A REVISTA DIÁRIA PASSA A DIVULGAR À PARTIR DE HOJE AÇÕES DA PMDF, EM COLUNA INTITULADA POLÍCIA 24 H.
PMDF/7ºBPM PRENDE SUSPEITO POR DIVERSOS FURTOS NO SUDOESTE E CRUZEIRO
Na madrugada desta 5a. feira, a viatura da PMDF 3729 foi acionada, via COPOM, para averiguar suspeita de furto de bicicletas nas regiões Sudoeste e Cruzeiro. A suspeita de furto foi informada ao 190 por um cidadão que avistou indivíduo suspeito, conduzindo 2 bicicletas.
O patrulhamento foi acionado e a busca intensificada, no raio em o indivíduo suspeito teria sito visto. O policiais encontraram o suspeito portando faca, alicate tesoura, serra, dentre outros equipamentos. Após a abordagem, o suspeito indicou aos policiais que o abordaram, onde estariam escondidas as bicicletas.
Encaminhado a DP, foi constatado que o ladrão possuía mandado de prisão em aberto, por homicídio.
RESULTADO DA AÇÃO POLICIAL
Cumprimento de mandado de prisão;
Indivíduo preso e apresentado na 5ª DP;
Duas bicicletas recuperadas;
Armas brancas e ferramentas usadas para práticas de crimes apreendidas.
Denuncie no Whatsapp: (61) 999689273 Sigam: @pmdf.oficial | @7bpmpmdf.oficial
Fonte: Informações do Grupo de Whatsapp da REDE DE VIZINHOS PROTEGIDOS.
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Tem crescido a importância e a responsabilidade dos Conselhos de Administração diante do avanço das novas tecnologias e das transformações na geopolítica.
Antes limitados a deliberar sobre estratégias organizacionais e refletir sobre objetivos de longo prazo em um cenário de poucas informações e mudanças graduais, esse contexto se transformou.
A inteligência artificial tem fornecido ferramentas que ampliam significativamente as contribuições dos conselhos, mas também traz à tona preocupações éticas relevantes quanto ao uso da tecnologia.
Para atuar como conselheiro no contexto da IA, não é necessário ser um especialista, mas sim possuir conhecimento suficiente para interagir de forma crítica e informada. O maior desafio, no entanto, reside na complexidade e velocidade da nova geopolítica, que hoje se apresenta como uma das principais frentes de atenção dos Conselhos de Administração.
Advogado de Léo Lins (foto) revela preocupação com efeitos da sentença que condenou o humorista à prisão: "Precedente para a censura". (Foto: Reprodução / YouTube / Léo Lins Oficial)
O Poder do Sorriso. Entre o Absurdo Jurídico e a Comédia.
O palco, antes um santuário de risos e reflexões, parece ter se transformado, de repente, num tribunal. E o réu? Um comediante. A acusação? Piadas. A pena? A privação da liberdade.
A notícia da prisão de Leo Lins por ter contado piadas em um show de comédia se espalha como um eco distorcido, um riso engasgado que se recusa a morrer. E a gente se pergunta: o que há de tão perigoso no sorriso?
Em tempos que se pretendem democráticos, a imagem de um humorista sendo silenciado e encarcerado por sua arte é, no mínimo, um paradoxo cruel. É como se o próprio sistema, em sua pretensão de ordem e controle, revelasse uma fragilidade intrínseca diante da espontaneidade e da capacidade de questionamento que o humor carrega. O riso, afinal, é subversivo por natureza. Ele desarma, desmascara, e, muitas vezes, é a mais potente arma do povo contra a prepotência do poder.
Não é preciso ir muito longe na história para encontrar paralelos assustadores. Regimes totalitários, em sua ânsia por homogeneidade ideológica e controle absoluto, foram os primeiros a entender o perigo do comediante. Ditaduras de todos os matizes, da Alemanha Nazista à União Soviética, passando por tantas outras, sempre tiveram uma relação conturbada com o humor.
O riso livre era uma rachadura na fachada de ferro, uma fresta por onde a luz da crítica e da dissidência poderia entrar. Comediantes eram perseguidos, censurados, exilados ou, na pior das hipóteses, eliminados. Porque o sorriso, para esses regimes, não era apenas uma expressão de alegria; era um sinal de insubmissão, um atestado de que a mente ainda pensava por si mesma, de que o espírito não estava completamente domado.
E aqui estamos nós, testemunhando algo que beira o inacreditável: um comediante preso por piadas. Não por incitação à violência, não por crimes de ódio no sentido mais literal e perigoso da palavra, mas por aquilo que, em essência, é a matéria-prima do humor: a provocação, o exagero, a quebra de tabus, a exploração dos limites.
É claro que o humor não é uma carta branca para o desrespeito ou a irresponsabilidade. Mas a linha entre a piada ofensiva e o crime passível de prisão é tênue e perigosa, e quando essa linha é traçada pelo arbítrio do poder, o risco de esmagar a liberdade de expressão é imenso.
O sistema não suporta o sorriso? Parece que sim. Não suporta o sorriso que questiona, que ridiculariza, que aponta as contradições. Não suporta o sorriso que une as pessoas em um momento de leveza e cumplicidade, porque essa união, mesmo que efêmera, pode ser o embrião de um pensamento crítico coletivo. O humor, em sua essência, é um ato de liberdade. É a capacidade de olhar para o mundo, para suas mazelas e absurdos, e transformá-los em algo que nos faça rir, mesmo que de nervoso.
Prender um comediante por suas piadas é, no fundo, um atestado de fraqueza do poder. É a confissão de que a crítica, mesmo que embalada em sarcasmo, é vista como uma ameaça existencial. É a tentativa de apagar a chama da irreverência, de calar a voz que se recusa a ser séria o tempo todo. Mas a história nos mostra que o riso, assim como a verdade, tem uma força indomável. Ele pode ser suprimido por um tempo, mas sempre encontra uma maneira de ressurgir, mais forte e mais necessário do que nunca.
Que este episódio sirva de alerta. Que nos faça refletir sobre os limites da liberdade, sobre o papel do humor na sociedade e, acima de tudo, sobre o poder inegável do sorriso. Porque, no final das contas, o sorriso é a nossa resistência mais genuína, a prova de que, apesar de tudo, ainda somos capazes de encontrar a alegria e a sanidade em um mundo que, por vezes, insiste em nos tirar o fôlego.
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O que leva um governo a se utilizar de um instrumento de política regulatória, como o IOF, como ferramenta de política arrecadatória? Desespero.
A esquerda brasileira não somente sabe, como tem certeza de que expressiva desaprovação do governo elimina as possibilidades de manutenção do poder. Portanto, o governo precisa, mais do que nunca, de recursos.
Com desaprovação popular em 57%, o governo vem acompanhando a deterioração de seu cenário eleitoral, resultado de suas próprias escolhas. Decisões econômicas populistas sem amparo técnico, escalada na corrupção e exagero nos gastos públicos levaram o governo a necessitar desesperadamente de recursos para alimentar o assistencialismo e tentar a recuperação da imagem política de seu líder para 2026.
O aumento do IOF definido pelo governo promoveu, no mercado financeiro e no setor produtivo, proporcional reação aos estragos econômicos. A medida, que visava arrecadar R$ 19 bilhões, encareceu não somente as transações de câmbio com cartões de crédito, como também de determinados empréstimos externos, de tomadas de créditos por pessoas jurídicas, incluindo o Microempreendedor Individual – MEI, e a previdência complementar. Tudo para compensar o que tem se mostrado incontrolável: o crescimento das despesas oficiais.
O problema é que o atual tamanho da carga tributária e a frequência na criação ou no aumento de impostos a cada 37 dias, desde janeiro de 2023, não têm se mostrado suficientes para que a arrecadação suporte os gastos do governo.
Para se ter uma ideia do tamanho do problema, mesmo tendo o governo congelado R$ 31 bilhões para cumprir as metas fiscais desse ano, há projeção de déficit de outros R$ 31 bilhões.
Ameaçado com a derrubada da Medida Provisória por um Decreto Legislativo, o governo não teve alternativa a não ser recuar e iniciar articulações com o Congresso Nacional na desesperada busca por arrecadação que lhe garanta o cumprimento da meta fiscal de 2025. Contudo, impasses se avolumam quando Congresso e mercado trabalham com revogação da medida, enquanto o governo pretende manter a cobrança em 2025, adiar alternativas para 2026, e tenta dourar a pílula com ajustes e calibragem.
Se a Câmara dos Deputados executar a proposta de seu presidente, após o prazo limite de 10 de junho, em não havendo proposta alternativa à elevação do IOF, a casa legislativa aprovará o Projeto de Decreto Legislativo – PDL sustando os efeitos da Medida Provisória.
Conclusão: Estão visivelmente ameaçadas a meta fiscal de 2025 e a manutenção do poder pela esquerda brasileira.
As paciências da população e do governo se esgotaram. A baixa performance nas medidas implantadas pelos estados e municípios para reduzir a filas de consultas, exames e tratamento levou a saúde pública a um ponto crítico e o governo a intervir.
Com mais de seis milhões de pessoas na fila de consultas e prazos de atendimento no SUS variando de um mínimo de três meses a dois anos, o governo em baixa avaliação identificou a oportunidade de virar o jogo e decidiu mergulhar na saúde.
Percebendo a enorme dificuldade em ultrapassar os fatores de ineficiência do SUS, o Ministério da Saúde se socorre da rede privada, eficiente por necessidade e princípio, para garantir desempenho que acelere o atendimento.
Em geral, a meta estipulada é ultrapassar anualmente quatro milhões de consultas e nove milhões de exames. No caso de câncer a meta será diagnóstico em trinta dias e início de tratamento em até sessenta dias.
A possibilidade de parceria com a rede privada permitirá o acesso a especialistas (somente 10% dos especialistas atuam exclusivamente no SUS), além do uso de plataformas digitais, de inteligência artificial, de telemedicina para ganhar capilaridade, acelerar encaminhamentos, unificar protocolos e padronizar atendimentos.
O modus operandi muda radicalmente com a Medida Provisória. Atendimento por clínicas, hospitais e ambulatórios privados elevará a qualidade dos resultados e pacientes nas filas de espera passarão a receber mensagens do Ministério da Saúde sobre seus atendimentos e suas consultas, organizando o fluxo até então mal estruturado. A regulação finalmente será empoderada.
Adicionalmente, contratação de serviços privados poderá ser executada por agência do Ministério da Saúde, reduzindo a influência municipal nos contratos.
A medida editada é necessária, reflete o grave estado da saúde do país e altera para melhor a perspectiva do brasileiro, mesmo estabelecendo metas ousadas para o serviço público.
O célebre dilema existencial “Ser ou não ser” extraído do monólogo de Hamlet (Ato 3, Cena 1), de William Shakespeare, transcende a literatura e se aplica diretamente ao cenário político brasileiro.
A essência da frase reflete a escolha entre agir e se posicionar ou permanecer inerte diante dos acontecimentos — algo raramente observado na prática política nacional.
Ao buscarmos em Shakespeare uma analogia para o comportamento dos nossos políticos, identificamos dois modelos predominantes:
A Opção de ser: o político de verdade
Escolher “ser” implica exercer a política em sua plenitude. Requer idealismo, coragem e compromisso com a coletividade. No caso dos executivos — prefeitos, governadores e presidentes — significa administrar para todos com honestidade e profissionalismo. Para senadores, representa possuir uma visão de Estado, elevando-se à condição de estadista. Deputados devem focar no desenvolvimento regional, e vereadores, nas necessidades locais. Contudo, os que escolhem essa trajetória enfrentam enormes dificuldades para se eleger, pois a política de verdade demanda renúncia de interesses pessoais em prol do interesse público.
2. A Opção de não ser: o político oportunista
A opção de “não ser” caracteriza a maioria. São aqueles que ocupam cargos públicos, mas não exercem a verdadeira política. Enxergam a função como instrumento de benefício próprio, evitam posicionamentos firmes, vivem em cima do muro e atuam sem propostas consistentes. Alimentam a ilusão no eleitorado e tratam o voto como moeda de troca por emendas e favores. Estes não possuem visão de Estado; agem movidos pelo populismo e oportunismo — e, paradoxalmente, têm mais facilidade de conquistar mandatos.
Reflexão final
É fundamental que o eleitor saiba reconhecer esses dois perfis. O verdadeiro político não vive o dilema do “ser ou não ser” — ele é, por essência, um agente transformador comprometido com o bem comum. Já quem hesita diante dessa escolha demonstra que não está preparado para o exercício pleno da política.
Hélio Mendes – Palestrante, consultor empresarial e político, autor dos livros Planejamento Estratégico Reverso e Gestão Reversa. Conselheiro certificado pelo IBGC e ex-Secretário de Planejamento e Meio Ambiente de Uberlândia/MG.
Após ‘morrer por oito minutos’, mulher diz que a morte é uma ‘ilusão’ e vira guia de transição
Após a experiência nos EUA, Brianna teve que reaprender a falar e a andar: ‘Conheci outros seres que não tenho certeza se eram humanos, mas que me pareciam familiares’
Brianna Lafferty — Foto: Reprodução/Instagram
Uma mulher que “morreu por oito minutos” afirmou que a morte é uma “ilusão”. Brianna Lafferty, de 33 anos, sofre de um distúrbio neurológico chamado distonia mioclônica. Em determinado momento, seu corpo “desistiu” e Brianna foi declarada clinicamente morta num hospital no Texas (EUA), até ser “trazida de volta à vida” por médicos.
A americana, que tinha 25 anos, relatou ter ouvido alguém perguntar se “ela estava pronta” antes de entrar em completa escuridão, antes que sua alma “flutuasse” acima dela e passasse para um lugar onde o tempo não existia.
“De repente, me separei do meu corpo físico. Não vi nem me lembrei do meu eu humano. Fiquei completamente imóvel, mas me senti plenamente viva, consciente e mais eu mesma do que nunca. Não havia dor, apenas uma profunda sensação de paz e clareza. Esse desapego da minha forma física me fez perceber o quão temporária e frágil é a nossa experiência humana. Existe uma presença, ou inteligência, superior a nós mesmos que nos guia e zela por nós com amor incondicional”, contou ela, em relato reproduzido pelo “Daily Star”.
Brianna continuou:
“Tudo acontece ao mesmo tempo ali, como se o tempo não existisse, mas como se houvesse uma ordem perfeita. Experimentei o início de tudo e aprendi que o nosso universo é composto por um amontoado de números. Conheci outros seres que não tenho certeza se eram humanos, mas que me pareciam familiares. Isso mudou o curso da minha vida. O que eu temia não tinha mais poder sobre mim e o que eu costumava perseguir não parecia mais importante. Voltei com um senso de missão e profunda reverência tanto pela vida quanto pela morte.”
A experiência teve um efeito profundo em Brianna, que agora acredita que “a consciência permanece viva” após a morte, com “o nosso próprio ser apenas se transformando”.
“Meus pensamentos se manifestaram instantaneamente na vida após a morte. Percebi que nossos pensamentos criam uma realidade lá – só leva tempo, o que é uma bênção. Somos capazes de transformar nossa negatividade em positividade, transformando isso em realidade. Sinto-me empoderada e confio nos acontecimentos da vida, especialmente nos difíceis. Olhando para trás, tudo é tão claro quanto ao motivo pelo qual sofri com doenças e outras lutas difíceis. Há a consciência de que tudo realmente acontece por um motivo, pois sigo o fluxo e não fico com raiva ou chateada quando coisas ruins acontecem“, acrescentou ela.
Após a experiência de “oito minutos morta”, Brianna sofreu várias sequelas, tendo que reaprender a falar e andar. Ela também se submeteu a um cirurgia experimental na glândula pituitária, que sofreu grave dano, e os resultados são animadores.
“Estou com um pouco de medo de ter outra experiência de quase morte, só porque a recuperação é difícil“, declarou ela.
O episódio marcante também fez com que Brianna abraçasse o trabalho de doula espiritual de morte, que ela prefere chamar de guia de transição, pela qual ela dá apoio a pessoas nos seus “últimos dias”.
“Como guia de transição, eu ofereço uma gama abrangente e compassiva de serviços projetados para apoiar indivíduos e suas famílias nas transições profundas e muitas vezes desafiadoras que acompanham o fim da vida, doenças crônicas e o crescimento espiritual“, explicou ela.
Por Fernando Moreira | Fonte: https://extra.globo.com/blogs/page-not-found/post/2025/05/mulher-que-morreu-por-oito-minutos-diz-que-a-morte-e-uma-ilusao.ghtml
As transformações geopolíticas ocorrem em ciclos cada vez mais curtos, muitas vezes em tempo real e com impactos profundos.
O cenário global atual é marcado por maior incerteza econômica e política, com a competitividade assumindo um papel central, enquanto temas como sustentabilidade e diversidade perdem espaço nas agendas internacionais.
A Europa enfrenta um declínio sem precedentes em sua competitividade, enquanto a Ásia se fortalece, impulsionada pelo crescimento da China e da Índia. Na América do Sul, apenas a Argentina se destaca. Nos Estados Unidos, a volta de Donald Trump sinaliza uma política econômica voltada ao crescimento, priorizando a produtividade e buscando transformar desafios em oportunidades estratégicas, especialmente no que se refere à concorrência com a China.
Diante desse contexto, o Brasil poderia adotar uma posição estratégica de neutralidade diplomática, tirando proveito do embate entre as potências globais e das mudanças nas cadeias produtivas europeias. No entanto, o país segue na contramão desse reposicionamento. A ausência de um projeto de desenvolvimento claro, a insegurança jurídica, o alto custo Brasil e a polarização política enfraquecem sua capacidade de aproveitar as oportunidades emergentes.
Enquanto nações redefinem suas estratégias para fortalecer sua competitividade, o Brasil permanece preso a disputas ideológicas, sem uma visão de longo prazo que coloque os interesses nacionais acima das divergências políticas. O momento exige unidade e planejamento estratégico para que o país possa ocupar um papel relevante na nova ordem global.
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Após seis meses da tentativa de boicote à carne produzida no Mercosul, com críticas infundadas sobre a desconformidade da sanidade do produto regional, efetuada por empresas varejistas francesas, o setor do agronegócio brasileiro, capitaneado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, protocolou, junto a Comissão Europeia, petição de investigação formal contra Carrefour, Les Mosquetaires, E. Leclerc e Coopérative U.
Essas empresas, que representam 75% do mercado varejista da França, utilizaram-se de falsos argumentos e violaram regras de concorrência da União Europeia, tentando comprometer a imagem do produto nacional, desestimulando consumidores europeus e dificultando relações comerciais entre os blocos econômicos. A petição abrange retratação pública e multas proporcionais às infrações, como forma de reprimir futuras ações de concorrência desleal.
A tentativa coordenada de difamação e de boicote foi mal sucedida inicialmente pela frágil argumentação e, a seguir, pelo grau de profissionalismo do agronegócio brasileiro que, longe da passividade, reagiu imediatamente e no mesmo tom, compatível com sua relevância no mercado global, abortando a estratégia ilegítima dos varejistas franceses.
A atitude setorial, que não permitiu o pretendido alcance do dano, mostrou o amadurecimento do agro nacional e sua segurança na qualidade e na conformidade do produto oferecido.
Os ataques fraudulentos serão sempre inaceitáveis, refletem a diferença nos graus de competitividade entre os agronegócios dos dois blocos e serão sempre respondidos a altura.
A inteligência artificial já está entre nós. Ela escolhe o que aparece nas redes sociais, ajuda a responder mensagens e até “dá palpites” em empregos, escolas, serviços de saúde, dentre outras atividades.
Muita gente ainda acha que isso é coisa de rico, de outro país, outro mundo. Mas a verdade é: a IA já faz parte da nossa vida. E veio pra ficar!
Se a inteligência artificial está mudando o mundo, a gente também precisa mudar. Temos que aprender rápido, com os erros e acertos, assim como ela faz. Ficar parado esperando as coisas melhorarem não dá mais.
Se a gente não aprender coisas novas — um curso online, um jeito diferente de trabalhar, ou até como usar melhor o celular — vamos ficar pra trás.
Antigamente, um bom emprego vinha com carteira assinada, benefícios, crescimento e estabilidade. A gente passava anos e anos na mesma empresa. Hoje, muita gente ganha a vida no bico, em aplicativo, vendendo coisa na internet, ou cuidando de rede social.
O mundo mudou e a IA está por trás de tudo isso. Precisamos acompanhar essas mudanças. Quem não se adapta, perde oportunidades.
Por mais “inteligente” que a IA seja, ela não sente, não tem coração, não tem alma, não sabe o que é cuidar da família, pagar as contas, correr atrás pra não faltar nada em casa.
Isso só a gente tem.
Ser como a IA é usar a cabeça — mas sem esquecer do coração. É pensar antes de agir, mas também saber ajudar, ser justo, ser humano.
É ficar mais preparado, mais atento. Porque o mundo tá mudando rápido — e se a gente não correr atrás, vai ser difícil até competir com as máquinas.
Em vez de ter medo da inteligência artificial, vamos ser tão espertos quanto ela. Porque isso é sobreviver, crescer, vencer.
Caso contrário, estacionaremos nosso corpo, nossa alma, nossa vida.