EVOLUÇÃO ESPIRITUAL
ELA DOA ÓRGÃOS
CONHEÇA A MULHER QUE DOA ÓRGÃOS
A britânica Tracey Jolliffe já doou rim, óvulos e sangue a estranhos. Agora irá doar parte do fígado
Doadora desde jovem
Mas ela decidiu que iria fazer a diferença também a nível pessoal. “Eu me registrei como doadora de sangue e de medula quando tinha 18 anos”, contou.
Tracey também relatou que ficou internada cinco dias no hospital após a operação e que sua vida “voltou ao normal” após seis semanas.
Riscos baixos
Os riscos associados à doação de rim são baixos se o doador estiver saudável, com uma taxa de mortalidade de um para cada 3.000 pacientes – o mesmo de remoções de apêndice. Segundo o NHS, a maioria dos doadores de rim tem uma expectativa de vida equivalente – ou maior – do que a média geral das pessoas.
Segundo a ONG britânica Kidney Research UK, pelo menos 60% das pessoas que recebem um rim podem ter a expectativa de viver em média por mais 15 anos após o transplante. O rim doado por Tracey provavelmente salvou a vida de uma pessoa. “Eu me lembro disso todo dia quanto acordo”, disse orgulhosamente.
Agora, Tracey apoia a organização de caridade Give a Kidney (Doe um Rim, em inglês), que incentiva outras pessoas a fazerem o mesmo.
Mas se engana quem acha que a microbióloga parou por aí. Além do rim, ela já doou mais 45 litros de sangue e 16 óvulos, que permitiram a três casais terem filhos. “Não tenho vontade de ter filhos, então, pensei ‘Sou saudável, por que não?’”, conta.
Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/conheca-a-mulher-que-doa-seus-orgaos-a-estranhos/
ESTAVA NO MOTEL
TÉCNICO FOI ENCONTRADO EM MOTEL
Corporação afirma que não houve violência contra o treinador, que ficou mais de 40 horas desaparecido e preocupou clube, familiares e torcedores
A Polícia Militar de Goiás informou durante entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (17) que encontrou o técnico do Atlético-GO, Marcelo Cabo, em um motel de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com a corporação, está descartado que ele tenha sido vítima de sequestro, assalto ou qualquer tipo de violência. O treinador, que ficou mais de 40 horas desaparecido, passa bem.
A polícia foi informada sobre o desaparecimento por volta de 11h (de segunda-feira), e o caso foi registrado no início da tarde. Após diligências, localizamos o taxista que havia levado ele em casa no meio da tarde. Era um táxi de Aparecida de Goiânia. Com informações dele, chegamos ao local em que estava o treinador, um motel na região da BR-153, em Aparecida. Não vamos comentar questões de foro íntimo. Isso ficará a cargo do clube e da assessoria do técnico – disse o tenente-coronel Ricardo Rocha.
A corporação informou que encontrou o treinador a partir de informações do taxista que o levou ao local na tarde de segunda-feira. Ao chegar ao motel, os policiais localizaram o carro de Marcelo Cabo. A Polícia Militar não informou se Marcelo Cabo estava acompanhado nem se ele estava sob o uso de drogas ou álcool. A hipótese de ação criminosa foi descartada.
– Não teve cometimento de crime nenhum. Ele não foi vítima de nenhum crime – declarou o tenente-coronel e assessor de imprensa da PM Ricardo Mendes.
Desaparecimento
Segundo o clube, após o jogo, Cabo foi a uma confraternização com amigos. Ao voltar para casa, ele ligou para o filho por volta de 2h40 e teve uma conversa sobre assuntos da família. Em seguida, as câmeras registraram o treinador deixando o imóvel sem portar telefone celular e documentos pessoais.Sem contato com o comandante, o clube rubro-negro registrou o caso na Deic no início da tarde de segunda-feira, por volta de 14h.
Após coletiva no CT do Dragão, na qual a diretoria oficializou à imprensa o desaparecimento, Marcelo Cabo chegou a ser visto em seu prédio por volta das 15h48 de segunda-feira. No entanto, permaneceu no local por poucos minutos e desapareceu novamente. Segundo disseram funcionários do condomínio à Polícia e membros do Atlético-GO, ele não estava machucado nem com marcas de sangue. Porém, aparentava estar um pouco “grogue”. Às 20h40, a assessoria de imprensa da Polícia Civil fez o comunicado de que ele havia sido localizado.
Carreira
Natural do Rio de Janeiro, Marcelo Cabo tem 50 anos. Ele chegou ao Atlético-GO em 2016 e comandou o time na conquista do título da Série B do Campeonato Brasileiro. Foram 38 jogos, com 22 vitórias, 10 empates e seis derrotas à frente do Dragão. Ao longo da competição, o treinador fez trabalho consistente e foi um dos responsáveis pela brilhante campanha.
Cabo iniciou a carreira no Bangu, em 2004. Depois, foi auxiliar de Marcos Paquetá na Arábia Saudita por quatro anos e dirigiu uma equipe nos Emirados Árabes. Ele também foi auxiliar técnico de Jorginho e observador técnico de Dunga na primeira passagem dele pela seleção brasileira.

CERVEJA COM REFEIÇÕES
Com que combina? Aprenda a harmonizar cerveja com comida
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A cerveja sempre está acompanhada de um tira-gosto nos botecos da vida, mas você já pensou em harmonizá-la com outras refeições? Os diversos estilos da bebida casam com uma série de sabores e podem ir dos mais simples aos mais sofisticado, do prato principal às sobremesas.
Se você não sabe nada de harmonização, uma dica é partir do clássico: queijos e embutidos. “Apesar de ser simples, é gostoso”, comenta a sommelier de cervejas Bia Amorim.
Ela aponta alguns cuidados: pegar diferentes estilos de cervejas, começar da mais leve para as mais fortes, estar atento à temperatura ideal da bebida, prestar atenção em todos os sentidos e nas quantidades de comida e bebida. “São alguns goles e algumas mordidas. O paladar não pode ficar entediado. A relação da comida com a bebida não pode ser monótona. O paladar precisa ter uma experiência”, diz.
Para facilitar, é possível pensar em três tipos de harmonização:
Por corte – Quando a bebida limpa o paladar. “Pega um queijo um pouco mais gorduroso e uma cerveja com mais acidez ou carbonatação maior, que vai cortar a gordura. Eu amo fazer cheesecake de frutas vermelhas com uma Lambic ou Fruit Lambic, que são mais ácidas”, exemplifica.
Por complementação – É quando os sabores combinam. “Por exemplo, um queijo mais maturado, mais defumado, com uma cerveja smoke, uma Rauchbier”.
Por oposiçã o – Quando os sabores se chocam. “Pega uma comida picante e harmoniza com uma cerveja lupulada, mais amarga”.
Confira asugestões de harmonizações por estilos:
Pilsen – Cervejas leves e descontraídas, as cervejas Pilsen pedem harmonizações despreocupadas. “Não podem ser pratos com personalidade muito forte, que matem a cerveja”, explica Bia. Segundo a sommelier, elas podem acompanhar bem queijos leves, nozes, amendoins ou castanhas, e pratos que não gerem atrito de sabores, como pastel, croquete e comidas de boteco que tem gordura, mas não tem um sabor muito forte. As de origem tcheca ou alemã podem ser bons temperos para saladas. Bia também cita frutos do mar como camarão, lula e mariscos refogados, de consumo comum em praias, como uma boa alternativa para combinar com Pilsens.
Weiss – Bia comenta que as cervejas de trigo em estilo alemão são um coringa. “Vai muito bem com saladas como uma caprese, uma caesar salad, com aqueles pratos mais leves da culinária japonesa, um queijo de cabra”, comenta. Mas elas também podem ser opção para comida mexicana, pela carbonatação e acidez que apresentam, assim como massas recheadas e comida de boteco.
Vienna Lager – As Vienna Lager apresentam equilíbrio entre o lúpulo e o malte, e casam bem com hambúrguer grelhado. “O lúpulo limpa o paladar”, lembra.
India Pale Ale – As IPAs têm como estrela o lúpulo e vão bem com comidas gordurosas, pois ajudam a limpar o paladar. “Eu gosto muito de IPA com costelinha de porco assada, que você vai comendo até com a mão”, diz Bia.
Rauchbier – As cervejas com característica defumada também combinam bem com pratos mais fortes e gordurosos. “Brasileiro faz muito churrasco, muita feijoada, pratos com feijão preto e embutidos, e a Rauchbier vai bem com eles”.
Porter ou Stout – Cervejas pretas de origem inglesa, com notas de café e chocolate, harmonizam bem com chocolates. “É muito legal ver como as pessoas se surpreendem. Eu costumo colocar no sorvete”, comenta Bia. Mas a sommelier também argumenta que é possível harmonizá-las com presunto cru e queijos azuis, como o gorgonzola.
Fonte: http://g1.globo.com/especial-publicitario/somos-todos-cervejeiros/noticia/2016/02/com-que-combina-aprenda-harmonizar-cerveja-com-comida.html#
VAI UM TIRA-GOSTO AÍ?
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ARTES E ESPETÁCULOS
PEÇA AZUL DA PRÚSSIA
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Inspirado pelo momento de crise política e de representação no país, o ator e diretor Alexandre Ribondi abre a temporada 2017, no Teatro Brasília Shopping, com o espetáculo Azul da Prússia. A peça estará em cartaz nos dois últimos finais de semana de janeiro, dos dias 20 a 29, de sexta a domingo, sempre às 20h.
Segundo Ribondi, Azul da Prússia apresenta um encontro improvável entre um morador de rua e um jovem perdido na noite da capital federal. O diálogo que segue é surpreendente e revelador. De forma lírica, bem-humorada e distante do discurso panfletário, traz memórias da ditadura militar. “Como estamos vivendo momentos de muita incerteza no país – política e econômica – é importante voltar a falar dos anos 60 e 70 na história brasileira”, observa o autor.
No espetáculo, uma das personagens lê um diário onde há passagens do dia-a-dia na ditadura. “Quase ninguém para pra pensar, mas o mais atroz da ditadura é o dia a dia. É cada dia. Cada olhar de rabo de olho na rua, cada carro de polícia que passa. Isso é muito difícil”, pondera. Ribondi ressalta ainda que essa época continua muito viva na memória do país. “A ditadura envolveu lugares que gostamos, pessoas que amamos. Não se esquece isso tão facilmente”, acrescenta.
UM BRINDE AOS ANIVERSARIANTES DO DIA
SEGUNDA FEIRA, 16 de janeiro de 2017
CIÚMES NO PLANALTO
PROJEÇÃO DE CÁRMEN LÚCIA PROVOCA CIÚME NO PLANALTO
Assessores de Temer, por exemplo, destacam o perfil centralizador e de gestão executiva que a ministra tem adotado desde que assumiu o comando do Supremo, em setembro passado.
A presidente do STF tem evitado declarações públicas e entrevistas, optando por convocar reuniões com autoridades para tratar de assuntos de grande repercussão.
Na última terça (10) –em meio à crise no sistema prisional–, ela telefonou para o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, chamando-o para uma reunião em seu gabinete. A pedido dela, o encontro também contou com a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello.
A conversa, não prevista na agenda, vazou pouco depois para a imprensa. A pessoas próximas, Cármen disse que convidou os dois para discutir o relatório do sistema penitenciário.
Recentemente, a ministra concedeu liminares impedindo o bloqueio de R$ 373 milhões das contas do governo do Rio em função de dívidas com o governo federal. A decisão irritou o ministro Henrique Meirelles (Fazenda), que viu no gesto um risco à política de ajuste fiscal.
A atitude dela foi vista pela cúpula do Planalto como uma interferência sobre uma questão de competência do governo federal.
Para arrefecer os ânimos, Temer se reuniu com a ministra no último dia 7, na casa dela em Brasília. Segundo assessores, ele teria sinalizado, com discrição, a necessidade de manter os limites entre os Poderes. Ou, nas palavras de duas autoridades ouvidas pela Folha, de manter “cada macaco no seu galho”.
PROJEÇÃO
Por trás da insatisfação do Palácio do Planalto, há um receio em relação à projeção da ministra. Nas palavras de um aliado de Temer, o governo sempre a viu com desconfiança porque parte da opinião pública a considera uma alternativa caso o peemedebista perca o mandato no processo de cassação da chapa de 2014 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
O julgamento sobre a campanha da ex-presidente Dilma Rousseff e Michel Temer deve ocorrer neste semestre.
Já pessoas próximas à ministra afirmam que ela age de maneira discreta e que seu estilo lembra o do ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, avesso a entrevistas e holofotes.
O fato de ela ser arredia a entrevistas, inclusive, também desperta críticas. Seu silêncio diante da crise nos presídios incomodou alguns colegas do Judiciário. Ela não se manifestou publicamente desde que a crise eclodiu, nos primeiros dias do ano.
Chegou a ir a Manaus, onde ocorreu o primeiro massacre de presos, mas saiu de lá sem falar com a imprensa.
Como presidente do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), tem batido na tecla de realizar um censo carcerário, mecanismo visto como pouco eficaz pelos demais integrantes do colegiado.
A iniciativa também incomodou o governo, mas por outro motivo: o fato de ela sempre mencionar o IBGE e o Exército, vinculados ao Executivo, como braços auxiliares deste censo. A ministra iniciou a gestão anunciando visitas surpresas em presídios –três até agora–, mas ainda não apresentou medidas efetivas para nenhum deles.
A assessoria do STF informou que Cármen Lúcia não iria comentar as críticas que sofre nos bastidores.
A relação entre a presidente do Supremo e Temer vive altos e baixos desde que ela assumiu o posto.
Em outubro, quando Cármen Lúcia trocou farpas com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sua reação chegou a ser considerada “exagerada” no Planalto.
Em dezembro, contudo, reconquistou a simpatia do presidente ao participar do movimento que evitou que o STF afastasse o mesmo Renan do comando do Senado.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/01/1849946-projecao-de-carmen-lucia-provoca-ciume-no-planalto.shtml
OPEROU CANTANDO
MÚSICO CANTA E TOCA VIOLÃO DURANTE CIRURGIA
Reginaldo foi submetido a cirurgia em hospital de Barretos na sexta-feira (Foto: Reprodução/EPTV)
Um cantor teve que realizar um pequeno concerto durante uma cirurgia para retirar um tumor do cérebro em um hospital de Barretos (SP) na manhã desta sexta-feira (13). Conhecido pelo nome artístico de Felipe Reis, o músico Reginaldo Oliveira Santos Junior, 31 anos, tocou violão e cantou durante a operação e agora está se recuperando. Otimista e bem-humorado, ele diz que nunca pensou que fosse passar por um procedimento similar.
Médico aproveitou profissão de paciente para auxiliar na hora de cirurgia. Reginaldo está se recuperando e pode começar a fazer quimioterapia.
O cantor foi diagnosticado com um tumor no cérebro há aproximadamente 18 meses durante uma consulta a seu médico após passar mal múltiplas vezes por mais de um ano. Assim que ficou sabendo de sua condição, ele foi alertado que deveria ser submetido à cirurgia o mais depressa possível.
“Eu tive uma convulsão em casa há uns três anos e a gente passou a saber há um ano e meio que era um tumor, mas antes disso eu apenas passava mal, ia no médico, me receitavam algo e eu voltava para casa. A gente passou no médico em Mogi das Cruzes e ele falou que eu tinha um mês para ter notícia de algum hospital para que eu operasse antes que o tumor passasse de benigno para maligno porque aí seria mais complicado“, explica.
O tumor que se desenvolveu no cérebro de Reginaldo afeta a parte motora e da fala do paciente. Para auxiliar durante o procedimento, o rapaz de Mogi das Cruzes, que trabalha com música há aproximadamente 13 anos, teve que tocar violão e cantar enquanto os profissionais do Hospital de Câncer de Barretos realizaram a cirurgia em seu cérebro.
Inicialmente, Reginaldo diz que a intenção do procedimento é não retirar o tumor por inteiro e o cantor explica que existe a possibilidade de ter que aliar o procedimento a sessões de quimioterapia, mas tudo dependerá de como será sua recuperação nas próximas semanas.
“Ele foi bem leal e falou das chances, dos riscos, dificuldades, tudo que pode acontecer. Estou bem confiante“, conclui o paciente.
Reginaldo cantou música de Roberto Carlos e composição própria em Barretos (Foto: Reprodução / EPTV)
Procedimento
O médico responsável pela cirurgia de Reginaldo, o neurocirurgião Carlos Afonso Clara, explica que realizar a cirurgia com o paciente acordado não é algo inédito no Hospital de Câncer de Barretos. Entretanto, ele diz que esta foi a primeira vez em que o paciente a ser operado teve que cantar e tocar violão durante o procedimento ao qual foi submetido.
“Hoje em dia, em vários locais do mundo tem vários especialistas que fazem cirurgias com o paciente acordado. A cirurgia com o paciente acordado permite que o cirurgião, junto com a equipe, principalmente o neurofisiologista, faça a estimulação do cérebro identificando as áreas que chamamos de eloquente, as áreas com a função para motricidade e fala”.
Parte da equipe médica acompanhou procedimento
e gravou vídeos (Foto: Reprodução / EPTV)
O procedimento foi realizado para controlar a capacidade de fala, compreensão e interpretação da linguagem utilizada pelo paciente durante a cirurgia. Com esse recurso, os profissionais são capazes de saber quais áreas do cérebro devem ser mantidas intocadas durante o processo cirúrgico e de onde podem remover o tumor.
“O objetivo de realizar a cirurgia com o paciente acordado é preservar as funções do mesmo, para que ele tenha uma qualidade de vida após a operação. Antes, quando a gente operava áreas desse tipo com o paciente totalmente anestesiado, às vezes o cirurgião poderia ser um pouco mais agressivo e isso acabava tendo consequências, pois o paciente poderia acordar com um déficit, uma sequela”, explica Clara.
Com isso, o neurocirurgião afirma que o objetivo não é o de remover todo o tumor do cérebro do músico e diz que o material que for deixado intocado será tratado com quimioterapia, ou radioterapia dependendo de como Reginaldo deverá se recuperar do pós-operatório.
Carlos afirma que as canções cantadas e tocadas pelo músico auxiliarão os trabalhos durante a cirurgia para que a equipe médica possa retirar o maior volume possível de tumor sem que isso afete as funções motoras do rapaz.
“Ele não é cantor? Não toca instrumento musical? Então vamos controlar isso quando estivermos estimulando o cérebro nas áreas para mapear o que a gente vai tirar e o que não há condição de retirar. Vamos deixá-lo cantando, tocando violão e na hora que ele errar nota, ou a mão parar a gente vai desenhando, mapeando a área que teremos que manter preservada e o resto vamos poder mexer e tirar”, conclui.
O procedimento foi realizado com sucesso e Reginaldo agora se recupera no hospital até poder voltar para casa. As equipes médicas afirmam que vão continuar monitorando seu estado de saúde e analisarão quais serão os próximos passos no tratamento do cantor.

Reginaldo é cantor há 13 anos e trabalho ajudou na hora de cirurgia em Barretos (Foto: Reprodução / EPTV)
Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2017/01/musico-canta-e-toca-violao-durante-cirurgia-cerebral-no-hc-de-barretos.html
USO DA VÍRGULA
VÍRGULAS
“Toda unanimidade é burra”, repetia Nelson Rodrigues. Será? O teatrólogo sem papas na língua talvez tenha razão. Por sorte é rara a opinião compartilhada por 100% das pessoas. Há sempre uma ou outra que discorda. Viva!
A referência ao autor de Toda nudez será castigada não se deve ao acaso. Vem a propósito de uma quase unanimidade linguística. Trata-se do emprego dos sinais de pontuação e notações léxicas. Ponto, vírgula, ponto e vírgula, dois-pontos, travessão, parênteses dão nó nos miolos de gregos, troianos e baianos.
São o maior tropeço no Enem e nos concursos públicos. Que tal acabar com o calo tão doloroso? É possível. A coluna vai abordar o assunto passo a passo. O primeiro será a vírgula. Vamos lá?
Origem
A palavra vírgula nasceu no latim. Na língua dos Césares, queria dizer varinha.
Também significava linha ou pequeno traço. Depois, virou sinal de pontuação. Indica pausa rápida, menor que a do ponto.
Polêmica
A dondoca atravessou os séculos. No percurso, suscitou discussões. Alguns afirmam que seu emprego é questão de gosto. A gente põe o sinalzinho onde tem vontade. Outros dizem que basta ler a frase. Parou pra respirar? Pronto. Taca-lhe a vírgula. Aí pinta um problema. Como os gagos e os asmáticos se viram?
Outros, ainda, acham que devem usar todas as vírgulas a que têm direito – as obrigatórias e as facultativas. É o caso do amanuense Borjalino Ferraz. O homem estudou o assunto anos a fio. Aprendeu tudo. Esnobava o saber em ofícios e memorandos. Não deixava passar uma.
O chefe reclamou do exagero. “Desse jeito”, disse ele, “o amigo acaba com o estoque. O município não tem dinheiro pra comprar vírgulas novas.” O puxão de orelhas entrou por um ouvido e saiu por outro. O prefeito não pôde fazer nada. Borjalino tinha estabilidade.
Xô, palpites
O emprego da tão temida pausa é importante demais para ser entregue a palpiteiros. Ele obedece a regras objetivas. São apenas três. Conhecendo-as, dominam-se 99,9% dos casos. Aí, adeus, dúvidas. Adeus, tropeços. Adeus, recados trocados.
Sobretudo, adeus, perda de pontos, de promoções e de amores.
As regras
A vírgula separa:
1. Termos e orações coordenados
2. Termos e orações explicativos
3. Termos e orações deslocados
Como diz o esquartejador, vamos por partes. Comecemos pelos termos
coordenados.
Fonte: http://blogs.correiobraziliense.com.br/dad/virgula-1/


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Parte da equipe médica acompanhou procedimento