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UMA NOVA MENTALIDADE POLÍTICA PARA O DF

Começa a campanha eleitoral. E, com ela, reaparece o velho roteiro com os mesmos discursos, as mesmas promessas, os mesmos personagens e, sobretudo, os candidatos que fizeram da política uma carreira, mas que, quando eleitos, pouco ou quase nada conseguem fazer para transformar a vida de quem vive, trabalha e produz no Distrito Federal.

É a mesmice que incomoda o cidadão, mas que o corporativismo político preserva. Entretanto, a renovação, tão celebrada nos discursos, frequentemente termina restrita à troca de nomes, enquanto a lógica de funcionamento permanece rigorosamente a mesma.

Nesse contexto, a baixa representatividade da classe empresarial na Câmara Legislativa do Distrito Federal merece ser discutida.

É difícil compreender como uma classe que investe capital, assume riscos, produz riqueza, gera empregos, paga impostos e movimenta a economia possa ter tão pouca presença no Parlamento. E não se trata de defender privilégios empresariais. Trata-se de reconhecer que quem conhece, na prática, as dificuldades de abrir uma empresa, contratar um funcionário, obter crédito, enfrentar a burocracia, pagar tributos e sobreviver à instabilidade econômica possui uma visão que dificilmente será encontrada em quem jamais teve uma empresa.

E a baixa participação de representantes com experiência empresarial não é privilégio da capital federal. De amplitude nacional, ela ajuda a explicar por que o ambiente de negócios continua submetido ao chamado Custo Brasil, à elevada carga tributária, ao crédito caro e restritivo, aos complexos e exorbitantes encargos trabalhistas e a uma regulação que frequentemente transforma quem pretende empreender em candidato à desistência. Enquanto isso, os gastos públicos avançam, a arrecadação não cresce na mesma proporção e programas assistenciais alcançam contingentes cada vez maiores, sem que exista uma estratégia de saída, de oportunidades.

E é justamente aí que a representação empresarial certamente fará a diferença.

Quem empreende sabe que não existe crescimento sem responsabilidade. Sabe que não se pode gastar mais do que se arrecada. Sabe que uma empresa não sobrevive simplesmente aumentando preços quando perde competitividade. Sabe que produtividade, eficiência, planejamento, inovação e controle de custos não são discursos: são condições de sobrevivência.

A questão é que quem não gosta de política acaba sendo governado por quem gosta dela. E talvez seja exatamente essa a questão central desta eleição. A disputa de 2026 não pode ser reduzida à escolha de nomes. Precisa ser uma escolha de mentalidades.

Esta será uma das eleições mais importantes da história recente do país. Além da escolha dos governos e dos Legislativos, o próximo presidente da República terá a responsabilidade de indicar quatro novos ministros do Supremo Tribunal Federal.

No Distrito Federal, a responsabilidade não é menor. Com um orçamento de aproximadamente R$ 74 bilhões, Brasília necessita de uma Câmara Legislativa que questione quando recursos públicos são direcionados para ações que não produzem retorno econômico, social ou estruturante proporcional ao esforço financeiro realizado pelo contribuinte.

O dinheiro público precisa produzir futuro.

Isso significa uma CLDF capaz de olhar para além da próxima eleição e enxergar educação de qualidade, mobilidade urbana, desburocratização, empreendedorismo, inovação, desenvolvimento das regiões administrativas e, sobretudo, a criação de condições para que a classe empresarial brasiliense possa investir, contratar e crescer.

E nesse cenário surge o nome de André Kubitschek.

Jovem empresário, com uma trajetória familiar marcada por elevada performance empreendedora, por um inquestionável desempenho político e uma formação construída no ambiente privado, Andre Kubitschek representa uma experiência diferente daquela oferecida pelo político profissional. Alguém que conhece o setor produtivo por dentro, pela realidade de quem precisa tomar decisões, assumir riscos e entregar resultados.

Sua recente experiência no setor público confirma essa diferença. À frente da Secretaria de Estado da Juventude do Distrito Federal, André Kubitschek implementou um dos maiores programas de educação financeira do DF, levando aos jovens conhecimentos necessários para compreender dinheiro, planejamento, consumo, crédito e decisões econômicas. Preparando uma geração para tomar melhores decisões.

Uma sociedade que aprende a administrar seus recursos tende a exigir, amanhã, um Estado que também saiba administrar melhor os recursos que pertencem a todos. É exatamente essa mudança de mentalidade que Brasília precisa levar para a Câmara Legislativa.

É a chance de inserir na política pessoas que conheçam o mundo real, que tenham enfrentado dificuldades, assumido riscos, gerado empregos e aprendido que resultados não aparecem porque foram prometidos, mas porque foram construídos.

André Kubitschek representa essa rara oportunidade. A oportunidade de fazer a política do Distrito Federal olhar mais para a construção de resultados. Menos para o discurso e mais para a execução. Menos para a próxima eleição e mais para a próxima geração.

A eleição começa com as velhas promessas e, certamente, com os velhos resultados. Mas, o Distrito Federal está diante de uma nova mentalidade política.

 


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