Início Site Página 36

VISÃO DE FUTURO: O DIFERENCIAL ESTRATÉGICO DAS EMPRESAS QUE PLANEJAM

0

Planejamentos de longo prazo são necessários, mas poucas organizações os possuem — muitas porque não acreditam, a maioria não tem equipe com preparo para elaborá-los e muito menos para atualizá-los.

A pergunta é semelhante à que pais fazem aos filhos: “O que vocês querem ser quando crescerem?” Difícil para pais e filhos responderem, em razão do grau de incerteza do caminho a ser percorrido, mas muito pode ser feito, com base nas informações disponíveis, no sonho da família e dos filhos — como a escolha do colégio, cursos complementares, viagens e propostas de experiências —, e, com o tempo, vai-se adaptando às mudanças. Mas existiu um sonho, que corresponde à visão de futuro das organizações.

A minha atividade de consultor de planejamento é considerada, em alguns países, como futurista. Exige muita leitura e bons anos de experiência para ter condições não de prever, mas de perceber junto com os clientes os pontos de inflexão e fazer um plano de voo — algo indispensável para ter segurança. Não fazer isso é extremamente arriscado.

O diferencial em ambiente de grande incerteza está em ter uma equipe que consiga construir a melhor visão de futuro e realizá-la antes dos concorrentes. As grandes empresas têm facilidade em ter uma boa visão, mas muita dificuldade em atualizá-la, onde as médias podem ter um melhor posicionamento estratégico.

 

"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA, que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por qualquer erro, omissão ou imprecisão."

 

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/quem-e-o-verdadeiro-lider-na-sua-empresa/

QUEM É O VERDADEIRO LÍDER NA SUA EMPRESA?

ESG AGONIZANDO?

0
A beautiful grassy field with windmills in the distance under a blue sky
OPINIÃO

 

Environmental, Social, and Governance – ESG é um movimento criado no início desse século, mais especificamente em 2004, com a publicação do relatório “Who cares wins”, do Pacto Global das Nações Unidas e do Banco Mundial, que, entre outras, desafiava grandes instituições a integrar fatores sociais, ambientais e de governança.

Nascia, então, uma estruturada tentativa de associar resultados (competitividade e lucratividade) a práticas sociais, deslocando o foco da performance para propósitos. Ancorado substancialmente na agenda woke, onde ideologia supera retornos de investimentos, ESG sugeria impulsionamento dos ganhos de investidores com a imposição da relação.

Em vinte anos a fábula se desgastou, o marketing começou a dar sinais de esgotamento, o mercado reagiu e alguns episódios marcaram indelevelmente o movimento. As perdas acima de US$ 1 bilhão da Bud Light revelaram que consumidor não é discípulo e que não negocia seus valores. Ao não compactuar com causas fabricadas, o consumidor rejeita e migra.

Um dos mais relevantes indicadores da perda de significância desse movimento foi a pauta do World Economic Forum de 2025 em Davos, onde a maior parte da elite das grandes indústrias evitou debates sobre ESG. O objetivo dos investimentos retorna, portanto, aos resultados financeiros, não significando, por exemplo, negligências com compliance ou com assistência social. Contudo, sob claro e bem definido entendimento do que é responsabilidade social e diferenciando compliance de ideologia.

Lá em 1970, Milton Friedman já definia que a única responsabilidade social de uma empresa é maximizar lucros para os acionistas, jogando limpo. Provavelmente por isso, várias empresas renunciaram ao marketing ESG e conquistaram êxito exclusivamente por suas performances.

Sem dúvida, o ceticismo do mercado e os riscos cada vez mais elevados de “greenwashing” promovem desconfiança e turbulências nas preferências de investidores, questionando os benefícios do movimento ESG. E não poderia ser diferente. Não é tarefa de qualquer empresa assumir missões do estado. Quando empresas decidem interferir nas vidas privadas, o resultado não pode ser bom.

Mesmo não agonizante, o ESG perdeu apelo e definha sem visão clara de futuro. Contudo, em havendo ou não funeral, certamente é possível prever o início de uma fase mais pragmática, mais produtiva dos negócios e da sociedade.

 

contatorevistadiaria@gmail.com

O BANQUETE DE INJUSTIÇAS

0
https://assets.brasildefato.com.br/2024/09/image_processing20210516-29658-9a2a7a.jpeg

O Banquete de Injustiças servido em pratos de hipocrisia e talheres de cinismo e covardia.

A cobertura midiática do conflito Israel-Palestina é um banquete de injustiças, servido diariamente nas mesas fartas do Ocidente. Os pratos principais são invariavelmente os mesmos: a vitimização seletiva de Israel, temperada com o molho espesso da demonização árabe.

As lágrimas de um israelita valem mais do que o sangue de centenas de palestinos. O sofrimento de um é tragédia; o do outro, estatística.

A narrativa é construída com esmero, martelada à exaustão: Israel, a democracia sitiada, o oásis de civilização num deserto de barbárie; Palestina, o covil de terroristas, o berço do fanatismo, a escória da humanidade.

E o mundo engole.

A ONU, essa piada burocrática, cospe resoluções que Israel cospe de volta, num ciclo vicioso de impotência e hipocrisia. Os Estados Unidos, o xerife do mundo livre (patrocinado pela indústria bélica e pelo lobby sionista), dão o aval para o massacre, brindam com os algozes, lavam as mãos sujas de sangue palestino.

Em Gaza, a maior prisão a céu aberto do planeta, crianças definham sob o olhar complacente do mundo. Jornalistas e socorristas, escudos humanos da verdade, tombam sob as balas “inteligentes” de Israel, que depois posa de vítima, com a mesma cara de pau de sempre. O genocídio é televisionado em horário nobre, com comentários indignados sobre os “ataques terroristas” que o precederam, como se isso pudesse justificar a carnificina.

A narrativa é tão bem azeitada que até a esquerda pequeno-burguesa, com sua culpa branca e seu verniz de progressismo, engasga na hora de denunciar a atrocidade. Preferem brandir bandeiras arco-íris e lacrar no Twitter, a sujar as mãos com a lama da realidade.

Mas a verdade, essa puta teimosa, insiste em gritar nos escombros de Gaza, nos corpos mutilados das crianças, nos olhos famintos dos sobreviventes. E um dia, quem sabe, a máscara de hipocrisia cairá, e o mundo verá Israel como o que sempre foi: um Estado colonialista, racista e assassino, que se banqueteia com a injustiça e se embriaga com o sangue dos oprimidos.

 

"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA, que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por qualquer erro, omissão ou imprecisão."

 

MUNICÍPIOS BRASILEIROS CONSTROEM EXEMPLOS PARA O DESENVOLVIMENTO

0
Cows on a green field.
OPINIÃO

MUNICÍPIOS BRASILEIROS CONSTROEM EXEMPLOS PARA O DESENVOLVIMENTO.

2025 tem revelado uma diversificada gama de municípios que se planejaram, se capacitaram e executam com absoluto sucesso suas metas de crescimento. Êxitos que repercutem no bem estar de seus cidadãos e têm levado alguns municípios a ultrapassarem o PIB da capital de seu estado.

Interessante observar que os dez municípios com melhor desempenho na empreitada do desenvolvimento apresentam características que se assemelham e, por isso, merecem atenção. Deles, cinco investiram no agronegócio, dois possuem riqueza natural e crescem com a mineração, dois se capacitaram e investiram em industrialização e um deles se sobressaiu pelo turismo praiano.

Ainda que as escolhas tenham sido em setores distintos, há semelhanças vitais de atuação entre todos: foco e investimentos em planejamento, logística e educação.

Todos, sem exceção, se organizaram, se planejaram, executaram o planejamento, buscaram investimento em infraestrutura e logística, especialmente acesso a rodovias estratégicas, e enriqueceram o processo educativo, moldando-o aos seus objetivos. Ações e investimentos que não ocorrem isoladamente, pois são coordenados na conexão estabelecida pela rede de desenvolvimento estruturada no planejamento municipal.

O sucesso será sempre proporcional à performance da orquestra.

Espalham-se por todo o país, foram criativos, inovaram, ousaram e construíram trilhas além das soluções propostas pelos seus estados. Entre eles, pode-se citar Sorriso (MT), Sinop (MT), Parauapebas (PA), Luís Eduardo Magalhães (BA), Senador Canedo (GO), Fazenda Rio Grande (PR), Canaã (PA) e Lucas do Rio Verde (MT).

Entre os resultados alcançados, todos obtiveram substancial crescimento do PIB municipal, aumentaram suas populações em média de 60%, impulsionaram suas arrecadações, reduziram a dependência fiscal e promoveram o crescimento econômico e o bem estar da população.

Exemplos certamente disponíveis para municípios em busca de desenvolvimento.

REVISTA DIÁRIA | contatorevistadiaria@gmail.com

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/lento-tem-sido-o-desenvolvimento-socioeconomico-de-barra-do-pirai/

LENTO TEM SIDO O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO DE BARRA DO PIRAÍ

QUEM É O VERDADEIRO LÍDER NA SUA EMPRESA?

0

O conceito de liderança tem sido amplamente difundido, especialmente em cursos e palestras motivacionais. No entanto, é preciso repensar seu significado nas organizações modernas, marcadas pelo pragmatismo e pela busca por resultados concretos.

 

Ser líder não é apenas ocupar um cargo de chefia ou estar no topo do organograma. Liderança verdadeira é influenciar positivamente e entregar resultados consistentes.

A palavra “líder” vem do inglês arcaico laedan, que significa “guiar” ou “conduzir”. Nesse sentido, líder é todo profissional que, independentemente da posição hierárquica, gera impacto real. Em um cenário de incertezas crescentes, o novo modelo de liderança valoriza a capacidade de fazer acontecer — do conselho ao chão de fábrica.

O futuro das organizações está nas mãos de quem entrega valor.

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/cidades-pequenas-grandes-oportunidades/

CIDADES PEQUENAS, GRANDES OPORTUNIDADES

O COGUMELO ATÔMICO E A DANÇA DAS INTENÇÕES

0

O sol da manhã em Hiroshima mal havia se espreguiçado sobre as ruas quando, às 8h15 do dia 6 de agosto de 1945, um clarão mais intenso que mil sóis varreu tudo. Três dias depois, Nagasaki seria a próxima a sentir o inferno cair do céu.

O “Little Boy” e o “Fat Man” não eram bonecos, mas o peso da morte e da destruição, que em instantes, transformou cidades em cinzas e vidas em ecos. Setenta e nove anos depois, a sombra desses cogumelos atômicos ainda paira, e com ela, a pergunta insistente: qual a real intenção por trás da decisão americana de soltar as bombas?

A narrativa oficial, aquela que ecoou por décadas nos livros de história, é clara: as bombas foram lançadas para encurtar a guerra e salvar vidas. O Japão, fanaticamente resistente, se recusava a se render. A estimativa era de milhões de mortos em uma invasão terrestre, tanto aliados quanto japoneses.

Diante desse cenário dantesco, o uso da arma atômica, por mais terrível que fosse, era um mal menor. A rendição japonesa veio logo depois, e a Segunda Guerra Mundial, enfim, chegou ao fim. Uma tragédia necessária, um preço alto pela paz.

Mas a história, como a vida, raramente é unidimensional. Sob a superfície polida da versão oficial, murmúrios e análises mais profundas começaram a surgir. E se as intenções americanas fossem um emaranhado de fios, alguns visíveis, outros escondidos nas entranhas da política e da geopolítica do pós-guerra?

Uma das teorias mais persistentes sugere que as bombas não foram apenas para o Japão, mas também para a União Soviética. O mundo estava à beira de uma nova era, a Guerra Fria. Os Estados Unidos haviam emergido como uma superpotência, mas a URSS também estava se expandindo e consolidando sua influência na Europa Oriental. Ter uma arma de destruição em massa, e demonstrar sua capacidade de usá-la, seria um recado claro para Stalin: “Temos o poder, e não hesitaremos em usá-lo“. A bomba, nesse sentido, era um trunfo estratégico, uma ferramenta de dissuasão que estabeleceria a hegemonia americana no novo tabuleiro global.

Outra perspectiva aponta para a pressão interna e o custo do Projeto Manhattan. Bilhões de dólares foram investidos em segredo para desenvolver essas armas. Havia uma necessidade, quase uma obrigação, de justificar esse investimento colossal e provar a eficácia da nova tecnologia. Testar as bombas em laboratório era uma coisa; vê-las em ação, devastando um alvo real, era outra. A bomba, nesse caso, não era apenas uma arma, mas também uma demonstração tecnológica, um atestado de poder e inovação.

Há ainda quem argumente que a decisão foi influenciada por um certo grau de desumanização do inimigo. Anos de propaganda e guerra brutal transformaram o japonês em um “outro” implacável e fanático. A rendição incondicional era a única opção aceitável, e a bomba, por mais horrível que fosse, era vista como uma maneira de quebrar essa resistência de uma vez por todas, sem a necessidade de um prolongado e sangrento combate corpo a corpo.

A verdade, provavelmente, reside em algum lugar no meio, uma tapeçaria complexa de intenções entrelaçadas. Salvar vidas americanas, sim. Acelerar o fim da guerra, sem dúvida. Mas também, e talvez crucialmente, posicionar os Estados Unidos como a força dominante no cenário pós-guerra e enviar uma mensagem inequívoca ao novo rival que emergia a leste.

Os cogumelos de Hiroshima e Nagasaki se dissiparam no ar, mas a discussão sobre as verdadeiras intenções por trás de sua ascensão continua. É um lembrete sombrio de que, na guerra, a linha entre a necessidade e o interesse, entre a salvação e a dominação, pode ser tênue e assustadoramente ambígua. E essa ambiguidade, mais do que qualquer explosão, é o que realmente nos assombra.

 

 

Persio Isaac
"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA, que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por quaquer erro, omissão ou imprecisão

 

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/batalha-de-verdun-a-maquina-de-moer-carne-humana/

BATALHA DE VERDUN. A MÁQUINA DE MOER CARNE HUMANA.

IA E RESULTADOS

0

IA e Resultados: O que Docusign, Mars, BMW e Air India têm em comum?

Por Lucas Mendes

Você sabia que para cada US$ 1 investido em Inteligência Artificial (IA), empresas ao redor do mundo estão colhendo até US$ 3,70 em retorno?

Isso não é ficção científica. Empresas como Docusign, Mars Petcare, BMW e Air India estão revolucionando seus setores com soluções baseadas em IA. E a boa notícia? Essa tecnologia já está acessível também para negócios locais.

Temos recentemente a divulgação dos resultados seguintes empresas:

Air India automatizou 97% dos atendimentos ao cliente, economizando milhões e dobrando a capacidade de atendimento sem aumentar custos.

BMW reduziu de dias para minutos o tempo de análise de dados em veículos de teste, dobrando sua cobertura de dados.

Mars Diagnostics aumentou em 38% a precisão de diagnósticos veterinários, com IA atuando em tempo real.

Docusign reduziu em 70% o tempo de processamento de contratos, otimizando fluxos em escala global.

O que essas empresas fizeram para alcançar esses resultados?

Elas transformaram dados em inteligência ao conectar a IA com suas bases já existentes, criaram experiências mais humanas automatizando tarefas repetitivas e respondendo com linguagem natural, modernizaram seus sistemas de forma progressiva sem precisar “jogar tudo fora”, e usaram plataformas integradas, que permitem escalar com segurança, confiabilidade e velocidade.

Grandes empresas e PMEs: o momento é agora

Para grandes empresas, os casos da Docusign, BMW, Mars e Air India mostram que quem se abre para a evolução com IA colhe resultados concretos — seja reduzindo custos, acelerando processos ou elevando a experiência do cliente a um novo patamar. A mensagem é clara: não inovar passou a ser o maior risco. A tecnologia já está madura, os caminhos já foram trilhados, e as plataformas estão prontas para escalar com segurança e confiabilidade.

Já para as pequenas e médias empresas, a oportunidade é ainda mais direta: com estruturas mais leves e processos menos engessados, a adesão à IA pode ser muito mais rápida e com menor custo. Em muitos casos, basta uma solução bem direcionada para transformar o atendimento, automatizar tarefas repetitivas ou gerar inteligência a partir dos dados que já estão sendo coletados. A agilidade das PMEs é um trunfo — e pode ser o diferencial competitivo frente a concorrentes maiores e mais lentos.

Por onde começar: exemplos práticos e próximos passos

A IA generativa já está transformando o dia a dia de empresas — e não estamos falando de futuro distante, mas de soluções já acessíveis:

    • ChatGPT e similares: usados para automatizar atendimento, redigir e-mails, responder dúvidas internas e até gerar ideias de marketing;
    • Treinamento de equipes com foco em prompts: capacitando colaboradores a usarem IA com mais eficiência, obtendo melhores respostas e mais produtividade;
    • Integração com ERPs e CRMs: trazendo inteligência para sistemas já utilizados na empresa, com resumos automáticos, análises de dados e sugestões em tempo real;
    • Chatbots inteligentes: que entendem linguagem natural e resolvem até 90% das demandas sem intervenção humana;
    • Análise de documentos, contratos e propostas: a IA pode resumir, comparar e sugerir melhorias com base em dados e contexto;
    • Geração automática de conteúdos e relatórios: para marketing, vendas, RH, jurídico e muito mais.

O mais importante é não tentar abraçar tudo de uma vez. A jornada de inovação começa com um projeto centelha — pequeno, específico, de impacto visível. Pode ser automatizar parte do atendimento, criar um copiloto para vendas ou treinar o time para interagir melhor com a IA.

Depois que se começa, o movimento é natural. Cada passo abre novos horizontes. E, com a estratégia certa, a cada passo, já terá uma vantagem competitiva.

 

Lucas Mendes é especialista em sistemas e IA, fundador da Xinu Tech, empresa especializada em soluções SaaS e Inteligência Artificial. Sua missão é democratizar o uso da IA para empresas de todos os portes, tornando a inovação algo acessível e de alto impacto.
Lucas Mendes é especialista em sistemas e IA, fundador da Xinu Tech, empresa especializada em soluções SaaS e Inteligência Artificial. Sua missão é democratizar o uso da IA para empresas de todos os portes, tornando a inovação algo acessível e de alto impacto.

Quer saber como sua empresa pode começar? Escreva para: lucas@xinu.tech ou acesse https://xinu.tech/

Fonte para o artigo:
Microsoft – Vencer com a IA: Quatro histórias de sucesso de aplicativos inteligentes
https://aka.ms/ai-study

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/entrevistas/entrevista-com-lucas-mendes-2/

ENTREVISTA COM LUCAS MENDES

CIDADES PEQUENAS, GRANDES OPORTUNIDADES

0
Imagem criada por IA
HELIO MENDES

Cidades pequenas, grandes oportunidades: Um novo olhar para o desenvolvimento Local

Ser uma cidade pequena não é uma desvantagem. O verdadeiro problema é quando não se enxerga nela uma oportunidade. Toda cidade carrega uma história e valores próprios que merecem reconhecimento — o que depende de bons gestores e de moradores que tenham orgulho do lugar onde vivem.

O que falta, muitas vezes, é liderança qualificada e uma população que compreenda que o tamanho da cidade não determina seu potencial. Um exemplo inspirador é o de Israel: uma nação pequena, com escassez de recursos naturais, mas que se destaca globalmente por sua inovação, resiliência e valorização da própria história.

Hoje, a tecnologia eliminou muitas das barreiras que antes isolavam os pequenos municípios. É possível estudar à distância, receber atendimento médico de qualidade, comprar de qualquer lugar e manter-se conectado ao mundo. Isso criou uma geração digital, com acesso a oportunidades antes restritas aos grandes centros.

O maior diferencial das cidades pequenas é o calor humano, algo que tende a se perder nas metrópoles. Cabe aos moradores dessas cidades enxergarem esse novo cenário como chance de crescimento local, evitando a migração dos jovens em busca de oportunidades que agora podem existir onde vivem.

Aos gestores de grandes cidades, fica o alerta: uma cidade não é um negócio. Mais do que grandes obras, o verdadeiro progresso está em garantir qualidade de vida e felicidade à sua população.

 

HELIO MENDES

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/uberaba-e-o-dilema-do-crescimento-urbano-reflexoes-sobre-um-futuro-sustentavel/

UBERABA E O DILEMA DO CRESCIMENTO URBANO: REFLEXÕES SOBRE UM FUTURO SUSTENTÁVEL

FÉ E PROPÓSITO

0

Que este domingo — primeiro dia da semana — seja verdadeiramente um momento de renovação espiritual.

Que a luz divina continue a nos guiar, protegendo-nos e nos ensinando sabedoria para cada passo do dia a dia.

Que nossos corações transbordem de amor, para cuidar e apoiar quem depende de nós.

Roguemos perdão por nossos deslizes e recebamos as bênçãos que nos fortalecem, inspirando-nos a perdoar e abençoar a todos ao nosso redor.

Que possamos avaliar com serenidade nossos erros e acertos, traçar objetivos claros e seguir adiante com foco, determinação, humildade e resiliência.

Que o Senhor nos conceda força, paz e esperança hoje e sempre!

Aluizio Torrecillas

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/o-sono-dos-justos-e-as-insonias-da-corrupcao/

O SONO DOS JUSTOS E AS INSÔNIAS DA CORRUPÇÃO

BATALHA DE VERDUN. A MÁQUINA DE MOER CARNE HUMANA.

0
Pérsio Isaac

A Batalha de Verdun… só de ouvir o nome, a gente sente um calafrio na espinha, não é? “A máquina de moer carne humana”, como bem disseram. E não é exagero, viu?

 

Imagine só: fevereiro de 1916. Um frio cortante varrendo as colinas da França. De um lado, os alemães, firmes no seu plano de “sangrar a França até a morte”. Do outro, os franceses, agarrados a cada palmo daquela terra como se fosse a última esperança.

Não tinha heroísmo romântico ali, não senhor. O que tinha era trincheira enlameada, rato correndo pra todo lado, piolho incomodando mais que sogra. Tinha o barulho ensurdecedor da artilharia que não parava nunca, dia e noite, transformando a paisagem em cratera lunar. Tinha o cheiro acre da pólvora misturado com o cheiro doce e enjoativo da morte.

Os soldados… ah, os soldados. Jovens, em sua maioria, arrancados de suas casas, de seus campos, de seus cafés. Rostos pálidos, olhos arregalados de medo e de cansaço. Cavavam buracos na terra, se encolhiam sob o bombardeio, esperavam a ordem para avançar sabendo que a chance de não voltar era enorme.

E avançavam. Sob uma chuva de aço, tropeçando em corpos estraçalhados, vendo seus companheiros tombarem ao lado. A baioneta era o último recurso, o combate corpo a corpo, brutal, desesperado. Não havia estratégia genial, não havia tática sofisticada. Era só a massa de homens se chocando, um tentando aniquilar o outro.

A cada metro conquistado, uma montanha de vidas ceifadas. As cartas para casa, quando chegavam, vinham rabiscadas, manchadas de lama e, às vezes, de sangue. Falavam de saudade, de frio, de fome, mas raramente conseguiam expressar o terror que viviam.

Os dias se arrastavam, as semanas viravam meses. Verdun resistia, teimosamente. Os franceses gritavam “Ils ne passeront pas!” (“Eles não passarão!”), tirando forças de onde não tinham. Os alemães insistiam, pagando um preço altíssimo por cada centímetro de terra.

No fim das contas, depois de dez meses de inferno, Verdun continuou francesa. Mas a que custo? Centenas de milhares de vidas perdidas, de ambos os lados. Uma geração inteira marcada pela cicatriz invisível daquela carnificina.

Olha para o mapa hoje, vê Verdun ali, uma cidadezinha como tantas outras. Difícil imaginar o banho de sangue que tingiu aquela terra. Difícil imaginar o sofrimento daqueles homens, transformados em números, em estatísticas frias de uma guerra sem sentido.

Por isso que a gente precisa lembrar de Verdun. Não pelos generais, pelas estratégias, pelas “vitórias”. Mas pelos anônimos que tombaram ali, na lama, sob o fogo incessante. Para que a gente nunca se esqueça do preço da guerra, do horror da violência, da fragilidade da vida humana. Porque, no fundo, a “máquina de moer carne humana” de Verdun nos lembra de algo muito importante: a urgência da paz.

Persio Isaac
"O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião do autor e não necessariamente as opiniões do Portal REVISTA DIÁRIA, que não se responsabiliza por qualquer dano ou erro que possa surgir do uso das informações apresentadas neste artigo. Ao acessar e ler este artigo, você concorda em que REVISTA DIÁRIA não se responsabiliza por quaisquer danos diretos, indiretos, acidentais ou consequentes que possam surgir do uso das informações contidas neste artigo. Você concorda que é responsável pelo uso que fizer destas informações e que o blog não tem qualquer responsabilidade por quaquer erro, omissão ou imprecisão."

SUGESTÃO DE LEITURA: https://revistadiaria.com.br/artigos-e-opiniao/a-ferida-escancarada-na-capital-do-oeste-paulista/

A FERIDA ESCANCARADA NA CAPITAL DO OESTE PAULISTA