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A NOVA FASE DE BARRA DO PIRAÍ

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Sem dúvida, o município de Barra do Piraí vive um momento ímpar de transformação em seu ambiente político e social. Observa-se maior articulação política, ampliada pela capacidade de diálogo entre diferentes grupos de interesse e pelo fortalecimento das instituições locais.

O cidadão começa a participar de maneira mais efetiva do debate público, seja por meio de conselhos ou pela presença nas redes sociais, alimentando um dilatado espaço democrático. Além disso, o setor privado tem se envolvido de forma mais significativa nos assuntos municipais, sobretudo em iniciativas de responsabilidade social e patrocínios culturais.

O ambiente supera, em muito, o modus operandi do passado onde prevalecia o distanciamento entre governo, cidadãos e empresas.

Contudo, é preciso lembrar que os avanços institucionais e participativos são, por si só, insuficientes para gerar impactos duradouros, estruturantes. Persistem desafios históricos que comprometem o desenvolvimento de longo prazo. O padrão educacional do município continua muito abaixo das expectativas e das médias regional, estadual e nacional, limitando a formação de capital humano e a atração de investimentos qualificados. A elevada dependência fiscal, com a maior parte do orçamento municipal atrelado a repasses da União e do Estado, restringe a autonomia, torna o município refém, pressiona estratégias e não consegue romper o ciclo da estagnação.

No campo socioeconômico, o quadro não difere. O nível salarial médio dos trabalhadores se mantém excessivamente baixo, reflexo de uma economia sem sustentabilidade, incapaz de gerar empregos de qualidade. Soma-se a isso o desconfortável número de beneficiários de programas assistenciais, indicador direto de vulnerabilidade da inclusão social e da insuficiência de políticas estruturantes que promovam emancipação econômica.

Consequentemente, Barra do Piraí encontra-se em uma histórica encruzilhada: dispõe de um dinâmico ambiente político, de uma cidadania se engajando, de um setor privado mais atuante e, portanto, de um surpreendente capital político e social inexistente até pouco tempo atrás, mas ainda carrega entraves que limitam o alcance dos resultados. Está o município, em síntese, diante do promissor desafio de transformar capacidade de mobilização e participação cidadã em impacto duradouro, em progresso sustentável.

 

"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA - seus editores e colaboradores - que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por qualquer erro, omissão ou imprecisão."

 

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SUGESTÃO DE LEITURA:  LANÇAMENTO DO PER&GR, JÁ TEM DATA  MARCADA.https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/lancamento-do-per-gr-ja-tem-data-marcada/ 

LANÇAMENTO DO PER & GR JÁ TEM DATA MARCADA

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O livro que apresenta duas metodologias inéditas para as organizações – Planejamento Estratégico Reverso (PER) e Gestão Reversa (GR) – já tem data de lançamento.

Mais do que atual, a obra dialoga diretamente com a era da Inteligência Artificial e substitui o modelo tradicional de planejamento estratégico, criado nos anos 1960, mas ainda adotado por muitas empresas.

PER & GR parte da premissa de que planejar significa mudar de um modelo A para um modelo B: do presente para um futuro desejado. A inovação está em trazer esse futuro conhecido para o presente, exigindo transformação cultural, segurança psicológica e uma nova forma de liderar. Nesse contexto, o futuro deixa de ser um destino distante e passa a ser o ponto de partida.

Datas de apresentação e lançamento

    • 15/09 – Apresentação de síntese do livro no evento da HUB, no Don Castro Café.
    • 23/09 – Lançamento oficial no Canal no YouTube do Orlei Moreira.
    • 24/09 – Entrevista e lançamento na Rádio Vitoriosa, às 15h10, no programa de Severino Izael.

Após essas datas, o livro estará disponível na Livraria PLURAL e no site da Amazon.

Formação executiva

A obra também será adotada como material base nos cursos de formação de executivos oferecidos pelo Instituto Latino, a partir de outubro.

 

Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político. Autor do livro “Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa”. Conselheiro formado pelo IBGC e Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: A PEDRA NO SAPATO DA CONSCIÊNCIA https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/a-pedra-no-sapato-da-consciencia/

A TROMBETA: EDIÇÃO PARTIDA DE XADREZ

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Imagem Pixabay

? A TROMBETADOMINGO

? Prudente, 7 de Setembro de 2025 | Crônicas de um Brasil em Miniatura.

 

♟️ JOGADA 1 — A PEÇA REMOVIDA

Do nada, mais um secretário caiu. Desta vez, o de Obras. A desculpa? A mesma já usada na exoneração da Semob em fevereiro: “Vai se dedicar a novos projetos, recebeu proposta da iniciativa privada”.

Convenhamos: até papagaio repete com mais criatividade.

Mas o que circula nos bastidores é bem menos romântico.

Chegou à Trombeta que o engenheiro *teria sido* pressionado a assinar uma planilha de pavimentação que não batia com a realidade. Ele disse não.
O prefeito — que conhece a pasta como ninguém, afinal já _foi dono daquela cadeira_ por 6 anos — não gostou.

Resultado: exoneração.

E, para não constranger a amizade com o pai do jovem engenheiro, tentaram abafar o caso.

♟️ JOGADA 2 — A CANETA DE OURO

Enquanto isso, a Semob não para de bater recordes:

? 280 multas por dia em 2025.
? 51 mil _canetadas_ só de janeiro a junho.
? Potencial de R$ 40 milhões ao cofre municipal.

Na prática, o caixa já engorda em R$ 31 mil reais por dia. ?

E tudo com o destino oficial: “educação e sinalização de trânsito”.
Será que a placa é de ouro?

♟️ XEQUE-MATE

Agora sim o tabuleiro se revela:
Dois secretários caíram sob a mesma névoa.

Dois engenheiros.
Duas planilhas.
Dois “não” ao prefeito.

E o rei, acuado, responde sempre com a mesma jogada: Rua!

Em Prudente, a política virou uma partida de xadrez onde os peões que não protegem o rei são descartáveis — mas a Trombeta segue movendo as peças que ninguém ousa tocar.

Fonte: Grupos de WhatsApp da Região Oeste.

QUEM VENCERÁ A DISPUTA NO OESTE PAULISTA?

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Imagem Pixabay

 

A troca das empresas retransmissoras da Rede Globo no Oeste Paulista, que, em tese, poderia ser processo rápido e sem intercorrências, está se realizando de forma complexa, inamistosa, implicando em transtornos para a população da região e revivendo processos outros, nada convencionais.

Inicialmente, cerca de cinquenta municípios não estão recebendo o sinal da nova retransmissora, consequência de ilegalidades pela ausência de autorizações do Ministério da Aeronáutica, da Anatel, além de utilização de transmissores mal dimensionados. Portanto, o padrão há muito utilizado pela antiga retransmissora, TV Fronteira, está sendo reduzido de forma significativa pela nova empresa, TV TEM, prejudicando o entretenimento de toda uma população.

Para piorar o cenário, circula na região a desconfortável informação sobre envolvimentos em gigantescos escândalos de corrupção do fundador da retransmissora que assume a concessão, encarcerado à época pela justiça dos Estados Unidos, crime que inclusive derrubou o Presidente da FIFA. Como se vê, a empresa não começou bem.

Para piorar ainda mais, circula também na região o fato de os proprietários da empresa concedente (Rede Globo de Televisão) também terem sido citados no processo Lava Jato, de combate a institucionalizada corrupção no Brasil, envolvendo gigantesca lavagem de dinheiro. Como também se vê, os sistemas de comunicação no país transitam por caminhos subterrâneos, nada convencionais.

Portanto, a transição da retransmissão da Rede Globo no Oeste Paulista sustenta elevada carga de problemas (antigos e atuais), criando transtornos até agora intransponíveis para a população.

Impossível saber que interesses vencerão a disputa, mas novamente a população certamente perderá.

 

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O FIO DA NAVALHA

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O ano era 1914. A Europa, uma caldeira fervente prestes a explodir, e no meio do furor, um homem se destacava. Não por ser um general, mas pela força de sua pena e o poder de sua voz.

Benito Mussolini era um nome em ascensão no Partido Socialista Italiano, um jornalista brilhante, com uma oratória que hipnotizava as massas. Sua vida era dedicada à causa proletária, sua voz, um eco dos anseios da classe trabalhadora. Ele era um homem do povo, para o povo. ​Mas a guerra mudou tudo.

​Enquanto a maioria dos socialistas defendia a neutralidade da Itália, Mussolini clamava por intervenção. Acreditava que o conflito poderia ser o catalisador para uma revolução. Essa divergência o colocou em rota de colisão com o próprio partido. A lealdade que antes dedicava à causa socialista, agora se voltava para um nacionalismo fervoroso. O resultado foi inevitável e brutal: ele foi expulso do Partido Socialista.​ Esse rompimento foi o ponto de virada. A partir desse momento, ele não olhou mais para trás. Abandonou as ideias de luta de classes e abraçou a luta da nação.

Com o fim da guerra, a Itália estava em ruínas, a economia em colapso e o sentimento de humilhação e frustração era generalizado. O terreno estava fértil para uma nova ideologia.​Mussolini, com sua visão de mundo transformada, fundou o movimento Fascista. A retórica que antes usava para defender o proletariado, agora usava para exaltar a nação, a ordem e o poder. Sua oratória, mais afiada do que nunca, prometia restaurar a glória da Itália, eliminar o caos e a corrupção. As camisas negras, seus seguidores, impunham o medo, o silêncio e a ordem.​

Em 1922, a Marcha sobre Roma selou seu destino e o da Itália. Milhares de fascistas marcharam sobre a capital, e o rei, temeroso de uma guerra civil, o nomeou primeiro-ministro. A partir daí, o jornalista brilhante e orador talentoso, se transformou no Duce. O poder que antes buscava para o povo, agora era concentrado em suas mãos. E a Itália, antes caótica e fragmentada, se tornou, sob o seu comando, um país dominado pela vontade de um só homem.

Aquele jornalista brilhante, que um dia foi expulso por suas ideias, se tornou o arquiteto de uma ditadura que ecoaria por décadas.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: A PEDRA NO SAPATO DA CONSCIÊNCIA https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/a-pedra-no-sapato-da-consciencia/

A PEDRA NO SAPATO DA CONSCIÊNCIA

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 Autor: Pérsio Isaac 

A palavra “escrúpulo” tem o peso da história e a leveza de uma metáfora perfeita. Ela vem do latim scrupulus, que significa “pequena pedra pontiaguda”. E a história por trás dela é um espelho afiado do nosso tempo.​

Na Roma Antiga, os legionários marchavam longas distâncias em suas sandálias militares, as caligae. E no meio do caminho, uma pequena e traiçoeira pedra podia se alojar entre a sola e o pé, causando uma dor constante e incômoda. O soldado tinha uma escolha: suportar a dor e continuar, ou parar para tirar a pedra, correndo o risco de ser punido por atrasar as tropas.

Essa pequena pedra, esse scrupulus, se tornou o símbolo da dúvida moral, do incômodo da consciência que nos faz hesitar quando algo não parece certo. Ter escrúpulos, portanto, era sentir essa dor, essa pequena pedra ética no sapato.​

Mas o poder, a gente sabe, sempre viaja em liteiras.

Senadores, tribunos e outros homens de poder não andavam a pé. Viajavam confortavelmente a cavalo ou de carroça, imunes à poeira da estrada e às pedras no caminho. Eles não tinham scrupulus para suportar. E é daí que vem a ideia de que quem está no poder muitas vezes “não tem escrúpulos”: eles não sentem o incômodo moral que atrasa as pessoas comuns, que nos faz parar e pensar.​ Eles não sentem mais a dor que vem com a decisão errada.

A pequena e incômoda pedrinha da ética foi removida há tanto tempo que a sola do sapato da consciência deles se tornou calejada, insensível. A corrupção, a mentira e a traição, que para nós seriam como a mais afiada das pedras, para eles se tornaram parte da paisagem.

Eles marcham em frente, pisando em tudo e em todos, sem que o incômodo da consciência os impeça.​ No final das contas, o mundo se divide entre aqueles que ainda sentem a pequena pedra e aqueles que já se livraram dela.

E a crônica dos nossos tempos é a de uma marcha em que os líderes, confortáveis em suas benesses, mamando nas tetas de um Estado corrupto e ineficiente, olham para baixo com desprezo para os que ainda hesitam, sentindo a pequena pedra da honestidade no sapato.

Eles perderam o escrúpulo e, com ele, perderam a própria humanidade.

 

Persio Isaac
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SUGESTÃO DE LEITURA: O SAQUE AO BRASIL https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-saque-ao-brasil/

AS CINCO FORÇAS NA VISÃO DO INSTITUTO LATINO

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O clássico modelo das Cinco Forças de Porter ganha nova interpretação no Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa (PER & GR), concebido pelo Instituto Latino.

Na visão tradicional, fornecedores exercem pressão sobre empresas. Já na proposta do Instituto, eles são vistos como super-heróis aliados, parte de uma equipe ampliada que ajuda a salvar e atender clientes. Estes, por sua vez, não são apenas consumidores, mas cocriadores de valor, engajados em relações de ganha-ganha.

Os novos entrantes, antes encarados como ameaça, podem ser convidados a oxigenar o setor com inovação. Produtos substitutos, tradicionalmente temidos, surgem como coringas estratégicos, abrindo mercados ou fortalecendo cadeias globais. Até mesmo os concorrentes deixam de ser inimigos implacáveis: tornam-se parceiros em um movimento de coopetição.

Assim, o Instituto Latino propõe uma virada de paradigma: não basta reagir às forças do mercado. É preciso integrá-las em um ecossistema vivo, colaborativo e sustentável, capaz de transformar ameaças em oportunidades.

 

Hélio Mendes

Hélio Mendes é Palestrante, consultor empresarial e político. Autor do livro “Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa”. Conselheiro formado pelo IBGC e Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

 

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SUGESTÃO DE LEITURA: OESTE PAULISTA: TEM OU NÃO TEM TV? https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/oeste-paulista-tem-ou-nao-tem-tv/

O SAQUE AO BRASIL

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​O Saque ao Brasil: Entre Caravelas e Gravatas. ​

A gente se perde nos números, na frieza das cifras. Setenta bilhões de reais. Cento e vinte bilhões. Mas por trás de cada zero, há um grito de dor, uma ferida aberta na alma do Brasil.

​O que a história de Portugal nos conta é a de um roubo de séculos, um saque lento e metódico. O ouro da terra, a riqueza que deveria ser de todos, escoou para além-mar em caravelas pesadas de cobiça. Foram 322 anos de uma hemorragia silenciosa, que deixou um rastro de miséria e dependência. ​

O que nos choca, o que nos faz duvidar do futuro, não é a história que vem de longe, mas o pesadelo que se desenhou diante dos nossos olhos.

A corrupção, essa doença crônica que assola nossa nação, tirou, em um piscar de olhos, quase o dobro do que a metrópole levou em mais de três séculos.

Em 16 anos, as gravatas da traição embolsaram o suor de uma nação inteira. O dinheiro que deveria construir hospitais, escolas, e pontes se perdeu em contas secretas e mansões, enquanto o povo era deixado para trás, à míngua. ​

Talvez a crônica da nossa história não seja de heroísmo, mas de uma tragédia que se repete, com atores diferentes e cenários mais modernos. Uma história de um país rico, mas de um povo pobre. Uma crônica de um saque que não veio de navios, mas de gabinetes e palácios.

O Brasil, infelizmente, parece condenado a se refinar nas chamas da sua própria corrupção.

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OESTE PAULISTA TEM OU NÃO TEM TV?

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A região do Oeste Paulista está enfrentando problemas de acesso à Rede Globo de Televisão, que em condições normais não enfrentaria.

O processo de transição de canal de TV retransmissor da Rede Globo na região está sendo mal conduzido, deixando mais de cinquenta municípios, grande parte da população da região sem acesso aos programas Globais de grande interesse, como Jornal Nacional, novelas, jogos de futebol, etc.

A nova afiliada, TV TEM, está com dificuldades na retransmissão dos sinais, em princípio envolvendo as antenas de cada município, o que não acontecia anteriormente, porém surgido com a substituição da concessão.

O que deveria ser uma simples troca de retransmissoras tornou-se um obstáculo para o entretenimento de uma razoável parcela da população da região Oeste Paulista, que não causou o problema, nem possui poder para resolve-lo.

Agrava o fato de a nova retransmissora, afiliada da Globo, não possuir autorização do Ministério da Aeronáutica para operar a torre (ao que parece está localizada na rota de aviões), nem da Anatel, além de utilizar transmissor acima da potência permitida, contrariando a legislação e a autorização provisória do Ministério das Comunicação, configurando ilegalidade.

A solução está nas mãos da nova empresa concedida, responsável pela retransmissão e, portanto, pela entrega do sinal em cada residência, em condições de qualidade compatíveis com o padrão regional.

O direito de retransmissão pressupõe qualidade e eficiência, garantindo o acesso da população ao entretenimento e ao lazer.

A região Oeste Paulista tinha mas, no momento, não TEM TV!

 

O ERRO DOS CEOs ESTÁ NO COMO

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O Mundo em Transformação

Vivemos em um cenário marcado por mudanças disruptivas cada vez mais frequentes. A era da melhoria contínua não desapareceu  continua indispensável, mas já não possui a centralidade de antes. Hoje, o que define a sobrevivência e o crescimento das organizações é a capacidade de transformar estratégias em ações concretas, de forma ágil e eficaz.

O que não é o problema

Os CEOs, em geral, são profissionais altamente preparados, com décadas de experiência. Cometem erros, naturalmente  e muitos deles são não apenas aceitáveis, mas necessários, pois grandes inovações dependem de experimentação. O problema central, contudo, não está no que deve ser feito.

Onde está o verdadeiro desafio

O ponto crítico está no como: a execução e a comunicação. É aqui que ocorrem os deslizes mais graves. Mudanças organizacionais despertam resistências. Mesmo equipes bem preparadas tendem a encarar o desconhecido como ameaça, sobretudo quando se trata de abandonar práticas consolidadas e até então bem-sucedidas.

A barreira cultural

Essa barreira cultural explica por que tantas iniciativas estratégicas fracassam não na formulação, mas na implementação. A mudança exige mais do que boas ideias: demanda disciplina, persistência e uma gestão próxima das pessoas.

O peso da execução

Uma execução de qualidade exige tempo  recurso escasso para a maioria dos CEOs, mas inegociável quando o objetivo é promover transformações significativas. Planejamento consistente, treinamento das equipes, acompanhamento próximo e apoio contínuo são fatores críticos para o sucesso.

A urgência da era da IA

Esse cuidado torna-se ainda mais urgente no atual contexto da Inteligência Artificial. Trata-se de uma tecnologia capaz de redefinir modelos de negócio, mas que ainda gera incertezas inclusive entre executivos de alto escalão e acadêmicos renomados.

A lição é clara: não basta definir o que fazer; é o como que determina se a estratégia se traduz em vantagem competitiva ou em frustração.

Hélio Mendes.

Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político, autor dos livros Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Conselheiro certificado pelo IBGC e ex-Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.

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