontro, o PSD-DF busca se firmar como um partido moderno, plural e preparado para oferecer soluções aos desafios do Distrito Federal, reforçando seu compromisso histórico com o desenvolvimento não só da região, mas também do país.
SUGESTÃO DE LEITURA: BRASÍLIA ESTÁ ESQUECENDO O PEDESTRE https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/brasilia-esta-esquecendo-o-pedestre/
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O PESO DA HERANÇA: A SOMBRA DE STALIN SOBRE KHRUSHCHEV
A história não é uma estrada reta e limpa. É um labirinto de becos escuros, onde o que parece ser a saída é, na verdade, a entrada para um novo dilema. E poucas figuras personificam essa complexidade como Nikita Khrushchev. Um homem que subiu ao palco mundial para condenar o monstro que ele mesmo ajudou a criar.
Não se pode falar da destruição da imagem de Stalin por Khrushchev sem antes falar da cumplicidade. Khrushchev não era um intruso, um observador distante. Ele era um dos de dentro. Um dos que frequentavam a intimidade daquele poder macabro, que participava dos jantares e das reuniões onde o destino de milhões de pessoas era decidido. Ele via, sabia, e participava. A conivência com os abusos, as prisões, os assassinatos – tudo isso era parte de sua realidade. Ele era, em essência, um dos arquitetos do horror que, mais tarde, denunciaria.
O Discurso Secreto e a Sombra do PassadoO ano era 1956, o XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética. A expectativa era de uma rotina burocrática, discursos enfadonhos e a reafirmação do status quo. Mas Khrushchev, em um movimento surpreendente, quebrou o silêncio. Em um discurso secreto que durou horas, ele desmantelou o mito de Stalin. Ele revelou os expurgos, as torturas, a megalomania de um líder que se considerava um deus. Foi um ato de coragem ou um cálculo político?
É nesse ponto que a história se dobra sobre si mesma. O que motivou a denúncia de Khrushchev? A morte de seu filho Leonid, um bêbado, que acabou matando um Major numa brincadeira macabra. Após se ajoelhar aos pés de Stalin pedindo perdão para seu filho, Nikita recebeu uma resposta fria. Stalin disse que não podia fazer mais nada, pois não era a primeira vez que Leonid, quando bêbado, cometia atos insanos. Leonid foi colocado na linha de frente da Guerra, sendo abatido e morto. O sentimento amargo da vingança adentrou o coração de Nikita. O luto e a sede de vingança seriam a força motriz, uma motivação humana e, de certa forma, até compreensível. Mas a realidade raramente é tão simples.
A destruição da imagem de Stalin foi, para Khrushchev, uma manobra política genial. Ao expor a loucura de seu antecessor, ele se consolidava como o novo líder, se livrando da sombra de uma figura mítica e, o mais importante, justificando a sua própria ascensão. A denúncia servia como uma purificação, uma forma de lavar as mãos e dizer: “eu estava lá, mas não era igual a ele“.
O Mito e o Homem
A grande ironia é que, ao denunciar Stalin, Khrushchev se tornou um herói para muitos, um líder que ousou encarar a verdade. Ele se tornou o “homem que acabou com o culto à personalidade”. Mas o preço foi alto. A denúncia, embora necessária, lançou uma sombra sobre a própria história do Partido Comunista.
No final, a história de Khrushchev e Stalin é um lembrete de que o poder corrompe, mas a sua manutenção corrompe ainda mais. E que, por vezes, para construir o futuro, é preciso destruir o passado, mesmo que esse passado seja a sua própria história.
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SUGESTÃO DE LEITURA: O FIO DA NAVALHA https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-fio-da-navalha/
MANGARATIBA: DA RIQUEZA NATURAL AO COLAPSO FISCAL
Mangaratiba vive um paradoxo. Dono de uma das costas mais belas do Estado do Rio de Janeiro, o município amarga sucessivas quedas no Índice Firjan de Gestão Fiscal – IFGF, recentemente publicado, e se aproxima de um perigoso colapso fiscal.
O Índice Firjan de Gestão Fiscal, que mede o nível de gestão com que os municípios administram suas finanças, revelou que 2024 se encerrou com 36% dos municípios brasileiros em crítica situação fiscal. Esses municípios, que abrigam 46 milhões de brasileiros, não se sustentam e dependem dos repasses federativos para pagarem suas contas.
Entre eles está Mangaratiba em trajetória decadente, tendo em 2022 se classificado em situação difícil com o resultado do IFGF em 0,4980, entrando em situação crítica em 2023, ao alcançar 0,2886, culminando 2024 em extrema dificuldade fiscal com índice igual a 0,0867, desempenho que o coloca em último lugar no ranking dos municípios da região Sul Fluminense.
A cidade de privilegiada localização, que tem a possibilidade de transformar belezas naturais (seu maior ativo econômico) em vetor de desenvolvimento, sobrevive de um turismo sazonal, concentrado e sem encadeamento produtivo consistente. Sua extensa faixa litorânea pouco gera em termos de atividades estruturadas ligadas ao mar, como pesca industrial, náutica ou economia criativa.
Mais grave: mesmo vizinha a Itaguaí, que abriga um dos portos mais estratégicos do país, Mangaratiba não consegue impulsionar a integração, desperdiçando a chance de ampliar o nível de atividades complementares capazes de formar um cluster logístico e empresarial.
A crítica situação fiscal, que não é obra do acaso, vem tornando Mangaratiba um município dependente de repasses, com baixa arrecadação própria e exagerados gastos públicos. A demonstrada fragilidade fiscal soma-se à ausência de projeto de município, condenando Mangaratiba a um papel periférico em uma região que cresce ao seu redor.
Sair desse ciclo exige planejamento de médio e longo prazos, reorganização das contas, qualificação do turismo, exploração da economia azul (atividades ligadas ao mar), integração ao polo de Itaguaí e investimentos em educação e qualificação de mão de obra, sob pena de se eternizar como um cartão-postal bonito sobre uma base fiscal falida.
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SUGESTÃO DE LEITURA: BARRA DO PIRAÍ EM CRÍTICA SITUAÇÃO FISCAL SEGUNDO ÍNDICE FIRJAN.https://revistadiaria.com.br/brasil/direto-de-barra-do-pirai/barra-do-pirai-em-critica-situacao-fiscal-segundo-indice-firjan/
BOEING EM TAGUATINGA PASSA POR REVITALIZAÇÃO COMPLETA
Boeing em Taguatinga passa por revitalização completa neste final de semana.
A partir deste sábado (20), das 8h às 18h, o famoso Boeing 767-200 estacionado há mais de uma década no centro de Taguatinga-DF começa a ganhar uma nova vida. A ação Legado do Brilho, conduzida pela AutoTek, vai reunir profissionais da estética automotiva de várias regiões do país e influenciadores do nicho para realizar a limpeza pesada da fuselagem: retirada de pichações, lavagem completa e revitalização da aeronave. O trabalho segue também no domingo (21), em uma verdadeira força-tarefa sobre o avião.
“Mais do que restaurar o Boeing, nossa missão é dar visibilidade a talentos da estética automotiva que merecem reconhecimento. O brilho que devolvemos ao avião simboliza também novas oportunidades para esses profissionais”, afirma Ricardo Farias, CEO da AutoTek.
O QUE VEM DEPOIS.
O Boeing pertence à Transplantas Imobiliária, que arrematou a aeronave em um leilão em 2012 e a transferiu do aeroporto para o terreno onde está hoje, em Taguatinga. Após a revitalização pela AutoTek, os sócios da empresa darão início a um novo ciclo: a reforma completa da estrutura para, em março de 2026, sediar a primeira edição do Prima Flores, feira de plantas e paisagismo.
“Nossa ideia é ressignificar o espaço, começar com a feira em 2026 e, mais adiante, transformar a área em um centro de convivência, com brinquedoteca, praças de alimentação e lazer para toda a família”, adianta Leonardo Tinen, sócio da Transplantas.
Fonte/divulgação: Júlia Zouain | Conversa Comunicação
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SUGESTÃO DE LEITURA: BRASÍLIA ESTÁ ESQUECENDO O PEDESTRE https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/brasilia-esta-esquecendo-o-pedestre/
EMPRESA BRASILEIRA TRAZ INOVAÇAO COREANA ADAPTADA À REALIDADE BRASILEIRA
Empresa brasileira traz inovação coreana adaptada à realidade brasileira e lança novos fios de PDO para 2025.
A Coreia do Sul é mundialmente reconhecida como berço de técnicas avançadas em fios de PDO (polidioxanona), usados para lifting e estímulo de colágeno. Criados para peles claras, de tonalidade amarelada, esses protocolos ganharam notoriedade pela sofisticação dos resultados. No Brasil, porém, a diversidade de tons e características da pele exige adaptações para que o tratamento seja eficaz, seguro e natural.
Quem vem liderando esse movimento é a Ethera Labs, medtech nacional que se destaca por unir inovação e rigor técnico, trazendo ao mercado brasileiro o que há de mais avançado na estética coreana, mas sempre com protocolos ajustados às particularidades locais.
“Esses protocolos podem ser a peça-chave para superar as diferenças culturais e de características da pele”, afirma o Dr. Pedro Darowish, especialista em fios de PDO e responsável técnico da Ethera Labs. Segundo ele, fatores como resistência dérmica, profundidade de aplicação e resposta do tecido são determinantes para que os resultados mantenha a naturalidade e respeitem a individualidade de cada paciente.
Com esse olhar, a Ethera Labs vem desenvolvendo soluções que unem ciência e prática clínica. Em 2025, a empresa anuncia a chegada de novos fios fillers exclusivos, criados para ampliar as possibilidades de lifting, volumização e bioestimulação. O lançamento promete oferecer aos profissionais da medicina estética recursos que elevam o padrão dos resultados, sem abrir mão da segurança.
O encontro entre conhecimento técnico coreano e a adaptação necessária para o público brasileiro coloca o país em posição de destaque no cenário global da estética avançada. Ao apostar em inovação e protocolos personalizados, a Ethera Labs contribui para consolidar o mercado nacional de fios de PDO como um dos mais promissores, além de abrir espaço para que profissionais ampliem suas técnicas e ofereçam resultados cada vez mais sofisticados. Foto
Autora/Divulgação : Elenir Coutinho | Assessoria de Imprensa Ethera Labs.
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SUGESTÃO DE LEITURA: TABAGISMO E SUAS CONSEQUÊNCIAS SILENCIOSAShttps://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/tabagismoe-suas-consequencias-silenciosas/
TABAGISMO E SUAS CONSEQUÊNCIAS SILENCIOSAS
Reflexão e experiência da prática clínica
Por: Eva Costa
Na rotina da enfermagem, muitas barreiras aparecem de forma silenciosa. Recentemente, durante uma consulta para preparo de um procedimento cardiovascular, um paciente hesitou em responder se era tabagista. No fim, pediu desculpas e confessou a dificuldade em abandonar o cigarro. Orientei sobre os riscos, os cuidados necessários e apresentei o programa de apoio do Ministério da Saúde.
Três meses depois, esse mesmo paciente retornou para outro exame. Procurou-me para compartilhar sua decisão de buscar ajuda e os desafios enfrentados no processo de cessação. Esse episódio reforça a importância do acolhimento, da escuta qualificada e do papel educativo da enfermagem.
Do ponto de vista epidemiológico, o tabagismo continua sendo um dos principais problemas de saúde pública no Brasil. Após quase duas décadas de queda, a prevalência de fumantes voltou a crescer: de 9,3% em 2023 para 11,6% em 2024, segundo dados oficiais recentes. Esse aumento ocorreu em ambos os sexos. Paralelamente, os dispositivos eletrônicos para fumar (“vapes”) ganham espaço, especialmente entre jovens de 18 a 24 anos, faixa etária em que a prevalência chegou a 6,1%.
O impacto econômico também é alarmante. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil gasta anualmente R$ 153 bilhões com doenças relacionadas ao consumo de tabaco, considerando custos diretos (como hospitalizações e tratamentos) e indiretos (como perda de produtividade e aposentadorias precoces).
Esses dados evidenciam que o combate ao tabagismo não deve se limitar à conscientização sobre seus malefícios, mas precisa estar ancorado em estratégias integradas de prevenção, acesso a tratamentos, apoio psicossocial e políticas públicas firmes. A luta contra o cigarro é, ao mesmo tempo, uma ação de saúde, de justiça social e de economia sustentável.
Portanto, no cenário de 2025, reafirma-se a urgência de fortalecer programas de cessação, ampliar campanhas educativas e garantir a implementação efetiva das políticas nacionais de controle do tabaco. Proteger as futuras gerações do tabagismo é um compromisso coletivo que deve permanecer no centro da agenda de saúde pública.
As consequências do tabagismo permanecem devastadoras. Estima-se que 174 mil mortes por ano sejam atribuídas ao cigarro no Brasil, além de um impacto econômico de R$ 153,5 bilhões anuais, somando custos diretos e indiretos.
De acordo com o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Cardiologia, fumar:
multiplica em até 3 vezes o risco de infarto agudo do miocárdio;
favorece o desenvolvimento de aterosclerose, hipertensão arterial e arritmias;
aumenta significativamente a incidência de DPOC, bronquite crônica e câncer de pulmão;
reduz a expectativa de vida em até 10 anos.
? Deixar de fumar é um dos maiores investimentos em saúde que uma pessoa pode fazer. No entanto, essa jornada exige informação, acompanhamento multiprofissional e apoio contínuo.
? Aos profissionais de saúde cabe:
acolher o tabagista sem julgamentos;
explicar com clareza os riscos e benefícios do abandono do hábito de fumar;
encaminhar para programas estruturados, como os oferecidos pelo Ministério da Saúde.
reforçar estratégias de autocuidado, manejo da ansiedade e prevenção de recaídas.
✨ Cada gesto de escuta pode ser o início de uma grande transformação. E, diante do tabagismo, vale a reflexão: quantos anos de vida estamos dispostos a trocar por um hábito que só nos rouba saúde?
Referências:
- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis. Vigitel Brasil 2023: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico: dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2023. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. 131 p. ISBN 978-65-5993-476-8. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2023.pdf.
BRASIL. Instituto Nacional de Câncer – INCA. Brasil gasta R$ 153 bilhões todos os anos com doenças relacionadas ao tabaco. Brasília: INCA, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/noticias/2025/brasil-gasta-r-153-bilhoes-todos-os-anos-com-doenca-relacionadas-ao-tabaco

Perfil de Eva Costa no linkedin | https://www.linkedin.com/posts/eva-costa-enfermagem_por-que-falar-sobre-isso-recentemente-activity-7211763491290943490-iiyg?utm_source=share&utm_medium=member_ios
SUGESTÃO DE LEITURA: ARRITMIA CARDÍACA | ABLAÇÃO https://revistadiaria.com.br/saude/arritmia-cardiaca-ablacao/
ETIQUETA DIGITAL: COMO NÃO SER O CHATO DO GRUPO
Quando entramos em um grupo de WhatsApp — seja por convite direto ou por link — a primeira atitude deve ser simples: ler as regras do grupo.
Muita gente ignora esse detalhe e esquece o objetivo pelo qual o espaço foi criado. O resultado é previsível: os administradores precisam intervir, fazem alertas, mas muitos não dão a mínima. A consequência? São convidados a se retirar ou removidos.
Fomos buscar, em diversos grupos, o que mais incomoda nas postagens do dia a dia. Montamos, então, o que chamaremos de “algumas dicas básicas de convivência”:
Evite áudios desnecessários. Eles quebram a dinâmica do grupo e soam impessoais. Prefira escrever. Não importa se a ortografia não estiver perfeita — o que vale é a clareza da sua mensagem.
Nada de correntes. Os famosos “bom dia” com figurinhas e slides motivacionais já ficaram no passado. Hoje, mais irritam do que encantam.
Tenha identidade. Use seu nome verdadeiro, coloque uma foto real e seja reconhecido como alguém respeitado e confiável.
Jamais dissemine ódio. Grupos são feitos para somar, compartilhar e fortalecer laços, nunca para ofender ou dividir.
Opine com responsabilidade. Muitos blogueiros se acham jornalistas informativos ou especialistas em determinado assunto, mas esquecem de se aprofundar antes de opinar. Dar opinião é válido, mas é preciso primeiro entender o tema.
Nada de fake news. Divulgar informações falsas compromete sua credibilidade e desrespeita o grupo.
Respeite os outros. Se suas ideias não se encaixam com as do grupo, simplesmente saia. É mais honesto do que permanecer apenas para criar atrito.
No fim das contas, fica a reflexão: na vida atribulada e competitiva que levamos, vale a pena disseminar mentiras e ódio?
A resposta é simples: não! Faça a diferença.
Um abraço,
Aluizio Torrecillas – @aluizio.torrecillas
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ONDE O NÓ APERTA
A gente assiste a esses noticiários e pensa: “Onde foi que a corda arrebentou?”. A morte brutal do delegado, um homem que dedicou a vida a combater o crime, é um nó que aperta a garganta de qualquer um. É a prova mais crua de que, nessa guerra, a linha de frente está desprotegida e os bandidos não estão só de um lado.
A pergunta que ecoa na cabeça é: quem é o verdadeiro bandido? A gente tem a imagem clássica do criminoso: o Fernandinho Beira-Mar, o Marcola, os que controlam o tráfico e o crime organizado com as mãos sujas de sangue. Eles são o mal visível, a face que assusta e domina as manchetes. Mas e quando a maldade se veste de toga? Quando o crime se senta em uma cadeira de poder, com a lei na mão e a caneta para assinar sentenças?
A CNJ investiga sete tribunais, um número que, por si só, já é um soco no estômago. Sete cortes de justiça, que deveriam ser a última esperança do cidadão, sob suspeita de venderem a justiça. A notícia é grave, mas a reação é ainda mais revoltante. Desembargadores que, em vez de enfrentar a prisão, são afastados, aposentados compulsoriamente e seguem recebendo uma aposentadoria gorda.
E aí a gente se depara com a maior distorção do sistema. O bandido de fuzil rouba, mata e cumpre pena – ou, pelo menos, deveria. Já o bandido de terno, que vende a justiça e solta os de fuzil, não só escapa da cadeia, como ainda é premiado com um salário vitalício, pago com o dinheiro da população. Isso não é só impunidade. Isso é uma bofetada na cara de quem acredita em honestidade e trabalho.
Essa crônica é sobre o contraste. O sangue do delegado no asfalto e a caneta que assina a aposentadoria do desembargador. É sobre a fragilidade de quem está na linha de frente e a blindagem de quem está no topo da pirâmide. É a história de um país onde a balança da justiça não está só torta, ela está à venda. E enquanto a impunidade tiver preço e for garantida por quem deveria combatê-la, o nó na garganta da sociedade não vai se desatar.
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